Política MT
Thiago Silva defende aplicação de recursos do Fethab para agricultura familiar e habitação

Deputado Thiago foi favorável ao novo Fethab
O substitutivo integral de lideranças partidárias ao Projeto de Lei n.° 956/2022 que renovou a vigência do Fundo de Transporte e Habitação (Fethab) foi aprovado em segunda votação pelos parlamentares estaduais, em sessão plenária, nesta segunda-feira (19), na Assembleia Legislativa. O deputado estadual Thiago Silva (MDB) foi um dos que defendeu a permanência do fundo com prioridade na área de infraestrutura, na construção de casas populares e no fortalecimento da agricultura familiar.
A nova proposta que foi encaminhada para ser apreciada e sancionada pelo Poder Executivo Estadual, aponta que 80% da arrecadação será para a infraestrutura e habitação, 10% ao MT Par que será utilizado nos investimentos na duplicação da BR-163, 5% para o social e 5% para a agricultura familiar. Também, estará em vigor por quatro anos – até o dia 31 de dezembro de 2026.
“A Lei Kandir que isenta as exportações das commodities acabam tirando recursos destas áreas. Ela impõe a isenção dos principais produtos da nossa matriz econômica. Com isso, o Estado deixa de arrecadar impostos para a fonte 100, deixando de aplicar mais recursos em áreas essenciais como o social. É por isso que acho que é justo a permanência do Fethab para corrigir essa perca de arrecadação imposto por essa Lei”, explica o deputado.
Thiago Silva reforçou a continuidade da aplicação dos recursos para as áreas de infraestrutura devido aos avanços garantidos com a construção de pontes e melhorias nas estradas em Mato Grosso. “Nestes últimos anos, o Governo de Mato Grosso avançou na pavimentação asfáltica e construção de novas pontes. Todos esses resultados alcançados impactam diretamente na geração de empregos”, finalizou.
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Política MT
Ex-governador Mauro Mendes rebate senador Wellington Fagundes sobre obras da MT-170

Ex-governador Mauro Mendes
O ex-governador Mauro Mendes voltou a criticar o senador Wellington Fagundes em meio às discussões sobre as obras da MT-170, antiga BR-174, no estado de Mato Grosso.
Em declarações recentes, Mauro rebateu as críticas feitas pelo senador sobre a qualidade das obras executadas na rodovia e afirmou que a estrada permaneceu abandonada durante anos sob responsabilidade do Governo Federal. Segundo ele, a estadualização da via ocorreu justamente para garantir a retomada das obras e melhorar a trafegabilidade da região.
Mauro Mendes também acusou Wellington Fagundes de “faltar com a verdade” ao questionar o andamento dos serviços e destacou que, antes da intervenção do Estado, motoristas enfrentavam sérios problemas estruturais na rodovia, incluindo longos períodos de atoleiros e dificuldades de deslocamento.
O embate ganhou força após Wellington cobrar investigações sobre possíveis falhas na execução das obras e defender acompanhamento do Tribunal de Contas do Estado (TCE-MT) nos contratos relacionados à MT-170.
A discussão entre os dois líderes políticos amplia o clima de disputa política em Mato Grosso, principalmente diante das articulações visando as eleições de 2026.
Veja Vídeo:
Política MT
Cláudio Ferreira elogia deputado Nininho durante anúncio de recursos para a Santa Casa de Rondonópolis
Política MT
“RGA é direito” será o tema do Grande Ato dos servidores no dia 25 de maio

Servidores estaduais e municipais de vários locais do estado estarão em Cuiabá para participar na próxima segunda-feira(25) do Grande Ato do Movimento Sindical Unificado pelas ruas do Centro Político Administrativo, rumo ao Palácio Paiaguás, a partir das 14h.
O ato que tem como tema “RGA é direito. E direito se conquista com luta, mobilização e unidade!” quer chamar a atenção do governo para abrir mesa de negociação e ouvir as reivindicações dos servidores e debater alternativas para se resolver o caso dos consignados, as cobranças previdenciárias sobre aposentados e pensionistas e também o plano de cargos e salários de cada categoria. “São reivindicações históricas que geram insatisfação dos servidores de forma geral no estado. O governo não pode fingir que nada está acontecendo. São mais de 250 mil famílias impactadas mensalmente pela defasagem salarial provocada pelo não pagamento integral da Revisão Geral Anual (RGA)”, diz a presidente da Federação Sindical dos Servidores Públicos de Mato Grosso(FEESP-MT) Carmem Machado.
O Movimento Sindical Unificado também cobra uma mudança de postura do governador, Otaviano Pivetta em relação à adotada na gestão do governador Mauro Mendes em relação aos consignados. Os servidores relatam dificuldades financeiras provocadas por descontos elevados em folha, juros acumulados e falta de mecanismos de proteção aos trabalhadores endividados. Soma-se a isso a cobrança previdenciária sobre aposentados e pensionistas, tema que continua gerando forte indignação entre categorias do funcionalismo.
“Precisamos de uma resposta do governo. Abrir a mesa de negociações”, argumenta Carmem.
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