Mato Grosso
Descaracterizada irregularidade atribuída aos gestores de Cáceres
| Assunto:Representação Externa Interessado Pricipal:Prefeitura Municipal de Caceres |
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| JOÃO BATISTA CAMARGO CONSELHEIRO INTERINO |
DETALHES DO PROCESSO |
| INTEIRO TEOR |
| VOTO DO RELATOR |
| ASSISTA AO JULGAMENTO |
“As condutas do Sr. Francis Maris Cruz, Prefeito de Cáceres, e da Sra. Antônia Eliene Liberato Dias, Secretária Municipal de Educação, em incluir previsão de dispositivos pautados na Lei Municipal n° 2.354/2012 no Pregão n° 045/2018, não caracterizaram a irregularidade GB 03, tipificada para situações de especificações excessivas, irrelevantes ou desnecessárias que restrinjam a competição do certame licitatório”. Diante desse entendimento, o Pleno do Tribunal de Contas de Mato Grosso, na sessão de terça-feira (28/05), considerou descaracterizada, por unanimidade, a irregularidade atribuída ao prefeito é à secretária pela equipe técnica do TCE-MT em Representação de Natureza Externa (Processo nº 239470/2018).
Na sessão plenária, o relator do processo, conselheiro interino João Batista de Camargo, acolheu voto vista do conselheiro interino Luiz Henrique Lima pela descaracterização da irregularidade e, consequentemente, pela suspensão da multa anteriormente aplicada aos envolvidos. Na decisão, foi recomendado ao prefeito de Cáceres que institua grupo de trabalho para reanalisar os dispositivos da Lei Municipal n° 2.354/2012, em especial o artigo 9° dessa norma, que segundo o conselheiro prevê mais de uma interpretação.
A RNE foi proposta pelo Observatório Social de Cáceres, em desfavor da Prefeitura Municipal de Cáceres, com denúncia de irregularidades na condução do Pregão n° 045/2018, cujo objeto é o registro de preços para contratação de empresa especializada em serviço de transporte escolar para trechos pavimentados e não pavimentados, para atender os alunos da zona rural da rede municipal de ensino de Cáceres-MT.
O Termo de Referência do certame exige que os veículos utilizados no transporte escolar sejam licenciados no município e que a empresa vencedora possua sede e/ou escritório no município. Segundo a representante, as exigências apresentam caráter restritivo à competição.
Porém, o conselheiro Luiz Henrique disse ter verificado que as exigências não são para as empresas licitantes, como condição de participação, mas apenas para as empresas contratadas. “A exigência de licenciamento dos veículos locados no município de Cáceres e de instalação de sede/escritório, após a celebração do contrato administrativo, exclusivamente destinada à empresa vencedora do certame, se justifica enquanto condição obrigacional de contrato administrativo, mediante a utilização de prerrogativa da Administração Pública em dispor dos termos contratuais que melhor atendam aos seus interesses”, avaliou.
O conselheiro ainda acrescentou que a transferência do licenciamento de veículo locado no Município pode implicar, inclusive, na obtenção de vantagem pecuniária para a Administração Pública, pois há o recolhimento tributário compulsório de 50% dos recursos arrecadados do IPVA destinados ao tesouro municipal.
Quanto à redação do caput do artigo 9° da Lei Municipal n° 2.354/201214, o conselheiro apontou que ela prevê mais de uma interpretação, no sentido de possibilitar a contratação, pelo município, de cooperativas, para a prestação dos serviços de transporte escolar, em aparente contrariedade à Súmula nº 281 do Tribunal de Contas da União, por se tratar de serviço em que há a possibilidade de competitividade no mercado; e, ainda, no sentido de que o transporte de alunos da rede particular de ensino poderá ser custeado pelo Poder Público, situação que não é vedada, dado o princípio da universalidade da cobertura e do atendimento, mas deve ser ponderada à luz do princípio da seletividade na prestação dos benefícios e serviços públicos.
“Em razão disso, opino pela expedição de recomendação ao Prefeito de Cáceres para que institua grupo de trabalho para reanalisar os dispositivos da Lei Municipal n° 2.354/2012, em especial o artigo 9° dessa norma”, concluiu.
Mato Grosso
Entrega dos kits da Corrida Marajá – Edição Infinity Energy Drink começam nesta quinta-feira (20/08)
No ato da retirada do kit o participante deverá doar um quilo de alimento não-perecível (exceto sal)

O clima de expectativa já tomou conta dos 2 mil atletas inscritos na Corrida Marajá – Edição Infinity Energy Drink e antes de encarar o percurso no domingo (23/08), os participantes terão o compromisso nesta quinta-feira (20/08), com o início da entrega dos kits de prova em um espaço exclusivo do evento no Atacadão do Porto, em Cuiabá.
A organização preparou um cronograma especial em três dias para garantir comodidade e agilidade aos participantes: nos dias 20 e 21 de agosto (quinta e sexta-feira), das 9h às 19h e 22 de agosto (sábado), das 9h às 13 horas.
O kit oficial do atleta é para lá de completo, onde inclui a camiseta oficial da prova, sacochila, número de peito com chip de cronometragem, copo exclusivo colecionável, uma unidade do Infinity Energy Drink Sem Açúcar e brindes oferecidos pelos patrocinadores do evento.
Com o número no peito e chip de cronometragem garantidos, o foco total será para o dia do desafio de 6 quilômetros no domingo. A largada pontual está marcada para às 06h30, em frente à sede da fábrica de Refrigerantes Marajá, em Várzea Grande, que também servirá como ponto de chegada. O evento é alusivo ao aniversário de 63 anos de fundação da empresa.
A recomendação da organização é que os corredores cheguem com antecedência para o aquecimento inicial e hidratação.
Mato Grosso
Empresários do setor da construção visitam o mais moderno centro de segurança do trabalho da América Latina

Foto-Assessoria
Na tarde desta quinta-feira (13/08), um grupo de empresários associados ao Sindicato das Indústrias da Construção da Região Sul do Estado de Mato Grosso (Sinduscon Sul MT) realizou uma visita técnica e de imersão no recém-inaugurado Sesi Experience – Centro Avançado de Segurança do Trabalho, localizado em anexo às dependências da sede do Serviço Social da Indústria de Rondonópolis.
Antes do tour técnico, os associados participaram de uma breve palestra sobre os detalhes e o potencial de aprendizado do CT, que recebeu um investimento total de 12 milhões de reais. Na sequência, eles seguiram para o centro, onde passaram por experiências que simulam situações reais de acidentes de trabalho e momentos críticos.
Para o gestor regional de Saúde e Segurança do Trabalho do Sesi Mato Grosso, Márcio Alves, este foi o primeiro grupo de empresários a realizar a imersão no centro avançado. “Eles puderam presenciar toda a tecnologia voltada para a segurança do trabalho. Os equipamentos proporcionam uma imersão do trabalhador ao utilizar de forma correta tanto os equipamentos de proteção coletiva quanto os de proteção individual”, explicou.
Ainda segundo Márcio Alves, esses cenários e equipamentos fazem com que se mude o formato e a abordagem do trabalhador quanto à importância de prevenir a sua saúde e a sua segurança. “Aqui o foco é trazer essa experiência, onde o trabalhador vai poder fazer a utilização de forma correta do equipamento de segurança individual e voltar para sua rotina, na qual ele vai conseguir utilizar da melhor forma possível esse equipamento, fazendo uma imersão nesse ambiente saudável e seguro”, finalizou.
O engenheiro civil e proprietário da empresa Plano Sul, Rafael Francisco Lopes Machado, foi um dos associados que fizeram a visita técnica ao Sesi Experience. “Foi uma experiência incrível, acredito que fora do normal. Nunca vi algo parecido, porque existe de fato uma imersão e é possível vivenciar situações em que sentimos estar passando pelo risco e aprendemos como não passar por eles na vida cotidiana e na operação da obra”, destacou.
Sesi Experience — O maior centro de treinamento em Saúde e Segurança do Trabalho da América Latina e o primeiro do Brasil, o Sesi Experience, fica em Rondonópolis. O complexo tem a missão de transformar a forma como as empresas capacitam seus trabalhadores, reunindo treinamentos que vão desde instalações elétricas e espaços confinados até o trabalho em altura. Para isso, utiliza tecnologia coreana imersiva para reproduzir situações reais de risco sem expor os participantes ao perigo. Idealizado pelo Sesi MT, a estrutura permite que o colaborador vivencie cenários críticos, aprenda a identificar riscos e adote os procedimentos corretos de segurança em um ambiente totalmente controlado.
Mato Grosso
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