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Repressão ao tráfico de drogas prende 191 traficantes no 1º semestre

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Assessoria | PJC-MT

Intensificando as investigações e o cerco ao combate ao tráfico de drogas em Cuiabá e região, nos seis primeiros meses desde ano de 2019, a Polícia Judiciária Civil por meio da Delegacia Especializada de Repressão a Entorpecentes (DRE), prendeu 191 envolvidos no comércio, distribuição e fornecimento de drogas na região metropolitana.

Mês a mês foram presos: 21 suspeitos do mês de janeiro, 37 no mês de fevereiro, 28 no mês de março, 38 no mês de abril, 34 no mês de maio e finalizando o primeiro semestre, 33 presos em junho.

Com meta considerada ultrapassada, de janeiro a junho, a DRE instaurou 444 inquéritos policiais e concluiu 459 inquéritos, bem como as equipes cumpriram 212 mandados de busca e apreensão, 175 ordens de serviços, confeccionaram 103 autos de prisões em flagrante e 38 Termos Circunstanciados de Ocorrência (TCO).

Com relação a drogas, nos seis meses, foram apreendidos 800 quilos de drogas (cerca 700 kg de maconha e 100 kg de cocaína), 270 comprimidos de ecstasy, centenas de frascos de anabolizantes, além de 55 veículos e 34 armas de fogo aprendidas.

Para o delegado titular da DRE, Vitor Hugo Bruzulato Teixeira, os números são bastante satisfatórios, uma vez que os investigadores e escrivães de polícia estão se dedicando de forma intensa, realizando diligências visando apurar e checar todas as denúncias que chegam à delegacia, trazendo assim excelentes resultados.

“No mesmo período (janeiro a julho) do ano de 2018 a DRE efetuou 52 prisões. Nesse ano o número subiu para 191. Os mandados de busca e apreensão cumpridos também surpreenderam, pois no ano passado foram 88 ordens judiciais cumpridas e em 2019 as equipes cumpriram mais de 210 buscas em pontos alvos de investigações. Isso mostra o quanto temos nos esforçados para coibir o tráfico doméstico, para tranquilidade aos cidadãos com a redução de delitos conexos ao tráfico, como roubos e homicídios”, destacou.

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Várias operações deflagradas tiveram excelentes resultados. No dia 01 de fevereiro houve uma grande apreensão de maconha e munições na cidade de Várzea Grande. No dia 06 de fevereiro foi feito um trabalho preventivo no beco do candeeiro, região central de Cuiabá.

Ainda no mesmo mês, a DRE fechou um empresa usada de fachada para venda de drogas, prendeu um delivery de cocaína, traficante de droga sintética, além dos gestos de solidariedade, ocasião que os policiais civis doaram sangue. Outros trabalhos também foram destaques como ações integradas com a Polícia Militar, apreensões de carregamentos de maconha, de armamento e cocaína.

Modalidades criminosas

A DRE vem combatendo as variadas modalidades de comércio de drogas, desde grandes fornecedores até pequenas “bocas de fumo” (conhecido como tráfico formiguinha). Os trabalhos têm como alvos todos os tipos de drogas (maconha, cocaína, drogas sintéticas e anabolizantes). 

As investigações apontam que maioria dos carregamentos de maconha vem do Paraguai, e a cocaína é oriunda do país da Bolívia. Os dados apresentam aumento do tráfico de anabolizantes e das substâncias entorpecentes sintéticas, originárias de grandes centros para distribuição em festas raves.

Integração

Buscando efetividade nos resultados das ações e operações, a DRE conta com parceira de outras unidades da Polícia Civil, como Gerência de Operações Especiais (GOE) que auxilia nos cumprimentos de mandados, Delegacia do Consumidor (Decon) no combate ao tráfico de anabolizantes, Delegacia de Fronteira (Defron) com a troca de informações de inteligência.

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Além dos trabalhos desencadeados em conjunto com a Polícia Militar (PM), Polícia Rodoviária Federal (PRF), Centro Integrado de Operações Aéreas (Ciopaer), Polícia Federal (PF), Prefeitura de Cuiabá através da Vigilância Sanitária Municipal (Semob) e da Secretaria de Ordem Pública, bem como com o Sistema Prisional visando inibir a entrada de drogas nos presídios.

A DRE destaca a importância do apoio do Poder Judiciário e do Ministério Público, que têm sido parceiros na repressão ao tráfico de drogas, com agilidade nas manifestações e expedições de mandados de busca, de prisão, entre outros.

“Com uma filosofia de integração com outras delegacias e outros órgãos de Segurança Pública, e de fortalecimento das informações de inteligência policial, a DRE vem trabalhando para aumentar o número de operações, prisões e apreensões de droga”, afirma o delegado Vitor Hugo Bruzulato Teixeira.

Planejamento

Para o segundo semestre de 2019, a DRE está preparando intensas operações com objetivo de desarticular e prender associações criminosas, combater o crime de lavagem de dinheiro assim descapitalizar as organizações, além de fortalecer o enfrentamento ao tráfico de drogas em Mato Grosso.

Aperfeiçoamento

A qualificação dos seus policiais civis também é um dos focos da DRE. Para tanto está sendo programando vários cursos de capacitação para os policiais civis da Especializada, e ainda ações solidárias de cunho social.

Denúncia

Além do disque-denúncia via 197, a Polícia Civil conta com um canal exclusivo via WhatsApp para recebimento de informações referentes ao tráfico de drogas. Pelo telefone (65) 9 9989-0071 qualquer pessoa pode auxiliar as investigações da DRE. As denúncias também podem ser encaminhadas pore-mail: [email protected]. O sigilo é absoluto.

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Polícia Civil deflagra Operação Replay contra núcleo financeiro de facção criminosa que atuava em diversos Estados

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Investigação alcança estrutura de comando, operadores externos e patrimônio estimado em mais de R$ 17 milhões, além de bloqueio financeiro de até R$ 15,324 milhões

A Polícia Civil de Mato Grosso deflagrou, nesta quinta-feira (29.7), a Operação Replay para cumprimento de 10 mandados de prisão preventiva, mandados de busca e apreensão, além de medidas patrimoniais e de quebra de sigilo, contra 14 integrantes e colaboradores de uma estrutura criminosa investigada por organização criminosa e lavagem de capitais. Conduzida pela Delegacia Especializada de Repressão ao Crime Organizado (Draco), operação foi desencadeada nas cidades de Cuiabá (MT), Várzea Grande (MT), Balneário Camburiú (SC), Itapema (SC) e Rio de Janeiro (RJ).

A ação é um desdobramento de uma investigação continuada que já havia resultado nas operações Apito Final, Fair Play e Tempo Extra. A nova fase foi estruturada a partir da análise dados telemáticos. O material deu origem a relatórios técnicos que revelaram a continuidade da atuação da estrutura criminosa, com divisão de tarefas, núcleo financeiro próprio, operadores externos, utilização de contas de terceiros e aquisição de bens em nome de pessoas sem capacidade econômica compatível.

A decisão judicial autorizou prisões preventivas, buscas pessoais, domiciliares e veiculares, afastamento de sigilo de dispositivos eletrônicos, compartilhamento de provas, sequestro e indisponibilidade de imóveis e veículos e bloqueio de ativos financeiros vinculados aos investigados. As medidas têm como finalidade interromper a continuidade das atividades, preservar provas, impedir a dissipação patrimonial e atingir a base econômica que sustentava a atuação do grupo.

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A dimensão da operação pode ser medida pelo patrimônio identificado. Os imóveis e veículos alcançados pelas medidas foram estimados em aproximadamente R$ 17.287.600,00. Entre os bens estão apartamentos e casas de alto padrão em Mato Grosso e Santa Catarina, três terrenos e quatro veículos. Separadamente, foi pleiteado bloqueio financeiro de até R$ 15.324.000,00, valor relacionado à contabilidade encontrada durante a investigação. Esses montantes não devem ser somados como se fossem recuperação efetiva, pois representam categorias distintas de constrição patrimonial.

Somente os imóveis foram estimados em cerca de R$ 16,68 milhões. A investigação relacionou um apartamento de luxo em Itapema, estimado em R$ 3 milhões; um apartamento de alto padrão em Balneário Camboriú, estimado em R$ 6 milhões; uma casa em condomínio fechado na região de Camboriú, estimada em R$ 6 milhões; uma residência de alto padrão em Cuiabá, estimada em R$ 1,5 milhão; e três terrenos avaliados, em conjunto, em aproximadamente R$ 180 mil.

Os veículos submetidos às medidas foram estimados em aproximadamente R$ 607,6 mil, incluindo automóveis e motocicleta registrados em nome de investigados ou terceiros ligados ao núcleo. A estratégia de descapitalização busca impedir que bens adquiridos com recursos de origem ilícita sejam vendidos, transferidos, ocultados ou reutilizados para financiar a reorganização da estrutura.

Além das grades

Outro eixo central da investigação constatou que uma liderança, mesmo custodiada em setor de segurança máxima do sistema estadual, continuava exercendo funções de comando financeiro e disciplinar. As comunicações analisadas registraram cobranças de fechamentos, determinações de recolhimento, direcionamento de valores, correção de planilhas e orientação de operadores que atuavam em liberdade.

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Em uma das planilhas encontradas, havia referência a R$ 14.093.000,00 como valor total congelado e a R$ 1.231.000,00 como total relacionado ao período analisado. O montante de R$ 15.324.000,00 serviu de parâmetro para o pedido de bloqueio financeiro. Os registros também continham referências a prestações de contas, movimentação de grandes quantidades de entorpecentes e distribuição de recursos entre diferentes núcleos.

A investigação identificou ainda que o mesmo chip atribuído à liderança foi utilizado em sete aparelhos celulares diferentes entre setembro de 2025 e março de 2026. A alternância dos terminais indica método de adaptação destinado a contornar apreensões e controles penitenciários, permitindo a continuidade das comunicações clandestinas.

Nome da Operação

O nome Replay faz referência à repetição das condutas e à capacidade de reorganização identificada após as operações anteriores. A nova fase busca interromper esse ciclo, responsabilizar os envolvidos, neutralizar o comando exercido de dentro do cárcere e retirar da estrutura os recursos financeiros e patrimoniais utilizados para manter suas atividades

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Equipe do 4º BBM utilizou cerca de 2,5 mil litros de água para extinguir as chamas

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O Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso (CBMMT) combateu, na madrugada desta quarta-feira (22.7), um incêndio em uma madeireira, em Sinop (a 480 km de Cuiabá)

A equipe do 4º Batalhão de Bombeiro Militar (4º BBM) foi acionada por volta das 2h para atender à ocorrência. No local, os bombeiros constataram que o incêndio atingia o corredor subterrâneo por onde passa a esteira responsável pelo transporte de pó de serra do interior da madeireira para a área externa. As chamas também alcançavam o acúmulo de pó de serra e algumas máquinas da serraria.

Para combater o incêndio, as equipes realizaram a abertura de acessos ao corredor subterrâneo, permitindo o combate direto às chamas e o resfriamento da estrutura afetada. A atuação dos bombeiros eliminou os focos de calor e impediu que o fogo se propagasse para outros setores da empresa.

Durante a operação, foram utilizados aproximadamente 2,5 mil litros de água no combate às chamas. Após a extinção do incêndio, os bombeiros realizaram o trabalho de rescaldo para eliminar possíveis focos remanescentes e evitar a reignição do fogo.

Não houve registro de vítimas.

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Operação Adsumus tem Rondonópolis como foco e mira facção ligada a bingos ilegais

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A Polícia Civil de Mato Grosso deflagrou, nesta sexta-feira (10.7), a Operação Adsumus para cumprir 17 ordens judiciais no âmbito de uma investigação que apura a atuação de uma facção criminosa em Rondonópolis. O grupo utilizava jogos de azar e bingos para ocultar valores obtidos de forma ilícita.

Foram cumpridos 11 mandados de busca e apreensão e três mandados de prisão preventiva, além de medidas cautelares de suspensão de atividade comercial, bloqueio de contas bancárias e quebra de sigilo bancário contra alvos nos municípios de Rondonópolis, Cuiabá, Várzea Grande e Tangará da Serra.

As ordens judiciais foram decretadas pelo Núcleo de Justiça 4.0 do Juiz das Garantias – Polo Rondonópolis, com base nas investigações conduzidas pela Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (Derf) de Rondonópolis.

Os investigados respondem pelos crimes de integrar organização criminosa, lavagem de capitais, tráfico de drogas, associação para o tráfico, fraude processual, ingresso ou facilitação da entrada de aparelho telefônico em estabelecimento prisional, falsidade ideológica, extorsão e posse irregular de arma de fogo de uso permitido.

Mandados judiciais

Entre as medidas cautelares determinadas pela Justiça está a suspensão das atividades de um estabelecimento comercial em Rondonópolis, onde eram realizados diversos eventos e shows.

O local funcionava como sede permanente para a realização de sorteios ilegais de bingo controlados pela facção criminosa investigada. As investigações também identificaram movimentações financeiras expressivas e incompatíveis com a capacidade econômica declarada pelos responsáveis pelo estabelecimento.

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Diante dos elementos colhidos, que reforçam os indícios da prática de lavagem de capitais, foi determinada a suspensão das atividades econômicas e financeiras da empresa, a lacração do estabelecimento e a apreensão das máquinas de bingo, da máquina de urso e de outros equipamentos utilizados na exploração de jogos de azar.

Investigação

O inquérito instaurado pela Derf de Rondonópolis teve início após a apreensão de um aparelho celular utilizado por um dos autores de um roubo e incêndio, ocorrido em 18 de fevereiro de 2025, em uma padaria localizada no bairro São Sebastião, em Rondonópolis.

O crime foi praticado por dois homens armados, que anunciaram o roubo e, em seguida, incendiaram as dependências da padaria. No decorrer das investigações, os dois suspeitos foram identificados e tiveram as respectivas prisões preventivas decretadas pela Justiça.

Em maio de 2025, os dois foragidos foram abordados pela Polícia Rodoviária Federal portando documentos de identificação falsos. Ambos viajavam como passageiros de um ônibus interestadual que fazia o trajeto de Cuiabá (MT) para o Rio de Janeiro (RJ).

Na ocasião, a equipe da Polícia Rodoviária Federal apreendeu os aparelhos celulares que estavam com os suspeitos, e o material foi encaminhado à Derf de Rondonópolis para as providências cabíveis.

A partir da análise do conteúdo extraído dos celulares, os policiais identificaram a existência de uma célula de facção com atuação em diversos municípios de Mato Grosso.

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Conforme apurado, trata-se de um grupo criminoso que atuava nos crimes de tráfico de drogas, extorsão, exploração de jogos de azar, fraude processual e falsidade ideológica.

Continuidade

As diligências prosseguem para a conclusão das investigações e finalização do inquérito policial, com o consequente indiciamento dos envolvidos.

Integração

Participaram da Operação Adsumus equipes da Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (Derf) de Rondonópolis, com apoio da 1ª Delegacia de Polícia de Tangará da Serra, da Gerência de Combate ao Crime Organizado (GCCO) e da Delegacia Especializada de Repressão ao Crime Organizado (Draco).

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