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Genocida ou Incompetente

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Ricardo Viveiros

A palavra “genocida” está na pauta do dia. Substantivo e adjetivo com dois gêneros, cuja etimologia está na junção do prefixo “geno”, com o sentido de “raça”, e do sufixo “cida”, determinando o ou a “que mata”. Genocida é quem extermina muita gente em pouco tempo.

No Século 13 o imperador Gengis Khan, na Ásia e no Leste Europeu, matou cerca de 40 milhões de pessoas. Ele pretendia instaurar uma grande confederação, que o levasse à condição de “dono do Mundo”. No século seguinte, o turco-mongol Tamerlão, outro imperador, resolveu concretizar o sonho não realizado de Khan. Na Ásia Central e no Oriente Médio, sob fundamento islâmico, matou em torno de 17 milhões de pessoas, 5% da população mundial, à época.

Na década de 1890, o rei Leopoldo II, na extração da borracha, dizimou entre 5 a 8 milhões de pessoas escravizadas no Congo, então colônia da Bélgica. Entre 1915 e 1923, na Turquia, da 1ª Guerra Mundial até a queda do Império Otomano, o governo matou de 2 a 2,7 milhões de pessoas consideradas “traidoras” por terem lutado ao lado da inimiga Rússia. Armênios, curdos, gregos, assírios foram vitimados pela fome e mal tratos em campos de concentração.

Na década de 1930 a 1940, Josef Stalin, no comando da então URSS, obrigou que alguns países da Cortina de Ferro exportassem a totalidade dos alimentos produzidos para manter a economia, matando entre 20 e 25 milhões de pessoas de fome. Disse Stalin: “A morte de uma pessoa é uma tragédia; a de milhões, uma estatística.” De 1939 a 1945 o Nazismo, sob a liderança de Adolf Hitler, exterminou de 17 a 20 milhões de pessoas na Europa. Foram judeus, ciganos, romenos, sérvios, eslavos e, também, deficientes físicos e gays de qualquer origem étnica.

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Em 1945, após a 2ª Guerra Mundial, Stalin obrigou os estrangeiros que estavam no leste europeu, a regressarem a pé aos países de origem. Morreram entre 1,5 a 2 milhões de pessoas. De 1958 a 1969, no “Grande Salto Adiante”, Mao Tsé-Tung, comandou na China e no Tibete um conflito para criar potências industriais. Morreram de fome 40 milhões de pessoas. Na “Revolução Cultural”, de 1966 a 1969, houve novo extermínio na China. Desta vez, com outra “preocupação econômica”: a família do condenado era obrigada a pagar pela bala usada para matar o parente.

Em 1971, a leste do Paquistão aconteceu a guerra para independer Bangladesh. De 2 a 3 milhões de muçulmanos, separatistas hindus e sikhs foram mortos. Entre 1975 e 1979, Pol Pot, líder do “Khmer Vermelho”, no Camboja, comandou uma revolução que, em quatro anos, exterminou 1,7 milhões de pessoas de fome nos campos de concentração – 20% da população do país, à época. Foram sumariamente executados intelectuais, professores, artistas, estrangeiros ou os que usassem óculos. No entendimento de Pot, o uso de óculos determina ser culto, instruído e, portanto, perigoso.

Em 6 de abril de 1994, o presidente de Ruanda, Juvénal Habyarimana, de etnia hutu, é assassinado em pleno voo quando voltava da Tanzânia. Horas depois, a primeira-ministra ruandesa Agathe Uwilingiyimana, também hutu, seria morta por membros da Guarda Presidencial. Os responsáveis pelos atentados nunca foram condenados. Os hutus, prováveis assassinos, aproveitaram a omissão e apontaram os tutsis como culpados. Foi o pretexto para que as milícias hutus mobilizassem a população da etnia para atacar os adversários. Quem matasse um tutsi poderia se apossar da propriedade da vítima, sem qualquer punição. Cerca de 800 mil a 1 milhão de pessoas foram mortas em três meses e pouco – o equivalente a 70% da população tutsi, naquele momento.

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Como se pode constatar, por absurdas razões de caráter étnico, religioso, ideológico, econômico, cultural e outros, os genocidas assassinaram milhões de seres humanos ao longo dos séculos. Com o alto número de vítimas da pandemia da Covid-19 no Brasil, a falta de planejamento e o descaso para com a gravidade do problema, sem falar de quatro ministros da Saúde em apenas dois anos, a palavra genocida está nas conversas de todos os brasileiros. Saber se a aplicação do termo é correta ou não, no aspecto legal é um debate para os juristas. Já quanto às mortes por incompetência…

*Ricardo Viveiros, jornalista, professor e escritor, é membro da Academia Paulista de Educação (APE), conselheiro da Associação Brasileira de Imprensa (ABI) e da União Brasileira de Escritores (UBE), autor, entre outros livros, de “A vila que descobriu o Brasil”, “Justiça seja feita” e “O poeta e o passarinho”.

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O “Estado da Arte” do algodão brasileiro

Publicado

João Vanin*

O Brasil é um dos cinco maiores exportadores de algodão do mundo, sendo o primeiro lugar em produtividade em sequeiro. Os países asiáticos são os maiores compradores de algodão brasileiro, e este protagonismo deve-se à qualidade do produto, amplamente reconhecida. Entretanto, o processo produtivo da cotonicultura, que é realizado por meio de etapas rigorosas e respeitando a preservação ambiental e a sustentabilidade, é ainda pouco conhecido. Em geral, vemos as paisagens brancas em meio às plantações e não nos damos conta de todo o caminho percorrido até ser transformado, por exemplo, em tecidos ou roupas.

Os cotonicultores brasileiros costumam dizer que há 100 lições para atingir o estado da arte da cultura. Mas a história centenária do algodão em nosso País mostrou que há muito mais do que uma simples centena de processos para alcançar um produto de reconhecimento global.

Em primeiro lugar, o planejamento correto de qualquer cultura agrícola é fundamental para um bom resultado produtivo. A escolha da variedade de sementes é considerada uma das decisões mais importantes para o sucesso da colheita. As variedades atuais oferecidas ao mercado são cada vez mais sofisticadas do ponto de vista genético, agregando tolerância a doenças e pragas e podendo representar ganhos significativos em produtividade, economia de custos e qualidade final da fibra. Com as constantes mudanças na agricultura, seja em uso da tecnologia ou no surgimento de novas variedades de doenças, é importante que o produtor esteja atento às novas sementes existentes no mercado, para manter e melhorar a sua produtividade da lavoura.

O sistema de cultivo praticado e o manejo da lavoura são fundamentais para que o conhecimento do crescimento da planta seja conduzido de forma adequada. A definição da data de plantio e da densidade de plantas são fatores significativos para a lavoura, pois refletem diretamente na produtividade e qualidade de fibra. Os tratos culturais precisam ser realizados de forma programada, para que a aplicação de defensivos e fertilizantes seja realizada na quantidade e tempo corretos.

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Outros processos importantes durante a safra de algodão são a desfolha e a maturação. Enquanto o primeiro trata-se da retirada das folhas do algodão via aplicação de hormônios vegetais (evitando manchas na pluma pelas folhas), o segundo serve para acelerar o processo de maturação da fibra e a sua uniformização, tornando-se apta a colheita mecanizada.

As intempéries climáticas exercem grande influência na qualidade do algodão pois quanto maior a exposição no campo sob efeito da radiação solar e umidade relativa do ar, mais a lavoura sofre a influência da redução da resistência e do alongamento, da perda de peso da fibra do algodão, além de deixá-la quebradiça.

O beneficiamento do algodão é uma das etapas mais conhecidas e que define o resultado produtivo final da cultura. É importante nesse processo cumprir algumas regras básicas de controle, evitando a presença de contaminantes naturais e artificiais e realizando a segregação do algodão em caroço, de acordo com a variedade e suas características internas e externas, buscando minimizar as agressões mecânicas exercidas sobre a fibra no processo da colheita mecanizada e transporte, minimizando o impacto na perda de qualidade e aumentando a eficiência do processo de beneficiamento.

No beneficiamento, é importante ainda atentar-se para o descaroçamento, pois é nessa etapa que ocorre a extração da fibra do caroço e a maior agressão mecânica sobre o algodão. É quando surgem os subprodutos que são tão importantes quanto a fibra. O caroço é comercializado para a produção de óleo para consumo humano, processamento de ruminantes e em produtos para a indústria de cosméticos, farmacêutica, papel moeda, tecnologia, têxtil e celulose. A fibrilha remanescente desse processo é utilizada na indústria têxtil para produção de fios, que serão direcionados para a fabricação de tecidos rústicos/decorativos, sacaria e panos de prato.

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Esta etapa, quando feita com excelência, começa com o planejamento e a programação, que direcionam os módulos para serem processados de acordo com suas particularidades e características. Nesse processo, os controles de umidade, temperatura e carga de alimentação da usina devem ser conferidos de hora em hora e ajustados de acordo com a particularidade e recomendação de cada lote de algodão, evitando danos mecânicos na fibra e impacto na qualidade. Os cuidados e regulagens das escovas, serras, costelas, serrilhas e grelhas são fundamentais para a limpeza adequada da pluma, preservando o comprimento e resistência da fibra, com equilíbrio para não ocorrer desperdício ao longo do processo de beneficiamento.

A colheita é uma fase que requer muito cuidado para não afetar a produção e a qualidade do algodão. Para se obter uma colheita eficiente, o ideal é que todos os capulhos (como é chamado o fruto do algodão, no qual estão contidas as sementes e fibras) estejam abertos, indicando que a fibra está madura e permitindo que os fusos da colheitadeira consigam retirar o máximo de algodão da planta, evitando assim o impacto negativo na produtividade. Quando a colheita acontece de forma antecipada, algumas impurezas podem afetar o rendimento, por conta da dificuldade de extrair o algodão do capulho, impactando também na qualidade do produto, devido a presença de fibras imaturas e com baixa resistência. A própria manutenção da colheitadeira interfere diretamente no resultado, sendo necessário um cuidado maior com as placas, que devem ser reguladas de forma equilibrada, de modo que não fique nenhum algodão em caroço na lavoura e não haja agressão ao caule da planta, evitando que parte dele siga com algodão em caroço e gere contaminação na pluma.

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A logística e o transporte do algodão são fatores preponderantes para que o produto esteja com a qualidade desejada. É importante estar atento ao tamanho dos módulos de algodão, agrupando-os em linha na margem da lavoura para facilitar sua retirada. No transporte, deve-se evitar o rompimento da lona utilizada na formação do módulo, cobrindo-o lateralmente para evitar a contaminação com poeira durante o deslocamento até o pátio da usina de beneficiamento. Neste local, é fundamental realizar o descarregamento segregando e agrupando os módulos por lavoura, variedade e tipos de contaminantes, para facilitar a programação de beneficiamento de forma homogênea, evitando a mistura de diferentes características e consequências negativas na qualidade e eficiência.

Por fim, o atestado de qualidade é realizado a partir do envio de uma amostra de cada lado do fardo e já identificado com a etiqueta SAI (sistema de identificação da Abrapa – Associação Brasileira dos Produtores de Algodão) para o laboratório e sala de classificação, onde realiza é feita a análise de comprimento, resistência, índice de fibras curtas, alongamento, micronaire, grau de cor e refletância da pluma, a classificação visual, com segregação por tipo comercial, e são formados os lotes para serem apresentados aos clientes.

Se todos estes processos forem seguidos à risca, a indústria têxtil terá a certeza de receber um algodão de qualidade. O consumidor final terá uma roupa com fibra de alto padrão. E o Brasil continuará sua trajetória como um dos maiores cotonicultores do mundo.

João Vanin é Engenheiro Agrônomo, mestre em fisiologia vegetal e especialista em agronegócios, e atualmente gerente de produção de sementes na SLC Agrícola. Atua no sistema de produção soja-milho-algodão a mais de 10 anos, focado principalmente na gestão de recursos produtivos e manejo fitotécnico de culturas.
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Hepatite C pode afetar sua pele, alerta médica dermatologista

Publicado

*Karin Krause Boneti

A hepatite C é um vírus transmitido pelo sangue que causa inflamação do fígado, mas também pode causar problemas em outras partes do corpo – incluindo a pele. Contudo, por ser considerada uma doença “silenciosa”, muitas pessoas infectadas pelo vírus da hepatite C passam bastante tempo sem saber que têm hepatite porque geralmente não há sintomas por anos. Saliências, erupções cutâneas e manchas que coçam podem ser os primeiros sinais dessa infecção.

Conforme explica a médica dermatologista Karin Krause Boneti, a princípio, é preciso entender que a hepatite viral ocorre, principalmente, devido à infecção por vírus da família dos hepatotróficos: hepatite A (HAV), hepatite B (HBV), hepatite C (HCV), hepatite D (HDV) e hepatite E (HEV). “A hepatite viral pode ser dividida em formas agudas (HAV, HBV, HCV, HEV) e crônicas (HBV, HCV, HEV). Inclusive, alterações cutâneas são encontradas em até 17% em casos de HCV positivos”.

No caso da hepatite C, Karin ressalta que uma das alterações cutâneas mais conhecidas é a icterícia. “Se sua pele ou o branco dos olhos aparecerem amarelos, você pode estar com icterícia. Essa condição ocorre quando o fígado não consegue mais decompor a bilirrubina, uma substância amarelada encontrada na hemoglobina dos glóbulos vermelhos. Contudo, os sintomas de icterícias não são específicos do HCV. Cirrose ou lesão hepática de outros tipos também podem causar icterícia”.

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Como outras doenças sistêmicas, a hepatite C pode causar coceira excessiva na pele – famoso comichão (prurido). “Isso, por sua vez, pode levar à vontade de coçar a pele, o que pode causar cortes e infecções. O prurido também pode estar associado a líquen plano e urticária. Para quem não sabe, líquen plano causa erupção cutânea – pequenas saliências que podem ser claras e brilhantes, vermelhas ou roxas. Com o tempo, essas saliências podem se tornar escamosas e coceiras”.

A médica dermatologista pondera que há ainda outras possíveis alterações cutâneas. “Também podem ocorrer ascites (inchaço semelhante ao de um balão na área abdominal causado pelo acúmulo de fluído ao redor do fígado quando ele é danificado); manchas de sangue (púrpura); angiomas de aranha; porfiria cutânea tardia (PCT), lesões com bolhas generalizadas – condição rara da pele; eritema acral necrolítico (NAE), erupções cutâneas escamosas – também rara”.

Karin complementa que o tratamento de hepatite C envolve medicamentos antivirais, que podem ajudar a diminuir a incidência de sintomas – incluindo aqueles que afetam a pele. “Além disso, o tratamento para doenças de pele específicas do HCV varia e dependerá das causas exatas, assim como da gravidade. Em alguns casos, o tratamento envolve lidar com o desconforto causado por esses problemas de pele. É muito importante consultar um médico e se cuidar”.

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Os Obstinados: O Manifesto

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Janguiê Diniz, presidente do Instituto Êxito de Empreendedorismo e fundador do Grupo Ser Educacional
Divulgação

Janguiê Diniz, presidente do Instituto Êxito de Empreendedorismo e fundador do Grupo Ser Educacional

Ser um Obstinado significa ser  OUSADO, CORAJOSO, DETERMINADO,  DEDICADO, COMPROMISSADO, DISCIPLINADO, PERSEVERANTE, FOCADO, OTIMISTA, POSITIVO, enfim, um GUERREIRO IMPARÁVEL, que sonha sonhos grandes e impossíveis, transforma seu sonho em um projeto de vida, em um propósito de vida e ai envida grandes sacrifícios para transformá-lo em realidade. E quando o transforma, sonha outro, recomeça, realiza…  e ai, sonha outro, recomeça, realiza e nunca para.

Decidir viver pela OBSTINAÇÃO significa não terceirizar sua história e seu destino, mas  escolher ser o herói  da própria vida, vivendo  em ritmo constante de aceleração,     em harmonia com as diversas formas de riqueza, sempre em rota ascendente de sucesso e prosperidade.

Os  OBSTINADOS  agem e fazem acontecer e  não param nunca,  pois são IMPARÁVEIS, e tem como  dogma  que a vida é uma  “questão de fazer até dar certo e não se der certo”.

Eles sabem que, por meio da educação e da busca por conhecimento, aliadas à resiliência, ao trabalho íntegro  e ao empreendedorismo, podem conquistar tudo, independentemente de onde vieram e do status quo atual.

O maior inimigo do OBSTINADO é a ignorância, pois, é  “a mãe de todos os males”, e  “não há nada mais assustador do que a ignorância em ação”.

Não importa onde iniciaram sua jornada, eles sempre descobrem como chegar aonde querem chegar e chegam!

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Não importam os desafios,  obstáculos e as pedras  que aparecem pela frente, eles encontram as melhores maneiras para superar todas as adversidades e seguir avante o seu caminho.

Todo OBSTINADO, apesar de ser altamente grato,   é  altamente otimista e  inconformado patológico.  Eles entendem que seus sonhos são mapas para o sucesso e colocam toda sua  força e energia em ação para converter suas   ideias  incríveis em planos e estratégias concretas  que permitam alcançar os seus objetivos

Eles não se vitimizam, não se dizem “miseráveis”, “coitadinhos” ou “sem sorte”, pois nunca reclamam da vida. Da mesma forma, também nunca vivem na “caixa”, no “piloto automático”, no “lugar comum”, na “mesmice”, e “na zona de conforto” e jamais pisam nos  outros para poder subir na vida.

Você viu?

Um OBSTINADO não deixa ninguém para trás. Ele se inspira, motiva, inspira sua família, seus amigos e as pessoas em seu entorno.

Os OBSTINADOS  pensam por conta própria e não aceitam o impossível. Têm plena consciência de que o “impossível” é perfeitamente possível, pois é feito de “várias partes possíveis” quando se age com determinação, dedicação, compromisso  e  planejamento necessários.

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Ele sempre quer mais que os outros, se esforça mais que os outros e faz mais que o necessário para cumprir as tarefas e materializar os seus ideais e propósitos de vida.

O OBSTINADO é uma pessoa com uma imensa potência interna, capaz de revolucionar sua realidade. Ele ama a vida e a respeita, por isso busca viver intensamente entregando  sempre o melhor.

 A OBSTINAÇÃO  é ESTADO DE ESPÍRITO, UM ESTILO DE VIDA, em que  o único resultado aceitável  é ser um TRIUNFADOR, UM VENCEDOR,   seja na vida, seja nos negócios.

É fácil reconhecer um OBSTINADO em qualquer lugar do mundo: Ele é ousado, corajoso, arrojado, atrevido, destemido, otimista, positivo, motivador, possui auto confiança e auto estima altíssima, inspira confiança e é altamente criativo e inovador.

O OBSTINADO é sempre  chamado de  FODIDO OBSTINADO, com “O“ jamais de FUDIDO VITIMIZADO, com “U”, ou seja, de GUERREIRO, pois OBSTINADO é   “aquele que sonha, transforma seu sonho num projeto de vida e sempre consegue  transforma-lo   em realidade”.

Chegou a hora de transformar sua vida, sua história e seu destino. A partir de agora, transforme-se num OBSTINADO.

Participe do Movimento OS OBSTINADOS. Através do site www.janguiediniz.com.br ou pelas minhas redes sociais @janguiediniz.

#MovimentoDosObstinados, #TriboDosObstinados

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ALMT – Campanha Fake News II

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