Pesquisar
Feche esta caixa de pesquisa.

Política MT

Deputado Barranco critica mensagens e diz que governador desrespeita o serviço público

Publicado


Foto: JLSIQUEIRA / ALMT

Com a casa cheia de servidores públicos, o deputado estadual Valdir Barranco (PT) usou o Plenário da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) para desaprovar algumas mensagens enviadas pelo governador Mauro Mendes (União) à Casa de Leis.

O parlamentar criticou o texto da Mensagem nº 62/2022, sob o Projeto de Lei nº 336/22, que fixa subsídio aos servidores da Educação, do Sistema Penitenciário, do Socioeducativo e do Detran; e da Mensagem nº 31/2022, sob o Projeto de Lei Complementar nº 11/22, para instituir o Programa de Redução de carga horária de trabalho do Servidor Público Efetivo Civil, responsável legal pelo dependente com deficiência.

“Os servidores estão sendo colocados num pacote só, como se todos fossem iguais. Isso não existe. Os deputados constroem uma Mensagem em parceria com o governador, mas o mesmo vai lá e não cumpre com aquilo que se comprometeu e manda uma Mensagem aqui para Assembleia totalmente contrária daquilo que nós esperávamos. Essa é uma marca da gestão atual do estado. O governador raramente atende o serviço público, e quando atende faz mal feito e da forma que lhe bem entende”, disse.

Barranco apresentou uma emenda destinada ao PL 336/2022 para fortalecer o serviço público. “Como professor, membro titular da Comissão de Educação e defensor da educação, irei aqui, a todo custo, proteger a educação, classe tão penalizada por esse governo. A educação que não teve o reajuste do piso salarial nacional de 2008. A educação que não teve o rateio do Fundeb. Nós defenderemos que seja incluída, pois a Seduc tem recurso para isso”, salientou.  

Veja Mais:  Deputado Thiago parabeniza nova mesa diretora da Comademat

Ele também discursou sobre o descaso da gestão e que não há estado sem a presença e o trabalho dos servidores públicos. “O governador passou toda a sua gestão retirando direitos dos trabalhadores, dos servidores e trabalhando contra e pela fragilização do serviço público. Mas de repente, agora que ele está com os cofres cheios e com muito dinheiro para gastar, ao invés de reparar esses erros, ele manda aqui para Assembleia uma mensagem totalmente descabida. E mais uma vez, essa Casa terá de corrigir os equívocos do Poder Executivo”, afirmou.

Para finalizar, Barranco aplaudiu os servidores que se manifestaram contra o PLC 11/22. “Quero saudar os servidores que aqui se manifestam e que realizaram um belo trabalho entregando essa nota de repúdio contra o projeto, que deixa a mensagem: E se fosse seu filho? E se fosse seu filho, governador? O que você faria? Não seguir o exemplo de outros estados que já reduziram em 50% a jornada de trabalho é mais um erro, dentre tantos outros, do governo de Mato Grosso. Gostaria que o governador se colocasse no lugar desses pais e na condição desses servidores”, finalizou.

Fonte: ALMT

Política MT

Deputado Júlio Campos pede suspensão de privatização 

Publicado

O deputado Júlio Campos chamou atenção para a privatização de estradas abandonadas na região do Arinos e no Médio Norte de Mato Grosso, nesta quarta-feira (10), na Assembleia Legislativa de Mato Grosso.

“Venho fazer um apelo e uma advertência ao senhor governador Otaviano Pivetta e ao senhor Secretário de Estado de Infraestrutura e Logística, Marcelo de Oliveira, sobre o estado lamentável de duas rodovias importantíssimas. A MT-338, a Estrada da Baiana, aberta no meu governo (1983 a 87) quando priorizei a ligação de Juara com Sinop e Cuiabá, economizando 200 km do trajeto. Essa estrada foi pavimentada pelo governo Blairo Maggi, mas hoje encontra-se acabada e com buracos por todos lados. E mesmo nessa situação, segue sendo privatizada”, indagou Júlio Campos.

Segundo o parlamentar, o valor do pedágio a ser cobrado para cada trecho de 30 quilômetros será de R$12,75. A MT-338, interliga os municípios de Lucas do Rio Verde e Tapurah, a partir do entroncamento com a BR-163.

A estrada é um importante caminho de escoamento logístico da produção agrícola e pecuária em direção ao Vale do Arinos e ben eficia também cidades como Itanhangá, Porto dos Gaúchos, Juara e Juína, afetando mais de nove comunidades e 150 mil habitantes.

Júlio Campos também chamou atenção para a situação de outra estrada: a MT-220, no trevo Tabaporã, no Médio Norte de Mato Grosso, entre Vera e Sorriso.

Concessão assinada

Veja Mais:  Vereadores recorrem à ALMT para não fechar Hospital Nossa Senhora Santana

O pedido de Júlio Campos é para que o governador adie a concessão em prol da redução dos custos do pedágio.

“Senhor secretário Marcelo Padeiro, que é um homem dinâmico, está na hora de sua equipe fazer uma fiscalizaçã o rigorosa para rever a privatização dessas duas rodovias. O estado atual é lamentável. Tem que restaurar as rodovias antes de ser privatizada, porque do contrário o pedágio ficará muito caro, pois a manutenção será repassado ao usuário. é por isso que tem estrada estadual na qual o custo do pedágio é o dobro do valor de uma estrada federal. Veja a BR-163, o pedágio custa quase a metade do valor de estradas estaduais e o motorista trafega de Rondonópolis e Sinop sem buracos e de forma segura”, afirmou Júlio Campos.

A concessão das duas estradas foi assinada em 01 de setembro de 2025 pelo secretário Marcelo Ol iveira, com o Consórcio Vale do Arinos, com o aval da Agência estadual de regulação Ager.

https://juliocamposmt.com.br/deputado-julio-campos-pede-suspensao-de-privatizacao-de-estradas-abandonadas-em-mt/

Continue lendo

Política MT

Zé Medeiros quer proibir multas ambientais automáticas baseadas apenas em imagens de satélite

Publicado

Foto-Assessoria

Multas ambientais, embargos e bloqueios de crédito rural baseados exclusivamente em imagens de satélite ou sistemas automatizados poderão ser proibidos no Brasil. A medida está prevista em um projeto de lei apresentado pelo deputado federal Zé Medeiros (PL) na Câmara dos Deputados.

A proposta cria a Lei Nacional de Garantia do Devido Processo Legal na Fiscalização Ambiental Rural e estabelece que nenhuma penalidade poderá ser aplicada sem vistoria presencial realizada por agente público competente, acompanhada de laudo técnico detalhado e identificação precisa da suposta infração.

“O avanço tecnológico deve servir ao interesse público, mas jamais pode substituir o devido processo legal, o contraditório, a ampla defesa e a verificação dos fatos. O satélite pode apontar indícios, mas não pode condenar ninguém. Hoje, muitos produtores enfrentam multas, embargos e até bloqueios de crédito sem que um fiscal tenha sequer visitado a propriedade. Isso gera insegurança jurídica e fere o direito de defesa”, argumentou o parlamentar.

O projeto prevê que imagens de satélite e sistemas de sensoriamento remoto tenham caráter apenas preliminar e informativo, impedindo que sejam utilizados como prova única para aplicação de sanções. Caso não haja vistoria presencial, multas, embargos e demais restrições poderão ser considerados nulos.

“O produtor rural não pode ser tratado como criminoso por um algoritmo. A fiscalização ambiental é necessária, mas precisa ocorrer dentro dos limites da lei e com respeito ao direito de defesa”, concluiu.

Veja Mais:  ALMT não terá expediente nesta sexta-feira (28)

A proposta também proíbe o bloqueio automático de financiamentos e a inclusão de produtores em cadastros restritivos com base apenas em alertas gerados por sistemas remotos. As restrições só poderão ocorrer após decisão administrativa definitiva, com garantia do contraditório e da ampla defesa.

O texto ainda prevê mecanismos de transparência para os sistemas automatizados utilizados pelos órgãos ambientais. Segundo Medeiros, a medida busca evitar punições indevidas causadas por falhas na interpretação de imagens de satélite e algoritmos, conciliando a proteção ambiental com a segurança jurídica e o direito de defesa dos produtores rurais.

Continue lendo

Política MT

Ex-governador Mauro Mendes rebate senador Wellington Fagundes sobre obras da MT-170

Publicado

Ex-governador Mauro Mendes

O ex-governador Mauro Mendes voltou a criticar o senador Wellington Fagundes em meio às discussões sobre as obras da MT-170, antiga BR-174, no estado de Mato Grosso.

Em declarações recentes, Mauro rebateu as críticas feitas pelo senador sobre a qualidade das obras executadas na rodovia e afirmou que a estrada permaneceu abandonada durante anos sob responsabilidade do Governo Federal. Segundo ele, a estadualização da via ocorreu justamente para garantir a retomada das obras e melhorar a trafegabilidade da região.

Mauro Mendes também acusou Wellington Fagundes de “faltar com a verdade” ao questionar o andamento dos serviços e destacou que, antes da intervenção do Estado, motoristas enfrentavam sérios problemas estruturais na rodovia, incluindo longos períodos de atoleiros e dificuldades de deslocamento.

O embate ganhou força após Wellington cobrar investigações sobre possíveis falhas na execução das obras e defender acompanhamento do Tribunal de Contas do Estado (TCE-MT) nos contratos relacionados à MT-170.

A discussão entre os dois líderes políticos amplia o clima de disputa política em Mato Grosso, principalmente diante das articulações visando as eleições de 2026.

Veja Vídeo:

Veja Mais:  Wilson Santos vai ao INSS de Cuiabá cobrar explicações sobre atraso no Seguro-Defeso
Continue lendo

ALMT Segurança nas Escolas

Rondonópolis

Polícia

Esportes

Famosos

Mais Lidas da Semana