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Deputado defende ações para o desenvolvimento sustentável e compensação ambiental

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Mato Grosso é o único estado do país que possui três biomas: Pantanal, Cerrado e Amazônia. Membro titular da Comissão de Meio Ambiente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso, o deputado Wilson Santos (PSD) demonstrou grande preocupação com a redução da superfície de água na região pantaneira e o aumento da degradação ambiental, incluindo o desmatamento e as queimadas, nos últimos anos, o que torna uma ameaça à biodiversidade existente.

Ao analisar o estudo feito pelo MapBiomas Água e o levantamento inédito da ArcPlan, apoiado pela WWF, que apontam que o estado perdeu cerca de 290 mil hectares de área de superfície de água, no ano de 2024, mais que outras regiões brasileiras, devido à estiagem e à ausência de um período de cheia, o parlamentar esclarece que estes fatores contribuem para a crise hídrica do Pantanal.

“O Pantanal mato-grossense perdeu aproximadamente 50% da sua área de água, nos 40 últimos anos. Isso ocorre porque o bioma é uma caixa receptora de água, não produtora. O Pantanal está a uma média de 120 metros acima do nível do mar e suas águas provêm de Chapada dos Guimarães, Nova Brasilândia, Rosário Oeste, Serra Azul, Nobres, São Vicente e Campo Verde. Com a seca, pode haver mudanças climáticas e o desordenamento quanto ao uso e ocupação territorial nas áreas da bacia”, explica.

Wilson destaca que as cabeceiras e nascentes do Pantanal estão sendo impactadas pelo avanço da agricultura e pecuária, agravando a degradação ambiental. Ele também ressalta que o último período de cheia ocorreu em 2018 e que a seca prolongada tem favorecido a propagação de incêndios florestais.

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“Precisamos abrir os olhos para essa região do Planalto Pantaneiro, onde as fontes de água já estão sendo ameaçadas pela agropecuária e pelo fogo. Essa é uma luta que estamos travando e precisamos investir em ações mais efetivas e que promovam o desenvolvimento sustentável, sem prejudicar nenhum dos lados”, declara.

Em relação ao Projeto de Lei Complementar nº 18/2024 que está em fase de adequação para garantir conformidade com a legislação ambiental e segurança jurídica aos produtores rurais, através de um grupo de trabalho que atua junto à Secretaria Estadual de Meio Ambiente (Sema) para viabilizar a aprovação pelo Governo de Mato Grosso, o deputado se posicionou firmemente contra qualquer medida que possa causar impactos negativos ao meio ambiente.

“É fundamental sensibilizar e conscientizar a população sobre a importância da preservação ambiental e da promoção do desenvolvimento sustentável. A nossa luta específica é contra a mudança de parte significativa da Amazônia e do Cerrado mato-grossense. Isso é um absurdo e é um crime ambiental. Esse projeto avançou na Assembleia Legislativa de maneira surpreendente e que poderá reduzir a área de florestas para expandir o Cerrado, facilitando o avanço da agropecuária”, critica.

Diante desse cenário preocupante, Wilson Santos reforça a necessidade de ações concretas para mitigar os impactos ambientais e garantir um futuro equilibrado para as próximas gerações. Ele defende investimentos em fiscalização, educação ambiental e políticas públicas que incentivem práticas sustentáveis, assegurando a preservação dos biomas e a qualidade de vida da população mato-grossense.

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Fonte: ALMT – MT

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Deputada Marildes apresenta projeto para hospitais divulgarem direitos dos idosos hospitalizados

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A deputada professora Marildes Ferreira (PSB) apresentou, na sessão plenária do dia 4, projeto de lei para estabelecer que os hospitais públicos e privados do Estado de Mato Grosso fixem informações em seu interior sobre os direitos dos idosos hospitalizados.

“Nós não podemos esquecer dos nossos idosos, que um dia foram crianças. Hoje são idosos, e que estão excluídos do meio da sociedade e estão abandonados pelas suas famílias”, alerta a deputada Marildes Ferreira.

De acordo com o projeto proposto, as informações devem estar em local visível e de fácil acesso aos usuários e seus acompanhantes. Os direitos dos idosos a serem divulgados devem ser aqueles previstos em normas federais, estaduais e municipais. A divulgação deve ter ainda endereço e contatos de instituições de proteção do idoso e sua respectiva circunscrição ou abrangência territorial.

“Nós sabemos que hoje a situação da pessoa idosa no Brasil e em Mato Grosso é uma questão muito séria. São casos de agressão, da família que toma conta da aposentadoria do idoso e idosa. O idoso que passa fome, necessidade”, lamentou ao apresentar o projeto nesta semana.

“Os direitos da pessoa idosa não são respeitados dentro da saúde, nos bancos e nas filas prioritárias”, citou Marildes Ferreira como exemplo. A parlamentar foi secretária de Saúde de Rondonópolis entre 2013 e 2016, na gestão do ex-prefeito Percival Muniz e presidiu o Conselho da Pessoa Idosa de Rondonópolis de janeiro de 2021 a janeiro 2025. Além de vereadora entre 2021 e 2024. É professora e historiadora.

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Abandono – Na condição de presidente do Conselho da Pessoa Idosa de Rondonópolis, até janeiro de 2025, a deputada Marildes teve “a oportunidade de conviver por quatro anos com todas essas dificuldades” mencionadas.

“Uma delas é o abandono dos idosos dentro dos hospitais públicos e privados. Então é preciso que os hospitais informem, com a fixação de informação, sobre os direitos dos idosos. Informar que ali tem um idoso hospitalizado”, sugeriu.

Ela relembra sobre o processo natural da necessidade de proteção do cidadão ao longo da sua vivência. “Nós precisamos cuidar dos nossos idosos. Nós falamos e pedimos políticas e proteção para nossas crianças, como do autismo, que é inclusão”, lembra a deputada Marildes Ferreira.

Fonte: ALMT – MT

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Wilson Santos apoia o projeto “Despertar para o Autismo” que beneficia milhares de pessoas

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Foto: Samantha dos Anjos

No mês de alusão ao Dia Mundial de Conscientização do Autismo, comemorado no dia 2 de abril, o deputado estadual Wilson Santos (PSD) destaca o projeto “Despertar para o Autismo”, que conta com o seu apoio e é desenvolvido desde 2022. A ação que realiza importantes palestras, oficinas criativas, workshops e rodas de conversas sobre o tema, já atendeu mais de mil pessoas envolvendo famílias, crianças com autismo, profissionais das áreas da educação e saúde, entre outros diferentes públicos em debater sobre o assunto.

“Existem autistas com uma inteligência muito acima da média. Tivemos gênios da humanidade, músicos, pintores, atletas, médicos e políticos que eram autistas. A exemplo do médico rondonopolitano, Enã Rezende, e o estudante Larrone que conheci e estuda Engenharia de Transportes. E muitas vezes, não foram incluídos no campo social. O autismo tem tratamento e terapias, que amenizam a situação para dar melhor qualidade de vida e bem-estar para o cidadão. Ninguém é igual a ninguém e precisamos respeitar. Continuaremos lutando para garantir a inclusão social e a proteção dos direitos dos autistas”, comentou o parlamentar que já destinou o total de R$ 200 mil em emendas para executar o projeto com as comunidades locais.

Juliana Fortes, presidente do Instituto Psicossocial Renascer do Autismo (IPRA), diz que só tem que agradecer ao deputado por ser sensível à causa do autismo. “Eu consigo falar do Wilson Santos que, realmente, na Casa de Leis, levanta a bandeira do autismo. Em 2018, cheguei na Assembleia Legislativa para pedir socorro por mais políticas públicas de inclusão efetiva e afetiva para os autistas. Meu filho foi diagnosticado em 2015, mas antes foram noites em claro buscando atendimento e pronto-atendimento, porque meu filho não dormia. Hoje, tenho força para disseminar informações para ajudar outras famílias e tenho esse apoio do deputado”, disse.

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O projeto “Despertar para o Autismo” já foi realizado em vários bairros de Cuiabá, com objetivo de compreender a rotina do dia-a-dia de famílias, cuidadores ou responsáveis por crianças autistas. A finalidade da iniciativa é proporcionar debates sobre o tema, com trocas de experiências e entender melhor sobre o Transtorno de Espectro Autista (TEA). Os participantes e interessados não têm nenhum custo, pois a ação é totalmente gratuita, e recebem material informativo sobre o tema.

Fonte: ALMT – MT

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TV Assembleia lança série especial sobre prédios históricos para homenagear Cuiabá

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A TVAL da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) vai começar a apresentar aos mato-grossenses uma série de reportagens em homenagem ao aniversário de 306 anos de Cuiabá, que será comemorado na próxima terça-feira (8). As matérias têm como destaque cinco prédios que marcaram o passado da capital mato-grossense e continuam tendo a mesma importância na atualidade, sendo verdadeiros patrimônios históricos e culturais.

As produções vão começar a ser exibidas na programação da próxima segunda-feira (7) e seguem durante toda a semana de aniversário, com estreia às 12h30 e reprise às 21h20.

A emissora é um canal de comunicação pública e você poderá assistir pela nos canais: 30.1 e 30.2 (Aberto HD Digital), 3.2 (Rede Legislativa) e 10 (NET TV). É importante lembrar que para aqueles que não puderem acompanhar o material pela tevêV, é possível assistir os vídeos pelo canal da TV AL no YouTube: www.youtube.com/tvassembleiamt .

O idealizador do projeto, Jorge Albert, destaca o caráter coletivo do trabalho, que envolveu pelo menos 10 profissionais na produção. Segundo Jorge, há cerca de sete anos a equipe faz essa homenagem a Cuiabá e que já foi enfatizada a comida típica, danças, personalidades ilustres da cuiabania e muitos outros temas.

“Esse ano nós definimos por mostrar prédios que tiveram importância na história e ainda hoje têm função pública no estado. Então a gente resolvemos contar um pouco da história do Colégio Liceu Cuiabano, do Palácio da Instrução, do Museu da Caixa d’Água Velha, do prédio dos Correios e do Mercado do Peixe, que foi na realidade onde começou a história comercial de Cuiabá”, explicou Jorge, ao agradecer o envolvimento de todos os colegas no projeto, bem como do superintendente da TVAL, Jaime Neto.

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A jornalista Lina Carvalho, que participou do projeto, acrescenta que a oportunidade de conhecer mais sobre esses edifícios históricos tão representativos da cultura cuiabana foi muito enriquecedor.

“Alguns prédios eu já conhecia, outros eu ainda não havia entrado, como o Museu do Rio (antigo Mercado do Peixe) ou o Museu da Caixa D´água Velha. Ouvir causos e curiosidades sobre esses monumentos in loco fez a diferença, uma experiência gratificante para toda a equipe. A gente espera que assim também seja para os cuiabanos e todos que assistirem o material”, afirmou a jornalista.

Conheça os prédios icônicos que revelam um passado no presente em Cuiabá:

Agência Central dos Correios – na Praça da República, centro de Cuiabá foi construída em 1937 para ser um dos cartões postais da cidade. Primeiro edifício em estilo art déco da cidade. O local também marca uma virada na paisagem urbana do Centro Histórico, com construções em sua maioria em estilo colonial e eclético.

Escola Estadual Liceu Cuiabano – a imponência de um prédio da década de 1940, em estilo arte déco, situado na Avenida Presidente Marques, bem no centro do Bairro Quilombo, se destaca entre os prédios modernos da paisagem urbana e é parte integrante da história e da cultura da cidade. A escola é uma das protagonistas desses 306 anos de Cuiabá e leva o nome de Maria de Arruda Müller.

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Mercado do Porto – construído em 1899, o depósito comercial deu origem ao mercado público. E de mercado público a mercado onde se limpavam e vendiam os pescados vindos do rio Cuiabá, na Orla do Porto. Atualmente, o edifício histórico tombado em 1986 faz parte do Complexo Turístico Museu do Rio Cuiabá Hid Alfredo Scaff.

Palácio da Instrução – em 1914, sobre as ruínas de um antigo quartel, foi construído um edifício cuja razão de existir já estava em seu próprio nome: Palácio da Instrução, em estilo neoclássico, a construção representava a ideia de progresso por meio da educação, com a criação de grupo escolares em vários estados brasileiros.

Museu Morro da Caixa D’água Velha – a antiga caixa d’água foi o primeiro sistema de abastecimento público sem tratamento, inspirado em um aqueduto romano. Ela foi desativada em 1940, funcionando por cerca de 60 anos. A estrutura é feita em pedra canga e tijolinho maciço, sem qualquer uso de ferragens ou cimento.

Fonte: ALMT – MT

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