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Delegado Claudinei alerta sobre casos de suicídios entre integrantes da Segurança Pública

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Foto: ANGELO VARELA / ALMT

Em alusão à campanha "Setembro Amarelo", que visa conscientizar sobre a prevenção ao suicídio, o deputado estadual Delegado Claudinei (PSL), em sessão plenária na Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), reforçou a importância da aprovação do Projeto de Lei n.º 833/2019 de sua autoria que dispõe sobre a implantação de Programa de Acompanhamento e Orientação Psicológica para Agentes de Segurança Pública no âmbito do estado de Mato Grosso. 

O parlamentar esclarece que a matéria propõe a oferta assistencial, de forma voluntária, sem gerar nenhum custo aos cofres públicos do Estado – em que a implantação do programa deverá ser feita por meio de parcerias e convênios celebrados entre a administração pública e as universidades públicas e privadas. “Além de dar a assistência aos agentes de segurança pública, o governo de Mato Grosso não terá nenhum custo. Mas será preciso que a instituições manifestem interesse para adesão ao programa e, assim, os acadêmicos de psicologia poderão realizar o estágio junto às forças de segurança do estado”, explica Claudinei. 

O deputado acrescenta que todo acompanhamento será feito gratuitamente, podendo o agente de segurança ser atendido nas dependências da universidade ou em seu no próprio local de trabalho. Ele enfatiza que os beneficiários deste programa seriam os integrantes da Polícia Judiciária Civil, Polícia Militar, Corpo de Bombeiros Militar e Agentes Penitenciários de Mato Grosso. 

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Estatística – De acordo com o Grupo de Estudo e Pesquisa em Suicídio e Prevenção (Gepesp) houve um aumento de casos de suicídio entre os agentes da segurança pública. “Dados graves e alarmantes de servidores que atuam na segurança pública e que tiraram a própria vida. Infelizmente, estes dados estão crescendo, tanto que em 2017 foram 28 casos, já no ano seguinte,  67, um percentual de aumento em torno de 140% . Temos que ter uma mobilização e um trabalho preventivo importante de acompanhamento às pessoas que sofrem com depressão e outros transtornos psicólogos”, destaca Delegado Claudinei.

Ele conta que são vários fatores para que um agente de segurança cometa o suicídio, sendo que um deles seria referente ao excesso de trabalho, relacionamento com colegas, falta de apoio da sociedade, risco de vida, burocracia e ter que lidar com presos e pessoas consideradas "de má-índole".  “Nós chamamos atenção para este projeto de lei,para que o governo do estado dê toda a assistência àqueles que sofrem pressão em todos os lados, sejam com as questões hierárquicas ou, às vezes,  pelo o policial querer fazer o melhor e arriscar a sua vida, mas não atinge seu objetivo – o que gera muito estresse. Os integrantes da segurança pública são seres humanos”, comenta Claudinei. 

Campanha – O dia 10 de setembro é marcado como o Dia Mundial de Prevenção do Suicídio. Associada a essa data, desde 2015, a Campanha Setembro Amarelo movimenta várias regiões do Brasil, sendo que nacionalmente surgiu sob iniciativa do Centro de Valorização da Vida (CVV), Conselho Federal de Medicina (CFM) e Associação Brasileira de Psiquiatria (ABP). 

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Professor Allan defende remuneração para floresta em pé e alerta sobre mineração na Amazônia

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Foto: JULIO ROCHA / ASSESSORIA DE GABINETE

O deputado Professor Allan Kardec (PSB-MT) defendeu a remuneração aos produtores pela floresta em pé, alertou que sua geração de parlamentares não seja responsável pela retirada de Mato Grosso da Amazônia Legal, nem incentivadora da exploração mineral em áreas protegidas legalmente. 

“Nós não podemos ficar marcados como a geração que autorizou a mineração em áreas de reserva ambiental”, preocupou-se o deputado. Uma das sugestões do deputado foi unir as bancadas estadual e federal para destinarem recursos para pastagens degradáveis que podem se transformar em negócios sustentáveis.

A ponderação do parlamentar foi realizada nessa segunda-feira (23), durante reunião da Comissão de Meio Ambiente, Recursos Naturais e Recursos Minerais da Assembleia Legislativa (ALMT), da qual ele é vice-presidente. 

“O produtor vai permanecer com a floresta em pé se ele tiver dinheiro no bolso mensalmente. Se isso não acontecer, ele vai para a ilegalidade”, conclamou Professor Allan aos pares sobre propostas já implementadas sobre o mecanismo de moeda verde (áreas plantadas para preservação) e crédito de carbono na legislação estadual e nacional. 

O deputado disse que ser o produtor fizer algo fora da lei, os deputados não têm que validar este ato. “Se ele for para a ilegalidade não podemos arrumar a questão dele. Nós temos que impedir que ele vai para a ilegalidade”, completou.

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Destruição ambiental

“Não podemos ser a geração que marcou a liberação de carvoaria no Pantanal, o fim do Parque Serra de Ricardo Franco. Não podemos ser a geração que marcou a retirada de Mato Grosso da Amazônia Legal”, defendeu o Professor Allan sobre temas ambientais recorrentes este ano na Assembleia Legislativa. 

Foto: JULIO ROCHA / ASSESSORIA DE GABINETE

No colegiado foi debatido o Projeto de Lei 337/2022, da Câmara dos Deputados, de autoria do deputado Juarez Costa (MDB-MT), que exclui Mato Grosso da Amazônia Legal, com alteração do Código Florestal, Lei Nº 12.651/2012. Ele foi apresentado em fevereiro e atualmente aguarda parecer da Comissão de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável.

O presidente da comissão é o deputado Carlos Avallone, que defendeu amplo debate sobre o tema antes da definição do Congresso Nacional. 

Fórum e empresários

O secretário Executivo do Fórum Mato-grossense de Meio Ambiente e Desenvolvimento (Formad), Herman Oliveira, defendeu o debate na Assembleia Legislativa como espaço democrático para troca de informações de contraponto ao tema. 

‘Ao se falar sobre a retirada de Mato Grosso da Amazônia Legal não pode ser um debate único e exclusivamente econômica. Ele (o projeto) tem que ter discussão social, ecológica e socioambiental. Já que Mato Grosso é reconhecido pela biodiversidade e sociodiversidade”, argumentou.

O presidente da Federação das Indústrias no Estado de Mato Grosso (Fiemt), Gustavo Oliveira, chamou a atenção dos deputados da comissão da ALMT e do relator do projeto para “regras claras de negócios sustentáveis” no Estado.  Além de apontar a responsabilidade a todos os agentes públicos e privados para a consolidação da economia verde, uma demanda mundial.

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“Há 171 empresas que produzem aqui e que poderiam estar em Goiás, Tocantins. Elas estão aqui porque tiveram compensação fiscal. Senhores, não se iludam, a agenda da economia verde é da inovação”, disse.

Ele afirmou que toda a equipe técnica do sistema Fiemt e CNI está à disposição dos parlamentares para esclarecer dúvidas sobre investimentos na Amazônia Legal e economia de baixo carbono. 

“Temos o Instituto Pró-Amazônia. Só um grande banco brasileiro tem R$ 1 bilhão para aplicar em negócios sustentáveis. O potencial da carteira é de R$ 10 a R$ 11 bilhões. Vamos discutir estratégias de desenvolvimento e inovação”, propôs o presidente da Fiemt.

Relator do projeto

O PL 337/2022 que exclui Mato Grosso da Amazônia Legal é de autoria do deputado federal Juarez Costa (MDB-MT) e tem relatoria do colega Neri Geller (PP-MT). Em uma de suas explanações, Neri afirmou que pretende esgotar o debate do tema.

“Nosso relatório terá a contribuição de todos da sociedade mato-grossense e brasileira, como fizemos com o debate e aprovação do Código Florestal”, disse. “Vamos esgotar o debate antes de apresentar o relatório. Não temos pressa”, afirmou. 

Questionado pelo deputado Wilson Santos, Neri disse que pode deixar a aprovação do projeto para depois das eleições, para o tema extremamente técnico não ser contaminado com as ideologias e paixões do debate presidencial.

Fonte: ALMT

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“É inadmissível”, disse o deputado Barranco sobre o fechamento de leitos em Rondonópolis

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Foto: FABLICIO RODRIGUES / ALMT

O deputado estadual Valdir Barranco (PT) cobrou informações e providências urgentes relativas ao fechamento de 24 leitos do Hospital Regional de Rondonópolis Irmã Elza Giovanella por falta de funcionários. O requerimento nº 368/2022 foi destinado ao governador Mauro Mendes (União) e a secretária de Estado de Saúde, Kelluby de Oliveira.

“Um hospital que atende hoje pelo menos 19 cidades da região não pode ter leitos fechados. É inadmissível. É necessário que o governo estadual faça urgentemente a convocação dos profissionais da saúde que estão na lista de espera no processo seletivo. Precisamos resolver este impasse o quanto antes, retomar as cirurgias eletivas, pois esse é o anseio de toda a população que tanto aguardou na pandemia”, disse o parlamentar.

Barranco lembrou que a sobrecarga de trabalho tem sido um dos principais problemas enfrentados pelos funcionários mato-grossenses nos últimos anos. “Esse excesso de trabalho reflete negativamente tanto no físico quanto no campo cognitivo, pois o corpo humano tem seus limites e não respeitá-los aumenta as chances de desenvolver doenças psíquicas com consequências irreversíveis, quanto na falta de atendimento das demandas do município e região”, salientou.

O parlamentar disse ainda que a convocação dos aprovados no seletivo é a solução mais eficaz, mas considera que a cidade precisa de um novo Hospital e defendeu a realização de um concurso público para evitar a repetição desses problemas no futuro.

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Fonte: ALMT

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Em reunião na Fiemt, João Batista discute inserção de jovens no mercado de trabalho

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Foto: LUCIENE LINS / Assessoria de Gabinete

Foto: LUCIENE LINS / Assessoria de Gabinete

A inserção dos jovens no mercado de trabalho e a mão de obra qualificada foram alguns dos temas discutidos durante reunião realizada na tarde dessa segunda-feira (23), entre o deputado estadual João Batista do Sindspen (PP), o deputado federal Neri Geller (PP), a senadora Margareth Buzetti, e o presidente da Federação das Indústrias no Estado de Mato Grosso (FIEMT), Gustavo de Oliveira, além de representantes do setor industrial. 

Em suas redes sociais, João Batista publicou um vídeo onde relata a importância social da reunião, que apontou dados técnicos visando aperfeiçoar profissionalmente os jovens para que tenham melhores oportunidades de emprego e consequentemente maior subsistência financeira.

“Nós temos um problema grave dentro do Estado de Mato Grosso, que é a atuação de facções criminosas, que na maioria das vezes acabam cooptando aqueles jovens que não têm uma oportunidade no mercado de trabalho. Por isso, pautas como essas precisam ser discutidas de forma ampla. Precisamos atuar com políticas públicas de incentivo para esse público, garantindo a qualificação, principalmente daqueles jovens que se encontram em situação de vulnerabilidade social, evitando assim a inserção deles no mundo da criminalidade”, comentou o deputado.

O parlamentar reforçou ainda que fomentar a política de criação de postos de trabalho para jovens inexperientes, oferecendo a eles a oportunidade do primeiro emprego, é uma obrigação do poder público. “Ações conjuntas entre os poderes em todas as esferas governamentais e a sociedade civil organizada, são fundamentais para isso”, concluiu.

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Jovens desempregados – A última Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad), divulgada no primeiro trimestre de 2022, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), mostra que o impacto maior do desemprego na população brasileira está entre a classe mais jovem, com idade entre 18 a 29 anos. O índice chega a 22,8%, ou seja, de cada dez jovens hoje no país, dois estão sem emprego. Ao todo, são mais de sete milhões de brasileiros sem uma oportunidade no mercado de trabalho. 

A pesquisa mostra também, que o Brasil tem a menor taxa de jovens que saem do ensino médio e que pretendem concluir o ensino superior. A desocupação entre as pessoas com ensino médio incompleto atingiu 18,3%, percentual maior do que as taxas dos demais níveis de instrução. No grupo de pessoas com nível superior incompleto, a taxa ficou em 11,9%. É mais que o dobro da registrada para o nível superior completo, que chegou a 5,6%.

Fonte: ALMT

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ALMT – Campanha Fake News II

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