Mato Grosso
Entidades reconhecem resultados e viabilidade de modelo para Cuiabá
De um lado um modelo falido, caro e que não ressocializa. De outro um método alternativo que custa um terço do modelo prisional convencional e traz no seu bojo a valorização humana como um componente transformador para a prevenção à reincidência em crimes pelo detento. As intenções, os desafios e o panorama nacional da metodologia APAC (Associação de Proteção e Assistência aos Condenados) para a ressocialização de presos foram conhecidos nesta quarta-feira (28) à noite, durante a audiência pública, no auditório da Sede das Promotorias de Justiça da Capital, que trouxe para Cuiabá as experiências exitosas desse método pioneiro aplicadas nos estados de Rondônia e Minas Gerais.
A luta para a implantação do primeiro Centro de Reintegração Social (CRS) da Apac Cuiabá promove uma conjugação de esforços do Ministério Público, Poder Judiciário, Grupo de Monitoramento e Fiscalização do Sistema Carcerário (GMF), Governo de Mato Grosso, Defensoria Pública e Ordem dos Advogados do Brasil (OAB-MT).
Mais do que comprovar a viabilidade da consagrada metodologia “apaqueana”, o evento apresentou a história, os percalços, as tragédias, as dores, o caminho percorrido e a volta por cima de Roberto Carlos Costa, o “Rondônia”, de 49 anos, preso em 2010 e condenado por tráfico internacional de drogas e hoje gestor da Apac Ji-Paraná, a segunda maior cidade de Rondônia. O relato carregado de emoção apresentou indicadores, os resultados alcançados e as pilhas de cartas encaminhadas à promotora de Justiça em Rondônia Eiko Danieli Vieira Araki.
“É muito difícil cumprir pena na Apac, tem reeducando que pede pra voltar pro sistema prisional convencional. O método é uma proposta de mudança de vida para o reeducando. Tem gente que não aguenta a rotina de regras e disciplina. No sistema prisional tradicional o único compromisso é não fugir. A espiritualidade é um dos elementos do método e quando o detento chega ele está “detonado”, fisicamente, espiritualmente, ou seja, chega praticamente um ateu, mesmo com o trabalho da pastoral carcerária nos presídios”, completou.
A presidente do Tribunal de Justiça do Estado de Mato Grosso, Clarice Claudino da Silva, afirmou que a imposição privativa de liberdade pelo sistema prisional convencional não consegue sequer alcançar um patamar mínimo aceitável, por mais que tenha evoluído em nível estadual. A magistrada considerou ainda que o novo método não é uma panaceia, mas se apresenta com algo muito concreto que Mato Grosso carece para melhorar o seu sistema carcerário, que tem sido terreno fértil para as facções criminosas.
“Num sistema opressor, num sistema onde não temos a aposta no ser humano no seu lado luz, é muito mais difícil, trabalhoso de se chegar a um bom termo. É por isso que as Apac’s têm sido uma alternativa – e eu não lido muito bem com essa palavra -, mas ela é um complemento, pois nem todos estão destinados a uma Apac, mas estão eleitos os que assim o querem, desejam tomar pra si a responsabilidade de reconstruir seu caminho, de se refazer perante a vida, perante a sua consciência e perante a sociedade”, considerou.
O procurador-geral de Justiça de Mato Grosso, Deosdete Cruz Junior, lembrou que já há um compromisso institucional dos poderes favorável para que um Centro de Reintegração Social (CRS) em Cuiabá seja uma realidade e uma ferramenta de mudança. Ele reiterou que o envolvimento da sociedade, do voluntariado, é indispensável para tratar problemas crônicos e apresentar soluções definitivas ao sistema prisional vigente.
“Já estou convencido de que é mais do que necessário que tenhamos unidades da Apac em nosso estado, por conta de como o sistema convencional funciona, pela metodologia que usa, pelos 12 elementos, pela forma como olha o preso e sua ressocialização de uma maneira cada vez mais humanizada. Tenho certeza de que com a comunidade engajando, abraçando a ideia nós teremos a primeira unidade no estado. Conhecendo o método e a experiência de outros municípios, de outros estados, a população vai apoiar essa experiência aqui pra nossa região”, analisou.
A promotora de Justiça Eiko Danieli Vieira Araki afirma que o método Apac trabalha a transformação do ser humano como um todo: do detento ao promotor de justiça, passando pelo juiz de direito, os familiares do preso e da vítima. “Eu fui a primeira recuperanda da Apac Ji-Paraná”, afirmou ela ao se referir sobre como venceu seus preconceitos em relação ao sistema.
“Nos cinco anos de funcionamento do CRS Ji-Paraná já passaram mais de 160 recuperandos que cumpriram pena naquela unidade. Nesse tempo foram pouquíssimas reincidências, apenas quatro voltaram para o sistema prisional pela prática de crimes. O preso começa a cumprir pena no sistema penitenciário comum e de lá pode ser transferido para o sistema da Apac. A experiência de Ji-Paraná colhe bons frutos com pessoas restauradas e com menos vítimas, isso é o mais importante. As pessoas egressas da Apac não estão voltando a delinquir”, relatou.
O preconceito que a sociedade carrega de uma forma em geral foi um dos pontos tratados pelo juiz mineiro Luís Carlos Rezende Santos. Ele fez um testemunho emocionado da sua rotina profissional e de voluntário da Apac, e de como se viu convencido de que é um método transformador.
“A Apac em Minas Gerais possui 47 unidades e cinco mil reeducandos no cumprimento de penas. A maior dificuldade é o preconceito natural de que as pessoas acham que bandido bom é bandido morto, ou pensam que esse é um problema que não se pode tratar com dignidade, como se isso fosse um empecilho para alcançar o resultado, quando a gente percebe que na verdade é o contrário. A dificuldade é romper o preconceito e é isso que a gente deve tentar a todo instante”, contou ele, complementando que em Minas Gerais a experiência do método vem sendo desenvolvida como uma política do Poder Judiciário há 22 anos.
O advogado Flávio Ferreira, que representou a presidente da Seccional em Mato Grosso da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Gisela Cardoso, na audiência, viu similaridade com a filosofia adotada pelos Alcoólicos Anônimos (AA).
“Enquanto sociedade organizada vivemos esse paradoxo de que o preso é aquele indivíduo que merece ser torturado, infelizmente muita gente pensa isso. Em 2017, quando fizemos uma visita e enquanto percorríamos os presídios do estado, a gente via que naqueles espaços onde cabiam 12 pessoas, tinham de 55 a 60 pessoas. Era uma violência contra essas pessoas. Cometeram crime, sim! Têm que ser punidos, sim, pelo Estado! Se a caridade não falar mais alto em favor dessas pessoas, vamos pensar com o bolso, como contribuintes. Certa feita perguntaram ao médium espírita Chico Xavier quem é o criminoso e ele respondeu: “Criminoso é aquele que já foi descoberto’”, concluiu.
Desafios regionais – O presidente da Apac/Cuiabá, Artur Nogueira, enfatiza que a atual fase da proposta de implantação da metodologia é conseguir voluntários em quantidade suficiente para o início dos trabalhos. Eles precisam ser qualificados para estarem aptos a trabalhar. “A gente vai trazer cerca de 240 reeducandos nesta primeira unidade. Nossa perspectiva é de que a reincidência fique abaixo de 15% e o custo para o Estado fique um terço em relação ao sistema prisional convencional”, prevê.
O voluntário ressalta que a religiosidade é um instrumento importante e parte dos 12 elementos que compõem o método Apac. “A metodologia Apac traz as religiões para as discussões e com isso a gente apresenta a possibilidade de melhorar esse cenário que se tem hoje, aonde o crime é administrado dentro do sistema comum. Na Apac, isso não será possível. Não é uma analogia a uma colônia de férias, é uma metodologia onde ele vai cumprir a pena em regime fechado das 6h às 22h, com uma série de atividades programadas da metodologia em que se combate a ociosidade, em que se trabalha a religiosidade, a valorização humana e a oportunidade de recuperação. Tudo aquilo que está previsto na Lei de Execuções Penais”, avalia.
A promotora de Justiça Josane de Fátima Carvalho Guariente, que atua institucionalmente para que a Apac seja uma realidade em Cuiabá, explica que com o método consagrado, não é só um lado que ganha com a ressocialização do reeducando. “Ganha o recuperando, que consegue ser inserido socialmente, ganha a sociedade, porque a Apac acaba se tornando uma protetora da própria sociedade, e ganham as vítimas, porque ela (Apac) também tem na sua política um olhar para as vítimas, ao mesmo tempo que promove a justiça restaurativa. Os ganhos são imensos. Nenhuma pessoa é irrecuperável!”, concluiu.
Perguntas e curiosidades – O promotor de Justiça do Ministério Público de Minas Gerais, Henrique Nogueira Macedo, encerrou o evento fazendo uma reflexão de natureza filosófica sobre os conceitos de “felicidade” e como ela se aplica na vida do próximo, no caso o reeducando do sistema prisional. Em seguida leu vários questionamentos feitos pelo público participante da audiência, seja presencialmente ou pelo canal do MPMT no Youtube. (assista aqui à audiência pública).
“Servi quatro anos no Conselho Nacional do Ministério Público em Brasília e desconheço outro projeto que me traga mais alegria, porque ali eu posso ver ‘Robertos’, pessoas que de fato foram transformadas”, citou.
O representante do Ministério Público de Minas Gerais falou, por exemplo, como fica a função da Polícia Penal junto ao sistema prisional com o funcionamento da Apac.
“A Polícia Penal é uma das mais essenciais no Estado Democrático de Direito. Ela é uma das instituições que mais têm se desenvolvido, porque ela tem entendido. Diferentemente daqueles que defendem a militarização da Polícia Penal, ela entende que a sua função é de cuidado, serviço e reinserção”, analisou.
Henrique Nogueira Macedo exemplificou a importância dessa instituição ao citar a Polícia Penal com seus 22 mil membros e mais de 70 mil presos. “Em Minas Gerais, a Polícia Penal é e continuará essencial nas 180 unidades prisionais. Não há nenhuma incompatibilidade. Pregar a existência de um presídio sem polícia é apenas uma outra prática que não anula, nem torna desnecessária a nossa forma tradicional de custodiar pessoas. Haverá muitas pessoas que jamais vão se adaptar ao método, que jamais serão voluntárias a essa transferência e precisarão da Polícia Penal e dos estabelecimentos convencionais”, argumentou.
A pluralidade de religiões na Apac também foi outro ponto de indagações. O promotor de Justiça lembrou da religiosidade como um dos 12 elementos do método ‘apaqueano’ identificado como espiritualidade. Cita que o método passou por constantes transformações e adaptações. Conceituou Estado laico e liberdade religiosa.
“O Estado laico não é um estado ateu. Pelo contrário, são valores que são igualmente protegidos pela Constituição e o Estado laico não é aquele que proíbe a manifestação religiosa, que essa é uma das nossas liberdades da nossa República e ela deve ser de livre exercício. Mas isso é um problema só pra quem está fora, porque quem está dentro não tem esse problema”, elencou.
Compuseram o dispositivo de autoridades do evento o presidente da Comissão Permanente de Segurança Pública do Tribunal de Contas do Estado, conselheiro Waldir Júlio Teis, representando o presidente do TCE/MT, conselheiro José Carlos Novelli; o defensor público André Renato Rossignolo, representando a defensora pública-geral de Mato Grosso, Luziane Castro; o secretário-adjunto de Administração Penitenciária, Jean Carlos Gonçalves, representando o governador do Estado, Mauro Mendes; o supervisor do Grupo de Monitoramento e Fiscalização do Sistema Penitenciário e Socioeducativo de Mato Grosso, desembargador Orlando de Almeida Perri, e o presidente da Câmara de Vereadores de Cuiabá, Chico 2000
A audiência pública foi uma realização do Ministério Público do Estado de Mato Grosso, Grupo de Monitoramento e Fiscalização do Sistema Carcerário (GMF) e Apac Cuiabá. A iniciativa conta com a parceria do Poder Judiciário, Governo de Mato Grosso, Defensoria Pública e Ordem dos Advogados do Brasil (OAB-MT). Também participaram do evento representantes de entidades de classes, clubes de serviços e organizações religiosas.
Fonte: Ministério Público MT – MT
Mato Grosso
Feira Brasileira de Sementes contará com palestrantes renomados e temas atuais do agronegócio nacional e mundial
Com o tema “A Semente é o Elo”, o encontro conectará pesquisa, melhoramento genético, produção de sementes, tecnologia e mercado

A Feira Brasileira de Sementes (FEBRASEM), que ocorre em Rondonópolis (MT), nos dias 17 e 18 de junho, se consolidou como um dos principais eventos do setor de sementes do Brasil. O evento idealizado e promovido pela Associação dos Produtores de Sementes do Mato Grosso (APROSMAT), em sua quinta edição tem como tema “A Semente é o Elo”, já tem sua lista confirmada de palestrantes de renome no Agro e muito conhecimento a ser compartilhado com os participantes.
Segundo o presidente da APROSMAT, Nelson Croda, a proposta desta edição é integrar todos os pilares da cadeia produtiva. O foco está no entendimento de que a semente não é apenas o início do plantio, mas o elo que conecta o melhoramento genético, a tecnologia de ponta e a eficiência comercial. Em um cenário global cada vez mais exigente. “Ao longo dos dois dias, a programação reúne oito momentos estratégicos, entre palestras e painéis técnicos, abordando temas fundamentais para o fortalecimento do setor de sementes. Já estão confirmadas importantes lideranças da indústria de biotecnologia e germoplasma, além de doutores, especialistas em mercado e profissionais altamente qualificados”, destacou.
Um dos palestrantes convidados para a FEBRASEM será Marcos Jank, formado em Engenharia Agronômica pela ESALQ-USP, atualmente é professor sênior de agronegócio no Insper e coordenador do Centro Insper Agro Global. Na área de comunicação, atua como comentarista de agronegócio na CNN Brasil e colabora com diversos veículos nacionais e internacionais.
O evento foi desenhado para promover não apenas o conhecimento teórico, mas também a geração de negócios e o fortalecimento de parcerias. A estrutura contará com palestras estratégicas ofertando conteúdos voltados especificamente para os setores de sementes e grãos, exposição tecnológica e máquinas e networking qualificado, com ambientes planejados para conexões empresariais e um happy hour de integração ao final das atividades.
As inscrições para a FEBRASEM 2026, já estão no 2º lote, e para não ficar de fora de uma das maiores feiras do segmento sementeiro nacional, acesse o link abaixo:
https://www.sympla.com.br/evento/febrasem-2026/3320456?algoliaID=447c62ad747ae13407bb86812130ab58
Confira quem são os demais palestrantes da 5ª Edição da FEBRASEM:
Mauricio Schineider – CEO da StarSe Agro e cofundador da Solubio, uma das gigantes biotechs do agronegócio brasileiro.
Maria de Fátima Zorato – Bióloga, com mestrado em Fitopatologia e doutorado em Ciência e Tecnologia de Sementes.
Geri Meneghello – Engenheiro Agrônomo, Mestre e Doutor em Ciência e Tecnologia de Sementes (UFPeL).
França Neto – Ph.D. em Fisiologia e Patologia de Sementes junto à Universidade da Flórida.
Eduardo Lourenço – Doutor e Mestre Direito Constitucional com especialização em Direito Empresarial e Contratos e possui L.L.M. (Master of Laws) em Direito Tributário.
Anderson Galvão – Engenheiro Agrônomo e Fundador e Diretor Céleres.
Fernando Wagner – Gerente executivo de Negócios Institucionais na GDM Seeds.
Janaína Martuscello – Zootecnista e professora titular da Universidade Federal de São João Del Rei (MG).
Jonas Pinto – Doutor em Ciência e Tecnologia de Sementes pela UFPel e atua há mais de 20 anos no setor sementes.
Marcelo Batistela – Vice-presidente da Divisão de Soluções para Agricultura da Basf do Brasil.
Mato Grosso
Governador Otaviano Pivetta mantém cronograma e reforça avanço das escolas cívico-militares em Mato Grosso

O governador Otaviano Pivetta anunciou, nesta quinta-feira (9.4), a manutenção do cronograma de transformação de escolas regulares no modelo de gestão cívico-militar em Mato Grosso. Nesta última etapa prevista para 2026, 16 unidades da Rede Estadual passarão por consultas públicas, em um processo que busca ampliar ainda mais a presença de um formato de gestão que vem ganhando adesão e apoio das comunidades escolares em diferentes regiões do Estado.
Segundo o governador, o avanço do modelo reflete não apenas uma decisão administrativa do Estado, mas também uma demanda que tem partido das próprias famílias, estudantes e profissionais da educação, que reconhecem nas escolas cívico-militares um ambiente mais organizado, seguro e favorável à aprendizagem.
“Esse é um modelo que vem dando resultados, fortalecendo o ambiente escolar e atendendo a uma reivindicação legítima da comunidade. Em muitos municípios, são os próprios pais e profissionais da educação que pedem a transformação, porque reconhecem os ganhos na organização, na disciplina e no processo de ensino e aprendizagem”, explica Otaviano Pivetta.
As votações serão realizadas sempre das 7h às 19h. Nos dias 13 e 14 de abril, participarão da consulta as escolas estaduais Nilza de Oliveira Pipino, em Sinop; Nova União, em Nova Canaã do Norte; João Ribeiro Vilela, em Primavera do Leste; Osmair Pinheiro da Silva, em Nova Maringá; Rui Barbosa, em Nova Mutum; Prefeito Artur Ramos, em Jaciara; Doutor Estevão Alves Correa, em Cuiabá; 13 de Maio, em Tangará da Serra; e Professor Muralha de Miranda, em Nova Marilândia.
Já nos dias 15 e 16 de abril, novas consultas serão realizadas nas escolas estaduais Cândido Portinari, em Tapurah; Francisco Saldanha Neto, em Tabaporã; João Paulo II, em Itaúba; Mário Schabatt Souza, em Lucas do Rio Verde; Paulo Freire, em Marcelândia; André Antônio Maggi, em Colíder; e Jayme Veríssimo de Campos Júnior, em Alta Floresta.
Otaviano Pivetta destacou que o processo será conduzido com transparência e participação direta da comunidade escolar, que poderá votar entre as opções “Aprovo” e “Não aprovo”. A expectativa do governo é consolidar mais uma etapa importante da política educacional adotada no Estado.
“Nosso compromisso é cumprir o cronograma com transparência, responsabilidade e respeito à vontade da comunidade escolar. A consulta pública garante esse direito de participação e fortalece uma política que já mostrou resultados concretos em Mato Grosso”, completa o governador.
De acordo com ele, a meta inicial era alcançar 205 escolas no modelo cívico-militar, número que já foi superado, com 208 unidades. Com a realização das novas consultas públicas, a Rede poderá chegar a 224 escolas com esse formato de gestão, ampliando uma experiência que vem se consolidando em diversas regiões do Estado.
O modelo cívico-militar não altera o currículo escolar nem interfere na proposta pedagógica das unidades. A condução pedagógica permanece sob responsabilidade de diretores, coordenadores e professores da Rede Estadual, seguindo as diretrizes da Base Nacional Comum Curricular.
Segundo a Secretaria de Estado de Educação (Seduc-MT), as mudanças concentram-se nas áreas administrativa e disciplinar, com a atuação de militares da reserva no apoio à organização do ambiente escolar, no controle de acesso, na promoção de atividades cívicas e no fortalecimento de valores como disciplina, respeito e hierarquia.
Para o governador, a expansão do modelo representa a continuidade de uma política pública que combina participação da comunidade, reforço na gestão e foco em resultados. A avaliação do governo é que a experiência bem-sucedida das unidades já convertidas tem impulsionado novas adesões e consolidado o formato como referência na educação pública estadual.
“Quando a comunidade percebe que a escola melhora o ambiente, fortalece a convivência e cria melhores condições para ensinar e aprender, ela passa a defender esse modelo. É isso que estamos vendo em Mato Grosso, com uma política que nasceu para fortalecer a educação e que hoje encontra respaldo crescente da população”, concluiu Otaviano Pivetta.
Fonte: Governo MT – MT
Mato Grosso
Corpo de Bombeiros combate incêndio em carro de passeio em via pública

O Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso (CBMMT) combateu, na manhã desta quinta-feira (9.4), um incêndio em um carro de passeio no bairro Bela Vista, no município de Poxoréu (a 263 km de Cuiabá).
A 6ª Companhia Independente Bombeiro Militar (6ª CIBM) foi acionada via 193 por volta das 07h15. Ao chegar, a equipe se deparou com uma picape em chamas na via pública.
De imediato, os bombeiros iniciaram a ação de combate ao fogo, sendo necessário o uso de cerca de 500 litros de água para conter o incêndio.
Após a extinção das chamas, a equipe da 6ª CIBM realizou o rescaldo para eliminar possíveis focos remanescentes. Não houve registro de vítimas.
Fonte: Governo MT – MT
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