Pesquisar
Feche esta caixa de pesquisa.

Mato Grosso

Educação, qualificação e emprego são armas para evitar que presos sejam cooptados em prisões

Publicado

Para mostrar que a segurança pública também depende da colaboração da sociedade, o Grupo de Monitoramento e Fiscalização (GMF) do Poder Judiciário, coordenado pelo desembargador Orlando Perri, vistoria as 55 unidades prisionais do Estado. De 05 a 06 de agosto, o grupo e a equipe da Secretaria de Segurança Pública visitaram a Penitenciária de Água Boa, Cadeia Pública Feminina de Nova Xavantina e a Cadeia Pública de Barra do Garças.

“Tá com dó de bandido? Leva para casa!”. Quem nunca ouviu essa frase, concordando ou não com ela? Máximas como essa, de que o criminoso é a escória da sociedade e deve ‘mofar’ na cadeia, também contribuem com o cenário de violência e criminalidade em Mato Grosso. As visitas são realizadas exatamente para mostrar para empresários, comerciantes e poder público municipal, que a segurança pública não cabe apenas às policiais, sistema prisional e Judiciário.

“Não existe prisão perpétua no Brasil. Não existe pena de morte no Brasil. Uma hora essas pessoas vão deixar as cadeias e vão voltar para a sociedade. Como queremos que elas voltem?”, disse o desembargador Orlando Perri.

Ele também argumentou que a sociedade deve parar de olhar para os presídios como bolsões de lixo, como se essas pessoas nunca fossem voltar para a sociedade, pelo contrário, vão voltar pior do que entraram e vão permanecer no crime.

“Só o Poder Executivo não suporta mais, temos quase 12 mil presos e pouco mais de 6 mil vagas. A sociedade também precisa se envolver para combater a violência, reduzir a criminalidade, que está deixando todo mundo neurótico”, argumentou o magistrado.  

Veja Mais:  Contas de gestão de Mauro Curvo frente à PGJ são julgadas regulares pelo TCE

Estratégias contra o crime

Educação escolar, cursos de qualificação e emprego são as armas que devem ser utilizadas para combater o ingresso de presos em grupo criminosos. Mesmo com dificuldades e com muito trabalho dos agentes penitenciários, juízes e promotores locais, algumas iniciativas têm dado certo e contribuído para evitar novas conversões ao crime organizado.

A Fundação Nova Chance (Funac), unidade vinculada à Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp-MT), tem atualmente 33 contratos com empresas privadas e órgãos públicos de Mato Grosso para a utilização de mão de obra de reeducandos em atividades laborais diversas. Ao todo, são 608 presos dos regimes semiaberto e fechado, entre homens e mulheres, trabalhando com remuneração mensal.

Oficina de corte e costura na Penitenciária Major Zuzi Alves da Silva, em Água Boa

Mato Grosso tem o maior índice de presos estudando no país, com 27,95% da população carcerária e o terceiro do país em quantidade de presos trabalhando, com 24,6% do contingente.

Presos são mais comprometidos

Trabalhar faz toda a diferença para evitar não que o custodiado seja arregimentado por grupos criminosos, mas também traz alento na remição da pena, pois a cada três dias de trabalho significam um dia a menos na prisão. Além disso, quando o reeducando deixa a unidade, ele tem um recurso financeiro, graças ao trabalho desenvolvido.

O salário do preso é pago pelas empresas em três contas. Um terço ele pode movimentar, o outro ele pode indicar um dependente para poder usar o recurso, o que é opcional, e a terceira vai para a conta pecúnia, que é tipo uma poupança, que ele saca ao deixar o sistema penitenciário.

Veja Mais:  Mato Grosso registra abertura de 2.727 novas indústrias em 2025

Trabalhando há quatro meses na Companhia Vale do Araguaia, que desde 2010 emprega mão de obra carcerária, Donizete Alves da Silva, 60 anos, disse que o trabalho tem feito diferença na vida dele. Além da remição, do salário, sair do presídio e voltar apenas para dormir depois de um dia de trabalho, é dignificante.

“Essa porta que a Fundação Nova Chance nos abre é muito importante, é muito bom e muito viável e só temos que agradecer a direção do presídio que dá para quem quer trabalhar e mudar de vida”, avaliou Donizete

O coordenador administrativo da Companhia do Vale do Araguaia, Antônio Honorato, comentou que os reeducandos são os funcionários mais comprometidos na empresa. Eles não faltam, obedecem as ordens e desde 2010, já passaram pela empresa quase 500 presos e apenas um caso de reincidência entre os trabalhadores foi registrado. “Ele tentou fugir, mas foi um caso isolado, eles são muito esforçados”, elogiou.

Todos os dias, um ônibus da empresa faz o transporte dos presos da Penitenciária da Major Zuzi Alves da Silva para a fazenda onde há plantações de teca. Oito atuam na agroindústria da companhia e os outros 31 atuam na fazenda.

Novas parcerias

O secretário de Estado de Segurança Pública, Alexandre Bustamante, disse que o sistema penitenciário tem vários parceiros no Estado e que a visita do GMF é importante para difundir as boas práticas do sistema penitenciário e discutir os problemas pontuais de cada unidade.

Veja Mais:  Conselheiro Guilherme Antonio Maluf é nomeado membro da 1º Câmara de Julgamentos

“A gente percebe que a Penitenciária de Água Boa tem um potencial muito grande que poderia ser melhor empregado em alguns programas sociais como, por exemplo, utilizar mais mão-de-obra nos programas. A horta onde só tem três reeducandos, poderia ter 10 trabalhando e produzindo mais alimento, inclusive para a sociedade. A marcenaria que tem apenas cinco reeducandos, tem potencial para 15 reeducandos. Vamos buscar mais parceiros e ofertar mais vagas intramuros e fora da unidade”.

Por meio de parceria, a Companhia Vale do Araguaia quer implantar uma fábrica de painéis de madeira dentro da unidade. Para isso, resta ao Conselho da Comunidade registrar a ata, melhorar a demanda de energia elétrica para a empresa implantar a fábrica. Inicialmente é possível contratar 10 reeducandos, mas caso haja trabalho em turnos, o número pode ser ainda maior. 

Reeducando é empregado em unidade de serralheira de empresa agroflorestal, em Água Boa

As prefeituras tem sido grandes parcerias, destacou o secretário. “Em Rondonópolis, hoje tem quase 100 reeducandos trabalhando e tem potencial para mais 200. A prefeitura de Cuiabá hoje tem mais de 100 reeducandos e com potencial para contratação de 600 reeducandos, então essas parcerias estão evoluindo, mas uma coisa que muitas vezes limita a ampliação de presos trabalhando, é o perfil. Não é qualquer um que tem condições, precisar ter perfil”.

Mato Grosso

Júri é remarcado depois que defesa abandona plenário em julgamento de filho de ex-deputado

Publicado

A sessão de julgamento de Carlos Alberto Gomes Bezerra, acusado pelo feminicídio de Thays Machado e pelo homicídio qualificado de Willian Cesar Moreno, foi remarcada para o dia 31 de julho, às 9h, após a defesa abandonar o plenário nesta terça-feira (21). Mais uma vez, os advogados tentaram o adiamento do julgamento, o que foi indeferido pela juíza Monica Catarina Perri Siqueira, presidente da sessão, sob o argumento de que não havia justificativa plausível para a redesignação da data.

Segundo a magistrada, os advogados tiveram um prazo de 15 dias para analisar os documentos juntados aos autos. Ela ressaltou que a maior parte dessas informações já constava no processo e que a alegada falta de acesso a um despacho específico sobre prisão domiciliar não acarretaria prejuízo real, uma vez que a decisão sobre o tema também integra os autos.

“O advogado, quando assume a substituição no processo, o recebe no estágio em que ele se encontra. O processo não recua, ele tem que andar para a frente”, afirmou Monica Perri. Após anunciar a nova data do júri, a magistrada determinou que, caso não haja um advogado constituído apto para atuar na sessão, a Defensoria Pública deverá estar preparada para assumir a defesa na data prevista. Todos os presentes saíram intimados do plenário.

A acusação seria conduzida pelos promotores de Justiça Vinicius Gahyva Martins e Élide Manzini de Campos, integrantes do Núcleo de Defesa da Vida do Ministério Público de Mato Grosso (MPMT). O réu era defendido pelos advogados Elson Marcelino da Silva Júnior, Larice Cristine, Melissa de Oliveira Machado e Gabriel Gouvea Neno Reiff.

Veja Mais:  Força Tática forma 32 militares no curso de Técnicas de Apoio Policial em Cuiabá

Manobra – Ainda no plenário, o promotor de Justiça Vinicius Gahyva Martins sustentou que o acesso a processos externos é responsabilidade da defesa e que as questões relacionadas ao habeas corpus e à prisão domiciliar já foram resolvidas, não havendo justificativa para o adiamento do júri. Ele destacou o papel do Ministério Público como fiscal da lei, com a missão de assegurar direitos e preservar a imagem das vítimas perante a coletividade. Também se posicionou contra o abandono do plenário, ressaltando que a realização de um Tribunal do Júri exige o empenho e a presença de diversos envolvidos, inclusive pessoas que se deslocaram de outros estados, e que a “ritualística do tribunal” deve ser respeitada em busca da verdade.

Vinicius Gahyva disse ainda que o abandono do plenário é uma estratégia que acaba por arranhar a imagem do Tribunal do Júri. “Isso tem se tornado, de certo modo, frequente nos julgamentos do Tribunal do Júri, especialmente naqueles que afligem de forma intensa o interesse da coletividade, como é o caso concreto de um feminicídio e de um homicídio de dois jovens. São duas pessoas que, efetivamente, traduzem a necessidade de reafirmarmos o nosso papel social de não banalização da vida humana. Nós sabemos que o Tribunal do Júri envolve uma série de providências que devem ser adotadas para que o ato processual seja realizado, e lamentamos muito que esse tipo de estratégia esteja sendo adotada”, afirmou.

Veja Mais:  Ministério Público pede bloqueio de R$ 917 mil de fazendeiro em MT

A promotora de Justiça Élide Manzini de Campos lembrou que o julgamento já deveria ter ocorrido no dia 7 de julho. Segundo ela, naquela ocasião, a defesa solicitou o adiamento para análise de provas, pedido que foi deferido pela magistrada responsável pelo caso, com a remarcação da sessão para 21 de julho. “É um absurdo uma medida protelatória após mais de três anos do fato, com a família aguardando o julgamento. A defesa admite alegações de nulidades que não existem e que já foram completamente afastadas. É uma estratégia utilizada para tentar postergar, prorrogar e até abrir outro incidente de sanidade, ou qualquer outra medida, para que esse julgamento não ocorra. Tudo isso já foi afastado, e não há motivo algum para que esse julgamento não aconteça”, afirmou.

Sobre o caso de feminicídio, a promotora destacou que a reação da sociedade demonstra uma rejeição cada vez mais firme a esse tipo de crime. Segundo ela, a população tem se posicionado de forma clara contra a violência de gênero e em defesa do enfrentamento aos feminicídios, cobrando respostas efetivas do sistema de Justiça para coibir esse tipo de violência.

Fotos: Josi Dias | TJMT 

Continue lendo

Mato Grosso

Defensoria impede leilão da única propriedade rural de casal de idosos

Publicado

O Núcleo da Defensoria Pública do Estado de Mato Grosso (DPEMT) em Juscimeira (161 km de Cuiabá) garantiu que uma pequena propriedade rural de menos de 36 hectares utilizada para agricultura familiar por um casal de idosos não pode ser penhorada. O imóvel estava prestes a ser leiloado judicialmente, o que obrigaria a família a sair do local onde residem.

Tudo começou no ano de 1997 quando E.P.C. foi avalista de um empréstimo realizado por um amigo em uma nota de crédito rural no valor de R$ 10.338 junto a um banco. Devido ao não pagamento da nota de crédito, o banco propôs uma ação de cobrança judicial contra o devedor e E.P.C., que, mesmo sem ser o devedor real, teve o seu único imóvel rural penhorado.

Com o objetivo de retirar a penhora, o defensor público Denis Thomaz Rodriguez demonstrou no processo que o imóvel era o único bem de propriedade de E.P.C., de 79 anos de idade. O local onde ele e a esposa desenvolvem atividade agrícola de subsistência com a criação de gado leiteiro e cultivo da terra para sustento próprio, possui uma área de 36,30 hectares, o que, de acordo com os dados fornecidos pelo Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra), corresponde a menos de um módulo fiscal rural.

O módulo fiscal rural é uma unidade de medida agrária, expressa em hectares, definida pelo Incra para cada município brasileiro. Ele representa a área mínima que uma propriedade precisa ter para que sua exploração seja economicamente viável e sustente uma família. Em Juscimeira, um módulo fiscal corresponde a 60 hectares.

Veja Mais:  ETE de Barra do Garças realiza formatura em Unidade Remota de Novo São Joaquim

“O imóvel estava na iminência de ser avaliado e levado a leilão judicial, o que significaria a perda definitiva do lar e da fonte de renda da família. A Constituição Federal garante que a pequena propriedade rural, desde que trabalhada pela família, não pode ser penhorada para pagamento de dívidas. Essa proteção é um direito fundamental indisponível”, explica o defensor.

Para que a pequena propriedade rural seja protegida contra penhora é necessário comprovar dois requisitos cumulativos. O primeiro é o critéria de tamanho, quando a área do imóvel deve ser de até quatro módulos fiscais do município onde se localiza. O segundo é o da exploração familiar, ou seja, o imóvel deve ser trabalhado diretamente pela família, servindo como fonte de subsistência, ainda que complementar a outras rendas, como aposentadoria.

A decisão proferida pelo juiz da Vara Única de Juscimeira, Alcindo Peres da Rosa, reconheceu os argumentos apresentados pela DPEMT e determinou a retirada imediata da penhora do imóvel. “O imóvel do executado, com 36,30 hectares, representa apenas 0,605 do módulo fiscal, enquadrando-se, com folga, no conceito legal de pequena propriedade rural. Quanto ao requisito do trabalho familiar, os documentos juntados são consistentes. Os resumos de pagamento de leite comprovam a existência de atividade produtiva contínua (pecuária leiteira) no imóvel. (…) Com tais considerações, e com fundamento no artigo 5º, inciso XXVI, da Constituição Federal, e no artigo 833, inciso VIII, do Código de Processo Civil declaro a impenhorabilidade do imóvel rural”, diz trecho da decisão assinado na última terça-feira (14).

Veja Mais:  Conselheiro Guilherme Antonio Maluf é nomeado membro da 1º Câmara de Julgamentos

Para Denis Thomaz Rodrigues, a decisão não só beneficiou o casal de idosos que estava prestes a perder o único bem familiar, mas, ao reconhecer que o im´óvel não podia ser penhorado, o juízo abriu um precedente para que produtores rurais da região se sintam mais tranquilos para produzir em suas terras.

“O município de Juscimeira possui grande extensão territorial e centenas de propriedades rurais de pequeno porte, muitas delas trabalhadas por famílias de agricultores que tiram da terra o seu sustento. É comum esses produtores, por solidariedade familiar ou desconhecimento das consequências jurídicas, assinem como avalistas ou fiadores em financiamentos rurais de parentes e vizinhos. Quando o devedor principal não paga, o banco pode buscar a penhora dos bens do avalista, incluindo o imóvel rural onde a família vive e trabalha. A decisão proferida neste caso confirma que a lei protege a pequena propriedade rural familiar contra qualquer tipo de penhora, independentemente da origem da dívida ou da condição do proprietário como devedor principal ou garantidor”, diz o defensor.

Por Paulo Henrique Fanaia
16 de Julho de 2026 – 16:08
Foto: Janaiara Soares

Continue lendo

Mato Grosso

Turismo de Mato Grosso ganha protagonismo com ações em prol do setor

Publicado

O Sebrae/MT atua com consultorias, capacitações e eventos para promover o crescimento das empresas que integram todo o ecossistema do turismo

Foto-Assessoria

 
Nos primeiros seis meses de 2026, o Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas do Estado de Mato Grosso (Sebrae/MT) realizou mais de 55 mil atendimentos voltados ao setor de turismo, beneficiando 14.963 clientes. A maior parte foi destinada aos microempreendedores individuais (MEI), com 8.228 atendimentos, seguido das microempresas (ME), com 5.507 e pelas empresas de pequeno porte (EPP).
Um desses atendimentos marcou a trajetória do empreendedor Willian Marques, proprietário da Five Adventure, agência de turismo receptivo sediada em Cáceres. A empresa surgiu em 2022, quando ele decidiu investir no segmento e acumulou sozinho todas as funções da empresa, desde vender, organizar e planejar roteiros turísticos da região que contempla o bioma Pantanal Mato-grossense.
Em menos de quatro anos, o empreendedor celebra os resultados com a inauguração da primeira sede física da agência. O empreendimento, que começou com um único colaborador, hoje soma outros nove profissionais, entre eles o sócio João Paulo Barbieri, guias turísticos e equipe de vendas e atendimentos.
Ao ser questionado sobre esse crescimento, o empresário foi enfático: “O Sebrae/MT esteve comigo desde o início. Eu já tinha uma perspectiva de trabalhar com uma agência de turismo, mas esse desejo se intensificou no pós-pandemia. Busquei conhecimento e participei de inúmeros projetos da instituição para ampliar minha participação no cenário turístico”, afirmou.
Entre as ações, Willian destaca o Programa Pró Pantanal do Sebrae/MT, criado para promover o desenvolvimento sustentável e gerar renda nos eixos do turismo, gastronomia, economia criativa e agronegócio. De posse das informações sobre os atrativos da região, o empreendedor enxergou oportunidades nas atrações gastronômicas, culturais, aventura, arte e a natureza exuberante do Pantanal.
Outro diferencial, segundo o empresário, foram as Rodadas de Negócios da Feira Internacional de Turismo (FIT Pantanal), que aproximam as atrações turísticas de Mato Grosso de operadores nacionais e internacionais. “Estruturei toda a empresa com o apoio do Sebrae/MT. Fiz consultorias em marketing, gestão financeira, gestão empresarial, turismo, acesso a editais e recursos governamentais, dentre outros. Também participo ativamente da programação disponibilizada pela instituição”, frisou.
Ecossistema do turismo
As principais ações desenvolvidas pelo Sebrae Mato Grosso junto à Five Adventure estão a estruturação da empresa por meio do Programa ART – Agente de Roteiros Turísticos, elaboração de pesquisa de mercado, construção e validação do modelo de negócio, formatação da empresa e definição do posicionamento estratégico, organização do portfólio inicial de produtos e experiências turísticas e integração da agência com outros empreendimentos atendidos pela instituição. A iniciativa fortaleceu a cadeia regional do turismo e ampliou a oferta de atrativos aos visitantes.
A gerente Regional do Sebrae/MT em Cáceres, Cirlene Espicaski, destacou as atividades desenvolvidas na região em prol do turismo. “A Regional Sudoeste continua atuando no turismo, com destaque para o setor de alimentos e bebidas e para o trabalho de Agente de Roteiros Turísticos. A proposta é mapear as vocações locais, conectar pequenos negócios (hospedagens, gastronomia, agronegócio), fortalecer a governança e estruturar produtos de turismo de experiência prontos para comercialização nacional e internacional”.
De acordo com ela, o Sebrae Mato Grosso está atuando em parceria com algumas prefeituras na elaboração do inventário turístico e dos Plano Municipal do Turismo, reconhecendo o setor como vetor de desenvolvimento econômico e social.
O ecossistema do turismo reúne empreendimentos de restaurantes, hotéis, transporte de passageiros, comércio varejista, locação de veículos, ensino de arte e cultura, produção fotográfica, entre outros segmentos
A Five Adventure inaugura sua sede na tarde desta quinta-feira (16.07), na Rua Coronel Farias, Nº380, na região central de Cáceres. Para conhecer mais os roteiros turísticos e demais serviços da empresa acesse o site https://fiveadventure.com.br/
Veja Mais:  Contas de gestão de Mauro Curvo frente à PGJ são julgadas regulares pelo TCE
Continue lendo

ALMT Segurança nas Escolas

Rondonópolis

Polícia

Esportes

Famosos

Mais Lidas da Semana