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MilkShow 2025 pretende movimentar R$ 1 bilhão em negócios
A MilkShow 2025, considerada a maior feira da cadeia produtiva do leite do Brasil Central, começa na próxima quinta-feira (26.06), em Patos de Minas (350 km da capital, Belo Horizonte). Durante 2 dias a feira tem a expectativa de gerar aproximadamente R$ 1 bilhão em negócios.
A projeção é quase o dobro do que foi registrado na edição anterior, que movimentou mais de R$ 500 milhões, reuniu 70 expositores e atraiu cerca de 15 mil visitantes. Para este ano, a organização estima público superior a 20 mil pessoas.
A programação inclui feira de negócios, julgamentos de animais da raça Girolando, visitas técnicas e mais de 20 palestras abordando temas como mercado de lácteos, custos de produção, gestão financeira, sanidade animal, nutrição e sucessão no campo. A abertura oficial será no dia 25 de junho, às 19h, com a palestra da jornalista Kellen Severo, que vai discutir as perspectivas da economia e dos agronegócios para os próximos meses.
O evento, organizado pela Coopatos, traz foco em sustentabilidade, eficiência produtiva e uso de tecnologias para reduzir custos e melhorar a rentabilidade na pecuária leiteira. Além disso, a feira promove debates sobre os principais desafios do setor, incluindo custos de produção, volatilidade do mercado de lácteos e acesso a crédito.
A expectativa dos organizadores é consolidar a MilkShow como referência nacional na pecuária leiteira, reunindo produtores, técnicos, cooperativas e empresas do setor, em um ambiente voltado para negócios, capacitação e atualização tecnológica.
Outras informações e a programação completa você encontra aqui.
Fonte: Pensar Agro
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Crédito travado expõe falhas em regra ambiental e causa insegurança jurídica
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Mais etanol e vendas antecipadas mudam ritmo do mercado
O avanço das vendas antecipadas pelas usinas e a mudança no destino da cana-de-açúcar estão redesenhando o mercado na safra 2026/27, com impacto direto sobre exportações e preços. A expectativa é de queda de cerca de 14,2% nos embarques brasileiros de açúcar, à medida que cresce o direcionamento da matéria-prima para a produção de etanol.
Em março, o Brasil exportou 1,808 milhão de toneladas de açúcar, volume 1,42% inferior ao registrado no mesmo mês do ano passado, segundo a Secretaria de Comércio Exterior. A receita somou aproximadamente R$ 3,39 bilhões (US$ 657,57 milhões convertidos a R$ 5,15), recuo de 24,7% na comparação anual, refletindo preços internacionais mais baixos.
Apesar da retração no mês, o acumulado do primeiro trimestre ainda indica crescimento em volume. Entre janeiro e março, os embarques alcançaram 6,04 milhões de toneladas, alta de 5,78% sobre igual período de 2025. A receita, por outro lado, caiu 19,6%, evidenciando a pressão sobre os preços médios.
No campo, a principal mudança está no mix de produção. A moagem no Centro-Sul deve variar entre 625 milhões e 635 milhões de toneladas, com maior participação do etanol. A parcela da cana destinada ao açúcar tende a cair para 48,8%, abaixo dos 50,7% do ciclo anterior, em resposta direta aos preços mais elevados dos combustíveis.
Esse ajuste ocorre em um cenário de possível déficit global estimado em 2,7 milhões de toneladas na safra 2026/27, o que, em tese, sustentaria as cotações internacionais. No entanto, o comportamento das usinas tem atuado como fator de contenção no curto prazo.
Levantamento da StoneX indica que as fixações de açúcar no Centro-Sul avançaram de 41,8% para 59,5% ao longo de março. A diferença em relação ao mesmo período do ciclo anterior, que já foi de 20 pontos percentuais, recuou para cerca de 10 pontos.
Na prática, esse movimento reduz a pressão de venda que vinha travando altas mais consistentes. Com menos volume disponível para negociação imediata, o mercado passa a operar em um ambiente mais equilibrado, com menor resistência a eventuais valorizações.
No cenário internacional, os preços do açúcar registraram ganhos moderados em março, influenciados por fatores financeiros e geopolíticos, como a redução de posições vendidas por fundos em meio a tensões no Oriente Médio.
Para o produtor, o foco permanece na gestão do mix entre açúcar e etanol, que segue diretamente ligado ao comportamento do petróleo. A combinação entre custos, preços internacionais e demanda por combustíveis deve definir o rumo das margens ao longo da safra.
Fonte: Pensar Agro
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Exportações de carne suína crescem 32% em março
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Para o presidente do Instituto do Agronegócio (IA), 




