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Mato Grosso

Secel investe R$ 1,3 milhão em bolsas mensais para mais de 70 técnicos de atletas de rendimento

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Com foco no fortalecimento de todas as modalidades esportivas em Mato Grosso, o Governo do Estado vai investir, ao longo de 2026, R$ 1,3 milhão em bolsas para 73 técnicos de atletas de rendimentos.

Os profissionais foram contemplados pelo edital do Bolsa Técnico do Projeto OlimpusMT, gerido pela Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer (Secel-MT). O programa abrange esportes olímpicos, paralímpicos e surdolímpicos, considerando eventos de 2024, para técnicos de atletas, paratletas, surdoatletas e atletas-guia. O resultado do edital foi publicado na última sexta-feira (13.3). Confira aqui.

Mensalmente, a Secel irá repassar R$ 1 mil para 31 técnicos selecionados na categoria de base; R$ 1,5 mil para 30 profissionais da categoria nacional e R$ 2 mil para 12 técnicos da categoria Internacional.

O edital fixou em 20% o número de vagas em cada uma das três categorias para técnicos de paratletas. Foram contemplados 11 técnicos paralímpicos, englobando atletismo – campeão em número de profissionais beneficiados com oito vagas – goalball e judô. Em caso de não preenchimento de todas as vagas, o edital previa a seleção de técnicos classificados na ampla concorrência.

Barra do Garças

Entre os beneficiados com a Bolsa Técnica Internacional está o professor de atletismo de alto rendimento de Barra do Garças Sivirino Souza dos Santos. Com quatro atletas com renome internacional, ele foi contemplado pela primeira vez em 2020, quando o Bolsa Técnico foi criado pelo Governo de Mato Grosso, e desde então foi selecionado nas edições seguintes dos editais.

Ao longo de 23 anos de projeto, Sivirino já acumula, com o resultado de um trabalho beneficente, 106 medalhas de ouro em competições nacionais e 72 nas disputas internacionais, conquistas por atletas treinados por ele.

Sivirino é fundador da Casa do Atleta de Barra do Garças, onde moram 22 competidores de atletismo. Os moradores do local são conhecidos no município por consagrarem o nome da cidade e de Mato Grosso pelo Brasil afora e internacionalmente.

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O técnico ressalta a importância do projeto Olimpus MT para os atletas e treinadores.

“Esse auxílio mensal do programa Olimpus ajuda a fixar atletas mato-grossenses no Estado. O segredo para eles permanecerem no Estado é este auxílio da Secel. Dói muito quando um talento parte para fora da região para ter condições de competir nos grandes centros esportivos do país. Uma das melhores coisas que tivemos foi o reconhecimento da importância do esporte pelo Governo do Estado”, avalia.

Segundo o treinador, os técnicos são unanimes sobre a importância das bolsas distribuídas pelo Governo para a melhoria do esporte no Estado. “Atribuímos a melhora do rendimento de Mato Grosso nos esportes à retomada do Bolsa Atleta e à criação do Bolsa Técnico. Somos gratos ao Governo por esse incentivo”, destaca.

Entre os atletas de Sivirino está o campeão sul-americano Sub-23 nos cinco mil metros, Jânio Marcos Vajão, que conquistou a medalha no Peru, e é contemplado pelo Bolsa Atleta Internacional. Ele já acumula os títulos de campeão brasileiro nos 1.500 metros, 800 metros, e 10 mil metros. Vajão conquistou 10 títulos brasileiros desde 2018. Ele treina desde os 15 anos com Sivirino e é um dos orgulhos da cidade.

No último ano, Vitor Ferreira, outro atleta do treinador, conquistou a medalha de prata no Campeonato de Cross Country, categoria adulto, em novembro do último ano. Com 24 anos, Vitor começou a treinar com o técnico há cinco anos e vem se destacando. Ele vai buscar o enquadramento neste ano no Bolsa Atleta Internacional.

Já o adolescente Luiz Brasil, de 14 anos, também vai pleitear a bolsa em 2026, referente aos resultados de 2025, quando foi Campeão Brasileiro Interclubes, em Recife, na prova de dois mil metros; conquistou medalha de ouro nos Jogos Escolares Nacionais, em Uberlândia, na categoria de 12 a 14 anos, além do Campeonato Sul-Americano em Assunção, no Paraguai.

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Jovem promessa do atletismo mato-grossense, com cinco títulos sul-americanos, Lucas Pinho havia abandonado as pistas, mas resolveu retornar aos treinos no último ano. Dos 13 aos 18 anos, venceu todas as competições nacionais e internacionais das quais participou. “Sempre ficou com o ouro nos 800 metros e 1.500 metros. Ele volta com força total”, enfatiza Sivirino.

De Água Boa para o Mundo

Contemplado com a bolsa Técnico na categoria nacional, Euzébio Sobrinho Pereira Gomes, mestre no quinto dan de Taekwondo, fechou 2025 treinando atletas que conquistaram 13 ouros em campeonatos nacionais e emplacando duas integrantes da equipe na Seleção Brasileira. Já no início da temporada deste ano, no Grand Slam, no Rio de Janeiro, entre 26 de fevereiro e 1º de março, o técnico de Água Boa conseguiu colocar mais três atletas dele na Seleção Brasileira – Jheniffer Cristina Pires Dourado e as irmãs, Yasmin Figueiredo Cruz e Geovanna Figueiredo Cruz. O evento reuniu os principais atletas do país, com finais transmitidos ao vivo e vagas garantidas para competições internacionais, incluindo o Pan-Americano de Taekwondo.


Titular da Seleção Brasileira 2026, peso até 49 kg, Jhennifer Cristina vai disputar o Sul-americano da modalidade no Panamá e o Pan-Americano do Rio de Janeiro, em maio. Já Yasmin Figueiredo, titular da Seleção Brasileira 2026, na categoria juvenil, até 42kg júnior, vai lutar no Campeonato Mundial de Taekwondo, de 10 17 de abril, no Uzbequistão, na região da Ásia Central. Também vai disputar o Pan-Americano no Rio de Janeiro. Outra titular da Seleção Brasileira, Geovanna Figueiredo, campeã no Grand Slam categoria cadete, também disputa o Pan, em maio.

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“O Grand Slam define quem vai representar o Brasil nas competições internacionais”, explica Euzébio. Jheniffer e Yasmin são bolsistas do Bolsa Atleta Nacional, do projeto Olimpus. Já Geovanna recebe a bolsa mensal pela categoria de base.

Com auxílio do Bolsa Atleta na categoria internacional, Caroline Gomes dos Santos disputou a Olímpiadas de Paris. Ela é a única atleta do Taekwondo em Mato Grosso a conquistar medalha nos Jogos da Juventude. “Também ficou em quinto lugar no Pan-Americano do México, no último ano”, informa o técnico.

No total, pelo projeto Escolhinha Espotiva de Água Boa, Euzébio treina 20 atletas de alto rendimento, que tem o apoio da Prefeitura e da Secel-MT. Em 2000, tornou-se mestre em Taekwondo ao obter o primeiro Dan, que representa o primeiro nível de faixa preta, simbolizando a transição de aluno experiência para um praticante avançado (faixa preta). Conquistado após anos de treino e exames rigorosos, exige conhecimentos técnicos de poomsae (formas), sparring (combate), defesa pessoal e quebramento de madeira.

Ele destaca a importância dos investimentos no Projeto Olimpus MT. “O dinheiro da Bolsa-Técnico é essencial para o treinador pagar hotel, alimentação, curso, entre outros custos. Se não tivéssemos esse auxílio, teríamos que tirar dinheiro do bolso”, frisa.

Euzébio obteve no Governo de Mato Grosso, por meio da Secel-MT, um importante parceiro no custeio de passagem ou transporte para participação nos eventos citados. “Nada do que a gente pediu foi negado. A Prefeitura de Água Boa nos ajuda a chegarmos em Cuiabá e a Secel-MT a levar o nome da cidade do interior de Mato Grosso para o Brasil afora e pelo mundo”, conclui.

Fonte: Governo MT – MT

Mato Grosso

No Mato Grosso, três em cada dez mulheres viveram situações de violência doméstica em 12 meses sem declará-las como violência

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Atualização do Mapa Nacional da Violência de Gênero com dados da 11ª edição da Pesquisa Nacional de Violência contra a Mulher permite comparar o cenário de violência doméstica declarada e não declarada entre as unidades da Federação

O Mapa Nacional da Violência de Gênero, recém-atualizado com os resultados por unidade da Federação da 11ª edição da Pesquisa Nacional de Violência contra a Mulher, aponta que Mato Grosso registra 29% de mulheres que relataram ter vivido, nos 12 meses anteriores à pesquisa, ao menos uma das situações concretas de violência investigadas, embora não tenham declarado espontaneamente ter sofrido violência doméstica ou familiar. O resultado do estado oscila dentro da margem de erro da estimativa do país (29%), o que não permite classificá-lo como distinto do patamar nacional.

A análise, possível pelo cruzamento de dados — uma das premissas do Mapa Nacional da Violência de Gênero, plataforma mantida pelo Observatório da Mulher contra a Violência (OMV), o Instituto Natura e a Gênero e Número —, evidencia a distância entre a violência vivenciada pelas mulheres e aquela que chega aos registros oficiais e, consequentemente, ao alcance das políticas públicas de proteção e acolhimento.

A 11ª Pesquisa Nacional de Violência contra a Mulher, realizada pelo DataSenado em 2025, tem propósito semelhante: investigar o problema além das estatísticas oficiais do país. O levantamento ouviu 21.641 mulheres de 16 anos ou mais em todo o Brasil entre 16 de maio e 8 de julho de 2025. A pesquisa tem amostra probabilística e nível de confiança de 95%.

“Ampliar a Rede de Proteção é fundamental, mas os dados mostram que precisamos olhar também para o que acontece antes de a mulher chegar na Rede. Uma política pública só consegue proteger plenamente quando as mulheres têm informação para reconhecer a violência, conhecem seus direitos e encontram caminhos acessíveis e seguros para buscar ajuda”, afirma Maria Teresa Prado, coordenadora do Observatório da Mulher contra a Violência do Senado Federal.

Gráfico 1 – Percentual de mulheres que vivenciaram situações de violência nos últimos 12 meses sem declará-las espontaneamente, por unidade da Federação

O levantamento realizado pelo DataSenado revela que 33% das mato-grossenses já sofreram violência doméstica ou familiar provocada por um homem ao longo da vida. Entre o total de mulheres entrevistadas em Mato Grosso, 14% relataram ter sofrido violência doméstica ou familiar nos 12 meses anteriores à pesquisa, realizada em 2025. Entre as mulheres que declararam ter sofrido violência provocada por um homem, 88% relataram violência psicológica, 84% violência física e 70% violência moral. Em 59% dos casos, o agressor era o marido ou companheiro da vítima no momento da agressão. Do total de vítimas no estado, 10% ainda convivem com a pessoa que as agrediu e, destas, 79% moram com o agressor.

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Nas situações de violência mais grave, 59% das entrevistadas afirmaram que o agressor estava com ciúmes, 52% disseram que ele estava inconformado com o término ou tentativa de término do relacionamento e 43% relataram que ele estava bêbado. Já para 82% das mulheres que encerraram o relacionamento com o agressor, a violência teve muita influência na decisão. O impacto na rotina diária foi sentido por 72% das vítimas, enquanto 68% disseram que o convívio com outras pessoas foi afetado, 45% disseram que seus estudos foram impactados e 43% relataram impactos na vida profissional ou trabalho remunerado.

“Os dados ajudam a romper com uma leitura da violência doméstica como um episódio isolado e que a violência não termina quando a agressão acaba. Ela reorganiza a rotina, afeta relações, trabalho, renda e as possibilidades que uma mulher tem de tomar decisões sobre a própria vida. Quando olhamos para esses dados em conjunto, conseguimos entender que enfrentar a violência de gênero exige mais do que responder à agressão: exige políticas capazes de olhar para as condições que permitem que essas mulheres reconstruam suas vidas”, afirma Vitória Régia da Silva, diretora executiva da Gênero e Número.

A pesquisa aponta que em Mato Grosso o conhecimento sobre os instrumentos de proteção permanece limitado. Embora 97% das mulheres tenham afirmado conhecer ou já ter ouvido falar da Defensoria Pública e 93% da Delegacia da Mulher, 70% dizem conhecer pouco a Lei Maria da Penha e 8% afirmam não conhecer nada sobre a legislação. Em relação às medidas protetivas, 69% relatam conhecê-las pouco e 15% afirmam não ter conhecimento sobre o recurso (somando 84% com conhecimento superficial ou inexistente).

A Defensoria Pública é o serviço de proteção mais conhecido pelas mato-grossenses, citado por 97% das entrevistadas, seguida pela Delegacia da Mulher, com 93%, pelo CRAS ou CREAS, com 85%, e pelo Ligue 180, com 79%. Ao mesmo tempo, 73% afirmam conhecer alguma amiga, familiar ou pessoa próxima que já sofreu violência doméstica ou familiar. Os dados indicam ainda que 82% das mato-grossenses perceberam aumento da violência doméstica e familiar contra as mulheres nos 12 meses anteriores à pesquisa e que 69% enxergam o Brasil como um país “muito machista”.

No Brasil, 93,6% das vítima não reconheceram a violência doméstica como tal ou não buscaram proteção policial

Das quase 29 milhões de mulheres que sofreram violência doméstica ou familiar nos últimos 12 meses no Brasil, segundo a Pesquisa Nacional de Violência contra a Mulher, 24,97 milhões de mulheres, cerca de 87%, relataram situações concretas de violência sem nomeá-las espontaneamente como violência. Quando se soma a esse grupo 1,87 milhão de mulheres que declararam ter sofrido violência, mas não acionaram a delegacia, o Ligue 180 ou o 190, chega-se a 26,84 milhões de brasileiras, ou 93,6% das vítimas na lacuna entre a violência vivenciada e a busca por proteção policial.

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Para Beatriz Accioly, Gerente de Políticas Públicas pelo Fim da Violência contra as Mulheres do Instituto Natura, esses dados mostram que o problema é maior do que os registros oficiais conseguem captar. Muitas mulheres vivem situações de violência sem nomeá-las dessa forma e isso significa que a necessidade real de proteção e atendimento é muito maior do que a que hoje chega às delegacias, aos serviços de saúde e à Justiça.

“Para quase 25 milhões de brasileiras, a violência aparece apenas quando perguntamos o que aconteceu, mas desaparece quando perguntamos diretamente se elas sofreram violência. Isso revela uma barreira anterior ao próprio acesso à política pública: reconhecer e nomear o que se está vivendo. Se a mulher não reconhece o que vive como violência, torna-se muito mais difícil procurar proteção e acolhimento. Por isso, informação de qualidade não é algo acessório: é parte fundamental de qualquer política pública de enfrentamento à violência contra as mulheres. Não basta que a rede esteja preparada para acolher quem chega; precisamos também criar caminhos para alcançar quem ainda não consegue reconhecer que pode buscar ajuda”, afirma Beatriz.

De acordo com o levantamento, apenas 4% das brasileiras declararam ter sofrido violência doméstica ou familiar nos últimos 12 meses. Porém, ao serem questionadas sobre situações específicas de violência, sem que o termo fosse citado na pergunta, esse percentual sobe para 33% das brasileiras que relatam experiências compatíveis com violência doméstica. Isso significa que 29% da população feminina brasileira vivenciaram essas situações sem identificá-las e nomeá-las espontaneamente como violência.

“Creio que a grande contribuição do Senado Federal seja revelar a realidade da violência doméstica contra as mulheres, em todas as unidades da Federação, e, mais importante, expor claramente como esta realidade ainda está muito distante dos registros oficiais de todas estas localidades, logo, do alcance de políticas públicas efetivas. O Mapa Nacional não é apenas mais um agregador de dados sobre o tema, ao contrário, é talvez o principal instrumento público, efetivo, capaz de expor, comparar, confrontar e mudar a realidade vivida, a cada 12 meses, pelas mulheres no Brasil”, afirma José Henrique Varanda, coordenador do Instituto de Pesquisa DataSenado.

Acesse o Mapa e a Pesquisa.

SOBRE O DATASENADO

O Instituto de Pesquisa DataSenado tem mais de 20 anos de história e foi criado pelo Senado Federal para reforçar a representação parlamentar federativa do Senado Federal. Este levantamento tem o método, a responsabilidade técnica estatística e a produção de resultados realizada pelo instituto e integra série histórica iniciada em 2005 e tem por objetivo ouvir cidadãs brasileiras acerca de aspectos relacionados à desigualdade de gênero e a agressões contra mulheres no país. (senado.leg.br/datasenado)

SOBRE O OBSERVATÓRIO DA MULHER CONTRA A VIOLÊNCIA

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Criado em 2016 pelo Senado Federal, o Observatório da Mulher contra a Violência reúne, analisa e divulga dados sobre a violência de gênero no Brasil. Em parceria com o Instituto DataSenado, atua na produção e integração de informações que subsidiam políticas públicas e fomenta o intercâmbio entre as principais instituições envolvidas no enfrentamento à violência contra mulheres. (senado.leg.br/omv)

SOBRE O MAPA NACIONAL DA VIOLÊNCIA DE GÊNERO

O recorte estadual da 11ª edição da Pesquisa Nacional de Violência contra a Mulher estará disponível, a partir de 25/8*, na página “Pesquisa Nacional” do Mapa Nacional da Violência de Gênero. O Mapa é resultado da união de esforços de muitas mãos e corações. A ideia de fazer diferente, de construir algo relevante, motivou organizações, profissionais e vontades, todos com um único propósito: criar uma ferramenta poderosa na luta contra a violência que atinge mulheres e meninas. Realizado por meio da cooperação entre Estado, sociedade civil e imprensa, o projeto é fruto da parceria entre o Senado Federal (representado pelo Observatório da Mulher e DataSenado), o Instituto Natura e a Gênero e Número, que reuniram seus projetos em uma plataforma pública e interativa dedicada à integração e à transparência dos principais dados sobre a violência de gênero no Brasil. (senado.leg.br/mapadaviolencia)

SOBRE O INSTITUTO NATURA

Fundado em 2010 no Brasil, o Instituto Natura é uma organização sem fins lucrativos que atua pela transformação sistêmica da realidade social na América Latina. Viabilizado pela venda de produtos sociais como o Natura Crer Para Ver e as Ofertas do Bem Avon e presente na Argentina, Brasil, Chile, Colômbia, México e Peru, organiza sua atuação em três causas estratégicas: Educação, com foco na alfabetização na idade certa, no fomento ao Ensino ‘Médio e no fortalecimento de todo o ecossistema necessário para uma escola de qualidade; Desenvolvimento Integral das Consultoras de Beleza Natura e Avon, com ações multissetoriais voltadas para este grupo, agente de transformação em suas comunidades; e, desde 2024, Direitos e Saúde das Mulheres, agenda que é realizada em parceria com a Avon e foi incorporada a partir da integração com o Instituto Avon, que atuava há mais de 20 anos com iniciativas pelo cuidado com a saúde das mamas e fim da violência contra as mulheres. Em articulação com governos, sociedade civil e setor privado, o Instituto Natura apoia a formulação e implementação de políticas públicas de impacto sistêmico e duradouro e promove ações e campanhas de conscientização dentro da causa das mulheres, sempre apoiada pela Avon.

SOBRE A GÊNERO E NÚMERO

A Gênero e Número é uma associação sem fins lucrativos dedicada à produção, análise e comunicação de dados especializados sobre gênero, raça e sexualidade. Seu propósito é promover transformações sociais em prol da equidade e da justiça social, apoiando a tomada de decisões e a participação cidadã por meio de linguagem gráfica, conteúdo audiovisual, pesquisas, relatórios e reportagens multimídia.

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Mato Grosso

Retorno da BR-364 é interditado durante recuperação de ponte sobre o Rio São Lourenço

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Crédito – Mayke Toscano/Secom-MT

A Nova Rota do Oeste informa que fará, a partir desta quinta-feira (27.08), o fechamento de um retorno localizado no km 265,4 da BR-364, em São Pedro da Cipa. O dispositivo está situado antes do desvio de tráfego implantado para a continuidade das obras de recuperação estrutural da ponte sobre o Rio São Lourenço, localizada no km 266,7 da rodovia.

A medida é necessária para garantir a segurança viária na região, uma vez que motoristas estão realizando conversões irregulares no dispositivo, o que pode ocasionar sinistros.

Com o fechamento do retorno, as manobras poderão ser realizadas nos seguintes pontos:

  • Km 266 da BR-364: para quem viaja no sentido Cuiabá/Rondonópolis e precisa retornar;
  • Km 264 da BR-364: para quem viaja no sentido Rondonópolis/Cuiabá e precisa acessar a pista no sentido oposto.

Outras alterações no local

Conforme a programação da Nova Rota do Oeste, a pista Norte (sentido Cuiabá) será totalmente interditada em um trecho de 500 metros, entre os km 266,8 e 267,4, e o fluxo de veículos será desviado para a pista Sul (sentido Rondonópolis), que passará a funcionar em mão dupla pelo período estimado de 30 dias.

Durante esse período, o acesso da estrada vicinal à BR-364 no sentido Cuiabá, localizado no km 266,3, permanecerá fechado por questões de segurança. Os usuários e moradores das imediações deverão utilizar a estrada vicinal e acessar a rodovia pelo km 264,2, também no sentido Cuiabá. A sinalização foi implantada para orientar sobre o fechamento do acesso e o direcionamento do tráfego.

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A alteração é necessária para garantir a segurança dos motoristas e trabalhadores da obra, além de permitir o avanço da recuperação da ponte, que entra na etapa de concretagem dos reforços das vigas longarinas no sentido Norte. O serviço exige um período adequado para a cura do concreto.

A Nova Rota do Oeste orienta os motoristas a redobrarem a atenção ao trafegar pelo trecho, respeitando a sinalização e os limites de velocidade estabelecidos.

Se precisar, chame a Nova Rota – Para obter informações em tempo real sobre condições de tráfego, intervenções na rodovia, condições climáticas, entre outras situações no trecho sob concessão da BR-163, entre em contato com a Concessionária Nova Rota do Oeste pelo 0800 065 0163, que também funciona no WhatsApp. A central de atendimento funciona 24 horas. Neste canal de comunicação, também podem ser acionados todos os serviços oferecidos pela Nova Rota aos motoristas que estão na rodovia, como atendimento operacional, socorro médico e mecânico.

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Mato Grosso

Entrega dos kits da Corrida Marajá – Edição Infinity Energy Drink começam nesta quinta-feira (20/08)

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No ato da retirada do kit o participante deverá doar um quilo de alimento não-perecível (exceto sal)

O clima de expectativa já tomou conta dos 2 mil atletas inscritos na Corrida Marajá – Edição Infinity Energy Drink e antes de encarar o percurso no domingo (23/08), os participantes terão o compromisso nesta quinta-feira (20/08), com o início da entrega dos kits de prova em um espaço exclusivo do evento no Atacadão do Porto, em Cuiabá.

A organização preparou um cronograma especial em três dias para garantir comodidade e agilidade aos participantes: nos dias 20 e 21 de agosto (quinta e sexta-feira), das 9h às 19h e 22 de agosto (sábado), das 9h às 13 horas.

O kit oficial do atleta é para lá de completo, onde inclui a camiseta oficial da prova, sacochila, número de peito com chip de cronometragem, copo exclusivo colecionável, uma unidade do Infinity Energy Drink Sem Açúcar e brindes oferecidos pelos patrocinadores do evento.

Com o número no peito e chip de cronometragem garantidos, o foco total será para o dia do desafio de 6 quilômetros no domingo. A largada pontual está marcada para às 06h30, em frente à sede da fábrica de Refrigerantes Marajá, em Várzea Grande, que também servirá como ponto de chegada. O evento é alusivo ao aniversário de 63 anos de fundação da empresa.

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A recomendação da organização é que os corredores cheguem com antecedência para o aquecimento inicial e hidratação.

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