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Isan Rezende estreia como colunista do Jornal Brasil Rural da Rádio Agro Hoje
O agronegócio ganha mais um espaço de destaque na mídia especializada com o lançamento da coluna “Pensar Agro”, no Jornal Brasil Rural da Rádio Agro Hoje. Apresentada pelo presidente do Instituto do Agronegócio (IA) e da Federação dos Engenheiros Agrônomos do Estado de Mato Grosso, Isan Rezende, a coluna visa ampliar o debate sobre os desafios e oportunidades do setor, levando informações técnicas, análises e tendências para produtores rurais, profissionais do agro e o público em geral.
A estreia da coluna reforça o compromisso com o jornalismo agropecuário. “O agronegócio é um dos pilares da economia brasileira, e é fundamental que tenhamos espaços como este para discutir temas relevantes, como sustentabilidade, tecnologia, políticas públicas e inovação”, destacou Isan.
A Rádio Agro Hoje se destaca como a primeira rádio 100% dedicada ao setor no Brasil. Com uma programação diversificada, que inclui notícias, entrevistas, análises de mercado e dicas técnicas, a emissora se consolida como um canal essencial para quem quer se manter atualizado sobre o mundo do agro.
A coluna “Pensar Agro” destaca temas como a adoção de tecnologias no campo, a importância da sustentabilidade na produção agrícola e os desafios logísticos e tributários que impactam o setor. A iniciativa também busca promover a integração entre diferentes áreas do agronegócio, desde a agricultura familiar até grandes produtores, passando por indústrias, cooperativas e órgãos governamentais.
“O agro brasileiro é diverso e dinâmico, e precisamos de espaços que reflitam essa realidade. A coluna e a rádio são ferramentas importantes para disseminar conhecimento e fomentar o diálogo entre todos os atores do setor”, ressaltou Isan Rezende.
A Rádio Agro Hoje pode ser sintonizada online, com transmissão ao vivo e programação disponível sob demanda, clicando aqui.
Fonte: Pensar Agro
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Crédito travado expõe falhas em regra ambiental e causa insegurança jurídica
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Mais etanol e vendas antecipadas mudam ritmo do mercado
O avanço das vendas antecipadas pelas usinas e a mudança no destino da cana-de-açúcar estão redesenhando o mercado na safra 2026/27, com impacto direto sobre exportações e preços. A expectativa é de queda de cerca de 14,2% nos embarques brasileiros de açúcar, à medida que cresce o direcionamento da matéria-prima para a produção de etanol.
Em março, o Brasil exportou 1,808 milhão de toneladas de açúcar, volume 1,42% inferior ao registrado no mesmo mês do ano passado, segundo a Secretaria de Comércio Exterior. A receita somou aproximadamente R$ 3,39 bilhões (US$ 657,57 milhões convertidos a R$ 5,15), recuo de 24,7% na comparação anual, refletindo preços internacionais mais baixos.
Apesar da retração no mês, o acumulado do primeiro trimestre ainda indica crescimento em volume. Entre janeiro e março, os embarques alcançaram 6,04 milhões de toneladas, alta de 5,78% sobre igual período de 2025. A receita, por outro lado, caiu 19,6%, evidenciando a pressão sobre os preços médios.
No campo, a principal mudança está no mix de produção. A moagem no Centro-Sul deve variar entre 625 milhões e 635 milhões de toneladas, com maior participação do etanol. A parcela da cana destinada ao açúcar tende a cair para 48,8%, abaixo dos 50,7% do ciclo anterior, em resposta direta aos preços mais elevados dos combustíveis.
Esse ajuste ocorre em um cenário de possível déficit global estimado em 2,7 milhões de toneladas na safra 2026/27, o que, em tese, sustentaria as cotações internacionais. No entanto, o comportamento das usinas tem atuado como fator de contenção no curto prazo.
Levantamento da StoneX indica que as fixações de açúcar no Centro-Sul avançaram de 41,8% para 59,5% ao longo de março. A diferença em relação ao mesmo período do ciclo anterior, que já foi de 20 pontos percentuais, recuou para cerca de 10 pontos.
Na prática, esse movimento reduz a pressão de venda que vinha travando altas mais consistentes. Com menos volume disponível para negociação imediata, o mercado passa a operar em um ambiente mais equilibrado, com menor resistência a eventuais valorizações.
No cenário internacional, os preços do açúcar registraram ganhos moderados em março, influenciados por fatores financeiros e geopolíticos, como a redução de posições vendidas por fundos em meio a tensões no Oriente Médio.
Para o produtor, o foco permanece na gestão do mix entre açúcar e etanol, que segue diretamente ligado ao comportamento do petróleo. A combinação entre custos, preços internacionais e demanda por combustíveis deve definir o rumo das margens ao longo da safra.
Fonte: Pensar Agro
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Para o presidente do Instituto do Agronegócio (IA), 




