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Emenda do Senador Wellington Fagundes aprovada na MP da Eletrobras pode reduzir em até 30% conta de luz dos mato-grossenses

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Foto: Ilcimar Aranhas

Novo texto aprovado no Senado prevê a portabilidade da conta de luz e abre integralmente o mercado livre de energia a todos os consumidores até 2026. A medida é esperada há 17 anos pelos consumidores.

Uma emenda inserida na Medida Provisória 1031/2021 pelo senador Wellington Fagundes (PL/MT) pode impulsionar a modernização do setor elétrico e colocar o país no quarto lugar do Ranking Internacional de Liberdade Energética. O texto, aprovado nesta quinta-feira no Senado (17/6), possibilita a abertura do mercado livre de energia de forma gradual a partir de janeiro de 2023 em todo o país. Segundo a emenda do senador Wellington, acatada no texto final aprovado ontem no Senado, em julho de 2026, mais de 86 milhões de consumidores residenciais e pequenos comerciantes brasileiros passariam a ter o direito de escolher a empresa fornecedora de energia – inclusive optar por fontes renováveis.

Em Mato Grosso, há 1,3 milhão de consumidores espalhados em 141 municípios. Todos os mato-grossenses serão beneficiados com a medida. Cálculos da Associação Brasileira dos Comercializadores de Energia (ABRACEEL) indicam que a portabilidade da conta de luz tende a gerar uma redução de até 30% no preço das contas de luz, conforme já observado nos grandes consumidores no Brasil, pois estimula a competição no setor. Mais de R﹩ 236 bilhões de reais foram economizados no mercado livre de energia até o momento.

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“A iniciativa do senador Wellington dá o poder de escolha ao consumidor que é um dos três princípios básicos na relação de consumo, sendo os demais a qualidade e o preço”, destacou o presidente da ABRACEEL, Reginaldo Medeiros. A medida é esperada pelos menores consumidores há 17 anos. Hoje, quase todos os consumidores de eletricidade só podem comprar energia elétrica da Energisa Mato Grosso. Por isso, são chamados de consumidores cativos da distribuidora, pois a demanda mínima estabelecida para adesão ao mercado livre é de 500 kW, cujas contas giram em torno de R﹩ 90 mil por mês. Com a medida, as residências, pequenas indústrias, comércios e prestadores de serviço de Mato Grosso poderão optar em comprar energia das mais de mil empresas que vendem energia elétrica no Brasil. O acesso pelo setor produtivo a uma energia mais barata, incluindo o agronegócio, gerará emprego e renda pela maior competitividade da economia local, daí a importância da medida proposta pelo senador Wellington”, destaca Medeiros.

O desejo pela liberdade de escolha vem crescendo ao longo dos últimos anos: é o que apontam as pesquisas nacionais realizadas pela ABRACEEL em parceria com o IBOPE . De 2014 a 2020, houve um salto de 64% para 80% dos entrevistados que gostariam de ter a possibilidade de escolher a empresa fornecedora de energia. Outro dado notável da 7ª edição, divulgada no ano passado, é que a cada 10 brasileiros, 9 deles consideram a energia cara ou muito cara e apontam a portabilidade como a melhor medida para baixar o preço.

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A MP segue para a Câmara dos Deputados e deve ser votada na próxima segunda-feira (21/6) – antes de caducar. A emenda do Senador Wellington pode ser consultada na página 43 do relatório aprovado no senado. No site da ABRACEEL, os consumidores podem fazer uma simulação de economia que terão na conta de luz com a aprovação da emenda do senador Wellington e poderão descobrir o quanto vão gastar a menos ao optar pelo mercado livre quando chegar a sua vez, de acordo com a data que foi aprovada ontem no Senado.

Clique aqui para acessar detalhes do funcionamento do mercado livre e da portabilidade da conta de luz, que poderá ser universalizada com a emenda do senador Wellington.

Sobre a ABRACEEL:

A ABRACEEL (Associação Brasileira dos Comercializadores de Energia) defende o direito da livre escolha do fornecedor de energia elétrica, a chamada portabilidade da conta de luz, e de gás natural pelos consumidores. Foi fundada no ano 2000 e atualmente conta com mais de 100 empresas associadas, que comercializam 85% do volume de energia elétrica do segmento. Tem a finalidade de atuar junto à sociedade em geral, formadores de opinião, órgãos de governo, incentivando a livre competição de mercado como instrumento de eficiência nas áreas de energia elétrica e gás natural.

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Teté Bezerra: a primeira mulher eleita deputada estadual por Rondonópolis

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Pioneira na política de Rondonópolis, Teté Bezerra fez história ao conquistar uma cadeira na Assembleia Legislativa de Mato Grosso

Foto- Assessoria

A trajetória política de Teté Bezerra é marcada pelo pioneirismo. Ela entrou para a história de Rondonópolis como a primeira mulher do município eleita para o cargo de deputada estadual, ampliando a presença feminina na política mato-grossense.

Em 2010, Teté foi eleita deputada estadual pelo PMDB, com 22.964 votos, garantindo uma cadeira na Assembleia Legislativa de Mato Grosso para a legislatura de 2011 a 2015.

Antes de chegar à Assembleia, Teté já havia construído uma trajetória no cenário político estadual e nacional. Ela foi eleita deputada federal em 1994 e reeleita em 1998, tornando-se uma das principais representantes femininas de Mato Grosso no Congresso Nacional.

A eleição para deputada estadual consolidou sua presença política e reforçou a participação de mulheres de Rondonópolis na disputa por espaços de representação no Estado.

O feito permanece como um marco na história política do município, especialmente em um cenário no qual a participação feminina nas disputas eleitorais ainda enfrentava grandes desafios.

Teté Bezerra entrou para a história de Rondonópolis não apenas pelos mandatos que exerceu, mas também por abrir caminho para outras mulheres na política local.

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E agora, Rezende? Chapa com apenas 10 candidatos coloca reeleição em jogo no União Brasil

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Foto- Assessoria

A disputa por uma cadeira na Assembleia Legislativa de Mato Grosso promete ser dura dentro do União Brasil. Com uma chapa enxuta, formada por apenas 10 candidatos, o partido aposta na concentração de votos para tentar eleger dois ou até três deputados estaduais nas eleições de 2026.

Entre os nomes que encaram a disputa está o deputado Sebastião Rezende, que busca a reeleição pelo União Brasil. A candidatura foi homologada durante a convenção estadual da legenda.

O próprio deputado Júlio Campos reconheceu o grau de dificuldade da composição. Segundo ele, apesar de a chapa ter apenas 10 candidatos, existe a expectativa de conquistar duas ou três cadeiras na Assembleia.

Além de Rezende e Júlio Campos, o União Brasil colocou na disputa nomes como Dilmar Dal Bosco, Michelly Alencar, Wender Roman, Eliane da Silva Ferreira, Cenira Evangelista, Antônio Carlos da Silva Barros e Ana Paula Leiria. A lista sofreu alteração na reta final, com Ana Paula substituindo Lédio Procópio de Souza.

A estratégia de uma chapa menor pode favorecer os candidatos com maior estrutura eleitoral e maior capacidade de concentração de votos. Por outro lado, aumenta a pressão sobre os nomes que já exercem mandato e precisam justificar nas urnas sua permanência no Legislativo.

E agora, Rezende? Com menos candidatos para dividir os votos, a disputa interna pode ser ainda mais intensa. A pergunta que fica é se o deputado conseguirá manter sua força eleitoral e garantir mais um mandato na Assembleia.

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A chapa do União Brasil está definida. Agora, a resposta será dada pelo eleitor.

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Dra. Luciana Horta apresenta propostas para saúde e combate ao feminicídio em entrevista em Rondonópolis

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Candidata a deputada estadual pelo PL participou do programa 105 Notícias e falou sobre propostas para a saúde pública e outras pautas que pretende defender na Assembleia Legislativa de Mato Grosso.

Nesta sexta-feira (21), a candidata a deputada estadual Dra. Luciana Horta (PL) participou do programa 105 Notícias, da Rádio 105 FM, apresentado pelo radialista e jornalista Zé Pereira. Durante a entrevista, ela falou sobre suas propostas para a Assembleia Legislativa de Mato Grosso.

Dra. Luciana Horta foi a vereadora mais votada nas eleições de 2024 e assumiu uma cadeira na Câmara Municipal. Entre as principais pautas de seu mandato estão o combate ao feminicídio e a saúde pública, área em que tem se destacado pela cobrança de melhorias nos serviços oferecidos à população.

A vereadora e candidata a deputada estadual afirmou que sua atuação sempre foi voltada à defesa da população.

“Meu dever é lutar diariamente para que a população tenha o mínimo de dignidade e possa chegar ao seu posto de saúde e ter o mínimo. Ultimamente, nem coletor de urina estava tendo para fazer exames”, afirmou durante a entrevista.

As propostas de Dra. Luciana Horta para a saúde pública de Mato Grosso incluem medidas para melhorar o atendimento de urgência e emergência, ampliar o acesso a serviços especializados e fortalecer a assistência a pacientes com câncer, doenças crônicas e pessoas que dependem de medicamentos de alto custo.

O plano também prevê articulação para a implantação de uma nova UPA na região em expansão de Rondonópolis, estudos para a construção de um Hospital Regional na Região Sudeste e ações voltadas ao atendimento de comunidades rurais, ribeirinhas e de difícil acesso. A proposta também inclui a fiscalização das filas, dos prazos e dos serviços de saúde.

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Durante a entrevista, Dra. Luciana Horta também falou sobre a importância da participação de novas pessoas na política.

“A cadeira não vai ficar vazia. Se pessoas boas não lançarem seus nomes, com coragem e propósito, outros vão continuar nesse poder”, afirmou Dra. Luciana Horta.

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