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Mato Grosso

Governo entrega medalhas em homenagem aos “Guardiões do Paiaguás” entre eles Ten.Cel. Candido e Handson do 5º BPM

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Mais de 70 medalhas em homenagem aos Guardiões do Paiaguás foram entregues nesta terça-feira (18.12) pelo Governo do Estado. A solenidade foi realizada no Salão Clóves Vettorato, no Palácio Paiaguás.

Instituída pelo decreto nº 6.635 de 19 de outubro de 2005, a honraria é forma de reconhecer a importante atuação militares, ex-militares e personalidades públicas, que de alguma contribuíram nas ações da Casa Militar.

“Além de contribuir com a segurança pública, eles são guardiões dos interesses dos mato-grossenses. É uma missão desejável e de muita responsabilidade”, frisou o secretário-chefe da Casa Civil, Ciro Rodolpho Gonçalves.

O secretário da Casa Militar, Wesley de Castro Sodré, destacou o empenho e dedicação de todos.

“É um momento oportuno para agradecer a cada um, pois de alguma forma deixaram suas vidas de lado para dar respaldo e se tornaram grandes parceiros de jornada”, afirmou.

Entre os homenageados citados estava o secretário de Segurança Pública do Estado, Gustavo Garcia.

“É um mérito construído em conjunto, com base nos nossos esforços, nos esforços da nossa família. Prestar serviço à  sociedade não é fácil, sempre temos a certeza de que vale muito a pena”, ressaltou o secretário.

Foram agraciados:

1        Delwison Sebastião Maia Da Cruz          CEL PM

2        Edvan Manoel De Azevedo CEL PM

3        Henrique Correia Da Silva Santos          CEL PM

4        Jonildo José De Assis       CEL PM

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5        Marcos Vieira Da Cunha    CEL PM

6        Wankley Corrêa Rodrigues CEL PM

7        Wesley de Castro Sodré    CEL PM

8        Abadio Da Cunha Junior    CEL BM

9        Cesar Claudiomiro Viana De Brum         CEL BM

10      João Rainho Junior CEL BM

11      Silvio Bernardes Dos Santos       CEL BM

12      Vanderlei Bonoto Cante    CEL BM

13      Benedito Boaventura Ladislau Silva       TEN CEL PM RR

14      Dionys Almeida de Lavor   TEN CEL PM

15      Esnaldo De Souza Moreira TEN CEL PM

16      James Jacio Ferreira         TEN CEL PM

17      Jean Klebber Britto da Silva        TEN CEL PM

18      Jose Nildo Silva De Oliveira        TEN CEL PM

19      Mário Roberto Pereira       TEN CEL PM

20      Paulo Cesar da Silva         TEN CEL PM

21      Rodriguo Guides Machado TEN CEL PM

22      Ronaldo Roque Da Silva    TEN CEL PM

23      Vanilson Da Silva Moraes  TEN CEL PM

24      Waldez Moura Tapajós      TEN CEL PM

25      Wendel Soares Sodré        TEN CEL PM

26      Flávio Gledson Vieira Bezerra      TEN CEL BM

27      Gleber Candido Moreno    TEN CEL PM- 5º BPM Rondonópolis

28      Handson Freitas Farias      TEN CEL PM- 5º BPM Rondonópolis

29      Hugo Roberto Dos Reis Silva      MAJ PM

30      Osmário Cicero De Oliveira Junior         MAJ PM

31      Pedro Miguel De Sousa     MAJ PM

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32      Romário Moreira dos Santos       MAJ PM

33      Daniel Dias de Brito          CAP PM

34      Bruno Bartolomei Silva      1° TEN PM

35      Daniel Rosa Masiero         1° TEN PM

36      Lucas Andreo         1° TEN PM

37      Vicente Braz Araújo 1° TEN PM

38      Nildo Paulo de Amorim     2° TEN PM

39      Hisney Adão De Oliveira    SUB TEN PM

40      Cláudio Marcelo Teixeira de Oliveira      1° SGT PM

41      Wanderley Correa Antunes Pereira        1° SGT PM

42      Marcos Sandro da Silva Ferreira  1° SGT BM

43      Moisés Santos Conceição  2° SGT PM

44      Benedito Lemes De Moraes         3° SGT PM RR

45      Alyson Bruno Silva Lima    3° SGT PM

46      Fabiana Martins Soares de Oliveira        3° SGT PM

47      Hildrer Alekssander Dutra Pleffken        3° SGT PM

48      Ricardo Duardo Maciano   3° SGT PM

49      Maria Luiza Rattacaso da Silva Proença  3° SGT BM

50      Breno Antonio Freitas Lemes      CB PM

51      Célio dos Santos Souza     CB PM

52      Cleyton Dorileo Rosa de Barros   CB PM

53      Edson Silveira de Araújo   CB PM

54      Fabio Antônio Neves Alves         CB PM

55      Francislene Pedrosa de Sousa Silva Lima         CB PM

56      Francisvaldo de Souza Oliveira    CB PM

57      Jocie Junior Alcantara Silva         CB PM

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58      Paulo César do Carmo      CB PM

59      Pedro Paulo da Silva         CB PM

60      Renato Jassek Drumond    CB PM

61      Sidney Paulo dos Santos   CB PM

62      Silvana Aguiar de Arruda   CB PM

63      Vanderson Alvarenga        CB PM

64      Elisson Gonzaga Ferreira da Silva          SD PM

65      Elmes Marques da Silva     SD PM

66      Fabio Fernandes Silva Assis        SD PM

67      João Ricardo de Oliveira   SD PM

68      Emanoel Alves Flores        SECRETÁRIO ADJ

69      Ciro Rodolpho Pinto De Arruda Siqueira Gonçalves    SECRETÁRIO

70      Fausto José Freitas da Silva        SECRETÁRIO

71      Gustavo Garcia Francisco  SECRETÁRIO

72      André Xavier Ferreira Pinto         PGE

73      José Eudes Santos Malhado        DETRAN

74      Edileuza Bezerra de França          CIVIL

75      Francisco Paulo de Arruda CIVIL

76      Marlene Ribeiro dos Santos        CIVIL

77      Selmo Antônio Rodrigues  CIVIL

Mato Grosso

Júri é remarcado depois que defesa abandona plenário em julgamento de filho de ex-deputado

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A sessão de julgamento de Carlos Alberto Gomes Bezerra, acusado pelo feminicídio de Thays Machado e pelo homicídio qualificado de Willian Cesar Moreno, foi remarcada para o dia 31 de julho, às 9h, após a defesa abandonar o plenário nesta terça-feira (21). Mais uma vez, os advogados tentaram o adiamento do julgamento, o que foi indeferido pela juíza Monica Catarina Perri Siqueira, presidente da sessão, sob o argumento de que não havia justificativa plausível para a redesignação da data.

Segundo a magistrada, os advogados tiveram um prazo de 15 dias para analisar os documentos juntados aos autos. Ela ressaltou que a maior parte dessas informações já constava no processo e que a alegada falta de acesso a um despacho específico sobre prisão domiciliar não acarretaria prejuízo real, uma vez que a decisão sobre o tema também integra os autos.

“O advogado, quando assume a substituição no processo, o recebe no estágio em que ele se encontra. O processo não recua, ele tem que andar para a frente”, afirmou Monica Perri. Após anunciar a nova data do júri, a magistrada determinou que, caso não haja um advogado constituído apto para atuar na sessão, a Defensoria Pública deverá estar preparada para assumir a defesa na data prevista. Todos os presentes saíram intimados do plenário.

A acusação seria conduzida pelos promotores de Justiça Vinicius Gahyva Martins e Élide Manzini de Campos, integrantes do Núcleo de Defesa da Vida do Ministério Público de Mato Grosso (MPMT). O réu era defendido pelos advogados Elson Marcelino da Silva Júnior, Larice Cristine, Melissa de Oliveira Machado e Gabriel Gouvea Neno Reiff.

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Manobra – Ainda no plenário, o promotor de Justiça Vinicius Gahyva Martins sustentou que o acesso a processos externos é responsabilidade da defesa e que as questões relacionadas ao habeas corpus e à prisão domiciliar já foram resolvidas, não havendo justificativa para o adiamento do júri. Ele destacou o papel do Ministério Público como fiscal da lei, com a missão de assegurar direitos e preservar a imagem das vítimas perante a coletividade. Também se posicionou contra o abandono do plenário, ressaltando que a realização de um Tribunal do Júri exige o empenho e a presença de diversos envolvidos, inclusive pessoas que se deslocaram de outros estados, e que a “ritualística do tribunal” deve ser respeitada em busca da verdade.

Vinicius Gahyva disse ainda que o abandono do plenário é uma estratégia que acaba por arranhar a imagem do Tribunal do Júri. “Isso tem se tornado, de certo modo, frequente nos julgamentos do Tribunal do Júri, especialmente naqueles que afligem de forma intensa o interesse da coletividade, como é o caso concreto de um feminicídio e de um homicídio de dois jovens. São duas pessoas que, efetivamente, traduzem a necessidade de reafirmarmos o nosso papel social de não banalização da vida humana. Nós sabemos que o Tribunal do Júri envolve uma série de providências que devem ser adotadas para que o ato processual seja realizado, e lamentamos muito que esse tipo de estratégia esteja sendo adotada”, afirmou.

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A promotora de Justiça Élide Manzini de Campos lembrou que o julgamento já deveria ter ocorrido no dia 7 de julho. Segundo ela, naquela ocasião, a defesa solicitou o adiamento para análise de provas, pedido que foi deferido pela magistrada responsável pelo caso, com a remarcação da sessão para 21 de julho. “É um absurdo uma medida protelatória após mais de três anos do fato, com a família aguardando o julgamento. A defesa admite alegações de nulidades que não existem e que já foram completamente afastadas. É uma estratégia utilizada para tentar postergar, prorrogar e até abrir outro incidente de sanidade, ou qualquer outra medida, para que esse julgamento não ocorra. Tudo isso já foi afastado, e não há motivo algum para que esse julgamento não aconteça”, afirmou.

Sobre o caso de feminicídio, a promotora destacou que a reação da sociedade demonstra uma rejeição cada vez mais firme a esse tipo de crime. Segundo ela, a população tem se posicionado de forma clara contra a violência de gênero e em defesa do enfrentamento aos feminicídios, cobrando respostas efetivas do sistema de Justiça para coibir esse tipo de violência.

Fotos: Josi Dias | TJMT 

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Mato Grosso

Defensoria impede leilão da única propriedade rural de casal de idosos

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O Núcleo da Defensoria Pública do Estado de Mato Grosso (DPEMT) em Juscimeira (161 km de Cuiabá) garantiu que uma pequena propriedade rural de menos de 36 hectares utilizada para agricultura familiar por um casal de idosos não pode ser penhorada. O imóvel estava prestes a ser leiloado judicialmente, o que obrigaria a família a sair do local onde residem.

Tudo começou no ano de 1997 quando E.P.C. foi avalista de um empréstimo realizado por um amigo em uma nota de crédito rural no valor de R$ 10.338 junto a um banco. Devido ao não pagamento da nota de crédito, o banco propôs uma ação de cobrança judicial contra o devedor e E.P.C., que, mesmo sem ser o devedor real, teve o seu único imóvel rural penhorado.

Com o objetivo de retirar a penhora, o defensor público Denis Thomaz Rodriguez demonstrou no processo que o imóvel era o único bem de propriedade de E.P.C., de 79 anos de idade. O local onde ele e a esposa desenvolvem atividade agrícola de subsistência com a criação de gado leiteiro e cultivo da terra para sustento próprio, possui uma área de 36,30 hectares, o que, de acordo com os dados fornecidos pelo Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra), corresponde a menos de um módulo fiscal rural.

O módulo fiscal rural é uma unidade de medida agrária, expressa em hectares, definida pelo Incra para cada município brasileiro. Ele representa a área mínima que uma propriedade precisa ter para que sua exploração seja economicamente viável e sustente uma família. Em Juscimeira, um módulo fiscal corresponde a 60 hectares.

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“O imóvel estava na iminência de ser avaliado e levado a leilão judicial, o que significaria a perda definitiva do lar e da fonte de renda da família. A Constituição Federal garante que a pequena propriedade rural, desde que trabalhada pela família, não pode ser penhorada para pagamento de dívidas. Essa proteção é um direito fundamental indisponível”, explica o defensor.

Para que a pequena propriedade rural seja protegida contra penhora é necessário comprovar dois requisitos cumulativos. O primeiro é o critéria de tamanho, quando a área do imóvel deve ser de até quatro módulos fiscais do município onde se localiza. O segundo é o da exploração familiar, ou seja, o imóvel deve ser trabalhado diretamente pela família, servindo como fonte de subsistência, ainda que complementar a outras rendas, como aposentadoria.

A decisão proferida pelo juiz da Vara Única de Juscimeira, Alcindo Peres da Rosa, reconheceu os argumentos apresentados pela DPEMT e determinou a retirada imediata da penhora do imóvel. “O imóvel do executado, com 36,30 hectares, representa apenas 0,605 do módulo fiscal, enquadrando-se, com folga, no conceito legal de pequena propriedade rural. Quanto ao requisito do trabalho familiar, os documentos juntados são consistentes. Os resumos de pagamento de leite comprovam a existência de atividade produtiva contínua (pecuária leiteira) no imóvel. (…) Com tais considerações, e com fundamento no artigo 5º, inciso XXVI, da Constituição Federal, e no artigo 833, inciso VIII, do Código de Processo Civil declaro a impenhorabilidade do imóvel rural”, diz trecho da decisão assinado na última terça-feira (14).

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Para Denis Thomaz Rodrigues, a decisão não só beneficiou o casal de idosos que estava prestes a perder o único bem familiar, mas, ao reconhecer que o im´óvel não podia ser penhorado, o juízo abriu um precedente para que produtores rurais da região se sintam mais tranquilos para produzir em suas terras.

“O município de Juscimeira possui grande extensão territorial e centenas de propriedades rurais de pequeno porte, muitas delas trabalhadas por famílias de agricultores que tiram da terra o seu sustento. É comum esses produtores, por solidariedade familiar ou desconhecimento das consequências jurídicas, assinem como avalistas ou fiadores em financiamentos rurais de parentes e vizinhos. Quando o devedor principal não paga, o banco pode buscar a penhora dos bens do avalista, incluindo o imóvel rural onde a família vive e trabalha. A decisão proferida neste caso confirma que a lei protege a pequena propriedade rural familiar contra qualquer tipo de penhora, independentemente da origem da dívida ou da condição do proprietário como devedor principal ou garantidor”, diz o defensor.

Por Paulo Henrique Fanaia
16 de Julho de 2026 – 16:08
Foto: Janaiara Soares

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Mato Grosso

Turismo de Mato Grosso ganha protagonismo com ações em prol do setor

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O Sebrae/MT atua com consultorias, capacitações e eventos para promover o crescimento das empresas que integram todo o ecossistema do turismo

Foto-Assessoria

 
Nos primeiros seis meses de 2026, o Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas do Estado de Mato Grosso (Sebrae/MT) realizou mais de 55 mil atendimentos voltados ao setor de turismo, beneficiando 14.963 clientes. A maior parte foi destinada aos microempreendedores individuais (MEI), com 8.228 atendimentos, seguido das microempresas (ME), com 5.507 e pelas empresas de pequeno porte (EPP).
Um desses atendimentos marcou a trajetória do empreendedor Willian Marques, proprietário da Five Adventure, agência de turismo receptivo sediada em Cáceres. A empresa surgiu em 2022, quando ele decidiu investir no segmento e acumulou sozinho todas as funções da empresa, desde vender, organizar e planejar roteiros turísticos da região que contempla o bioma Pantanal Mato-grossense.
Em menos de quatro anos, o empreendedor celebra os resultados com a inauguração da primeira sede física da agência. O empreendimento, que começou com um único colaborador, hoje soma outros nove profissionais, entre eles o sócio João Paulo Barbieri, guias turísticos e equipe de vendas e atendimentos.
Ao ser questionado sobre esse crescimento, o empresário foi enfático: “O Sebrae/MT esteve comigo desde o início. Eu já tinha uma perspectiva de trabalhar com uma agência de turismo, mas esse desejo se intensificou no pós-pandemia. Busquei conhecimento e participei de inúmeros projetos da instituição para ampliar minha participação no cenário turístico”, afirmou.
Entre as ações, Willian destaca o Programa Pró Pantanal do Sebrae/MT, criado para promover o desenvolvimento sustentável e gerar renda nos eixos do turismo, gastronomia, economia criativa e agronegócio. De posse das informações sobre os atrativos da região, o empreendedor enxergou oportunidades nas atrações gastronômicas, culturais, aventura, arte e a natureza exuberante do Pantanal.
Outro diferencial, segundo o empresário, foram as Rodadas de Negócios da Feira Internacional de Turismo (FIT Pantanal), que aproximam as atrações turísticas de Mato Grosso de operadores nacionais e internacionais. “Estruturei toda a empresa com o apoio do Sebrae/MT. Fiz consultorias em marketing, gestão financeira, gestão empresarial, turismo, acesso a editais e recursos governamentais, dentre outros. Também participo ativamente da programação disponibilizada pela instituição”, frisou.
Ecossistema do turismo
As principais ações desenvolvidas pelo Sebrae Mato Grosso junto à Five Adventure estão a estruturação da empresa por meio do Programa ART – Agente de Roteiros Turísticos, elaboração de pesquisa de mercado, construção e validação do modelo de negócio, formatação da empresa e definição do posicionamento estratégico, organização do portfólio inicial de produtos e experiências turísticas e integração da agência com outros empreendimentos atendidos pela instituição. A iniciativa fortaleceu a cadeia regional do turismo e ampliou a oferta de atrativos aos visitantes.
A gerente Regional do Sebrae/MT em Cáceres, Cirlene Espicaski, destacou as atividades desenvolvidas na região em prol do turismo. “A Regional Sudoeste continua atuando no turismo, com destaque para o setor de alimentos e bebidas e para o trabalho de Agente de Roteiros Turísticos. A proposta é mapear as vocações locais, conectar pequenos negócios (hospedagens, gastronomia, agronegócio), fortalecer a governança e estruturar produtos de turismo de experiência prontos para comercialização nacional e internacional”.
De acordo com ela, o Sebrae Mato Grosso está atuando em parceria com algumas prefeituras na elaboração do inventário turístico e dos Plano Municipal do Turismo, reconhecendo o setor como vetor de desenvolvimento econômico e social.
O ecossistema do turismo reúne empreendimentos de restaurantes, hotéis, transporte de passageiros, comércio varejista, locação de veículos, ensino de arte e cultura, produção fotográfica, entre outros segmentos
A Five Adventure inaugura sua sede na tarde desta quinta-feira (16.07), na Rua Coronel Farias, Nº380, na região central de Cáceres. Para conhecer mais os roteiros turísticos e demais serviços da empresa acesse o site https://fiveadventure.com.br/
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