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Polícia Civil apreende seis veículos em ações da DERFFVA

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Seis veículos foram recuperados pela Delegacia Especializada de Roubos e Furtos de Veículos Automotores (Derrfva), da Polícia Judiciária Civil, em ações desenvolvidas nesta semana, que culminaram também na prisão de quatro suspeitos.

Foram apreendidos:  uma motocicleta, um Fox, um Polo, uma Hilux, um Corolla, um Pálio, além de produtos roubados de uma chácara.

1º Caso

Na segunda-feira (03.12), policiais civis receberam a informação de que na Circunscrição Regional de Várzea Grande (Ciretran-VG) uma pessoa estaria tentando regularizar a documentação de uma motocicleta. Foi constatado sinais de adulteração nos chassis e acionados os da Especializada, que no local certificaram a adulteração.

A motocicleta e a pessoa que estava na posse do veículo foram levados até a Especializada para as providências legais. Ela foi ouvida e liberada, por não haver indícios de má fé na aquisição da moto. A motocicleta ficou apreendida para a devida perícia.

2º caso

No mesmo di, segunda-feira (03), investigadores  da Especializada encontraram em uma rua do  Três Barras, em Cuiabá, um veículo VW/Fox, com placas e demais sinais identificadores adulterados. O Certificado de Registro e Licenciamento (CRLV) e o Certificado de Registro Veicular (CRV) apontaram para queixas de furtos, em datas distintas, na capital e em Jangada.

Na residência do proprietário, Alef dos Santos Arruda), no mesmo bairro, os policiais encontraram outro veículo (VW/Polo), já sem as placas, identificado como produto de roubo no dia 29 de novembro de 2018.

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O suspeito Alef foi autuado em flagrante pelos crimes de receptação (por quatro vezes), adulteração de sinal identificador (duas vezes) e associação criminosa, por  ligação com comparsa preso, que lhe repassou um dos veículos, e ainda cedia sua residência para ocultação dos carros.

3º caso

Na terça-feira (04.12), após recebimento de denúncia de que no Aeroporto de Várzea Grande havia uma caminhonete Hilux, branca, com indícios de adulteração em sinal identificador, policiais da DERRFVA foram ao local e confirmaram que o veículo era produto de roubo, que foi levado para a Especializada. Nessa ação não houve preso e teve de apoio de investigadores da 1ª Delegacia de Polícia de Várzea Grande.

4º caso

Em continuidade aos trabalhos diários da Delegacia, na terça-feira (03), após notícia do roubo praticado em uma chácara na localidade do Cinturão Verde, região do Pedra 90, em Cuiabá, no dia 24 de novembro, os policiais identificaram três autores.

Dois deles, Wellington Santos Costa e Lucas Henrique Freitas Amorim, conhecido por Neguinho da Pedra, responderão por roubo circunstanciado pelo concurso de pessoas, restrição da liberdade e emprego de arma de fogo, e associação criminosa armada

Uma mulher, Vilma Kaid Massud, também foi conduzida na mesma ação por participação no crime. Ela foi autuada em crimes de receptação e associação criminosa armada, por estar na posse de outra parte dos objetos subtraídos.

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A dupla (Wellington e Lucas) com emprego de armas de fogo e restrição da liberdade rendeu idoso de 65 anos e mediante intensa violência física, subtraiu vários objetos da residência. Com eles, os policiais encontraram parte dos produtos roubados.

Em audiência de custódia, os suspeitos Wellington Santos Costa e Lucas Henrique Freitas Amorim foram mantidos presos e tiveram a prisão preventiva decretada.

5º caso

Na quarta-feira (05.12), investigadores, em deslocamento nas vias de Cuiabá,  verificaram que um veículo Corolla apresentava divergência na cidade de emplacamento. Após abordagem, aferiram adulterações em diversos sinais identificadores, além de o veículo ser identificado como produto de roubo.

O carro estava na posse de Odenir Pinto De Oliveira Junior, foi autuado pelos crimes de receptação e adulteração em sinal identificador.

6º caso

Na quinta-feira (06), em trabalho conjunto com a Delegacia Especializada de Roubos de Cuiabá, um veículo Pálio foi localizado abandonado nas proximidades do bairro Cohab Nova, em Cuiabá. O automóvel está com placas de Manaus (AM), porém, em checagem, foi apontado como registrado no Estado de São Paulo.

O carro também apresenta retirada de componentes internos. Na residência vizinha ao terreno, uma motocicleta foi localizada. O suposto dono, que tem ficha criminal, não apresentou prova de propriedade ilícita. Mesmo assim, ele foi conduzido à Delegacia para esclarecimentos.

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Os dois veículos estão na Delegacia para as providências legais.

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Polícia Civil deflagra Operação Replay contra núcleo financeiro de facção criminosa que atuava em diversos Estados

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Investigação alcança estrutura de comando, operadores externos e patrimônio estimado em mais de R$ 17 milhões, além de bloqueio financeiro de até R$ 15,324 milhões

A Polícia Civil de Mato Grosso deflagrou, nesta quinta-feira (29.7), a Operação Replay para cumprimento de 10 mandados de prisão preventiva, mandados de busca e apreensão, além de medidas patrimoniais e de quebra de sigilo, contra 14 integrantes e colaboradores de uma estrutura criminosa investigada por organização criminosa e lavagem de capitais. Conduzida pela Delegacia Especializada de Repressão ao Crime Organizado (Draco), operação foi desencadeada nas cidades de Cuiabá (MT), Várzea Grande (MT), Balneário Camburiú (SC), Itapema (SC) e Rio de Janeiro (RJ).

A ação é um desdobramento de uma investigação continuada que já havia resultado nas operações Apito Final, Fair Play e Tempo Extra. A nova fase foi estruturada a partir da análise dados telemáticos. O material deu origem a relatórios técnicos que revelaram a continuidade da atuação da estrutura criminosa, com divisão de tarefas, núcleo financeiro próprio, operadores externos, utilização de contas de terceiros e aquisição de bens em nome de pessoas sem capacidade econômica compatível.

A decisão judicial autorizou prisões preventivas, buscas pessoais, domiciliares e veiculares, afastamento de sigilo de dispositivos eletrônicos, compartilhamento de provas, sequestro e indisponibilidade de imóveis e veículos e bloqueio de ativos financeiros vinculados aos investigados. As medidas têm como finalidade interromper a continuidade das atividades, preservar provas, impedir a dissipação patrimonial e atingir a base econômica que sustentava a atuação do grupo.

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A dimensão da operação pode ser medida pelo patrimônio identificado. Os imóveis e veículos alcançados pelas medidas foram estimados em aproximadamente R$ 17.287.600,00. Entre os bens estão apartamentos e casas de alto padrão em Mato Grosso e Santa Catarina, três terrenos e quatro veículos. Separadamente, foi pleiteado bloqueio financeiro de até R$ 15.324.000,00, valor relacionado à contabilidade encontrada durante a investigação. Esses montantes não devem ser somados como se fossem recuperação efetiva, pois representam categorias distintas de constrição patrimonial.

Somente os imóveis foram estimados em cerca de R$ 16,68 milhões. A investigação relacionou um apartamento de luxo em Itapema, estimado em R$ 3 milhões; um apartamento de alto padrão em Balneário Camboriú, estimado em R$ 6 milhões; uma casa em condomínio fechado na região de Camboriú, estimada em R$ 6 milhões; uma residência de alto padrão em Cuiabá, estimada em R$ 1,5 milhão; e três terrenos avaliados, em conjunto, em aproximadamente R$ 180 mil.

Os veículos submetidos às medidas foram estimados em aproximadamente R$ 607,6 mil, incluindo automóveis e motocicleta registrados em nome de investigados ou terceiros ligados ao núcleo. A estratégia de descapitalização busca impedir que bens adquiridos com recursos de origem ilícita sejam vendidos, transferidos, ocultados ou reutilizados para financiar a reorganização da estrutura.

Além das grades

Outro eixo central da investigação constatou que uma liderança, mesmo custodiada em setor de segurança máxima do sistema estadual, continuava exercendo funções de comando financeiro e disciplinar. As comunicações analisadas registraram cobranças de fechamentos, determinações de recolhimento, direcionamento de valores, correção de planilhas e orientação de operadores que atuavam em liberdade.

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Em uma das planilhas encontradas, havia referência a R$ 14.093.000,00 como valor total congelado e a R$ 1.231.000,00 como total relacionado ao período analisado. O montante de R$ 15.324.000,00 serviu de parâmetro para o pedido de bloqueio financeiro. Os registros também continham referências a prestações de contas, movimentação de grandes quantidades de entorpecentes e distribuição de recursos entre diferentes núcleos.

A investigação identificou ainda que o mesmo chip atribuído à liderança foi utilizado em sete aparelhos celulares diferentes entre setembro de 2025 e março de 2026. A alternância dos terminais indica método de adaptação destinado a contornar apreensões e controles penitenciários, permitindo a continuidade das comunicações clandestinas.

Nome da Operação

O nome Replay faz referência à repetição das condutas e à capacidade de reorganização identificada após as operações anteriores. A nova fase busca interromper esse ciclo, responsabilizar os envolvidos, neutralizar o comando exercido de dentro do cárcere e retirar da estrutura os recursos financeiros e patrimoniais utilizados para manter suas atividades

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Equipe do 4º BBM utilizou cerca de 2,5 mil litros de água para extinguir as chamas

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O Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso (CBMMT) combateu, na madrugada desta quarta-feira (22.7), um incêndio em uma madeireira, em Sinop (a 480 km de Cuiabá)

A equipe do 4º Batalhão de Bombeiro Militar (4º BBM) foi acionada por volta das 2h para atender à ocorrência. No local, os bombeiros constataram que o incêndio atingia o corredor subterrâneo por onde passa a esteira responsável pelo transporte de pó de serra do interior da madeireira para a área externa. As chamas também alcançavam o acúmulo de pó de serra e algumas máquinas da serraria.

Para combater o incêndio, as equipes realizaram a abertura de acessos ao corredor subterrâneo, permitindo o combate direto às chamas e o resfriamento da estrutura afetada. A atuação dos bombeiros eliminou os focos de calor e impediu que o fogo se propagasse para outros setores da empresa.

Durante a operação, foram utilizados aproximadamente 2,5 mil litros de água no combate às chamas. Após a extinção do incêndio, os bombeiros realizaram o trabalho de rescaldo para eliminar possíveis focos remanescentes e evitar a reignição do fogo.

Não houve registro de vítimas.

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Operação Adsumus tem Rondonópolis como foco e mira facção ligada a bingos ilegais

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A Polícia Civil de Mato Grosso deflagrou, nesta sexta-feira (10.7), a Operação Adsumus para cumprir 17 ordens judiciais no âmbito de uma investigação que apura a atuação de uma facção criminosa em Rondonópolis. O grupo utilizava jogos de azar e bingos para ocultar valores obtidos de forma ilícita.

Foram cumpridos 11 mandados de busca e apreensão e três mandados de prisão preventiva, além de medidas cautelares de suspensão de atividade comercial, bloqueio de contas bancárias e quebra de sigilo bancário contra alvos nos municípios de Rondonópolis, Cuiabá, Várzea Grande e Tangará da Serra.

As ordens judiciais foram decretadas pelo Núcleo de Justiça 4.0 do Juiz das Garantias – Polo Rondonópolis, com base nas investigações conduzidas pela Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (Derf) de Rondonópolis.

Os investigados respondem pelos crimes de integrar organização criminosa, lavagem de capitais, tráfico de drogas, associação para o tráfico, fraude processual, ingresso ou facilitação da entrada de aparelho telefônico em estabelecimento prisional, falsidade ideológica, extorsão e posse irregular de arma de fogo de uso permitido.

Mandados judiciais

Entre as medidas cautelares determinadas pela Justiça está a suspensão das atividades de um estabelecimento comercial em Rondonópolis, onde eram realizados diversos eventos e shows.

O local funcionava como sede permanente para a realização de sorteios ilegais de bingo controlados pela facção criminosa investigada. As investigações também identificaram movimentações financeiras expressivas e incompatíveis com a capacidade econômica declarada pelos responsáveis pelo estabelecimento.

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Diante dos elementos colhidos, que reforçam os indícios da prática de lavagem de capitais, foi determinada a suspensão das atividades econômicas e financeiras da empresa, a lacração do estabelecimento e a apreensão das máquinas de bingo, da máquina de urso e de outros equipamentos utilizados na exploração de jogos de azar.

Investigação

O inquérito instaurado pela Derf de Rondonópolis teve início após a apreensão de um aparelho celular utilizado por um dos autores de um roubo e incêndio, ocorrido em 18 de fevereiro de 2025, em uma padaria localizada no bairro São Sebastião, em Rondonópolis.

O crime foi praticado por dois homens armados, que anunciaram o roubo e, em seguida, incendiaram as dependências da padaria. No decorrer das investigações, os dois suspeitos foram identificados e tiveram as respectivas prisões preventivas decretadas pela Justiça.

Em maio de 2025, os dois foragidos foram abordados pela Polícia Rodoviária Federal portando documentos de identificação falsos. Ambos viajavam como passageiros de um ônibus interestadual que fazia o trajeto de Cuiabá (MT) para o Rio de Janeiro (RJ).

Na ocasião, a equipe da Polícia Rodoviária Federal apreendeu os aparelhos celulares que estavam com os suspeitos, e o material foi encaminhado à Derf de Rondonópolis para as providências cabíveis.

A partir da análise do conteúdo extraído dos celulares, os policiais identificaram a existência de uma célula de facção com atuação em diversos municípios de Mato Grosso.

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Conforme apurado, trata-se de um grupo criminoso que atuava nos crimes de tráfico de drogas, extorsão, exploração de jogos de azar, fraude processual e falsidade ideológica.

Continuidade

As diligências prosseguem para a conclusão das investigações e finalização do inquérito policial, com o consequente indiciamento dos envolvidos.

Integração

Participaram da Operação Adsumus equipes da Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (Derf) de Rondonópolis, com apoio da 1ª Delegacia de Polícia de Tangará da Serra, da Gerência de Combate ao Crime Organizado (GCCO) e da Delegacia Especializada de Repressão ao Crime Organizado (Draco).

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