Política MT
Thiago Silva propõe a criação de programa para construção de creches para MT

Thiago Silva defende investimentos para a construção de creches nos municípios
Com o objetivo de garantir a educação na primeira infância para crianças de baixa renda e, assim, para que possam ter acesso ao ensino de qualidade em creches, o presidente da Comissão de Educação da Assembleia Legislativa e deputado estadual Thiago Silva (MDB) fez a indicação de n.º 2.614/2023 para a criação de um programa estadual e federal que contribuirá com os municípios na construção de creches. A reivindicação foi apresentada, em sessão plenária, na Casa de Leis e defendida em eventos que tratavam sobre educação, no Tribunal de Contas do Estado (TCE) e no Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT).
“Precisamos garantir o apoio aos nossos municípios, investir na construção de creches e pré-escolas para que não faltem vagas e, assim, garanta o acesso à educação e os direitos sejam mantidos para as nossas crianças com o estudo e a aprendizagem. Temos que garantir a alfabetização e prepará-las na idade certa para não termos contratempos no futuro. Trabalhar com a primeira infância é a base do que prevemos de um futuro promissor ao cidadão e um Estado mais justo, igualitário e de oportunidades”, posicionou o parlamentar.
Ele avalia que o programa vai permitir a redução da desigualdade social e as famílias terão acesso a serviços de cuidados infantis de qualidade desde os primeiros anos de vida. “A criação de um programa estadual e federal é garantir investimentos para que as nossas crianças tenham acesso à uma educação inclusiva e de qualidade, vai incluir políticas públicas, como a modernização e estruturação de creches, programas de nutrição infantil, assistência médica e psicológica, entre outras iniciativas que visem o bem-estar e o desenvolvimento infantil”, esclareceu Thiago.
Outro problema detectado pelo parlamentar é a falta de creches em tempo integral que acaba sendo um impasse para que as mães possam trabalhar. Além da falta de vagas, também temos a necessidade do funcionamento das unidades em tempo integral, cita o deputado. “Resolvendo essa situação em municípios que carecem de creches, vamos contribuir com a empregabilidade, a conciliação entre a vida familiar e profissional, impulsionar o desenvolvimento e a economia local, gerar empregos diretos e indiretos. Então, são vários fatores relacionados com a necessidade da criação deste programa de construção de creches municipais”, reforça.
De acordo com o presidente da Associação Mato-Grossense dos Municípios (AMM), Neurilan Fraga, ainda há muito a se fazer no Estado, pois há muitas crianças fora das creches. “Temos que oportunizar para que todas as crianças estejam dentro de um espaço escolar. Precisamos cobrar também do governo federal recursos financeiros para construção de creches. Temos muitas obras inacabadas. Lugar de crianças é na escola. Quero dar esse grito de alerta”, declarou.
A proposta de Thiago também visa garantir que as instalações das creches sejam projetadas para promover o desenvolvimento cognitivo, emocional, social e físico das crianças. Também, as unidades bem estruturadas podem oferecer programas educacionais que contribuam para a preparação das crianças para a vida escolar, favorecendo seu progresso acadêmico futuro.
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Política MT
Ex-governador Mauro Mendes rebate senador Wellington Fagundes sobre obras da MT-170

Ex-governador Mauro Mendes
O ex-governador Mauro Mendes voltou a criticar o senador Wellington Fagundes em meio às discussões sobre as obras da MT-170, antiga BR-174, no estado de Mato Grosso.
Em declarações recentes, Mauro rebateu as críticas feitas pelo senador sobre a qualidade das obras executadas na rodovia e afirmou que a estrada permaneceu abandonada durante anos sob responsabilidade do Governo Federal. Segundo ele, a estadualização da via ocorreu justamente para garantir a retomada das obras e melhorar a trafegabilidade da região.
Mauro Mendes também acusou Wellington Fagundes de “faltar com a verdade” ao questionar o andamento dos serviços e destacou que, antes da intervenção do Estado, motoristas enfrentavam sérios problemas estruturais na rodovia, incluindo longos períodos de atoleiros e dificuldades de deslocamento.
O embate ganhou força após Wellington cobrar investigações sobre possíveis falhas na execução das obras e defender acompanhamento do Tribunal de Contas do Estado (TCE-MT) nos contratos relacionados à MT-170.
A discussão entre os dois líderes políticos amplia o clima de disputa política em Mato Grosso, principalmente diante das articulações visando as eleições de 2026.
Veja Vídeo:
Política MT
Cláudio Ferreira elogia deputado Nininho durante anúncio de recursos para a Santa Casa de Rondonópolis
Política MT
“RGA é direito” será o tema do Grande Ato dos servidores no dia 25 de maio

Servidores estaduais e municipais de vários locais do estado estarão em Cuiabá para participar na próxima segunda-feira(25) do Grande Ato do Movimento Sindical Unificado pelas ruas do Centro Político Administrativo, rumo ao Palácio Paiaguás, a partir das 14h.
O ato que tem como tema “RGA é direito. E direito se conquista com luta, mobilização e unidade!” quer chamar a atenção do governo para abrir mesa de negociação e ouvir as reivindicações dos servidores e debater alternativas para se resolver o caso dos consignados, as cobranças previdenciárias sobre aposentados e pensionistas e também o plano de cargos e salários de cada categoria. “São reivindicações históricas que geram insatisfação dos servidores de forma geral no estado. O governo não pode fingir que nada está acontecendo. São mais de 250 mil famílias impactadas mensalmente pela defasagem salarial provocada pelo não pagamento integral da Revisão Geral Anual (RGA)”, diz a presidente da Federação Sindical dos Servidores Públicos de Mato Grosso(FEESP-MT) Carmem Machado.
O Movimento Sindical Unificado também cobra uma mudança de postura do governador, Otaviano Pivetta em relação à adotada na gestão do governador Mauro Mendes em relação aos consignados. Os servidores relatam dificuldades financeiras provocadas por descontos elevados em folha, juros acumulados e falta de mecanismos de proteção aos trabalhadores endividados. Soma-se a isso a cobrança previdenciária sobre aposentados e pensionistas, tema que continua gerando forte indignação entre categorias do funcionalismo.
“Precisamos de uma resposta do governo. Abrir a mesa de negociações”, argumenta Carmem.
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