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Projeto de lei que institui plano de combate ao suicídio e automutilação é proposto na ALMT

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Foto: Marcos Lopes

Preocupado com o bem-estar e a preservação da vida dos cidadãos mato-grossenses, o deputado estadual João Batista (Pros) apresentou na última quarta-feira (12), projeto de lei que visa incluir a prática da automutilação no Plano Estadual de Combate ao Suicídio – já instituído no estado por meio da Lei 10.598/2017.

De acordo com João Batista, o objetivo é prevenir casos de autoagressão que, muitas vezes, tem como consequência o suicídio, segundo ele, a curiosidade e a necessidade de se sentirem aceitos são alguns dos fatores que tem afetado drasticamente os adolescentes em período de transição entre a infância e a vida adulta.

“Infelizmente, por vergonha, medo, ou sentimento de culpa, dificilmente esses jovens procuram ajuda, por isso, os pais, responsáveis e os educadores devem ficar em estado de alerta a alguns sinais, como uso constante de casacos e roupas de mangas compridas, mesmo em dias quentes, além de quadros de tristeza ou melancolia constante” ponderou o parlamentar.

Ainda segundo o deputado, outra tendência recente, é a disseminação de lesões, divulgadas por redes sociais, como exemplo os desafios intitulados Baleia Azul e Momo. “Jogos virtuais como estes, em que jovens e crianças são obrigados a cumprirem metas que muitas vezes envolvem suicídio e autolesão, despertam a curiosidade e tendem a estimular a prática do ato”, frisou João Batista.

A matéria partiu de  um estudo técnico contendo dados considerados preocupantes, entre eles, a estatística de que aproximadamente 30% dos jovens em idade escolar se automutilam no Brasil. “A automutilação, atualmente, tem recebido atenção de pesquisadores em diversas áreas, dentre elas a psicologia e a psiquiatria, devido ao aumento do número de casos evidenciados em espaços escolares e expostos nas mídias sociais”, relata justificativa da proposta.

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Na conclusão, a automutilação é conhecida também como cutting ou autolesão não suicida, que se define como comportamento repetido do próprio indivíduo de infligir lesões superficiais, embora dolorosas, em partes do corpo, tais como: bater a cabeça, esbofetear a face, colocar o dedo nos olhos, cortes, queimaduras, morder as mãos, os lábios, entre outras.

“Tais comportamentos estão cada vez mais frequentes entre jovens e adolescentes. O ato em si não é uma doença, mas um sintoma que esconde o verdadeiro problema daquele que o pratica, como uma depressão, transtornos de ansiedade, além de outros a quadros de impulsividade. Por esses e outros motivos, reitero a importância da aprovação desta matéria”, finalizou João Batista.

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Ex-governador Mauro Mendes rebate senador Wellington Fagundes sobre obras da MT-170

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Ex-governador Mauro Mendes

O ex-governador Mauro Mendes voltou a criticar o senador Wellington Fagundes em meio às discussões sobre as obras da MT-170, antiga BR-174, no estado de Mato Grosso.

Em declarações recentes, Mauro rebateu as críticas feitas pelo senador sobre a qualidade das obras executadas na rodovia e afirmou que a estrada permaneceu abandonada durante anos sob responsabilidade do Governo Federal. Segundo ele, a estadualização da via ocorreu justamente para garantir a retomada das obras e melhorar a trafegabilidade da região.

Mauro Mendes também acusou Wellington Fagundes de “faltar com a verdade” ao questionar o andamento dos serviços e destacou que, antes da intervenção do Estado, motoristas enfrentavam sérios problemas estruturais na rodovia, incluindo longos períodos de atoleiros e dificuldades de deslocamento.

O embate ganhou força após Wellington cobrar investigações sobre possíveis falhas na execução das obras e defender acompanhamento do Tribunal de Contas do Estado (TCE-MT) nos contratos relacionados à MT-170.

A discussão entre os dois líderes políticos amplia o clima de disputa política em Mato Grosso, principalmente diante das articulações visando as eleições de 2026.

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Cláudio Ferreira elogia deputado Nininho durante anúncio de recursos para a Santa Casa de Rondonópolis

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Foto Reprodução ChatGPT

Durante o ato de assinatura do convênio entre o Governo de Mato Grosso e a Santa Casa de Rondonópolis, que prevê um aporte financeiro de quase R$ 300 milhões para a unidade hospitalar, o prefeito de Rondonópolis, Cláudio Ferreira, destacou o trabalho do deputado estadual Ondanir Bortolini (Nininho) na articulação de recursos para o município.

Durante o evento, o prefeito rasgou elogios ao parlamentar, chamando Nininho de “deputado pé de boi”, em referência ao empenho e dedicação do deputado em buscar investimentos para a cidade.

Após a manifestação do prefeito, Nininho agradeceu o reconhecimento e reforçou o compromisso de continuar atuando em parceria com o município.

“Obrigado pelas palavras, prefeito Cláudio Ferreira! Essa parceria por Rondonópolis é o que me motiva a buscar sempre mais recursos para a nossa cidade, como esse importante aporte de R$ 22,3 milhões mensais para a Santa Casa. Vamos continuar unindo forças entre o município e a Assembleia Legislativa. Assim, conseguimos avançar de verdade e garantir que as melhorias continuem chegando à nossa população. Contem sempre com o meu empenho e trabalho”, declarou o deputado.

O convênio firmado pelo Governo do Estado representa um dos maiores investimentos recentes destinados à saúde pública regional e busca garantir o fortalecimento financeiro e operacional da Santa Casa, referência no atendimento hospitalar para Rondonópolis e diversos municípios da região sul de Mato Grosso.

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“RGA é direito” será o tema do Grande Ato dos servidores no dia 25 de maio

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Servidores estaduais e municipais de vários locais do estado estarão em Cuiabá para participar na próxima segunda-feira(25) do Grande Ato do Movimento Sindical Unificado pelas ruas do Centro Político Administrativo, rumo ao Palácio Paiaguás, a partir das 14h.

O ato que tem como tema “RGA é direito. E direito se conquista com luta, mobilização e unidade!” quer chamar a atenção do governo para abrir mesa de negociação e ouvir as reivindicações dos servidores e debater alternativas para se resolver o caso dos consignados, as cobranças previdenciárias sobre aposentados e pensionistas e também o plano de cargos e salários de cada categoria. “São reivindicações históricas que geram insatisfação dos servidores de forma geral no estado.  O governo não pode fingir que nada está acontecendo. São mais de 250 mil famílias impactadas mensalmente pela defasagem salarial provocada pelo não pagamento integral da Revisão Geral Anual (RGA)”, diz a presidente da Federação Sindical dos Servidores Públicos de Mato Grosso(FEESP-MT) Carmem Machado.

O Movimento Sindical Unificado também cobra uma mudança de postura do governador, Otaviano Pivetta em relação à adotada na gestão do governador Mauro Mendes em relação aos consignados. Os servidores relatam dificuldades financeiras provocadas por descontos elevados em folha, juros acumulados e falta de mecanismos de proteção aos trabalhadores endividados. Soma-se a isso a cobrança previdenciária sobre aposentados e pensionistas, tema que continua gerando forte indignação entre categorias do funcionalismo.
“Precisamos de uma resposta do governo. Abrir a mesa de negociações”, argumenta Carmem.

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