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Mato Grosso

Feiras em Cáceres e Barra do Garças registram mais de R$ 127 mil em faturamento

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Pelo menos 70 mil de pessoas movimentaram aproximadamente R$ 127,5 mil nas feiras estaduais de Agricultura Familiar e Turismo Rural (Feaftur) em Cáceres e Barra do Garças, entre a última quarta-feira e domingo (6 a10.8). Realizado em paralelo ao Festival Internacional de Pesca Esportiva (Fipe), o evento da agricultura de pequena escala na principal cidade da região Oeste de Mato Grosso contou com a presença de aproximadamente 500 visitantes ao espaço reservado para 25 produtores e movimentou mais de R$ 93,9 mil.


A secretária de Estado de Agricultura Familiar, Andreia Fujioka, destacou que as feiras são mais do que um espaço de comercialização, representam um ponto de encontro entre o campo e a cidade. “Estamos falando de oportunidades reais para que os agricultores familiares apresentem seus produtos, ampliem sua renda e fortaleçam suas cadeias produtivas. É o Governo de Mato Grosso trabalhando para garantir que o pequeno produtor tenha visibilidade, acesso a novos mercados e condições para crescer de forma sustentável”, afirmou.

Em Barra do Garças, apenas na abertura do Fórum das Cadeias de Valor da Agricultura Familiar e Turismo Rural Portal do Araguaia e Médio Araguaia, incluído na programação da Feaftur, foi registrada a presença de 350 pessoas, com lucro de R$ 33,6 mil.

As feiras integram um conjunto de iniciativas da Secretaria de Estado de Agricultura Familiar (Seaf/MT) e Empresa Mato-grossense de Pesquisa, Assistência e Extensão Rural (Empaer), com as prefeituras dos dois municípios, para expandir as vendas e fortalecer a produção mato-grossense de pequena escala.


Cinquenta feirantes expuseram os produtos em Barra do Garças. O proprietário da Queijaria Artesanal Canaã, Gilson da Silva Marques, comemora o sucesso nas vendas. O produtor comercializou R$ 2 mil durante a feira. A qualidade do produto chamou a atenção de outros empresários, que agendaram visita ao sítio situado a 40 quilômetros de Água Boa. “As feiras são uma oportunidade de crescimento, de troca de experiência e informações entre os agricultores de pequena escala. Uma forma também de conseguirmos visibilidade e novos mercados”, destaca Gilson.

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Ele conta que começou a produzir queijos durante a crise econômica gerada pela Covid-10. “Compramos o sítio e, com a pandemia, resolvemos vender queijo para pagar as contas. Nunca mais paramos”, relata. Criador de vacas, o produtor tira em média 180 litros de leite por dia. A cada três dias produz 60 quilos de queijo. Para expandir as vendas, ele obteve registro no Sistema de Inspeção Municipal (SIM) e já ingressou com pedido na Seaf para obter o selo do Serviço de Inspeção Agroindustrial e de Pequeno Porte (Siapp). “Com esse selo de qualidade, poderemos vender o produto em todo o Estado. É muito importante”, frisa. Em conformidade com a legislação municipal, a produção do queijo é feita a 150 metros da residência e a 200 metros de qualquer Área de Preservação Permanente.

O vendedor de itens artesanais em couro, Jhonny Pereira, de Tangará da Serra, participou da feira em Barra do Garças com produtos como chinelo, mochila, chapéu, bolsa, entre outros acessórios em couro. “Trabalhamos em oito pessoas. No calçado, consigo trabalhar no atacado e varejo. Compramos couro do curtume, deixamos curtir com casca de angico e depois fazemos as peças. As feiras são uma excelente oportunidade de fazer novos clientes e expandir os negócios”, avalia.


A comercialização de produtor em pequena escala também é vista como uma forma de conseguir uma segunda renda para os que estão começando o processo de produção. Luiz Eduardo, de Pontal do Araguaia, tem emprego formal e, em paralelo, começou a criar abelhas. “Já contamos com 20 pontos de revenda. Temos uma loja onde vendemos 30 litros ao mês. Embalamos o produto e mandamos para o fornecedor”.

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Já Janira Maria dos Santos faz há 20 anos pequi em conserva. “Vendo pequi em conserva puro, pequi em pimenta, doce de pequi liso, doce de pequi com coco, cocada de pequi com amendoim e rapadura”. Os produtos dela ficaram conhecidos na região como “Pequi da Buguinha”. Ela presa pela qualidade. “Trabalho mais na época do pequi porque não gosto do pequi em conserva. Tem diferença. Só vendo pequi fresco, pois o congelado perde a qualidade e o cliente não compra de novo”.


Em Cáceres, as produtoras Maria Antônia Rolon de Souza e Maria de Lurdes Silva e Silva bateram o recorde de vendas com a Cerveja Cabloca Serrana. Bem-conceituadas no ramo, elas venderam R$ 3,6 mil, somando as cervejas artesanais, caldo de quenga saltenha, sopa paraguaia, crostine saborizada e trufas. As cervejas são produzidas artesanalmente em panelões e fermentadas em tambores em conha própria para a produção. “Nossa cerveja é bem conceituada e apreciada pelos amantes de cervejas artesanais. Produzimos seis estilos de cervejas, sendo elas as tradicionais e as saborizadas de manga e bocaiuva 100% mato-grossenses”, destaca. A propriedade fica na comunidade do Cinturão Verde Facão, em Cáceres. “Trabalhamos a agricultura familiar. A produção é feita por nós duas, meu esposo e minha filha que cursa agronomia na Unemat”, destaca.

O presidente da Empaer, Suelme Fernandes, destacou que a Feaftur é um espaço de aprendizado, troca de experiências e integração entre os produtores. “Eventos como este fortalecem as relações no campo e estimulam o crescimento conjunto da agricultura familiar”, afirmou.

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Investimentos

A Seaf entregou 41 equipamentos no município, em um investimento total de R$ 3,7 milhões na agricultura familiar de pequena escala na região. As entregas de motoniveladora, veículos utilitários, tratores, carretas agrícolas e basculantes, tanques, ordenhadeiras, equipamentos menores e insumos contribuem diretamente para o desenvolvimento social e econômico das comunidades rurais, criando condições para uma agricultura mais estruturada, eficiente e sustentável. Só em projetos agroecológios, o Governo de Mato Grosso investiu R$ 1 milhão em Cáceres.

Os recursos destinados pela Seaf ao município estão alinhados com a Política Estadual de Desenvolvimento Rural Sustentável da Agricultura Familiar, e promovem a melhoria da infraestrutura produtiva rural, da produtividade e da renda dos agricultores familiares, e da ampliação do acesso a tecnologias sustentáveis e inovadoras, fortalecimento das organizações sociais do campo.

Em Barra do Garças, foram investidos mais de R$ 4,7 milhões no mesmo período, com 17 entregas de máquinas e veículos, como caminhão basculante, motoniveladoras, rolos compactadores, patrulhas mecanizadas, camionetes e microtratores, equipamentos agrícolas e insumos, implementos, calcário e caixas de apicultura. Também foi liberado recurso para estruturação de feiras e produção leiteira, como, por exemplo, tendas de feira, tanques resfriadores de leite e carreta agrícola. Os investimentos reforçam o compromisso da Seaf com o fortalecimento da agricultura familiar e o desenvolvimento sustentável na região do Araguaia.

Fonte: Governo MT – MT

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Mato Grosso

Circuito do Varejo promove capacitação sobre atendimento e vendas digitais em Lucas do Rio Verde, Alta Floresta, Colíder e Água Boa

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Empresários e equipes do comércio poderão participar de palestras práticas voltadas à experiência do cliente e estratégias de conversão
O Circuito do Varejo segue ampliando sua agenda de capacitações em Mato Grosso e desembarca, no mês de junho, nos municípios de Lucas do Rio Verde, Alta Floresta, Colíder e Água Boa. A iniciativa reúne empresários, gestores e equipes do comércio para uma programação voltada à melhoria do atendimento e ao fortalecimento das vendas presenciais e digitais.
Realizado pelo Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial em Mato Grosso (Senac-MT), em parceria com o Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas do Estado de Mato Grosso (Sebrae-MT), o projeto percorre diferentes regiões do estado levando conteúdos estratégicos sobre comportamento do consumidor, experiência de compra e relacionamento com clientes.
A primeira parada será em Lucas do Rio Verde, no dia 3 de junho. Depois, o circuito segue para Alta Floresta, em 9 de junho, Colíder, no dia 11, e encerra a programação do mês em Água Boa, no dia 23. Em todas as cidades, a recepção ao público começa às 18h.
A partir das 19h30, o especialista em experiência do cliente Manoel Carlos Junior ministra a palestra “Atendimento que vende: como encantar o cliente dentro da loja”. O conteúdo apresenta estratégias para transformar o atendimento em diferencial competitivo, criando conexões com o consumidor e aumentando as oportunidades de fidelização e vendas.
Manoel Carlos Junior é curador e especialista em Customer Experience, além de autor dos livros “Experiencialize: os sete passos para transformar produtos e serviços em experiências” e “Experiencializando o Mundo: 40 histórias reais baseadas no método experiencialize”.
Na sequência, às 20h15, a empresária e business coach Uliana Ferreira conduz a palestra “Do direct ao Whatsapp: como atender e vender nos canais digitais”. A apresentação aborda técnicas para estruturar o atendimento online, fortalecer a comunicação digital e converter interações em vendas por meio das redes sociais e aplicativos de mensagens.
Uliana Ferreira é CEO do Grupo Dona, fundador do Instituto A Dona do Negócio e autora do livro best-seller “A Dona do Negócio”. A especialista atua com consultoria e aceleração de resultados para empresas e projetos de empreendedorismo feminino.
As inscrições são limitadas e podem ser feitas pela internet, na plataforma Sympla. Para participar, os interessados devem doar 5 quilos de alimentos não perecíveis no dia do evento. As arrecadações serão destinadas ao programa Sesc Mesa Brasil.
Serviço:
 
Evento Circuito do Varejo 2026
 
Inscrições: Ingresso solidário de 5 kg de alimentos não perecíveis
Lucas do Rio Verde
Data: 3 de junho, a partir das 18h
Local: Auditório Sebrae em Lucas do Rio Verde, Avenida Pará, 484-s –
Alvorada, Lucas do Rio Verde
Inscrições:  via Sympla (https://www.sympla.com.br/evento/circuito-do-varejo-2026—–edicao-lucas-do-rioverde/3412816)
Alta Floresta
Data: 9 de junho, a partir das 18h
Local: Teatro Agostinho Bizinotto – Centro Cultural, Travessa C-A, Alta Floresta
Inscrições: via Sympla (https://www.sympla.com.br/evento/circuito-do-varejo-2026—–edicao-altafloresta/3405873)
Colíder
Data: 11 de junho, a partir das 18h
Local: Auditório Amazonia ACIC – R. Luiz Aldori Neves Fernandes, 745 – Centro, Colíder
Inscrições: via Sympla (https://www.sympla.com.br/evento/circuito-do-varejo-2026—–edicaocolIder/3405768)
Água Boa
Data: 23 de junho, a partir das 18h
Local: Auditório da Associação Comercial de Água Boa (Aceab) – R. Nove, 338 – Centro, Água Boa
Inscrições: via Sympla (https://www.sympla.com.br/evento/circuito-do-varejo-2026—–edicao-aguaboa/3405939)
O Sistema S do Comércio é presidido pelo empresário José Wenceslau de Souza Júnior. A entidade é filiada à Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), que está sob o comando de José Roberto Tadros.
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Mato Grosso

Leis aprovadas por Câmaras são declaradas inconstitucionais em MT

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Foto- Assessoria

Leis aprovadas em câmaras municipais que avançam sobre atribuições típicas do Poder Executivo continuam sendo alvo de questionamentos no Judiciário, com reiterado reconhecimento de inconstitucionalidade por vícios formais. Em decisões recentes envolvendo municípios mato-grossenses, a exemplo de Sinop e Rondonópolis, o Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) reafirmou os parâmetros que delimitam a atuação do Legislativo local.

Nesse contexto, o Ministério Público de Mato Grosso (MPMT) tem se manifestado em ações diretas de inconstitucionalidade apontando irregularidades em leis de iniciativa parlamentar que tratam da execução de políticas públicas. Foi o que ocorreu nos casos das Leis Municipais nº 3.599/2025, que instituiu a denominada Escola Ambiental, e nº 3.641/2026, que criou o Programa Oftalmologia nas Escolas, ambas no município de Sinop.

As análises jurídicas indicam que essas normas apresentaram vício formal de iniciativa, uma vez que trataram de matérias cuja proposição é reservada ao chefe do Poder Executivo. A Constituição Federal e a Constituição do Estado de Mato Grosso estabelecem que cabe privativamente ao Executivo propor leis que disponham sobre organização administrativa, funcionamento de órgãos públicos e implementação de políticas governamentais, entendimento que se aplica aos municípios por simetria constitucional.

Nos casos analisados, as leis não se limitaram à criação de diretrizes gerais, mas passaram a disciplinar a execução das políticas públicas. Entre os pontos identificados estão a definição de periodicidade de serviços, a imposição de atividades específicas por secretarias e a vinculação direta de ações à estrutura administrativa do município. Esse tipo de previsão normativa caracteriza ingerência indevida na esfera do Executivo, ao restringir a margem de decisão administrativa quanto à conveniência, oportunidade e viabilidade das medidas.

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Situação semelhante foi verificada em Rondonópolis, onde a Lei Municipal nº 14.224/2025 instituiu o projeto “Bem-Estar Rural”, determinando a realização de atividades físicas e de lazer para a população, com frequência mínima semanal e execução a cargo de secretaria municipal. O entendimento consolidado foi de que a norma, também de iniciativa parlamentar, impôs obrigações concretas ao Executivo, interferindo na gestão administrativa, no planejamento de políticas públicas e na alocação de recursos humanos, além de exigir contratação de profissionais.

Nessa hipótese, assim como em Sinop, o Ministério Público apontou que, embora a iniciativa legislativa tenha sido orientada por finalidade social relevante, a forma adotada acabou por invadir a esfera de competência do Executivo, comprometendo o equilíbrio entre os poderes e retirando do gestor público a possibilidade de avaliar a melhor forma de execução da política pública.

Outro ponto comum nos casos analisados é a violação ao princípio da separação dos poderes. Embora o Legislativo tenha papel essencial na formulação de normas e na representação da sociedade, sua atuação encontra limites constitucionais. Quando a lei estabelece comandos operacionais específicos, substitui a discricionariedade administrativa por obrigações previamente definidas, caracterizando interferência indevida na gestão pública.

Além disso, foi constatada a ausência de estimativa de impacto orçamentário e financeiro em leis que criavam despesas públicas obrigatórias e continuadas. A exigência constitucional de apresentação desse estudo busca garantir o equilíbrio das contas públicas e a compatibilidade com o planejamento orçamentário. A inobservância desse requisito tem sido considerada vício suficiente para invalidar as normas.

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A atuação do Ministério Público nesses casos busca assegurar que o processo legislativo observe os parâmetros constitucionais, contribuindo para a produção de normas eficazes e juridicamente válidas, sempre reconhecendo o importante papel das câmaras municipais na elaboração de leis que estabeleçam diretrizes gerais e políticas públicas em sentido amplo.

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Mato Grosso

Estado é condenado a reformar Cadeia Pública feminina de Cáceres

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A pedido da 1ª Promotoria de Justiça Cível de Cáceres (a 225 km de Cuiabá), a Justiça determinou que o Estado de Mato Grosso apresente, no prazo de até 90 dias, um plano completo para sanar irregularidades estruturais, sanitárias e de segurança na Cadeia Pública Feminina de Cáceres, sob pena de multa diária em caso de descumprimento. A 4ª Vara Cível da comarca julgou procedente a Ação Civil Pública (ACP) ajuizada pelo Ministério Público de Mato Grosso. A sentença foi proferida em 21 de maio.

A decisão judicial estabelece que o Estado deve elaborar, apresentar e implementar um Plano de Adequação Estrutural e Funcional, no qual deverão constar, de forma detalhada, todas as intervenções necessárias para a regularização da unidade, incluindo obras, reparos e medidas voltadas ao cumprimento das normas de segurança contra incêndio, das condições sanitárias e das exigências estruturais. O cronograma deverá indicar, ainda, os prazos de início e conclusão de cada etapa, a estimativa de custos, as fontes de financiamento e os órgãos responsáveis pela execução.

Além disso, o Estado deverá comprovar periodicamente o andamento das ações por meio da apresentação de relatórios técnicos e registros fotográficos a cada 60 dias, evidenciando a evolução das medidas adotadas. Na sentença, o juízo também fixou multa diária de R$ 2 mil, limitada inicialmente a R$ 100 mil, em caso de descumprimento dos prazos estabelecidos.

De acordo com a ação, a investigação teve início após a 1ª Promotoria de Justiça Criminal identificar irregularidades relevantes na unidade durante fiscalizações de rotina, especialmente relacionadas à estrutura física, à segurança e ao funcionamento, com risco à integridade de custodiadas e servidores. Diante desse cenário, a 1ª Promotoria de Justiça Cível instaurou procedimento para acompanhar a situação e cobrar providências do Estado, responsável pela gestão do sistema prisional.

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As apurações revelaram um quadro crônico de precariedade estrutural, com edificações deterioradas, problemas nas instalações elétricas, ausência de sistemas adequados de prevenção a incêndios e falhas nas condições sanitárias. Relatórios técnicos e vistorias realizadas por órgãos como o Corpo de Bombeiros, a Vigilância Sanitária e o Centro de Apoio Operacional do Ministério Público (CAO-MP) confirmaram os riscos. Na cadeia feminina, foram registrados, entre outros problemas, fiação exposta e sobrecarga elétrica, fatores que motivaram, inclusive, pedido de interdição parcial.

“As irregularidades estruturais constatadas pelo Centro de Apoio Operacional do Ministério Público expõem de forma permanente pessoas privadas de liberdade, servidores e demais usuários das unidades prisionais a riscos concretos à vida e à integridade física, especialmente em razão da precariedade das edificações, da ausência de manutenção preventiva e da deficiência das instalações elétricas e estruturais.”, narra a ação.

Segundo o MPMT, as medidas adotadas pelo Estado ao longo da investigação foram pontuais e insuficientes para solucionar as irregularidades. O Ministério Público também buscou uma solução extrajudicial, por meio da proposta de celebração de um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC), mas não obteve resposta do poder público.

Foto: Reprodução. 

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