Policial
Policiais Militares salvam criança engasgada em Pontes e Lacerda
Foi nos braços de um policial militar que um bebê, de apenas oito dias de vida, voltou a respirar, depois se engasgar com o leite materno na noite desta segunda-feira (25.06), no município de Pontes e Lacerda.
A criança estava sendo amamentada quando se engasgou com o leite materno e parou de respirar. Os pais do bebê acionaram a Polícia Militar via 190, dando início a um grande trabalho em equipe. O soldado PM Leonardo, que tem formação em enfermagem, foi o primeiro a atender o pai da criança. Por telefone, o militar passou orientações para o socorro necessário até que policiais militares e bombeiros chegassem ao local.
O cabo Ronison Alves e o soldado Rezende foram os primeiros a chegar à residência da família. Ronison conta que a mãe da criança estava chorando na porta de casa e que o pai estava sentado no sofá, com o recém-nascido no colo e o celular no viva voz seguindo as orientações de primeiros socorros.
“O pai estava realizando massagens nas costas do recém-nascido. Neste momento, peguei o bebê do pai e dei continuidade as massagens. De repente observei que ele havia começado a responder aos procedimentos, mexendo as mãozinhas e voltando à consciência. O sentimento de ver o bebê reagindo aos procedimentos foi de muita satisfação e felicidade, graças a Deus, tudo deu certo ”, diz emocionado o cabo Ronison.
Logo em seguida, uma equipe da Força Tática chegou à residência da família e os policiais militares entregaram a criança aos cuidados do Corpo de Bombeiros, que também chegou ao local. A criança foi encaminhada ao hospital Vale do Guaporé para observação médica e passa bem.
Para o cabo Marcelo Rosa de Moraes, que participou do atendimento, esta ocorrência foi diferente e emocionante. “Não tem algo mais gratificante do que ver a criança respirar de novo, foi um alívio para equipe toda. Quando ela chorou a gente ficou muito emocionado. Nós policiais da Força Tática somos operacionais, atuamos com ações ostensivas diárias não foi nada fácil, mas fizemos o procedimento certo, ficamos calmos e graças a Deus, o bebê ficou bem”, conta o cabo.
O comandante do 12º Comando Regional de Pontes e Lacerda, coronel Edgar Maurício conta que o final feliz da ocorrência, somado à confiança dos pais à PM, traz grande satisfação a tropa da cidade. “Essa ocorrência demonstra o comprometimento dos policiais militares e a confiança da população na Polícia Militar. Porque ao se deparar em uma situação delicada dessa os pais ligaram para o 190 e confiaram nos policiais. Nós estamos sempre prontos e preparados para qualquer situação que a população necessita”, diz o coronel.
Policial
Gaeco cumpre mandado na PCE contra facção criminosa
O Grupo de Atuação Especial Contra o Crime Organizado (Gaeco) de Cáceres deflagrou, nesta quinta-feira (11), a Operação “Mãos da Lei” contra a facção criminosa Comando Vermelho, na Penitenciária Central do Estado (PCE), em Cuiabá.
A investigação teve início após um réu fazer um gesto com as mãos que remeteria à sigla associada à facção Comando Vermelho, na presença de autoridades, durante audiência realizada em Cáceres.
O gesto chamou a atenção das autoridades e foi interpretado como possível demonstração de vínculo com organização criminosa, além de desrespeito à autoridade. Diante disso, a magistrada responsável pela audiência encaminhou o caso ao Gaeco, juntamente com imagens que comprovam o gesto do réu.
A partir dessas informações, o Gaeco iniciou diligências para apurar a relação do investigado com atividades criminosas na região.
Durante o cumprimento de mandado de busca e apreensão expedido pela 4ª Vara Criminal da Comarca de Cáceres, na Penitenciária Central do Estado (PCE), foram recolhidos cadernos e anotações manuscritas que podem indicar formas de organização e comunicação interna de facções criminosas em Mato Grosso.
A operação contou com o apoio de equipes do Gaeco de Cuiabá, além do Grupo de Intervenção Rápida, do Canil e do Núcleo de Inteligência da unidade prisional.
O nome da operação, “Mãos da Lei”, faz alusão à resposta das autoridades diante da conduta investigada, reforçando a atuação do Estado no combate ao crime organizado.
O Gaeco é uma força-tarefa permanente composta pelo Ministério Público do Estado de Mato Grosso, Polícia Judiciária Civil, Polícia Militar, Polícia Penal e Sistema Socioeducativo.
Policial
Operação contra facção termina com dois mortos em confronto em Rondonópolis

GARRAS o braço operacional da Polícia Civil do MS
Dois suspeitos apontados como integrantes da facção criminosa Comando Vermelho morreram durante um confronto com equipes do Grupo Armado de Repressão a Roubos, Assaltos e Sequestros (GARRAS), na manhã desta quinta-feira (11), em Rondonópolis.
A ação faz parte da segunda fase da Operação Leviatã, deflagrada pela Polícia Civil de Mato Grosso do Sul para combater integrantes de organizações criminosas envolvidos em crimes graves.
Durante a operação, foram cumpridos quatro mandados de prisão e quatro mandados de busca e apreensão nos estados de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul.
De acordo com a polícia, ao cumprir um dos mandados em um imóvel utilizado como esconderijo da facção, os agentes teriam sido recebidos a tiros por dois investigados. Houve troca de tiros e ambos foram baleados.
Os suspeitos chegaram a ser socorridos e encaminhados para atendimento médico, porém não resistiram aos ferimentos.
No local, os policiais apreenderam armas de fogo e porções de entorpecentes com características semelhantes à maconha.
As investigações prosseguem com o objetivo de identificar outros integrantes da organização criminosa e desarticular sua estrutura de atuação na região.
Policial
Polícia Civil cumpre mandados contra grupo criminoso que utilizava mulheres para o transporte interestadual de drogas
A Polícia Civil, deflagrou na manhã desta quinta-feira (11.6) a Operação Valquíria, com objetivo de desarticular um grupo criminoso envolvido com o tráfico interestadual de drogas e a utilização de mulheres na logística de transporte de entorpecentes entre estados e para o interior do sistema prisional.
Ao todo, estão sendo cumpridos 27 ordens judiciais, sendo nove mandados de prisão preventiva, nove mandados de busca e apreensão domiciliar e nove ordens de bloqueio de contas bancárias, limitadas ao valor de R$ 500 mil por investigado.
As medidas cautelares foram deferidas pela 5ª Vara Criminal de Sinop, com base em investigações conduzidas pela Delegacia Especializada de Repressão a Narcóticos (Denarc), com parecer favorável do Ministério Público, diante dos robustos elementos de prova reunidos ao longo da investigação.
As ordens judiciais são cumpridas simultaneamente nos municípios de Cuiabá, Várzea Grande e Campo Novo do Parecis, além de unidades do sistema prisional mato-grossense, onde parte dos investigados se encontra custodiada e, mesmo encarcerada, continuava exercendo funções de comando e coordenação das atividades criminosas.
As investigações conduzidas pela Delegacia Especializada de Repressão a Narcóticos (Denarc) apontaram a existência de uma estrutura criminosa organizada voltada ao tráfico de drogas, cuja logística era operacionalizada por mulheres recrutadas para realizar viagens interestaduais transportando substâncias entorpecentes.
Além disso, as investigações identificaram que o grupo era responsável por promover o ingresso de drogas em estabelecimentos prisionais e realizar a comunicação entre integrantes presos e membros que atuavam em liberdade.
Conforme apurado, lideranças da facção criminosa determinavam e coordenavam as ações ilícitas a partir do interior das unidades prisionais, utilizando aparelhos telefônicos e terceiros para manter a cadeia de comando ativa.
As mulheres investigadas desempenhavam papel fundamental na engrenagem criminosa, atuando no transporte de drogas, repasse de valores, recrutamento de novas integrantes e execução de tarefas logísticas indispensáveis à manutenção do tráfico.
Valquíria
O nome da operação faz referência às Valquírias da mitologia nórdica, figuras femininas encarregadas de cumprir missões e realizar a ligação entre diferentes mundos. De forma análoga, a investigação identificou que mulheres eram utilizadas pela organização criminosa para conectar integrantes presos e em liberdade, transportando drogas, valores e informações necessárias à continuidade das atividades ilícitas.
Operação Pharus
A operação integra os trabalhos do planejamento estratégico da Polícia Civil de Mato Grosso para o ano de 2026, por meio da Operação Pharus, dentro do Programa Tolerância Zero, voltado ao combate às facções criminosas em todo o Estado.
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