Política MT
Deputado Claudinei visita Casa de Apoio em Ação de Rondonópolis
O parlamentar conheceu as instalações e o método de trabalho realizado pelos voluntários da entidade

Deputado Claudinei com as voluntárias da Casa de Apoio em Ação- Foto: Assessoria
As voluntárias Carleni Aparecida de Souza, Josina Maria de Souza e Marcela Braun da Casa de Apoio Amor em Ação, instituição localizada em Rondonópolis, receberam o deputado estadual Delegado Claudinei (PSL), nesta manhã de sábado (5), para apresentar as instalações do local que abrigam pessoas que precisam de assistência médica nas unidades de saúde do município. Elas são moradoras de 19 cidades das regiões sul e sudeste de Mato Grosso.
“Tive a satisfação de receber as integrantes deste importante projeto na Assembleia Legislativa e, agora, venho no local conhecer de perto o trabalho social em atendimento às pessoas de outros municípios. Elas nos solicitaram apoio e ficamos de verificar a possibilidade de destinar emendas parlamentares para contribuir com a entidade para o próximo ano”, posiciona o parlamentar.
De acordo com a Carleni, a visita de Claudinei na entidade reacendeu a expectativa que terão o apoio necessário para sanar as dificuldades enfrentadas. “O encontro com o deputado foi produtivo demais. Enriqueceu tanto o ambiente. Ele viu o pessoal que estava hospedado na Casa. Ele nos ajudou ao manter contato com alguns prefeitos dos municípios vizinhos. Nós apresentamos as instalações e ele disse que nossos sonhos não eram tão impossíveis em relação as melhorias que necessitam a entidade”, ressalva.
Projeto

As voluntárias apresentam as instalações e as principais despesas para manter a entidade- Foto: Assessoria
Com existência de quase seis anos, a ideia surgiu quando Carleni, que trabalha há 20 anos no Hospital Regional de Rondonópolis, com carreira efetiva por meio de concurso público, notava que as pessoas estavam dormindo em bancos com mochilas e não tinham para onde ir. “Este pessoal, com uma carência muito grande, no sentido de não ter como pagar diárias de hotel. Nesta situação, cheguei a levar umas três ou quatro vezes para a minha casa. Uma outra amiga parceira também fez igual. Aos poucos vimos que isso não daria certo. Por meio de conversas, decidimos criar essa Casa de Apoio que é mantida com recursos da sociedade”, explica.
Ela comenta que a arrecadação de recursos financeiros ocorre com ações sociais, como o Bazar Beneficente para levantar verbas para pagar o aluguel do imóvel e a energia. “Além disso, oferecemos sem custos quatro refeições por dia, banho e hospedagem. Damos toda a atenção necessária para este público que precisa ter este apoio”, acrescenta a voluntária.
“Nunca fomos tão bem atendidas e recebidas por um parlamentar como o deputado Claudinei. Já cheguei a pedir uma atenção para outros de pelo menos 10 minutos por telefone e não tive êxito. Estivemos semana passada na Assembleia Legislativa e ele prometeu que viria visitar a Casa de Apoio e cumpriu. Estou lisonjeada com a atenção dele com o projeto. Eu vi que ele estava com uma semana corrida, mas não deixou de nos dar atenção”, declara Carleni.
Entidade – A Casa de Apoio em Ação possui 10 voluntários diretos e cerca 60 pessoas que ajudam indiretamente para que o projeto possa conseguir atender o público. O local tem capacidade para abrigar 30 pessoas de 19 municípios das regiões sul e sudeste de Mato Grosso.
Política MT
Deputado Júlio Campos pede suspensão de privatização

O deputado Júlio Campos chamou atenção para a privatização de estradas abandonadas na região do Arinos e no Médio Norte de Mato Grosso, nesta quarta-feira (10), na Assembleia Legislativa de Mato Grosso.
“Venho fazer um apelo e uma advertência ao senhor governador Otaviano Pivetta e ao senhor Secretário de Estado de Infraestrutura e Logística, Marcelo de Oliveira, sobre o estado lamentável de duas rodovias importantíssimas. A MT-338, a Estrada da Baiana, aberta no meu governo (1983 a 87) quando priorizei a ligação de Juara com Sinop e Cuiabá, economizando 200 km do trajeto. Essa estrada foi pavimentada pelo governo Blairo Maggi, mas hoje encontra-se acabada e com buracos por todos lados. E mesmo nessa situação, segue sendo privatizada”, indagou Júlio Campos.
Segundo o parlamentar, o valor do pedágio a ser cobrado para cada trecho de 30 quilômetros será de R$12,75. A MT-338, interliga os municípios de Lucas do Rio Verde e Tapurah, a partir do entroncamento com a BR-163.
A estrada é um importante caminho de escoamento logístico da produção agrícola e pecuária em direção ao Vale do Arinos e ben eficia também cidades como Itanhangá, Porto dos Gaúchos, Juara e Juína, afetando mais de nove comunidades e 150 mil habitantes.
Júlio Campos também chamou atenção para a situação de outra estrada: a MT-220, no trevo Tabaporã, no Médio Norte de Mato Grosso, entre Vera e Sorriso.
Concessão assinada
O pedido de Júlio Campos é para que o governador adie a concessão em prol da redução dos custos do pedágio.
“Senhor secretário Marcelo Padeiro, que é um homem dinâmico, está na hora de sua equipe fazer uma fiscalizaçã o rigorosa para rever a privatização dessas duas rodovias. O estado atual é lamentável. Tem que restaurar as rodovias antes de ser privatizada, porque do contrário o pedágio ficará muito caro, pois a manutenção será repassado ao usuário. é por isso que tem estrada estadual na qual o custo do pedágio é o dobro do valor de uma estrada federal. Veja a BR-163, o pedágio custa quase a metade do valor de estradas estaduais e o motorista trafega de Rondonópolis e Sinop sem buracos e de forma segura”, afirmou Júlio Campos.
A concessão das duas estradas foi assinada em 01 de setembro de 2025 pelo secretário Marcelo Ol iveira, com o Consórcio Vale do Arinos, com o aval da Agência estadual de regulação Ager.
Política MT
Zé Medeiros quer proibir multas ambientais automáticas baseadas apenas em imagens de satélite

Foto-Assessoria
Multas ambientais, embargos e bloqueios de crédito rural baseados exclusivamente em imagens de satélite ou sistemas automatizados poderão ser proibidos no Brasil. A medida está prevista em um projeto de lei apresentado pelo deputado federal Zé Medeiros (PL) na Câmara dos Deputados.
A proposta cria a Lei Nacional de Garantia do Devido Processo Legal na Fiscalização Ambiental Rural e estabelece que nenhuma penalidade poderá ser aplicada sem vistoria presencial realizada por agente público competente, acompanhada de laudo técnico detalhado e identificação precisa da suposta infração.
“O avanço tecnológico deve servir ao interesse público, mas jamais pode substituir o devido processo legal, o contraditório, a ampla defesa e a verificação dos fatos. O satélite pode apontar indícios, mas não pode condenar ninguém. Hoje, muitos produtores enfrentam multas, embargos e até bloqueios de crédito sem que um fiscal tenha sequer visitado a propriedade. Isso gera insegurança jurídica e fere o direito de defesa”, argumentou o parlamentar.
O projeto prevê que imagens de satélite e sistemas de sensoriamento remoto tenham caráter apenas preliminar e informativo, impedindo que sejam utilizados como prova única para aplicação de sanções. Caso não haja vistoria presencial, multas, embargos e demais restrições poderão ser considerados nulos.
“O produtor rural não pode ser tratado como criminoso por um algoritmo. A fiscalização ambiental é necessária, mas precisa ocorrer dentro dos limites da lei e com respeito ao direito de defesa”, concluiu.
A proposta também proíbe o bloqueio automático de financiamentos e a inclusão de produtores em cadastros restritivos com base apenas em alertas gerados por sistemas remotos. As restrições só poderão ocorrer após decisão administrativa definitiva, com garantia do contraditório e da ampla defesa.
O texto ainda prevê mecanismos de transparência para os sistemas automatizados utilizados pelos órgãos ambientais. Segundo Medeiros, a medida busca evitar punições indevidas causadas por falhas na interpretação de imagens de satélite e algoritmos, conciliando a proteção ambiental com a segurança jurídica e o direito de defesa dos produtores rurais.
Política MT
Ex-governador Mauro Mendes rebate senador Wellington Fagundes sobre obras da MT-170

Ex-governador Mauro Mendes
O ex-governador Mauro Mendes voltou a criticar o senador Wellington Fagundes em meio às discussões sobre as obras da MT-170, antiga BR-174, no estado de Mato Grosso.
Em declarações recentes, Mauro rebateu as críticas feitas pelo senador sobre a qualidade das obras executadas na rodovia e afirmou que a estrada permaneceu abandonada durante anos sob responsabilidade do Governo Federal. Segundo ele, a estadualização da via ocorreu justamente para garantir a retomada das obras e melhorar a trafegabilidade da região.
Mauro Mendes também acusou Wellington Fagundes de “faltar com a verdade” ao questionar o andamento dos serviços e destacou que, antes da intervenção do Estado, motoristas enfrentavam sérios problemas estruturais na rodovia, incluindo longos períodos de atoleiros e dificuldades de deslocamento.
O embate ganhou força após Wellington cobrar investigações sobre possíveis falhas na execução das obras e defender acompanhamento do Tribunal de Contas do Estado (TCE-MT) nos contratos relacionados à MT-170.
A discussão entre os dois líderes políticos amplia o clima de disputa política em Mato Grosso, principalmente diante das articulações visando as eleições de 2026.
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