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Análise crítica ao capitalismo com relação ao trabalhador moderno

Eduardo Alves
Em muitos aspectos o capitalismo precisa de avançar em direção a melhores condições aos trabalhadores.
O dia 1 de maio é um dia importante na vida de cada trabalhador / proletariado.
Em muitos países ( principalmente no sudeste asiático) os trabalhadores são tratados com salários muitíssimos baixos e carga horária extensa além disso, existe uma flexibilidade nos direitos trabalhistas, que funciona como atrativo as multinacionais/transnacionais.
Alguns aspectos dessa natureza fazem com que essa realidade configura – se similar a escravidão.
É similar pois o ganho financeiro é tão baixo que não muda a realidade financeira / socioeconômica do trabalhador.
Isso é reflexo da globalização e da máxima do “capitalismo selvagem” que busca alta lucratividade e para atingi – lá de tal maneira os salários baixos fazem coerentes a esse modelo.
Esse perfil de uso da força humana é possível graças ao alto contingente populacional que existe em alguns países subdesenvolvidos .
Esses países utilizam dessa característica de ser um país populoso, ter mão de obra barata, (o que o torna um grande mercado consumidor), atrelando a isso, insentivos fiscais com abertura /ausência de legislação ambiental. Tudo isso para se tornar um grande atrativo ao sistema produtivo contemporâneo.
Portanto, cabe a cada cidadão, trabalhador / proletariado fazer suas reflexões acerca dessa realidade e lutar, sempre, para a garantia de seus direitos trabalhistas.
Além disso, buscar novas e melhores condições de vida em meio a tanta exploração focada apenas no lucro máximo e gasto mínimo e, não, na distribuição de renda e qualidade de vida do trabalhador.
Eduardo Alves Soares, Formado em Geografia pela UFMT, Mestrado em Planejamento territorial pela UFMT, Especialização em História – Sociedade Política Cultura e Cidadania olhares transdisciplinares pela UFMT, Gestão Pública pela Anhanguera.
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Indústria que move sonhos e transforma vidas

Por Ulana Maria Bruehmueller
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IA na fiscalização tributária: o Fisco está mais inteligente, e o agro precisa estar preparado

Joao Carlos e Wanessa Zagner
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O infarto pode começar no intestino?

A descoberta científica que pode mudar a forma como entendemos o coração:
Durante muitos anos, acreditamos que o infarto começava apenas nas artérias do coração.Mas a ciência acaba de mostrar algo muito mais profundo:O intestino pode influenciar diretamente a gravidade de um infarto. E isso muda completamente a forma como enxergamos prevenção cardiovascular.
O QUE A CIÊNCIA DESCOBRIU?
Um estudo publicado na revista científica Cardiovascular Research mostrou que, após um infarto, ocorre uma comunicação intensa entre coração, intestino, microbiota e sistema imunológico.
Os pesquisadores observaram que:
o infarto altera a microbiota intestinal;
aumenta a permeabilidade do intestino;
bactérias e toxinas intestinais conseguem “vazar” para a circulação;
isso amplifica a inflamação do organismo;
e piora a lesão cardíaca.
Em outras palavras:O coração sofre e o intestino responde. Mas essa resposta pode aumentar ainda mais o dano cardíaco.
O “VAZAMENTO INTESTINAL” PODE AGRAVAR O INFARTO
Os pesquisadores identificaram aumento de uma substância chamada LPS (lipopolissacarídeo),
derivada de bactérias intestinais, no sangue de pacientes que tiveram infarto.
E o mais impressionante quanto maior o nível dessas toxinas:
maior o tamanho do infarto;
maior a inflamação;
pior a função do coração.
Isso reforça algo que a medicina cardiometabólica moderna já suspeitava:
O coração não funciona isolado ele conversa o tempo inteiro com o intestino, metabolismo, cérebro e sistema imunológico.
O QUE ISSO MUDA NA PRÁTICA?
Muda tudo. Porque prevenção cardiovascular não pode mais ser baseada apenas em:
colesterol;
pressão arterial;
remédios.
Hoje sabemos que:
inflamação intestinal,
microbiota desequilibrada,
resistência insulínica,
obesidade visceral,
alimentação ultraprocessada,
privação de sono,
estresse crônico
Também participam do risco cardiovascular. O cardiometabolismo moderno deixou de olhar apenas para “a doença”. Agora olhamos para o terreno biológico que constrói a doença.
O INTESTINO É UM DOS CENTROS DA INFLAMAÇÃO
O estudo mostrou que, após o infarto, ocorre aumento de bactérias inflamatórias no intestino e piora da barreira intestinal. Isso favorece:
inflamação sistêmica;
ativação exagerada do sistema imunológico;
maior dano ao músculo cardíaco.
É exatamente por isso que:
obesidade,
diabetes,
má alimentação,
sedentarismo,
sono ruim
Estão tão conectados ao risco cardiovascular.
A NOVA ERA DA PREVENÇÃO
A grande mensagem deste estudo é clara: O futuro da cardiologia será cada vez mais
cardiometabólico. Não basta apenas “desentupir artérias”.
Precisamos:
modular inflamação;
melhorar microbiota;
preservar massa muscular;
controlar glicose;
reduzir gordura visceral;
melhorar sono;
aumentar capacidade física;
restaurar metabolismo.
Porque o verdadeiro tratamento começa antes do infarto acontecer.
CONCLUSÃO
Seu intestino pode estar influenciando silenciosamente a saúde do seu coração todos os dias.
E talvez uma das maiores revoluções da prevenção cardiovascular moderna seja entender que:
saúde intestinal e saúde cardíaca estão profundamente conectadas.
Na medicina do futuro, prevenção não será apenas sobre remédios.
Será sobre Estratégia Metabólica.
Dr. Max Wagner de Lima Cardiologista — CRM 6194 | RQE 2308
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