Política MT
Deputados visitam obras do CDP de Peixoto de Azevedo
O Centro de Detenção Provisória tem previsão de conclusão das obras para dezembro deste ano

Deputados na Cadeia Pública de Peixoto- Foto: Assessoria
Após anos de espera para a concretização das obras do Centro de Detenção Provisória (CDP), em Peixoto de Azevedo (MT), o diretor e policial penal Manoy da Silva Rodrigues da Cadeia Pública do município, informou aos deputados estaduais Delegado Claudinei (PSL) e Pedro Satélite (PSD) que, em dezembro deste ano, está prevista a conclusão da construção. A capacidade máxima da nova unidade prisional será de 256 recuperandos.
Os parlamentares, em atendimento à Comissão de Segurança Pública e Comunitária da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), realizaram o levantamento de informações sobre a instituição e, também, conheceram as estruturas físicas das unidades do sistema penitenciário.

Deputados conhecem as obras do CDP- Foto: Assessoria
Efetivo
A retomada e conclusão das obras contou com recursos oriundos do governo federal e do Departamento Penitenciário Nacional (Depen), segundo Manoy, que considera que haverá a necessidade de aumento de efetivo com o novo complexo já que a estrutura é bem maior do que da Cadeia Pública do município.
“Nosso efetivo para atender a Cadeia Pública está excelente. Tanto que damos apoio para a unidade de Alta Floresta. Temos dois servidores que estão em Cuiabá na PCE (Penitenciária Central do Estado). Conseguimos atender as demandas com tranquilidade. Aqui, atendemos quatro comarcas de seis municípios”, explica o diretor.
Essa unidade recebe detentos de Peixoto de Azevedo sem restrição de vagas. Já outros municípios tem limitação, sendo 35 disponíveis para Guarantã do Norte, 22 para Matupá e a mesma quantia para Terra Nova. “Não tem como atender mais, pois não temos estrutura. A ideia do CDP é isso, tirar os detentos que estão em Sinop, para ficarem próximos da família”, salienta Rodrigues.
Manoy descreve que o complexo penitenciário contará com dois prédios que terão espaços para alojamentos, área administrativa, salas de revista, parlatório, setor de saúde, área de serviços, espaços para os projetos de ressocialização, entre outros.

Deputados com o diretor Manoy Rodrigues- Foto: Assessoria
Projetos
Nos projetos de ressocialização, Manoy apresentou aos deputados a oficina de corte e costura que conta com 12 máquinas de costura industrial. Ele apontou que a unidade é referência no quesito educacional já que 45% da população carcerária estão em sala de aula. Outras atividades realizadas com a mão-de-obra dos detentos estão relacionadas à construção civil. Também, há uma parceria com a prefeitura municipal que aproveitam os trabalhos dos recuperandos.
“Realmente é uma estrutura interessante. Mesmo que este projeto construtivo tenha demorado a ser finalizado, agora, será possível ser usufruído. Foi muito bom conhecer os projetos desenvolvidos com os recuperandos e ver que é uma unidade que está com a execução dos trabalhos da forma que deve ser. Não apontaram dificuldades. Mas, vamos acompanhar, já que com o CDP vai ter a necessidade de aumento de efetivo”, posiciona Claudinei.
Comissão – Além de Claudinei, também integram a Comissão de Segurança Pública – o vice-presidente Sílvio Fávero (PSL), os membros titulares Thiago Silva (MDB), Elizeu Nascimento (DC) e Ulysses Moraes (PSL).
Política MT
Ex-governador Mauro Mendes rebate senador Wellington Fagundes sobre obras da MT-170

Ex-governador Mauro Mendes
O ex-governador Mauro Mendes voltou a criticar o senador Wellington Fagundes em meio às discussões sobre as obras da MT-170, antiga BR-174, no estado de Mato Grosso.
Em declarações recentes, Mauro rebateu as críticas feitas pelo senador sobre a qualidade das obras executadas na rodovia e afirmou que a estrada permaneceu abandonada durante anos sob responsabilidade do Governo Federal. Segundo ele, a estadualização da via ocorreu justamente para garantir a retomada das obras e melhorar a trafegabilidade da região.
Mauro Mendes também acusou Wellington Fagundes de “faltar com a verdade” ao questionar o andamento dos serviços e destacou que, antes da intervenção do Estado, motoristas enfrentavam sérios problemas estruturais na rodovia, incluindo longos períodos de atoleiros e dificuldades de deslocamento.
O embate ganhou força após Wellington cobrar investigações sobre possíveis falhas na execução das obras e defender acompanhamento do Tribunal de Contas do Estado (TCE-MT) nos contratos relacionados à MT-170.
A discussão entre os dois líderes políticos amplia o clima de disputa política em Mato Grosso, principalmente diante das articulações visando as eleições de 2026.
Veja Vídeo:
Política MT
Cláudio Ferreira elogia deputado Nininho durante anúncio de recursos para a Santa Casa de Rondonópolis
Política MT
“RGA é direito” será o tema do Grande Ato dos servidores no dia 25 de maio

Servidores estaduais e municipais de vários locais do estado estarão em Cuiabá para participar na próxima segunda-feira(25) do Grande Ato do Movimento Sindical Unificado pelas ruas do Centro Político Administrativo, rumo ao Palácio Paiaguás, a partir das 14h.
O ato que tem como tema “RGA é direito. E direito se conquista com luta, mobilização e unidade!” quer chamar a atenção do governo para abrir mesa de negociação e ouvir as reivindicações dos servidores e debater alternativas para se resolver o caso dos consignados, as cobranças previdenciárias sobre aposentados e pensionistas e também o plano de cargos e salários de cada categoria. “São reivindicações históricas que geram insatisfação dos servidores de forma geral no estado. O governo não pode fingir que nada está acontecendo. São mais de 250 mil famílias impactadas mensalmente pela defasagem salarial provocada pelo não pagamento integral da Revisão Geral Anual (RGA)”, diz a presidente da Federação Sindical dos Servidores Públicos de Mato Grosso(FEESP-MT) Carmem Machado.
O Movimento Sindical Unificado também cobra uma mudança de postura do governador, Otaviano Pivetta em relação à adotada na gestão do governador Mauro Mendes em relação aos consignados. Os servidores relatam dificuldades financeiras provocadas por descontos elevados em folha, juros acumulados e falta de mecanismos de proteção aos trabalhadores endividados. Soma-se a isso a cobrança previdenciária sobre aposentados e pensionistas, tema que continua gerando forte indignação entre categorias do funcionalismo.
“Precisamos de uma resposta do governo. Abrir a mesa de negociações”, argumenta Carmem.
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