Mato Grosso
Governo de MT entrega cestas de alimentos e brinquedos a famílias de Sinop

Famílias em situação de vulnerabilidade de Sinop receberam, nesta sexta-feira (16.5), alimentos, cobertores, brinquedos e itens de higiene por meio do Programa SER Família Solidário.
A iniciativa, idealizada pela primeira-dama de Mato Grosso, Virginia Mendes, foi realizada com apoio do Governo do Estado e da Secretaria de Estado de Assistência Social e Cidadania (Setasc).
Ao todo, foram entregues 400 cestas de alimentos e kits de limpeza e higiene, 200 filtros de barro, 800 cobertores, 800 brinquedos e 800 kits de guloseimas durante o evento realizado na Tenda Missões Assistenciais de Sinop.
“Sinop é uma cidade que eu carrego com muito carinho no coração. O Programa SER Família Solidário nasceu do nosso compromisso com a dignidade e o bem-estar dos mato-grossenses, principalmente daqueles que mais precisam. Quero agradecer ao Governo do Estado ao nosso time de parceiros por nos ajudar a realizar esse gesto de amor”, declarou a primeira-dama Virginia Mendes.
O secretário adjunto do Escritório Diretivo de Projetos Estratégicos, Klebson Gomes Haagsma, destacou o comprometimento da gestão estadual em atender, com agilidade, os municípios que enfrentam situações emergenciais. Ele destacou que a ação emergencial foi organizada em apenas 48 horas.
Foto: João Reis | Setasc-MT
“Cumprindo a determinação do Governo do Estado e da nossa primeira-dama Virginia Mendes, entregamos cestas, brinquedos, chocolates, filtros e cobertores. É uma assistência que o município estava precisando, nos pediu e a determinação foi de atender de forma imediata. Tanto que nós preparamos essa ação em apenas 48 horas. Foi um pedido muito rápido e a gente está aqui para atender e continuaremos atendendo sempre que houver necessidade”, afirmou.
Durante a ação, o secretário anunciou ainda que o número de cestas destinadas a Sinop será ampliado.
“Essa aproximação com o município está nos mostrando que existe um déficit na quantidade de cestas que vinham sendo enviadas. De imediato, vamos dobrar essa quantidade para atender todas as pessoas em situação de vulnerabilidade. O Governo do Estado está comprometido em não deixar ninguém para trás”, completou.
Foto: João Reis | Setasc-MT
Dona Josefira Senhora de Oliveira, uma das beneficiadas, falou da importância da ajuda para ela e outras famílias da região.
“Isso aqui é muito bom porque ajuda muitas pessoas. Eu tenho uma aposentadoria, é um salário mínimo, não dá muita coisa. E tem muita gente com filhos pequenos, que não tem nada mesmo”, relatou.
O prefeito de Sinop, Roberto Dorner, também participou da entrega e agradeceu pela atuação conjunta entre Estado e município em prol da população.
“Temos que agradecer a Deus por termos parcerias como essa com o Governo do Estado e com a Dona Virginia. Tenho certeza de que com toda a vontade que ela tem, com esse programa que ela implantou no Estado, vai ajudar muito a nossa população — principalmente a mais carente. Sempre digo que Sinop só é o que é porque existe união — união entre o governo municipal, o governo estadual, nosso deputado, nossos vereadores, nossos secretários. Quando todos estiverem unidos e trabalhando, podem ter certeza de que vamos fazer o melhor por essa cidade”, afirmou.
Foto: João Reis | Setasc-MT
O diretor da Tenda Missões Assistenciais, pastor Robison Scatambulli, conduziu um momento de oração e gratidão com todos os presentes.
“Quero agradecer a vocês que estão aqui reunidos hoje para esse momento tão bacana. A Bíblia diz que Deus é amor, e o amor tem o poder de transformar muitas coisas. Em um mundo de muita crise, onde muitas pessoas estão em crise com elas mesmas, só o amor pode apaziguar as mais terríveis das tempestades. Agradeço à primeira-dama Virginia Mendes e à Setasc, que trouxeram este alimento para tantas pessoas que necessitam”, disse.
Já Vanessa Alves dos Santos, dona de casa e mãe de quatro filhos, agradeceu pela iniciativa. Ela vive com o marido, que não pode trabalhar devido a problemas de saúde, e contou que a única renda da família é o auxílio-doença recebido por ele.
Foto: João Reis | Setasc-MT
Foi bom demais, graças a Deus veio este presente para nós. Estava quase sem mantimentos em casa, já estava acabando tudo. Aí apareceu o Governo pareceu aqui, com essa cesta, filtro e foi uma bênção. Eu só tenho a agradecer a primeira-dama Virginia Mendes. Desejo que ela continue fazendo este trabalho”, finalizou.
A ação do Programa SER Família Solidário em Sinop reafirma o compromisso do Governo de Mato Grosso e da primeira-dama Virginia Mendes com a promoção da dignidade humana e o cuidado com as famílias em situação de vulnerabilidade. Por meio de parcerias estratégicas e mobilização rápida, o Estado segue levando assistência social a quem mais precisa, em todas as regiões.
Fonte: Governo MT – MT
Mato Grosso
Circuito do Varejo promove capacitação sobre atendimento e vendas digitais em Lucas do Rio Verde, Alta Floresta, Colíder e Água Boa

Mato Grosso
Leis aprovadas por Câmaras são declaradas inconstitucionais em MT

Foto- Assessoria
Leis aprovadas em câmaras municipais que avançam sobre atribuições típicas do Poder Executivo continuam sendo alvo de questionamentos no Judiciário, com reiterado reconhecimento de inconstitucionalidade por vícios formais. Em decisões recentes envolvendo municípios mato-grossenses, a exemplo de Sinop e Rondonópolis, o Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) reafirmou os parâmetros que delimitam a atuação do Legislativo local.
Nesse contexto, o Ministério Público de Mato Grosso (MPMT) tem se manifestado em ações diretas de inconstitucionalidade apontando irregularidades em leis de iniciativa parlamentar que tratam da execução de políticas públicas. Foi o que ocorreu nos casos das Leis Municipais nº 3.599/2025, que instituiu a denominada Escola Ambiental, e nº 3.641/2026, que criou o Programa Oftalmologia nas Escolas, ambas no município de Sinop.
As análises jurídicas indicam que essas normas apresentaram vício formal de iniciativa, uma vez que trataram de matérias cuja proposição é reservada ao chefe do Poder Executivo. A Constituição Federal e a Constituição do Estado de Mato Grosso estabelecem que cabe privativamente ao Executivo propor leis que disponham sobre organização administrativa, funcionamento de órgãos públicos e implementação de políticas governamentais, entendimento que se aplica aos municípios por simetria constitucional.
Nos casos analisados, as leis não se limitaram à criação de diretrizes gerais, mas passaram a disciplinar a execução das políticas públicas. Entre os pontos identificados estão a definição de periodicidade de serviços, a imposição de atividades específicas por secretarias e a vinculação direta de ações à estrutura administrativa do município. Esse tipo de previsão normativa caracteriza ingerência indevida na esfera do Executivo, ao restringir a margem de decisão administrativa quanto à conveniência, oportunidade e viabilidade das medidas.
Situação semelhante foi verificada em Rondonópolis, onde a Lei Municipal nº 14.224/2025 instituiu o projeto “Bem-Estar Rural”, determinando a realização de atividades físicas e de lazer para a população, com frequência mínima semanal e execução a cargo de secretaria municipal. O entendimento consolidado foi de que a norma, também de iniciativa parlamentar, impôs obrigações concretas ao Executivo, interferindo na gestão administrativa, no planejamento de políticas públicas e na alocação de recursos humanos, além de exigir contratação de profissionais.
Nessa hipótese, assim como em Sinop, o Ministério Público apontou que, embora a iniciativa legislativa tenha sido orientada por finalidade social relevante, a forma adotada acabou por invadir a esfera de competência do Executivo, comprometendo o equilíbrio entre os poderes e retirando do gestor público a possibilidade de avaliar a melhor forma de execução da política pública.
Outro ponto comum nos casos analisados é a violação ao princípio da separação dos poderes. Embora o Legislativo tenha papel essencial na formulação de normas e na representação da sociedade, sua atuação encontra limites constitucionais. Quando a lei estabelece comandos operacionais específicos, substitui a discricionariedade administrativa por obrigações previamente definidas, caracterizando interferência indevida na gestão pública.
Além disso, foi constatada a ausência de estimativa de impacto orçamentário e financeiro em leis que criavam despesas públicas obrigatórias e continuadas. A exigência constitucional de apresentação desse estudo busca garantir o equilíbrio das contas públicas e a compatibilidade com o planejamento orçamentário. A inobservância desse requisito tem sido considerada vício suficiente para invalidar as normas.
A atuação do Ministério Público nesses casos busca assegurar que o processo legislativo observe os parâmetros constitucionais, contribuindo para a produção de normas eficazes e juridicamente válidas, sempre reconhecendo o importante papel das câmaras municipais na elaboração de leis que estabeleçam diretrizes gerais e políticas públicas em sentido amplo.
Mato Grosso
Estado é condenado a reformar Cadeia Pública feminina de Cáceres
A pedido da 1ª Promotoria de Justiça Cível de Cáceres (a 225 km de Cuiabá), a Justiça determinou que o Estado de Mato Grosso apresente, no prazo de até 90 dias, um plano completo para sanar irregularidades estruturais, sanitárias e de segurança na Cadeia Pública Feminina de Cáceres, sob pena de multa diária em caso de descumprimento. A 4ª Vara Cível da comarca julgou procedente a Ação Civil Pública (ACP) ajuizada pelo Ministério Público de Mato Grosso. A sentença foi proferida em 21 de maio.
A decisão judicial estabelece que o Estado deve elaborar, apresentar e implementar um Plano de Adequação Estrutural e Funcional, no qual deverão constar, de forma detalhada, todas as intervenções necessárias para a regularização da unidade, incluindo obras, reparos e medidas voltadas ao cumprimento das normas de segurança contra incêndio, das condições sanitárias e das exigências estruturais. O cronograma deverá indicar, ainda, os prazos de início e conclusão de cada etapa, a estimativa de custos, as fontes de financiamento e os órgãos responsáveis pela execução.
Além disso, o Estado deverá comprovar periodicamente o andamento das ações por meio da apresentação de relatórios técnicos e registros fotográficos a cada 60 dias, evidenciando a evolução das medidas adotadas. Na sentença, o juízo também fixou multa diária de R$ 2 mil, limitada inicialmente a R$ 100 mil, em caso de descumprimento dos prazos estabelecidos.
De acordo com a ação, a investigação teve início após a 1ª Promotoria de Justiça Criminal identificar irregularidades relevantes na unidade durante fiscalizações de rotina, especialmente relacionadas à estrutura física, à segurança e ao funcionamento, com risco à integridade de custodiadas e servidores. Diante desse cenário, a 1ª Promotoria de Justiça Cível instaurou procedimento para acompanhar a situação e cobrar providências do Estado, responsável pela gestão do sistema prisional.
As apurações revelaram um quadro crônico de precariedade estrutural, com edificações deterioradas, problemas nas instalações elétricas, ausência de sistemas adequados de prevenção a incêndios e falhas nas condições sanitárias. Relatórios técnicos e vistorias realizadas por órgãos como o Corpo de Bombeiros, a Vigilância Sanitária e o Centro de Apoio Operacional do Ministério Público (CAO-MP) confirmaram os riscos. Na cadeia feminina, foram registrados, entre outros problemas, fiação exposta e sobrecarga elétrica, fatores que motivaram, inclusive, pedido de interdição parcial.
“As irregularidades estruturais constatadas pelo Centro de Apoio Operacional do Ministério Público expõem de forma permanente pessoas privadas de liberdade, servidores e demais usuários das unidades prisionais a riscos concretos à vida e à integridade física, especialmente em razão da precariedade das edificações, da ausência de manutenção preventiva e da deficiência das instalações elétricas e estruturais.”, narra a ação.
Segundo o MPMT, as medidas adotadas pelo Estado ao longo da investigação foram pontuais e insuficientes para solucionar as irregularidades. O Ministério Público também buscou uma solução extrajudicial, por meio da proposta de celebração de um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC), mas não obteve resposta do poder público.
Foto: Reprodução.
-
Rondonópolis01/06/2026 - 10:06Prefeitura de Rondonópolis suspende licitação para pavimentação da Rodovia Campo Limpo
-
Rondonópolis01/06/2026 - 13:36Prefeitura de Rondonópolis explica desligamento de profissional do Centro de Reabilitação Nilmo Junior
-
Rondonópolis01/06/2026 - 10:28Rondonópolis|Empresas poderão ter apenas um box no novo terminal
-
Rondonópolis01/06/2026 - 10:33Rondonópolis|Secretaria de Saúde prorroga investigação contra empresa terceirizada por mais 60 dias
-
Rondonópolis01/06/2026 - 08:58Prefeitura de Rondonópolis encerra Maio Amarelo com megamutirão e redução de 50% dos acidentes de trânsito na cidade
-
Rondonópolis03/06/2026 - 13:41Prefeitura encaminha projeto para garantir liberdade econômica e reduzir burocracia em Rondonópolis
-
Rondonópolis03/06/2026 - 13:45Prefeitura propõe mudanças na estrutura organizacional e funcional do SAMU em Rondonópolis
-
Rondonópolis01/06/2026 - 19:53CORPUS CHRISTI|Cláudio Ferreira decreta ponto facultativo nos dias 4 e 5 de junho nos serviços públicos






