Esportes
Há 15 anos, São Paulo conquistava o Tri da libertadores das Américas

especial para o site da FPF
Atuando em um Morumbi completamente lotado, com mais de 70 mil pessoas, a equipe são-paulina não deu chances aos paranaenses. Após empatar por 1 a 1 na partida de ida, o clube precisava de uma vitória simples para levantar o troféu sul-americano. Mas o que se viu foi uma atuação de gala tricolor para não deixar dúvidas sobre a conquista.
Dono de grandes atuações ao longo da competição, Cicinho foi um dos grandes destaques do São Paulo naquela cconquista. “O principal trunfo e maior mérito que tivemos foi a união daquela equipe. Nosso time, praticando um bom futebol, chamava a atenção até dos adversários. Nós ganhamos o respeito de todos com boas exibições e pela maneira de jogar. Não menosprezávamos ninguém, sempre tratamos todos com respeito. Não é porque estávamos vivendo um grande momento que iriamos deixar a soberba tomar conta”, disse antes de ressaltar a importância do técnico Paulo Autuori.
“Além da união do elenco, acredito que o Paulo Autuori também foi um destaque, já que soube extrair o melhor de cada jogador para as partidas decisivas. Ele já chegou pegando uma equipe vitoriosa, que vinha do título paulista, dando somente a sequência. Então não pegou um time que estava acostumado com derrota, não. Chegou em um time acostumado a vencer, e usou dessa boa fase e a união do grupo para conquistarmos os objetivos”, analisou o lateral.
No ano anterior, o São Paulo chegou perto de conquistar a Libertadores, mas caiu na semifinal para o futuro campeão Once Caldas-COL. Mas apesar de não levantar a taça no ano anterior, o ex- lateral-direito tricolor acredita que a campanha em 2004 serviu de lição para o sucesso há 15 anos. “Nós sabíamos que as dificuldades iriam ser imensas, e em 2004 ficou aquele gostinho de ‘quero mais’. Nós procuramos o que? Acertar o que tínhamos errado, então a preparação foi totalmente diferente, a concentração foi outra, e acabou dando certo”, revelou.
Decisão
Digna de uma final continental, a partida começou com boas chances para as duas equipes. Aos sete minutos, o zagueiro Lugano levou perigo com uma cabeçada da pequena área, mas a bola foi para fora. Os paranaenses não demoraram para responder, e quase abriram o placar aos 12: após Fabricio cobrar falta, Alex desviou de cabeça e quase marcou contra.
O susto aumentou ainda mais o ímpeto são-paulino. Aos 16, o São Paulo abriu o placar em uma bela jogada construída com uma tabelinha entre Danilo e Luizão, que chutou para o gol. O goleiro do Athletico defendeu parcialmente, e no rebote, Danilo aproveitou para cruzar na cabeça de Amoroso.
Já no final do primeiro tempo, o São Paulo perdeu a oportunidade de ampliar. Aos 42, Danilo chutou forte e a bola passou raspando a trave do goleiro adversário. Nos acréscimos, os paranaenses provaram que ainda estavam no jogo: em cobrança de fala, Fabricio acertou a trave do goleiro Rogério Ceni.
Na segunda etapa, o Athletico começou pressionando os mandantes, mas a pressão não surtiu efeito. Logo aos sete minutos, o São Paulo ampliou a vantagem em uma cabeçada mortal do zagueiro Fabão, após cobrança de escanteio.
A partir do segundo gol, o São Paulo tomou conta da partida. Aos 25, após grande jogada pela direita, Amoroso cruzou e Luizão tocou sem trabalho para ampliar o placar. Aos 43, Diego Tardelli fechou a conta: 4 a 0. O São Paulo conquistava a Copa Libertadores pela terceira vez em sua história, sendo o primeiro time brasileiro a alcançar tal marca.
Campanha
O São Paulo se classificou para a Copa Libertadores de 2005 após alcançar a terceira colocação no Campeonato Brasileiro do ano anterior. A equipe brasileira caiu no Grupo C, que também contava com a Universidade de Chile-CHI, Quilmes-ARG e The Strongest-BOL.

Nas oitavas, o São Paulo teve um clássico pela frente. Enfrentando o Palmeiras, o Tricolor venceu as duas partidas (1 a 0 e 2 a 0) para seguir adiante no sonho da conquista continental. Nas quartas, o time aplicou um 4 a 0 sobre o Tigres-MEX, e a vitória por 2 a 1 dos mexicanos na segunda partida passou longe de ameaçar a classificação dos brasileiros.
Nas semifinais, o adversário seria uma das grandes potências da América do Sul: o River Plate-ARG. O São Paulo bateu de frente e conseguiu vencer a primeira partida por 2 a 0. na Argentina, o Tricolor novamente saiu vitorioso, dessa vez com um placar de 3 a 2, garantindo sua vaga na grande final.
Falando justamente da partida contra os argentinos, Cicinho classificou o confronto como um dos mais marcantes na campanha do título. “Nós tivemos vários momentos marcantes, como os duelos contra o Palmeiras pelas oitavas. Mas o que está na minha memória como um momento crucial, foi o jogo contra o River Plate. Eu não participei, porque estava com a seleção brasileira na Alemanha, e acompanhei pela televisão. Eu torci muito para que o nosso time conquistasse a vitória e conseguisse chegar na grande decisão. Então esse foi o momento mais difícil no meu caso, porque não pude jogar. Acompanhei de longe a vitória sobre o River na Argentina e chegamos com muita moral na final”, finalizou.
Ficha técnica:
São Paulo 4 x 0 Athletico – (Final – Libertadores)
Local: estádio do Morumbi, em São Paulo (SP);
Data: 14 de julho de 2005, quinta-feira;
Horário: 21h45 (horário de Brasília);
Árbitro: Horácio Elizondo (Argentina);
Assistentes: Rodolfo Otero e Juan Carlos Rebollo (ambos da Argentina);
Público: 71.986 pagantes;
Cartões amarelos: Lugano, Fabão e Danilo (São Paulo); Evandro, Cocito e André Rocha (Atlhetico);
Gols: Amoroso, aos 16 minutos do primeiro tempo, Fabão, aos 7, Luizão, aos 25 e Diego Tardelli, aos 43 minutos do segundo tempo.
São Paulo: Rogério Ceni; Fabão, Diego Lugano e Alex; Cicinho, Mineiro, Josué, Danilo e Junior (Fábio Santos); Amoroso (Diego Tardelli) e Luizão (Souza). Técnico: Paulo Autuori.
Athletico: Diego; Jancarlos, Danilo, Durvão e Marcão (Fernandinho); Cocito, André Rocha (Alan Bahia), Evandro e Fabrício; Lima (Rodrigo) e Aloísio. Técnico: Antônio Lopes.
Fotos: Rubens Chiri/São Paulo FC
Sob supervisão de Luiz Minici*
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Copa do Mundo: marcas aproveitam o futebol como uma das maiores ocasiões de consumo
Com apoio de dados e inteligência artificial, empresas antecipam demandas, adaptam ofertas em tempo real e transformam picos de consumo em oportunidades de retenção

São Paulo, julho de 2026 – A Copa do Mundo deste ano deve injetar R$ 4,32 bilhões no varejo brasileiro, segundo estimativa da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC). Mais do que um evento esportivo, a competição se consolidou também como uma das principais ocasiões de consumo, movimentando categorias como bebidas, alimentos, delivery, streaming e entretenimento.
Para as marcas, o desafio já não é participar da conversa sobre os jogos, mas entender como cada consumidor se comporta ao longo do torneio. Embora eventos esportivos gerem padrões previsíveis de consumo, eles também revelam preferências, interesses e necessidades distintas. Na prática, isso significa substituir campanhas genéricas por comunicações mais relevantes, utilizando ferramentas de IA para analisar dados em tempo real e apoiar decisões de engajamento, com mensagens e jornadas personalizadas de acordo com o contexto e o comportamento de cada consumidor.
Raquel Braga, Diretora de Marketing LATAM da Braze, principal plataforma de engajamento do cliente que capacita as marcas a serem Be Absolutely Engaging™, explica que, nesse cenário, as marcas conseguem utilizar dados como histórico de consumo, preferências, localização, momentos de maior interação e comportamentos observados em eventos anteriores para antecipar necessidades e criar experiências mais personalizadas.
“O diferencial está em entender o contexto de cada cliente. Isso permite entregar a mensagem, a oferta e a experiência mais adequadas para cada momento, fortalecendo o relacionamento com a marca e aumentando as chances de engajamento e conversão”, afirma.
O futebol como principal ocasião de consumo
No segmento de delivery, o futebol tem se consolidado como uma das principais ocasiões de consumo, impulsionando a demanda por categorias como bebidas e snacks. Nesse contexto, estratégias de CRM baseadas em ocasiões de consumo e apoiadas por dados comportamentais e preferências dos usuários permitem criar jornadas personalizadas antes, durante e depois das partidas, identificando o momento mais adequado para cada interação.
Com o apoio de tecnologias como a integração com APIs de placares em tempo real, as marcas podem ativar automaticamente campanhas em diferentes etapas da jornada do torcedor, tornando a comunicação mais relevante, contextualizada e alinhada ao comportamento de cada consumidor, além de ampliar oportunidades de venda entre diferentes categorias de produtos.
Sobre a Braze
A Braze, plataforma líder de engajamento do cliente, capacitando marcas a serem Be Absolutely Engaging™. A Braze ajuda empresas a entregar experiências relevantes e valiosas para os consumidores, ao mesmo tempo em que impulsiona resultados de negócio. Construída sobre uma base de inteligência componível, a BrazeAI™ permite que profissionais de marketing combinem e ativem agentes, modelos e funcionalidades de IA em todos os pontos de contato ao longo da plataforma de engajamento da Braze, promovendo interações mais inteligentes, ágeis e significativas.
De mensagens multicanal e orquestração de jornadas a decisões e otimizações orientadas por IA, a Braze permite que empresas transformem ações em interações por meio de experiências personalizadas, autônomas e individuais. A companhia é reconhecida de forma recorrente como líder em tecnologia de marketing por analistas do setor e foi eleita “Best of Marketing and Digital
Advertising Software Product” pela G2 em 2025. A Braze também foi nomeada uma das Melhores Empresas para Trabalhar em 2025 pela U.S. News & World Report, uma das America’s Greatest Companies 2025 pela Newsweek e um Fortune Best Workplace in Technology™ 2025 pelo Great Place To Work®. A Braze tem sede em Nova York e conta com 15 escritórios distribuídos pelas Américas, EMEA e APAC.
Esportes
Haaland decide no fim, Noruega vence Costa do Marfim e será adversária do Brasil nas oitavas

Noruega bate Costa do Marfim e enfrenta o Brasil | EFE
Com quinto gol no Mundial, atacante garante vitória por 2 a 1 nos minutos finais e coloca os noruegueses no caminho da Seleção Brasileira.
A Noruega está classificada para as oitavas de final da Copa do Mundo após vencer a Costa do Marfim por 2 a 1, nesta terça-feira (30), em confronto válido pela primeira fase do mata-mata. O herói da classificação foi o atacante Erling Haaland, que marcou o gol da vitória aos 41 minutos do segundo tempo.
O primeiro gol da seleção norueguesa saiu ainda na etapa inicial. Aos 39 minutos, Antonio Nusa acertou um belo chute com efeito para abrir o placar.
Na segunda etapa, a Costa do Marfim reagiu com Amad Diallo, que entrou no decorrer da partida e empatou aos 29 minutos após uma jogada individual. Pouco depois, a Noruega quase retomou a vantagem em um lance de Torbjorn Heggem, que parou em um corte em cima da linha da defesa adversária.
Quando o confronto caminhava para a prorrogação, Haaland apareceu para decidir. Aos 41 minutos do segundo tempo, o camisa 9 completou com um toque sutil para marcar seu quinto gol no torneio e garantir a classificação da Noruega.
Com o resultado, os noruegueses avançam às oitavas de final e terão pela frente o Brasil. O duelo está marcado para o próximo domingo e vale uma vaga nas quartas de final da Copa do Mundo.
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