Política MT
Participantes de MT do Programa Pátria Voluntária são homenageados pelo deputado Claudinei
Representantes do projeto “Máscaras para o Próximo” uniram ao programa federal e confeccionaram mais de 300 mil máscaras de proteção

Delegado Claudinei entrega Moção de Aplausos com a presença de Medeiros- Foto: Assessoria
Com a confecção e distribuição de mais de 300 mil máscaras de proteção, o deputado estadual Delegado Claudinei (PSL) entregou a Moção de Aplausos ao advogado e representante dos Produtores de Algodão do Estado de Mato Grosso, Euclides Ribeiro. Também, o superintendente Francisco Élcio Lucena e a inspetora Iara Alves dos Santos da Polícia Rodoviária Federal (PRF) foram agraciados com a mesma homenagem pela realização deste trabalho diferenciado que atendeu cerca de 15 municípios mato-grossenses.
“Essa iniciativa foi de suma importância, ainda mais pelo período da pandemia da Covid-19 que enfrentamos aqui, no Brasil e no mundo. Aproveitar a oportunidade, entregar essas homenagens pelo trabalho realizado pelo pessoal do agronegócio que ajudaram na confecção das máscaras de proteção. A PRF que, de forma voluntária, ajudou na distribuição e logística. Todos os envolvidos diretamente e indiretamente, fizeram um brilhante trabalho em prol da sociedade de Mato Grosso”, posiciona Claudinei.

Homenageados – O Superintendente Francisco Lucena e a inspetora Iara dos Santos da PRF com o advogado Euclides Ribeiro-Foto: Assessoria
Programa Federal
A solenidade de entrega das Moções de Aplausos ocorreu na última sexta-feira (14), na sede da superintendência da PRF, em Cuiabá (MT), e contou com a presença do deputado federal José Medeiros (PODE). “Agradeço por essa solenidade, este reconhecimento a estes produtores, porque foi a primeira ação no Brasil e foi o carro chefe, a locomotiva que puxou depois outras. Vieram outras associações que começaram este trabalho de doação de máscaras e Mato Grosso saiu na frente”, comenta o parlamentar federal.
Euclides e os produtores de algodão já tinham o projeto “Máscaras para o Próximo” que resolveram unir ao Programa Pátria Voluntária da primeira dama da presidência da República, Michelle Bolsonaro, no intuito de realmente doar ao próximo, explica Medeiros. “Isso foi uma das maiores doações que houve no programa federal. A primeira dama pediu apoio para a PRF que aderiu e foi um sucesso. Gostaria de deixar o agradecimento aos agricultores, PRF, Ministério da Justiça e presidente Jair Bolsonaro. Creio que essa moção, você, deputado Claudinei, dá para todos estes atores que homenageia”, enfatiza o deputado.
PRF
A instituição de segurança pública contribuiu com a distribuição das máscaras e a logística para todos os envolvidos no processo. Tanto que atenderem no total de 57 Postos de Saúde da Família (PSFs) e em agências bancárias do Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal devido ter um grande público que forma filas para receber o auxílio emergencial concedido pelo governo federal.
Iara explica que foi necessária atender as pessoas que estavam nas filas dos bancos. “Além de distribuir as máscaras, explicávamos que é essa iniciativa é de um programa federal que está preocupado com a disseminação da doença. Deparamos com pessoas que não tinham nem condições de comprar uma máscara. Então, só tenho que agradecer a oportunidade por fazer e participar disso”, salienta a inspetora.
Ela acrescenta que foi um trabalho gratificante e que tiveram várias pessoas envolvidas e destacou os voluntários Lázaro Correa da Silva, Cristiane Aparecida Antunes e Adilson dos Santos. “Eu jamais conseguiria, sem o apoio deles. Começamos e precisamos aumentar a equipe. Muitas vezes, as pessoas tem uma visão deturpada da polícia e, muitas vezes, não conhece o lado social da PRF. Temos trabalhos com hospitais e várias ações sociais. Não somos apenas a polícia ostensiva, mas preocupamos com a parte social”, pontua Iara.
O superintendente Lucena ficou honrado com a homenagem. “Agradeço ao Medeiros e Claudinei. O Medeiros me ligou para fazer a distribuição, mas que fosse de forma transparente e que chegasse até as pessoas que realmente precisavam e, claro, na hora disse: estamos juntos. Além daqueles que trabalharam na linha de frente teve o envolvimento de outras várias. Agradeço a confiança e por ter nos indicados ao governo federal. A missão foi cumprida. Ficamos honrados e que novos projetos venham para continuarmos servindo a sociedade”, diz Francisco.
Máscaras
O advogado Euclides Ribeiro agradeceu a homenagem do deputado Claudinei e lembrou que o projeto continuará. “Recebo com muito orgulho do Delegado Claudinei essa moção de aplausos da Assembleia Legislativa do Estado de Mato Grosso. Este reconhecimento é gratificante, e isso nos dá ainda mais convicção de que estamos fazendo um trabalho que irá realmente impactar na vida das pessoas e revigora as nossas energias para alcançar 1 milhão de máscaras produzidas e doadas”, conta.
Pátria Voluntária – É um programa criado pelo governo federal brasileiro por meio do Decreto n.º 9.906/2019 , sancionado pelo presidente da República, Jair Bolsonaro.
Política MT
Deputado Júlio Campos pede suspensão de privatização

O deputado Júlio Campos chamou atenção para a privatização de estradas abandonadas na região do Arinos e no Médio Norte de Mato Grosso, nesta quarta-feira (10), na Assembleia Legislativa de Mato Grosso.
“Venho fazer um apelo e uma advertência ao senhor governador Otaviano Pivetta e ao senhor Secretário de Estado de Infraestrutura e Logística, Marcelo de Oliveira, sobre o estado lamentável de duas rodovias importantíssimas. A MT-338, a Estrada da Baiana, aberta no meu governo (1983 a 87) quando priorizei a ligação de Juara com Sinop e Cuiabá, economizando 200 km do trajeto. Essa estrada foi pavimentada pelo governo Blairo Maggi, mas hoje encontra-se acabada e com buracos por todos lados. E mesmo nessa situação, segue sendo privatizada”, indagou Júlio Campos.
Segundo o parlamentar, o valor do pedágio a ser cobrado para cada trecho de 30 quilômetros será de R$12,75. A MT-338, interliga os municípios de Lucas do Rio Verde e Tapurah, a partir do entroncamento com a BR-163.
A estrada é um importante caminho de escoamento logístico da produção agrícola e pecuária em direção ao Vale do Arinos e ben eficia também cidades como Itanhangá, Porto dos Gaúchos, Juara e Juína, afetando mais de nove comunidades e 150 mil habitantes.
Júlio Campos também chamou atenção para a situação de outra estrada: a MT-220, no trevo Tabaporã, no Médio Norte de Mato Grosso, entre Vera e Sorriso.
Concessão assinada
O pedido de Júlio Campos é para que o governador adie a concessão em prol da redução dos custos do pedágio.
“Senhor secretário Marcelo Padeiro, que é um homem dinâmico, está na hora de sua equipe fazer uma fiscalizaçã o rigorosa para rever a privatização dessas duas rodovias. O estado atual é lamentável. Tem que restaurar as rodovias antes de ser privatizada, porque do contrário o pedágio ficará muito caro, pois a manutenção será repassado ao usuário. é por isso que tem estrada estadual na qual o custo do pedágio é o dobro do valor de uma estrada federal. Veja a BR-163, o pedágio custa quase a metade do valor de estradas estaduais e o motorista trafega de Rondonópolis e Sinop sem buracos e de forma segura”, afirmou Júlio Campos.
A concessão das duas estradas foi assinada em 01 de setembro de 2025 pelo secretário Marcelo Ol iveira, com o Consórcio Vale do Arinos, com o aval da Agência estadual de regulação Ager.
Política MT
Zé Medeiros quer proibir multas ambientais automáticas baseadas apenas em imagens de satélite

Foto-Assessoria
Multas ambientais, embargos e bloqueios de crédito rural baseados exclusivamente em imagens de satélite ou sistemas automatizados poderão ser proibidos no Brasil. A medida está prevista em um projeto de lei apresentado pelo deputado federal Zé Medeiros (PL) na Câmara dos Deputados.
A proposta cria a Lei Nacional de Garantia do Devido Processo Legal na Fiscalização Ambiental Rural e estabelece que nenhuma penalidade poderá ser aplicada sem vistoria presencial realizada por agente público competente, acompanhada de laudo técnico detalhado e identificação precisa da suposta infração.
“O avanço tecnológico deve servir ao interesse público, mas jamais pode substituir o devido processo legal, o contraditório, a ampla defesa e a verificação dos fatos. O satélite pode apontar indícios, mas não pode condenar ninguém. Hoje, muitos produtores enfrentam multas, embargos e até bloqueios de crédito sem que um fiscal tenha sequer visitado a propriedade. Isso gera insegurança jurídica e fere o direito de defesa”, argumentou o parlamentar.
O projeto prevê que imagens de satélite e sistemas de sensoriamento remoto tenham caráter apenas preliminar e informativo, impedindo que sejam utilizados como prova única para aplicação de sanções. Caso não haja vistoria presencial, multas, embargos e demais restrições poderão ser considerados nulos.
“O produtor rural não pode ser tratado como criminoso por um algoritmo. A fiscalização ambiental é necessária, mas precisa ocorrer dentro dos limites da lei e com respeito ao direito de defesa”, concluiu.
A proposta também proíbe o bloqueio automático de financiamentos e a inclusão de produtores em cadastros restritivos com base apenas em alertas gerados por sistemas remotos. As restrições só poderão ocorrer após decisão administrativa definitiva, com garantia do contraditório e da ampla defesa.
O texto ainda prevê mecanismos de transparência para os sistemas automatizados utilizados pelos órgãos ambientais. Segundo Medeiros, a medida busca evitar punições indevidas causadas por falhas na interpretação de imagens de satélite e algoritmos, conciliando a proteção ambiental com a segurança jurídica e o direito de defesa dos produtores rurais.
Política MT
Ex-governador Mauro Mendes rebate senador Wellington Fagundes sobre obras da MT-170

Ex-governador Mauro Mendes
O ex-governador Mauro Mendes voltou a criticar o senador Wellington Fagundes em meio às discussões sobre as obras da MT-170, antiga BR-174, no estado de Mato Grosso.
Em declarações recentes, Mauro rebateu as críticas feitas pelo senador sobre a qualidade das obras executadas na rodovia e afirmou que a estrada permaneceu abandonada durante anos sob responsabilidade do Governo Federal. Segundo ele, a estadualização da via ocorreu justamente para garantir a retomada das obras e melhorar a trafegabilidade da região.
Mauro Mendes também acusou Wellington Fagundes de “faltar com a verdade” ao questionar o andamento dos serviços e destacou que, antes da intervenção do Estado, motoristas enfrentavam sérios problemas estruturais na rodovia, incluindo longos períodos de atoleiros e dificuldades de deslocamento.
O embate ganhou força após Wellington cobrar investigações sobre possíveis falhas na execução das obras e defender acompanhamento do Tribunal de Contas do Estado (TCE-MT) nos contratos relacionados à MT-170.
A discussão entre os dois líderes políticos amplia o clima de disputa política em Mato Grosso, principalmente diante das articulações visando as eleições de 2026.
Veja Vídeo:
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