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Deputados intensificam votação de projetos para limpar pauta

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Foto: JLSIQUEIRA / ALMT

As principais pautas em tramitação na Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) passaram nas últimas semanas por votação em plenário no intuito de garantir fluidez ao processo legislativo. Na próxima semana, quando serão realizadas seis sessões plenárias na segunda-feira (10) e na terça-feira (11), deverá ser votado o Projeto de Lei (PL) 270/2018 para alterar a contribuição de frigoríficos com relação ao Fundo Estadual de Equilíbrio Fiscal (FEEF), aprovado em primeira votação na última terça-feira (4).

O projeto 270/2018 prevê a redução do percentual de contribuição ao FEEF para os frigoríficos que comercializam carnes dentro do estado, de 3% para 2% e estabelece um acréscimo de 0,45% para os que comercializam para outros estados. A medida visa reduzir os custos relatados pelas indústrias para vendas regionais.

De acordo com o presidente da ALMT, deputado Eduardo Botelho (DEM), os frigoríficos que comercializam carne em Mato Grosso reclamaram que estavam vendendo mais caro do que aqueles que exportam. “Houve um realinhamento para reduzir a alíquota para aqueles que comercializam dentro do estado e um aumento pequeno para os que exportam para equilibrar”, declarou o presidente.

Este é um dos projetos relevantes a serem apreciados na próxima semana. De acordo com presidente Eduardo Botelho, nas últimas semanas houve um esforço para que as pautas urgentes fosse todas apreciadas. No período foi aprovado PL 257/2018 que permitiu a transferência de R$ 3 milhões do Tesouro Estadual para a Santa Casa. O projeto descende da Mensagem 52/2018, de autoria do Executivo, e tem objetivo de suprir as necessidades emergenciais do hospital.

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 “A suspensão das sessões das duas semanas que antecedem as eleições não vai prejudicar o trabalho do Poder Legislativo porque votamos todas as pautas urgentes. Vamos antecipar três sessões para a próxima segunda-feira (10) e depois das eleições repor as suspensas”.

A reorganização da agenda do plenário foi solicitada por meio do Requerimento 326/2018, de autoria das lideranças partidárias, para permitir que os parlamentares possam percorrer o estado no período eleitoral. De acordo com o documento aprovado, na próxima segunda-feira (10) serão realizadas três sessões plenárias e na terça-feira (11) mais outras três, nos seguintes horários: das 8h às 12h, a primeira, com ordem do dia às 10h; das 13h às 17h, com ordem do dia às 15h, e das 17h30 às 21h30, com ordem do dia às 19h.

O consultor técnico-jurídico da Mesa Diretora, Xisto Bueno, explica que neste período em que não haverá sessões plenárias, os demais processos administrativos e técnicos da Casa serão realizados normalmente. “As comissões permanentes realizam os pareceres sobre documentos e projetos de lei em tramitação, as comissões especiais voltam as atenções para realização de relatórios e análise documental. A suspensão é somente das sessões plenárias”.

A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) dos Fundos deverá concentrar os esforços na elaboração do relatório final nas próximas semanas, explica o secretário de Serviços Legislativos, Gabriel Scardini Barros. “Os trabalhos internos continuam. Fazemos o recebimento de respostas das indicações encaminhadas à Assembleia, analisamos o material coletado durante as oitivas realizadas nas CPIs e avaliamos os documentos recebidos”.

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Teté Bezerra: a primeira mulher eleita deputada estadual por Rondonópolis

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Pioneira na política de Rondonópolis, Teté Bezerra fez história ao conquistar uma cadeira na Assembleia Legislativa de Mato Grosso

Foto- Assessoria

A trajetória política de Teté Bezerra é marcada pelo pioneirismo. Ela entrou para a história de Rondonópolis como a primeira mulher do município eleita para o cargo de deputada estadual, ampliando a presença feminina na política mato-grossense.

Em 2010, Teté foi eleita deputada estadual pelo PMDB, com 22.964 votos, garantindo uma cadeira na Assembleia Legislativa de Mato Grosso para a legislatura de 2011 a 2015.

Antes de chegar à Assembleia, Teté já havia construído uma trajetória no cenário político estadual e nacional. Ela foi eleita deputada federal em 1994 e reeleita em 1998, tornando-se uma das principais representantes femininas de Mato Grosso no Congresso Nacional.

A eleição para deputada estadual consolidou sua presença política e reforçou a participação de mulheres de Rondonópolis na disputa por espaços de representação no Estado.

O feito permanece como um marco na história política do município, especialmente em um cenário no qual a participação feminina nas disputas eleitorais ainda enfrentava grandes desafios.

Teté Bezerra entrou para a história de Rondonópolis não apenas pelos mandatos que exerceu, mas também por abrir caminho para outras mulheres na política local.

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E agora, Rezende? Chapa com apenas 10 candidatos coloca reeleição em jogo no União Brasil

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Foto- Assessoria

A disputa por uma cadeira na Assembleia Legislativa de Mato Grosso promete ser dura dentro do União Brasil. Com uma chapa enxuta, formada por apenas 10 candidatos, o partido aposta na concentração de votos para tentar eleger dois ou até três deputados estaduais nas eleições de 2026.

Entre os nomes que encaram a disputa está o deputado Sebastião Rezende, que busca a reeleição pelo União Brasil. A candidatura foi homologada durante a convenção estadual da legenda.

O próprio deputado Júlio Campos reconheceu o grau de dificuldade da composição. Segundo ele, apesar de a chapa ter apenas 10 candidatos, existe a expectativa de conquistar duas ou três cadeiras na Assembleia.

Além de Rezende e Júlio Campos, o União Brasil colocou na disputa nomes como Dilmar Dal Bosco, Michelly Alencar, Wender Roman, Eliane da Silva Ferreira, Cenira Evangelista, Antônio Carlos da Silva Barros e Ana Paula Leiria. A lista sofreu alteração na reta final, com Ana Paula substituindo Lédio Procópio de Souza.

A estratégia de uma chapa menor pode favorecer os candidatos com maior estrutura eleitoral e maior capacidade de concentração de votos. Por outro lado, aumenta a pressão sobre os nomes que já exercem mandato e precisam justificar nas urnas sua permanência no Legislativo.

E agora, Rezende? Com menos candidatos para dividir os votos, a disputa interna pode ser ainda mais intensa. A pergunta que fica é se o deputado conseguirá manter sua força eleitoral e garantir mais um mandato na Assembleia.

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A chapa do União Brasil está definida. Agora, a resposta será dada pelo eleitor.

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Dra. Luciana Horta apresenta propostas para saúde e combate ao feminicídio em entrevista em Rondonópolis

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Foto-Assessoria

Candidata a deputada estadual pelo PL participou do programa 105 Notícias e falou sobre propostas para a saúde pública e outras pautas que pretende defender na Assembleia Legislativa de Mato Grosso.

Nesta sexta-feira (21), a candidata a deputada estadual Dra. Luciana Horta (PL) participou do programa 105 Notícias, da Rádio 105 FM, apresentado pelo radialista e jornalista Zé Pereira. Durante a entrevista, ela falou sobre suas propostas para a Assembleia Legislativa de Mato Grosso.

Dra. Luciana Horta foi a vereadora mais votada nas eleições de 2024 e assumiu uma cadeira na Câmara Municipal. Entre as principais pautas de seu mandato estão o combate ao feminicídio e a saúde pública, área em que tem se destacado pela cobrança de melhorias nos serviços oferecidos à população.

A vereadora e candidata a deputada estadual afirmou que sua atuação sempre foi voltada à defesa da população.

“Meu dever é lutar diariamente para que a população tenha o mínimo de dignidade e possa chegar ao seu posto de saúde e ter o mínimo. Ultimamente, nem coletor de urina estava tendo para fazer exames”, afirmou durante a entrevista.

As propostas de Dra. Luciana Horta para a saúde pública de Mato Grosso incluem medidas para melhorar o atendimento de urgência e emergência, ampliar o acesso a serviços especializados e fortalecer a assistência a pacientes com câncer, doenças crônicas e pessoas que dependem de medicamentos de alto custo.

O plano também prevê articulação para a implantação de uma nova UPA na região em expansão de Rondonópolis, estudos para a construção de um Hospital Regional na Região Sudeste e ações voltadas ao atendimento de comunidades rurais, ribeirinhas e de difícil acesso. A proposta também inclui a fiscalização das filas, dos prazos e dos serviços de saúde.

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Durante a entrevista, Dra. Luciana Horta também falou sobre a importância da participação de novas pessoas na política.

“A cadeira não vai ficar vazia. Se pessoas boas não lançarem seus nomes, com coragem e propósito, outros vão continuar nesse poder”, afirmou Dra. Luciana Horta.

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