Política MT
Rádio Assembleia é reeinaugurada após melhoria do espaço físico
A Rádio AL (89,5 FM) foi reinaugurada na manhã desta quarta-feira (30). A cerimônia contou com a presença de deputados, secretários e servidores do Parlamento. Todos puderam conhecer a nova estrutura física e os profissionais da emissora, além de ver de perto os equipamentos usados para levar todos os dias a música, o entretenimento e o jornalismo político aos lares dos mato-grossenses. Os convidados ainda conferiram as novas instalações da Secretaria de Comunicação (redação, fotografia e publicidade).
Na ocasião, também foi assinado acordo de Cooperação Técnica entre a Assembleia Legislativa de Mato Grosso e a Câmara dos Deputados que dará mais autonomia à Rádio AL. Desde sua inauguração, em 2015, a emissora da ALMT é a primeira integrante da Rede Legislativa de Rádio, encabeçada pela Rádio Câmara de Brasília.
“Durante o período de três anos, tivemos muita luta para ter uma grade de programação mais flexível. Um dos grandes problemas era em relação as nossas sessões plenárias. Quando havia sessão em Brasília e em Mato Grosso, nós tínhamos de transmitir a de Brasília. A partir da assinatura desse acordo, a prioridade é Assembleia Legislativa e depois Câmara dos Deputados”, comemora o gerente da Rádio AL, Jaime Neto.
O presidente da Casa de Leis, deputado Eduardo Botelho (DEM), foi um dos responsáveis por romper a fita que simbolizava a reinauguração da unidade. “A rádio vai fortalecer muito a Assembleia, os parlamentares e vai chegar mais perto da população”, destacou. Ele convidou a todos a ouvirem a rádio para acompanhar os trabalhos do Legislativo, ressaltando que o veículo é uma das ferramentas que dão mais transparência ao Parlamento. Eduardo Botelho destacou também os programas musicais da emissora.
O deputado Wilson Santos (PSDB) também deu ênfase à transparência. “Hoje a sociedade quer saber instantaneamente o que está sendo feito com o dinheiro dela, quer saber dos projetos aprovados e seus efeitos. É fundamental que o Parlamento tenha veículos de comunicação que tragam e levem informações tanto do cidadão para o Parlamento, quanto do Parlamento para o cidadão”, avaliou Santos.
A readequação do espaço físico, de acordo com Jaime Neto, era uma necessidade. “Principalmente em relação aos estúdios, agora com acústicas modernas. Hoje, o espaço físico que temos aqui não deve a nenhuma outra emissora de Mato Grosso. Além de um estúdio adequado, de equipamentos modernos, a Rádio AL conta com excelentes profissionais (técnicos, jornalistas e radialistas)”, afirma. O servidor Cléber Dias lembrou das dificuldades enfrentadas no espaço antigo. “Não havia retorno apropriado para os apresentadores se ouvirem e ouvirem o áudio”, conta. “Até o novo espaço da redação, que é maior, ajuda na concentração para fazermos a produção dos programas”, concluiu Dias.
A secretária de Comunicação, Rosimeire Felfili, também participou da cerimônia. Ela agradeceu o apoio da Mesa Diretora e da Secretaria de Patrimônio, que tornaram possível a restruturação do novo espaço físico da Rádio AL. “Conseguimos fechar um projeto muito importante. A rádio está aberta para a participação dos deputados e de toda a comunidade”, destacou a secretária.
Política MT
Ex-governador Mauro Mendes rebate senador Wellington Fagundes sobre obras da MT-170

Ex-governador Mauro Mendes
O ex-governador Mauro Mendes voltou a criticar o senador Wellington Fagundes em meio às discussões sobre as obras da MT-170, antiga BR-174, no estado de Mato Grosso.
Em declarações recentes, Mauro rebateu as críticas feitas pelo senador sobre a qualidade das obras executadas na rodovia e afirmou que a estrada permaneceu abandonada durante anos sob responsabilidade do Governo Federal. Segundo ele, a estadualização da via ocorreu justamente para garantir a retomada das obras e melhorar a trafegabilidade da região.
Mauro Mendes também acusou Wellington Fagundes de “faltar com a verdade” ao questionar o andamento dos serviços e destacou que, antes da intervenção do Estado, motoristas enfrentavam sérios problemas estruturais na rodovia, incluindo longos períodos de atoleiros e dificuldades de deslocamento.
O embate ganhou força após Wellington cobrar investigações sobre possíveis falhas na execução das obras e defender acompanhamento do Tribunal de Contas do Estado (TCE-MT) nos contratos relacionados à MT-170.
A discussão entre os dois líderes políticos amplia o clima de disputa política em Mato Grosso, principalmente diante das articulações visando as eleições de 2026.
Veja Vídeo:
Política MT
Cláudio Ferreira elogia deputado Nininho durante anúncio de recursos para a Santa Casa de Rondonópolis
Política MT
“RGA é direito” será o tema do Grande Ato dos servidores no dia 25 de maio

Servidores estaduais e municipais de vários locais do estado estarão em Cuiabá para participar na próxima segunda-feira(25) do Grande Ato do Movimento Sindical Unificado pelas ruas do Centro Político Administrativo, rumo ao Palácio Paiaguás, a partir das 14h.
O ato que tem como tema “RGA é direito. E direito se conquista com luta, mobilização e unidade!” quer chamar a atenção do governo para abrir mesa de negociação e ouvir as reivindicações dos servidores e debater alternativas para se resolver o caso dos consignados, as cobranças previdenciárias sobre aposentados e pensionistas e também o plano de cargos e salários de cada categoria. “São reivindicações históricas que geram insatisfação dos servidores de forma geral no estado. O governo não pode fingir que nada está acontecendo. São mais de 250 mil famílias impactadas mensalmente pela defasagem salarial provocada pelo não pagamento integral da Revisão Geral Anual (RGA)”, diz a presidente da Federação Sindical dos Servidores Públicos de Mato Grosso(FEESP-MT) Carmem Machado.
O Movimento Sindical Unificado também cobra uma mudança de postura do governador, Otaviano Pivetta em relação à adotada na gestão do governador Mauro Mendes em relação aos consignados. Os servidores relatam dificuldades financeiras provocadas por descontos elevados em folha, juros acumulados e falta de mecanismos de proteção aos trabalhadores endividados. Soma-se a isso a cobrança previdenciária sobre aposentados e pensionistas, tema que continua gerando forte indignação entre categorias do funcionalismo.
“Precisamos de uma resposta do governo. Abrir a mesa de negociações”, argumenta Carmem.
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