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Confira as 5 multas mais absurdas já registradas no Brasil

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Quantos pontos você tem na sua carteira de motorista? Se um termo ficou popular na boca dos brasileiros nos últimos anos, este é “indústria da multa”. Concorde ou não com essa chamada indústria, fato é que elas têm aumentado em todo o Brasil. Vamos tomar a capital mineira como exemplo. Segundo as autoridades do Detran em Belo Horizonte (MG), autuações por desatenção cresceram 117%, e elas nem chegam a ser multas absurdas.

Neste tipo de penalidade, podemos incluir motociclistas que andam com a viseira do capacete levantada ou motoristas que estão procurando algo dentro do carro. Mas hoje falaremos de um tipo um pouco mais raro de autuação. A reportagem do iG Carros elege as multas absurdas
já registradas em solo brasileiro. Prepare-se para um verdadeiro festival de bizarrices.

1 – Sem cinto na motocicleta

Imagine ser multado por não dirigir uma moto sem cinto de segurança. Infelizmente, multas absurdas assim acontecem com certa frequência em algumas cidades.
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Imagine ser multado por não dirigir uma moto sem cinto de segurança. Infelizmente, multas absurdas assim acontecem com certa frequência em algumas cidades.

O motoboy Renato dos Santos Alves foi multado por dirigir sua Honda CG 125 sem cinto de segurança em Cuiabá (MT), recebendo cinco pontos na carteira de motorista. Evidentemente, trata-se de um claro erro de identificação, que logo foi corrigido pela Secretaria de Trânsito e Transportes Urbanos do município.

Por incrível que pareça, isso é muito comum no Brasil. Em Pouso Alegre (MG), um condutor também foi multado por pilotar sua motocicleta esportiva Suzuki GSR125 sem cinto de segurança. Identificado, o proprietário da motocicleta disse nas redes sociais que já foi multado pelo mesmo motivo em outras ocasiões.

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2 – CET multa a GCM, que é multada pela Polícia Militar

Algumas das multas absurdas foram trocadas entre Guarda Civil Metropolitana, Policia Militar e CET
Divulgação

Algumas das multas absurdas foram trocadas entre Guarda Civil Metropolitana, Policia Militar e CET

Em 2009, um episódio pra lá de curioso se desenrolou no centro de São Paulo. Conforme registrado pelo programa Radar SP, da Rede Globo, uma viatura da Guarda Civil Metropolitana estava estacionada em local irregular enquanto acompanhavam uma paciente que estava sendo internada no Hospital Pérola Byington. Um agente da CET parou sua caminhonete em frente a uma placa de “proibido estacionar”, e exigiu que a Guarda Civil Metropolitana retirasse a viatura de onde estava parada.

Foi então que, em frente às câmeras, a CET aplicou uma multa na Guarda Civil Metropolitana enquanto outro agente da Polícia Militar  autuava o CET por ter estacionado a picape em local proibido.  Procure pelo vídeo no YouTube para conferir na íntegra.

3 – Gol supersônico

O VW Gol que bate qualquer superesportivo passou muito rápido em um radar, gerando uma das multas absurdas
Reprodução

O VW Gol que bate qualquer superesportivo passou muito rápido em um radar, gerando uma das multas absurdas

Se uma versão do Gol pode ser descrita como a mais emblemática de todos os tempos, essa é a GTI, da década de 1990. Mas de acordo com alguns registros de multa dos estados de Santa Catarina e Rio de Janeiro, este talvez não tenha sido o VW Gol mais esportivo da história.

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O advogado Jucilei Menezes circulava com seu compacto da Volkswagen em uma via de 40 km/h, na cidade de Blumenau (SC). Um erro de programação no radar fez com que o aparelho registrasse incríveis 4.800 km/h. Ou seja, quatro vezes a velocidade do som. Poucos dias depois, Rafael de Andrade foi autuado em Niterói (RJ) por estar dirigindo a 880 km/h em uma via em que o limite de velocidade é de 60 km/h. Para que comprar um superesportivo Koenigsegg Agera se por muito menos é possível levar um Gol?

4 – Multado por chupar bala?

Depois de não encontrar motivo para multar um motorista de um Porsche, a polícia resolveu dar uma penalidade por causa de uma bala de menta. Uma das multas absurdas que geraram polêmica
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Depois de não encontrar motivo para multar um motorista de um Porsche, a polícia resolveu dar uma penalidade por causa de uma bala de menta. Uma das multas absurdas que geraram polêmica

Cuidado com a próxima vez em que for colocar uma bala de menta na boca enquanto estiver dirigindo. Um motorista chamou atenção enquanto circulava com seu cupê esporto Porsche Cayman na região de Sorocaba, no interior de São Paulo. Neste momento, uma viatura da Polícia Rodoviária emparelhou ao lado do utilitário esportivo alemão. Quando o motorista colocou uma bala na boca, os oficiais mandaram encostar.

Em uma postagem no Facebook, o condutor afirmou que os policiais ficaram meia hora checando todos os detalhes do esportivo, até decidirem aplicar uma multa por ter pegado uma bala enquanto dirigia. Conforme publicado pelo site Último Segundo, do portal iG, na época, o caso ganhou repercussão entre os leitores pela falta de “senso”, uma vez que colocar uma bala na boca pode ser uma ação tão rápida quando ajustar a temperatura do ar-condicionado, ou ajeitar os óculos, por exemplo.

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5 – Sem capacete em um Uno

Uma das multas absurdas da lista envolve motoristas de automóveis que circulavam sem capacete
Reprodução

Uma das multas absurdas da lista envolve motoristas de automóveis que circulavam sem capacete

Andar de motocicleta sem capacete pode ser uma das coisas mais imprudentes que uma pessoa pode fazer. É como se o condutor não lembrasse que, em uma motocicleta, a sua cabeça é o para-choque. O empresário Robério Lima sentiu na pela como é levar uma autuação por circular sem capacete. O único problema é que ele estava em um hatch compacto Fiat Uno.

Junto do documento da notificação, veio a explicação de que o motorista não estava usando cinto de segurança. No entanto, no campo de observação está escrito “veículo em movimento, vidros baixos, condutor não utilizava o capacete de uso obrigatório”. Após o caso ganhar a mídia, a Autarquia Municipal de Trânsito de Fortaleza reconheceu uma falha no sistema e tomou as devidas providências para corrigir uma entre as multas absurdas
.

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“Depois de três anos casada, meu marido saiu do armário”, relata fisioterapeuta carioca

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Foto: Reprodução

Do site Maria Claire – “Sempre fui uma menina romântica, que sonhava em me casar e formar uma família. Fui criada pela minha avó com muita rigidez. Durante a adolescência, só tive namoros longos. No fim de 2009, quando me formei em fisioterapia, aos 22 anos, conheci Rafael, que era enfermeiro no hospital em que eu trabalhava. Ele era carinhoso e me pareceu uma pessoa boa, sensata. No início, não fiquei interessada, mas ele insistiu tanto para sair comigo que acabei cedendo — parecia realmente apaixonado por mim. Depois de alguns encontros, começamos a namorar.

Pouco depois, no entanto, comecei a ouvir comentários relativos à sua sexualidade. Muita gente dizia que ele parecia ser gay, mas não dei bola. Era muito nova ainda e não percebia nada demais nas atitudes dele. Mas como o povo não parava de fazer piadinhas maldosas, resolvi conversar com ele sobre o assunto. Ele negou de pé junto, disse que se tratava de pura inveja e intriga da oposição. Como já estava totalmente envolvida, acreditei nele

Em janeiro de 2010, na volta de uma viagem para praia, ele me pediu em casamento. Fiquei surpresa, nem estávamos a tanto tempo juntos… Ele alegou que nós dois já vínhamos de relacionamentos anteriores longos e por isso não deveríamos esperar muito tempo para subir ao altar. Quatro meses depois, nos casamos. Com vestido de noiva, igreja, festa e tudo mais que tínhamos direito. Passamos a lua de mel em Buenos Aires, foi um sonho. Tudo parecia perfeito no primeiro ano de casada. Vivíamos superbem, estávamos entrosados na cama e fora dela.

Exatamente um ano depois do nosso casamento, em maio de 2011, nasceu nossa primeira filha. Nessa mesma época, minha sogra faleceu de câncer. E os problemas começaram a aparecer.

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A chegada de nossa segunda filha, em março de 2012, coincidiu com sua brusca mudança de comportamento comigo. Rafael dizia que eu havia engravidado de propósito, como se isso fosse algum castigo. Com isso, começaram as agressões verbais, as brigas, o descaso e o abandono. Ele começou a chegar muito tarde em casa, inventava mil plantões no hospital, falava que estava sempre trabalhando. Nessa época, pedi demissão para cuidar das meninas e mergulhei numa depressão profunda.

Nas duas gestações engordei bastante, desenvolvi hipertensão e hiperêmese gravídica (uma complicação da gravidez que causa vômitos e sensação de desmaio), chegando até a ficar internada muitas vezes. O descaso dele era tanto que, quando nossa segunda filha nasceu, ele não queria pegar a criança no colo. Dizia que seu choro era chato, irritante e ainda que ela era feia. Era uma total rejeição absoluta. Nossa relação ia de mal a pior, nem sexo nós fazíamos mais. Me lembro que ele me humilhava de todas as formas, vivi o caos!

Em dezembro de 2012, minha caçula teve uma pneumonia e ficou internada. Quando teve alta, ele pediu a separação. Até então, éramos da igreja e frequentávamos os cultos evangélicos. Desesperada, recorri ao pastor que fez com que ele voltasse atrás. Mantivemos o casamento, mas ele sempre inventava plantões atrás de plantões para justificar sua ausência em casa. E continuava sem me tocar. A relação homem e mulher já não mais existia. Eu suportava isso por causa das crianças, mas não era fácil.

Em fevereiro de 2013, após voltar de um culto na igreja, peguei seu telefone enquanto ele dormia — dias antes, vi Rafael digitando sua senha de bloqueio. Algo dentro de mim dizia que ali descobriria o que o fez se afastar de mim e da nossa família. Não deu outra. Haviam várias trocas de mensagens dele com outro homem. Fiquei chocada! Constatei que ele havia me traído com um cara e que, inclusive, os dois tinham viajado juntos para praia. Percebendo que eu estava demorando no banheiro e que seu telefone não estava mais ao lado da cama, ele começou a esmurrar a porta para que eu abrisse. Dei um ‘print’ em tudo, encaminhei para o meu celular e abri a porta.

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Sem saída, Rafael confessou a traição. Disse então que aquela não tinha sido a primeira vez, mas que nunca havia tido coragem de me contar. Ainda teve a cara de pau de dizer que podíamos manter o nosso casamento, mas que continuaria saindo com outros homens. De acordo com suas próprias palavras, por causa da provável desaprovação da mãe, ele já havia reprimido esse desejo por muito tempo.

Fiquei em estado de choque. Passei dias sem comer nem tomar banho. Paralisada em frente à TV assistindo àqueles programas evangélicos, na esperança de que tudo aquilo fosse um pesadelo. Minha mãe teve que buscar minhas filhas, estava totalmente fora de mim, não tinha condição alguma de cuidar delas. Não conseguia aceitar. Depois de três anos casada, meu marido havia saído do armário.

Depois disso, ele me pediu um prazo para sair de casa, organizar sua vida e procurar um canto pra viver. Nesse período, foram sumindo várias coisas sem que eu percebesse. Os presentes que havíamos ganhado no casamento desapareceram. E, como se não bastasse toda a humilhação de ser trocada por um homem, o safado ainda começou a me difamar no Facebook, no hospital onde eu trabalhava… Dizia a todos que estávamos nos separando porque eu o havia traído com meu ex noivo, pode?

Se passaram dois meses até eu sair do choque, mas esse dia chegou. Aí dei um basta! Expulsei Rafael de casa. Ele foi, mas me deixou com as dívidas que fez em meu nome enquanto éramos casados. Algumas pago até hoje, seis anos depois de separada, como a de um carro que ele comprou e não pagou. Acredito que ele só pague a pensão das meninas por medo de ir preso. Raramente dá algum presente para elas.

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Elas sabem que o pai é gay, não gosto de esconder nada das minhas filhas. Já estão com sete e oito anos e passam os fins de semana com Rafael a cada 15 dias. Parece que agora ele se assumiu mesmo. Menos mal!

Há dois anos, descobri como é ser amada e respeitada por um homem. Reencontrei o Leonardo, meu primeiro namorado ainda da época escola. Ele é marceneiro e me adicionou nas redes sociais após minha separação. Na época, comprei um armário novo para o quarto das meninas e chamei ele para montar. Começamos a nos falar sempre, até que marcamos um jantar. Nunca mais nos largamos. Depois de dez meses, ele veio morar comigo.

Em dezembro de 2017, já estava divorciada e nos casamos no civil. De véu e grinalda, com festa, tudo como manda o figurino. Leonardo, meu atual marido, é um supercompanheiro, íntegro e sincero. E se dá muito bem com minhas filhas.  O filho dele Patrick, de 14 anos, também mora com a gente. Ele tem síndrome de ‘Gorlin-Goltz’, uma doença rara que atrapalha o desenvolvimento, e perdeu a mãe ano retrasado.

Também voltei a estudar, estou no terceiro período de direito. Quero ser advogada para ajudar todas as mulheres que passam por situações humilhantes, como eu. Tive alta da terapia, e não tenho mais vergonha do que vivi. Tudo foi muito doído, mas me fez crescer imensamente e me tornar a mulher forte e determinada que sou hoje.”

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Como surgiu o Dia do Amigo ?

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O Dia do Amigo foi criado em 1969 na Argentina pelo médico Enrique Ernesto Febbraro. Ele se inspirou na chegada do homem à lua, em 20 de julho de 1969, que muitos viam como uma oportunidade de fazer amigos em toda parte do Universo.

O argentino durante um ano, divulgou o lema “Meu amigo é meu mestre, meu discípulo e meu companheiro” e enviou cerca de quatro mil cartas para diversos países e idiomas com o intuito de oficializar o Dia do Amigo.

Aos poucos a data foi sendo adotada em outros países e hoje, em quase todo o mundo, o dia 20 de julho é o Dia do Amigo.

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Mulher tem casa apedrejada por vizinhos após trocar senha do Wi-fi

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Um caso pra lá de inusitado foi registrado na Colômbia. Uma mulher teve a casa apedrejada após trocar a senha do Wi-Fi da residência

onde mora. Segundo a proprietária da casa, ela nunca recebeu o valor acordado com a vizinha para que ela pudesse usufruir do Wi-Fi.

Após a troca da senha, a vizinha foi tirar satisfação e deu início a uma grande confusão. A polícia foi chamada e a mulher que começou a confusão foi reconhecida por já cumprir prisão domiciliar.

Uma mulher grávida de seis meses, que estava na rua no momento da briga, foi atingida por uma pedra e levada para o hospital.

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