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Mato Grosso

Equipe feminina supera limites e se destaca no 3º Desafio de Salvamento Veicular do Corpo de Bombeiros

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Pela primeira vez, o 3º Desafio Estadual de Salvamento Veicular, promovido pelo Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso (CBMMT), contou com a participação de uma equipe formada exclusivamente por mulheres. Estreante na competição, a equipe Rescue Fem, composta por sete bombeiras militares, teve um desempenho de destaque, conquistando o terceiro lugar entre as dez equipes participantes.

Ao longo dos três dias de desafio, realizado em Cuiabá, as bombeiras militares demonstraram competência, entrosamento e domínio das técnicas de salvamento veicular durante as simulações de resgates em situações reais. A atuação da equipe evidenciou o protagonismo feminino em um cenário historicamente masculino e representou um importante avanço à valorização da presença feminina nas operações de resgate e salvamento em acidentes veiculares.

O resultado da competição foi divulgado na sexta-feira (16.5), durante a solenidade de encerramento do 3º Desafio Estadual de Salvamento Veicular. A competição colocou à prova a capacidade das equipes de lidar com situações críticas de acidentes automobilísticos, exigindo rapidez, precisão e trabalho integrado para garantir o resgate seguro de vítimas presas às ferragens. A equipe Rescue Fem conquistou 450,5 pontos, obtendo destaque nas funções de comando e equipe técnica.

A tenente-coronel BM Poliana Keila Cândido Sobrinho Simões, idealizadora do grupo Rescue Fem, ressaltou que a competição representou uma oportunidade valiosa para apresentar uma equipe 100% feminina. Essa iniciativa, segundo ela, teve como objetivo mostrar à sociedade que as mulheres estão ativamente presentes em todas as unidades e comandos regionais da corporação, e que são plenamente capazes de atuar em qualquer missão.

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“Me sinto honrada em fazer parte da primeira equipe feminina de salvamento veicular. Aceitamos o desafio de vencer as barreiras geográficas, pois temos integrantes de cidades diferentes e formamos uma equipe unida e dedicada. Estar entre os três primeiros colocados é uma conquista de todas as bombeiras de Mato Grosso que, dia após dia, constroem suas carreiras com dedicação e competência. Esse foi o primeiro passo dentre os que virão. Orgulhosa da nossa Rescue Fem”, afirmou.

Com 20 anos de carreira militar, ela relembrou a época em que a presença feminina na corporação era quase inexistente. Hoje, no entanto, a participação feminina está consolidada em todas as áreas da corporação.

“A equipe feminina prova a plena capacidade das mulheres em atuarem também em atividades técnicas e exigentes, como o salvamento veicular, operando ferramentas pesadas e específicas para o desencarceramento de vítimas presas em ferragens, com o principal foco retirada segura da vítima”, disse a tenente-coronel.

Comandante da equipe durante as provas, a major BM Vanessa de Lima Melgarejo afirmou que a função exigiu atenção redobrada e uma visão estratégica apurada. Sua liderança foi decisiva para o bom desempenho da equipe, garantindo pontos importantes no somatório geral do desafio, contribuindo diretamente para a conquista do terceiro lugar.

“Ser comandante da equipe feminina foi uma grande responsabilidade, por se tratar da função mais complexa. Nós não conseguimos colocar a mão na massa de forma efetiva, pois é necessário observar e gerenciar tudo. Na minha opinião, enquanto especialista em salvamento veicular, essa é a função mais exigente. Ser comandante carregava o peso de abrir os olhos para que essa função, essa ideia, fosse abraçada por outras bombeiras militares, que pudessem se inspirar e também realizar”, garantiu.

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Também integrante da equipe, a major BM Tamara Karoline Lopes Secotti destacou a importância da competição para o desenvolvimento técnico das bombeiras militares.

“Evoluímos bastante e temos muito a crescer a cada novo desafio. Estamos no caminho certo”, ressaltou.

Reforçando essa visão, a 1ª sargento BM Kleidiane Lanuzza de Lima Ferreira, que participou pela primeira vez da competição, também ressaltou como a experiência permitiu aplicar, na prática, técnicas usadas diariamente nas ocorrências reais.

“Ainda existe o estereótipo de que a mulher atua apenas em funções administrativas, mas nós estamos nas ruas, executando salvamentos, resgates, atendimentos pré-hospitalares, corte de árvores e muito mais”, disse.

Já a 3ª sargento BM Daiane da Rocha Ribeiro elogiou a iniciativa. “O desafio fomenta o treinamento da atividade do bombeiro militar, que é o desencarceramento de vítimas graves, especialmente em acidentes nas rodovias. O desafio estimula a necessidade do preparo constante dos profissionais da corporação”.

Recém-ingressa na carreira militar e participando de sua primeira competição, a soldado BM Renata Cordeiro de Andrade Prusch contou que, apesar da ansiedade inicial, sentiu-se confiante diante do desafio. Ela destacou que o treinamento conjunto da equipe, ao longo de duas semanas, foi fundamental para o entrosamento coletivo.

“Confesso que, no início, não imaginei que seria bombeira militar. Prestei o concurso, fui aprovada e hoje sou completamente apaixonada pela profissão. Em Lucas do Rio Verde, atuamos em diversas frentes, como atendimento pré-hospitalar, acidentes, resgate de animais e, claro, o desencarceramento, que é justamente a técnica que enfrentamos aqui. Estou vivendo uma experiência incrível e não me vejo fazendo outra coisa”, encerrou.

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Além da equipe Rescue Fem, também se destacaram na competição as equipes do 6º Comando Regional de Bombeiros Militar, da região de Tangará da Serra, e do 5º Comando Regional de Bombeiros Militar, da região de Cáceres, que conquistaram o primeiro e segundo lugar, respectivamente.

O 3º Desafio Estadual de Salvamento Veicular contou com a parceria do Departamento Estadual de Trânsito (Detran), que cedeu os 22 veículos usados no desafio, além das empresas Pantanal Shopping, Resgatécnica, Grupo Canopus, Saga BYD, Sicredi, PRP Borges, LP Engenharia, GM Engenharia, Fecomércio, Grupo Aldo, entre outros apoiadores.

Leia também – Bombeiros mostram técnica e agilidade durante 3º Desafio de Salvamento Veicular

Fonte: Governo MT – MT

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Mato Grosso

Circuito do Varejo promove capacitação sobre atendimento e vendas digitais em Lucas do Rio Verde, Alta Floresta, Colíder e Água Boa

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Empresários e equipes do comércio poderão participar de palestras práticas voltadas à experiência do cliente e estratégias de conversão
O Circuito do Varejo segue ampliando sua agenda de capacitações em Mato Grosso e desembarca, no mês de junho, nos municípios de Lucas do Rio Verde, Alta Floresta, Colíder e Água Boa. A iniciativa reúne empresários, gestores e equipes do comércio para uma programação voltada à melhoria do atendimento e ao fortalecimento das vendas presenciais e digitais.
Realizado pelo Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial em Mato Grosso (Senac-MT), em parceria com o Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas do Estado de Mato Grosso (Sebrae-MT), o projeto percorre diferentes regiões do estado levando conteúdos estratégicos sobre comportamento do consumidor, experiência de compra e relacionamento com clientes.
A primeira parada será em Lucas do Rio Verde, no dia 3 de junho. Depois, o circuito segue para Alta Floresta, em 9 de junho, Colíder, no dia 11, e encerra a programação do mês em Água Boa, no dia 23. Em todas as cidades, a recepção ao público começa às 18h.
A partir das 19h30, o especialista em experiência do cliente Manoel Carlos Junior ministra a palestra “Atendimento que vende: como encantar o cliente dentro da loja”. O conteúdo apresenta estratégias para transformar o atendimento em diferencial competitivo, criando conexões com o consumidor e aumentando as oportunidades de fidelização e vendas.
Manoel Carlos Junior é curador e especialista em Customer Experience, além de autor dos livros “Experiencialize: os sete passos para transformar produtos e serviços em experiências” e “Experiencializando o Mundo: 40 histórias reais baseadas no método experiencialize”.
Na sequência, às 20h15, a empresária e business coach Uliana Ferreira conduz a palestra “Do direct ao Whatsapp: como atender e vender nos canais digitais”. A apresentação aborda técnicas para estruturar o atendimento online, fortalecer a comunicação digital e converter interações em vendas por meio das redes sociais e aplicativos de mensagens.
Uliana Ferreira é CEO do Grupo Dona, fundador do Instituto A Dona do Negócio e autora do livro best-seller “A Dona do Negócio”. A especialista atua com consultoria e aceleração de resultados para empresas e projetos de empreendedorismo feminino.
As inscrições são limitadas e podem ser feitas pela internet, na plataforma Sympla. Para participar, os interessados devem doar 5 quilos de alimentos não perecíveis no dia do evento. As arrecadações serão destinadas ao programa Sesc Mesa Brasil.
Serviço:
 
Evento Circuito do Varejo 2026
 
Inscrições: Ingresso solidário de 5 kg de alimentos não perecíveis
Lucas do Rio Verde
Data: 3 de junho, a partir das 18h
Local: Auditório Sebrae em Lucas do Rio Verde, Avenida Pará, 484-s –
Alvorada, Lucas do Rio Verde
Inscrições:  via Sympla (https://www.sympla.com.br/evento/circuito-do-varejo-2026—–edicao-lucas-do-rioverde/3412816)
Alta Floresta
Data: 9 de junho, a partir das 18h
Local: Teatro Agostinho Bizinotto – Centro Cultural, Travessa C-A, Alta Floresta
Inscrições: via Sympla (https://www.sympla.com.br/evento/circuito-do-varejo-2026—–edicao-altafloresta/3405873)
Colíder
Data: 11 de junho, a partir das 18h
Local: Auditório Amazonia ACIC – R. Luiz Aldori Neves Fernandes, 745 – Centro, Colíder
Inscrições: via Sympla (https://www.sympla.com.br/evento/circuito-do-varejo-2026—–edicaocolIder/3405768)
Água Boa
Data: 23 de junho, a partir das 18h
Local: Auditório da Associação Comercial de Água Boa (Aceab) – R. Nove, 338 – Centro, Água Boa
Inscrições: via Sympla (https://www.sympla.com.br/evento/circuito-do-varejo-2026—–edicao-aguaboa/3405939)
O Sistema S do Comércio é presidido pelo empresário José Wenceslau de Souza Júnior. A entidade é filiada à Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), que está sob o comando de José Roberto Tadros.
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Mato Grosso

Leis aprovadas por Câmaras são declaradas inconstitucionais em MT

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Foto- Assessoria

Leis aprovadas em câmaras municipais que avançam sobre atribuições típicas do Poder Executivo continuam sendo alvo de questionamentos no Judiciário, com reiterado reconhecimento de inconstitucionalidade por vícios formais. Em decisões recentes envolvendo municípios mato-grossenses, a exemplo de Sinop e Rondonópolis, o Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) reafirmou os parâmetros que delimitam a atuação do Legislativo local.

Nesse contexto, o Ministério Público de Mato Grosso (MPMT) tem se manifestado em ações diretas de inconstitucionalidade apontando irregularidades em leis de iniciativa parlamentar que tratam da execução de políticas públicas. Foi o que ocorreu nos casos das Leis Municipais nº 3.599/2025, que instituiu a denominada Escola Ambiental, e nº 3.641/2026, que criou o Programa Oftalmologia nas Escolas, ambas no município de Sinop.

As análises jurídicas indicam que essas normas apresentaram vício formal de iniciativa, uma vez que trataram de matérias cuja proposição é reservada ao chefe do Poder Executivo. A Constituição Federal e a Constituição do Estado de Mato Grosso estabelecem que cabe privativamente ao Executivo propor leis que disponham sobre organização administrativa, funcionamento de órgãos públicos e implementação de políticas governamentais, entendimento que se aplica aos municípios por simetria constitucional.

Nos casos analisados, as leis não se limitaram à criação de diretrizes gerais, mas passaram a disciplinar a execução das políticas públicas. Entre os pontos identificados estão a definição de periodicidade de serviços, a imposição de atividades específicas por secretarias e a vinculação direta de ações à estrutura administrativa do município. Esse tipo de previsão normativa caracteriza ingerência indevida na esfera do Executivo, ao restringir a margem de decisão administrativa quanto à conveniência, oportunidade e viabilidade das medidas.

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Situação semelhante foi verificada em Rondonópolis, onde a Lei Municipal nº 14.224/2025 instituiu o projeto “Bem-Estar Rural”, determinando a realização de atividades físicas e de lazer para a população, com frequência mínima semanal e execução a cargo de secretaria municipal. O entendimento consolidado foi de que a norma, também de iniciativa parlamentar, impôs obrigações concretas ao Executivo, interferindo na gestão administrativa, no planejamento de políticas públicas e na alocação de recursos humanos, além de exigir contratação de profissionais.

Nessa hipótese, assim como em Sinop, o Ministério Público apontou que, embora a iniciativa legislativa tenha sido orientada por finalidade social relevante, a forma adotada acabou por invadir a esfera de competência do Executivo, comprometendo o equilíbrio entre os poderes e retirando do gestor público a possibilidade de avaliar a melhor forma de execução da política pública.

Outro ponto comum nos casos analisados é a violação ao princípio da separação dos poderes. Embora o Legislativo tenha papel essencial na formulação de normas e na representação da sociedade, sua atuação encontra limites constitucionais. Quando a lei estabelece comandos operacionais específicos, substitui a discricionariedade administrativa por obrigações previamente definidas, caracterizando interferência indevida na gestão pública.

Além disso, foi constatada a ausência de estimativa de impacto orçamentário e financeiro em leis que criavam despesas públicas obrigatórias e continuadas. A exigência constitucional de apresentação desse estudo busca garantir o equilíbrio das contas públicas e a compatibilidade com o planejamento orçamentário. A inobservância desse requisito tem sido considerada vício suficiente para invalidar as normas.

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A atuação do Ministério Público nesses casos busca assegurar que o processo legislativo observe os parâmetros constitucionais, contribuindo para a produção de normas eficazes e juridicamente válidas, sempre reconhecendo o importante papel das câmaras municipais na elaboração de leis que estabeleçam diretrizes gerais e políticas públicas em sentido amplo.

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Mato Grosso

Estado é condenado a reformar Cadeia Pública feminina de Cáceres

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A pedido da 1ª Promotoria de Justiça Cível de Cáceres (a 225 km de Cuiabá), a Justiça determinou que o Estado de Mato Grosso apresente, no prazo de até 90 dias, um plano completo para sanar irregularidades estruturais, sanitárias e de segurança na Cadeia Pública Feminina de Cáceres, sob pena de multa diária em caso de descumprimento. A 4ª Vara Cível da comarca julgou procedente a Ação Civil Pública (ACP) ajuizada pelo Ministério Público de Mato Grosso. A sentença foi proferida em 21 de maio.

A decisão judicial estabelece que o Estado deve elaborar, apresentar e implementar um Plano de Adequação Estrutural e Funcional, no qual deverão constar, de forma detalhada, todas as intervenções necessárias para a regularização da unidade, incluindo obras, reparos e medidas voltadas ao cumprimento das normas de segurança contra incêndio, das condições sanitárias e das exigências estruturais. O cronograma deverá indicar, ainda, os prazos de início e conclusão de cada etapa, a estimativa de custos, as fontes de financiamento e os órgãos responsáveis pela execução.

Além disso, o Estado deverá comprovar periodicamente o andamento das ações por meio da apresentação de relatórios técnicos e registros fotográficos a cada 60 dias, evidenciando a evolução das medidas adotadas. Na sentença, o juízo também fixou multa diária de R$ 2 mil, limitada inicialmente a R$ 100 mil, em caso de descumprimento dos prazos estabelecidos.

De acordo com a ação, a investigação teve início após a 1ª Promotoria de Justiça Criminal identificar irregularidades relevantes na unidade durante fiscalizações de rotina, especialmente relacionadas à estrutura física, à segurança e ao funcionamento, com risco à integridade de custodiadas e servidores. Diante desse cenário, a 1ª Promotoria de Justiça Cível instaurou procedimento para acompanhar a situação e cobrar providências do Estado, responsável pela gestão do sistema prisional.

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As apurações revelaram um quadro crônico de precariedade estrutural, com edificações deterioradas, problemas nas instalações elétricas, ausência de sistemas adequados de prevenção a incêndios e falhas nas condições sanitárias. Relatórios técnicos e vistorias realizadas por órgãos como o Corpo de Bombeiros, a Vigilância Sanitária e o Centro de Apoio Operacional do Ministério Público (CAO-MP) confirmaram os riscos. Na cadeia feminina, foram registrados, entre outros problemas, fiação exposta e sobrecarga elétrica, fatores que motivaram, inclusive, pedido de interdição parcial.

“As irregularidades estruturais constatadas pelo Centro de Apoio Operacional do Ministério Público expõem de forma permanente pessoas privadas de liberdade, servidores e demais usuários das unidades prisionais a riscos concretos à vida e à integridade física, especialmente em razão da precariedade das edificações, da ausência de manutenção preventiva e da deficiência das instalações elétricas e estruturais.”, narra a ação.

Segundo o MPMT, as medidas adotadas pelo Estado ao longo da investigação foram pontuais e insuficientes para solucionar as irregularidades. O Ministério Público também buscou uma solução extrajudicial, por meio da proposta de celebração de um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC), mas não obteve resposta do poder público.

Foto: Reprodução. 

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