Curiosidades
Homem vai ao hospital depois de chorar sangue e descobre condição rara; entenda

Médicos na Itália revelaram o caso de um homem que procurou um hospital depois de ter dito chorar sangue pelos dois olhos. Sem revelar a identidade do paciente, os médicos contaram que o homem não havia machucado o rosto e também não sentia nenhuma dor: o sangue simplesmente escorreu pelos seus olhos sem nenhum motivo aparente.
O paciente contou que começou chorar sangue duas horas antes de chegar ao hospital, localizado na cidade italiana de Messina, no nordeste da Sicília, e que o fenômeno durou apenas alguns minutos. No entanto, os especialistas puderam ver o líquido vazar dos olhos do homem, quando aconteceu novamente, enquanto ele estava na sala de espera.
Depois de realizar diversos exames minuciosos, os médicos descobriram que ele tinha hemolacria, uma condição rara que leva as pessoas a produzirem lágrimas contendo sangue.
Segundo os resultados dos exames, tumores não cancerosos estavam se desenvolvendo sob as pálpebras do paciente, conhecidos como hemangiomas, o que teria causado o sangramento. O caso foi relatado no New England Journal of Medicine
.
Quando chegou ao hospital, o homem não conseguiu explicar o motivo do sangramento, e afirmava não ter machucado nem o olho, nem o nariz ou qualquer outra parte da cabeça. A situação nunca havia acontecido com ele antes, e não havia indícios de hemorragias nasais, sangramento nas gengivas ou hematomas fáceis.
O que os médicos puderam constatar é que ele já estava tomando medicação para pressão alta e, apesar de sua pressão arterial ser normal no hospital, era alta em seus olhos, de acordo com o que os testes revelaram.
Para o tratamento, foi indicado o uso de colírio contendo uma substância ativa conhecida como Maleato de Timolol, usada para tratar o glaucoma e reduzir a pressão intraocular elevada.
Depois que de usar o colírio, o paciente afirmou que não houve outro incidente com lágrimas de sangue por um ano, quando ele voltou ao hospital para realizar um check-up.
Segundo a publicação do caso, o sangue nas lágrimas tem sido relatado em revistas médicas no passado e várias podem ser as causas do sintoma. Pode ocorrer como resultado de infecção, lesão, inchaço, tumores ou até efeito colateral de hemorragias nasais.
Uma mulher de 56 anos sofreu o fenômeno depois de beliscar o nariz por duas horas para tentar conter o nariz sangrando, por exemplo. No caso relatado no British Journal of Opthamology, em 2003, a mulher que beliscou o nariz fez o sangue fluir para trás e vazar.
O sangue foi absorvido com uma esponja até o sangramento do nariz cessar e ela fez uma recuperação “sem incidentes”.
Hemolacria: condição que faz chorar sangue

A hemolacria é uma condição rara em que o corpo mistura sangue com lágrimas, devido algum problema no aparelho lacrimal. Apesar de esse poder ser o sintoma para várias condições, não está claro quantas pessoas são afetadas pela condição, nem há explicações para todos os casos.
De acordo com a literatura médica, infecções oculares, lesões faciais, tumores nos olhos ou ao redor dos olhos, inchaço ou hemorragias nasais podem causar hemolacria.
O sangue pode vir de um ferimento que já está sangrando e se misturar com lágrimas, pode ser empurrado através dos tubos que conectam os olhos e o nariz, ou de vazar vasos sanguíneos dentro dos canais lacrimais.
Médicos relatam caso de mulher que suou sangue

Outro caso envolvendo sangue que também chamou a atenção de médicos de todo o mundo também aconteceu na Itália e envolveu uma mulher de 21 anos, que foi admitida em um hospital na cidade de Florença.
Suando sangue pelo rosto e pelas palmas das mãos, a italiana chocou os médicos responsáveis pelo seu caso.
Surpresos com a situação, os especialistas decidiram investigar os sintomas que, segundo a paciente, começaram há três anos e podem durar até cinco minutos, dependendo do fluxo do sangue . De acordo com o portal britânico Daily Mail
, o caso foi divulgado no ano passado, no Jornal da Associação Médica Canadense (CMAJ).
Após relatar aos médicos que os episódios são mais frequentes quando fica estressada, a mulher foi submetida a uma série de exames. Assim, a italiana foi diagnosticada com hematidrose , uma doença que afeta apenas uma pessoa a cada dez milhões.
Tratada com propanolol – uma medicação que consegue reduzir os sintomas, mas não paralisa completamente o sangramento – a paciente foi liberada algumas horas depois.
Extremamente rara, a condição afeta apenas uma pessoas a cada dez milhões e ainda é desconhecida por muitos médicos. A hematidrose é conhecida como a “doença de Jesus”, já que poderia ser a explicação para a passagem bíblica em que supostamente apresenta sangramentos no suor antes de ser crucificado.
De acordo com o Daily Mail
, um estudo publicado no Jornal Indiano de Dermatologia explica que a causa da doença ainda é desconhecida. Entretanto, acredita-se que ela é o resultado de episódios extremos de medo ou estresse, que fazem com que as veias ao redor das glândulas sudoríparas sejam dilatadas ao ponto de serem rompidas.
Dessa forma, passa-se a impressão de que a pessoa está suando sangue. Ainda não há cura para a condição, apenas tratamentos com os chamados bloqueadores beta-adrenérgicos, que ajudam a controlar os episódios de crise ao minimizar a ansiedade e estresse do paciente.
Assim como a hematidrose, a hemolacria – que faz a pessoa chorar sangue
– parece pior do que é e, geralmente, pode ser tratada atacando a infecção subjacente ou outra causa, que pode ser pressão alta, câncer ou uma lesão grave – por isso deve ser examinado por um médico.
Curiosidades
“Depois de três anos casada, meu marido saiu do armário”, relata fisioterapeuta carioca
Do site Maria Claire – “Sempre fui uma menina romântica, que sonhava em me casar e formar uma família. Fui criada pela minha avó com muita rigidez. Durante a adolescência, só tive namoros longos. No fim de 2009, quando me formei em fisioterapia, aos 22 anos, conheci Rafael, que era enfermeiro no hospital em que eu trabalhava. Ele era carinhoso e me pareceu uma pessoa boa, sensata. No início, não fiquei interessada, mas ele insistiu tanto para sair comigo que acabei cedendo — parecia realmente apaixonado por mim. Depois de alguns encontros, começamos a namorar.
Pouco depois, no entanto, comecei a ouvir comentários relativos à sua sexualidade. Muita gente dizia que ele parecia ser gay, mas não dei bola. Era muito nova ainda e não percebia nada demais nas atitudes dele. Mas como o povo não parava de fazer piadinhas maldosas, resolvi conversar com ele sobre o assunto. Ele negou de pé junto, disse que se tratava de pura inveja e intriga da oposição. Como já estava totalmente envolvida, acreditei nele
Em janeiro de 2010, na volta de uma viagem para praia, ele me pediu em casamento. Fiquei surpresa, nem estávamos a tanto tempo juntos… Ele alegou que nós dois já vínhamos de relacionamentos anteriores longos e por isso não deveríamos esperar muito tempo para subir ao altar. Quatro meses depois, nos casamos. Com vestido de noiva, igreja, festa e tudo mais que tínhamos direito. Passamos a lua de mel em Buenos Aires, foi um sonho. Tudo parecia perfeito no primeiro ano de casada. Vivíamos superbem, estávamos entrosados na cama e fora dela.
Exatamente um ano depois do nosso casamento, em maio de 2011, nasceu nossa primeira filha. Nessa mesma época, minha sogra faleceu de câncer. E os problemas começaram a aparecer.
A chegada de nossa segunda filha, em março de 2012, coincidiu com sua brusca mudança de comportamento comigo. Rafael dizia que eu havia engravidado de propósito, como se isso fosse algum castigo. Com isso, começaram as agressões verbais, as brigas, o descaso e o abandono. Ele começou a chegar muito tarde em casa, inventava mil plantões no hospital, falava que estava sempre trabalhando. Nessa época, pedi demissão para cuidar das meninas e mergulhei numa depressão profunda.
Nas duas gestações engordei bastante, desenvolvi hipertensão e hiperêmese gravídica (uma complicação da gravidez que causa vômitos e sensação de desmaio), chegando até a ficar internada muitas vezes. O descaso dele era tanto que, quando nossa segunda filha nasceu, ele não queria pegar a criança no colo. Dizia que seu choro era chato, irritante e ainda que ela era feia. Era uma total rejeição absoluta. Nossa relação ia de mal a pior, nem sexo nós fazíamos mais. Me lembro que ele me humilhava de todas as formas, vivi o caos!
Em dezembro de 2012, minha caçula teve uma pneumonia e ficou internada. Quando teve alta, ele pediu a separação. Até então, éramos da igreja e frequentávamos os cultos evangélicos. Desesperada, recorri ao pastor que fez com que ele voltasse atrás. Mantivemos o casamento, mas ele sempre inventava plantões atrás de plantões para justificar sua ausência em casa. E continuava sem me tocar. A relação homem e mulher já não mais existia. Eu suportava isso por causa das crianças, mas não era fácil.
Em fevereiro de 2013, após voltar de um culto na igreja, peguei seu telefone enquanto ele dormia — dias antes, vi Rafael digitando sua senha de bloqueio. Algo dentro de mim dizia que ali descobriria o que o fez se afastar de mim e da nossa família. Não deu outra. Haviam várias trocas de mensagens dele com outro homem. Fiquei chocada! Constatei que ele havia me traído com um cara e que, inclusive, os dois tinham viajado juntos para praia. Percebendo que eu estava demorando no banheiro e que seu telefone não estava mais ao lado da cama, ele começou a esmurrar a porta para que eu abrisse. Dei um ‘print’ em tudo, encaminhei para o meu celular e abri a porta.
Sem saída, Rafael confessou a traição. Disse então que aquela não tinha sido a primeira vez, mas que nunca havia tido coragem de me contar. Ainda teve a cara de pau de dizer que podíamos manter o nosso casamento, mas que continuaria saindo com outros homens. De acordo com suas próprias palavras, por causa da provável desaprovação da mãe, ele já havia reprimido esse desejo por muito tempo.
Fiquei em estado de choque. Passei dias sem comer nem tomar banho. Paralisada em frente à TV assistindo àqueles programas evangélicos, na esperança de que tudo aquilo fosse um pesadelo. Minha mãe teve que buscar minhas filhas, estava totalmente fora de mim, não tinha condição alguma de cuidar delas. Não conseguia aceitar. Depois de três anos casada, meu marido havia saído do armário.
Depois disso, ele me pediu um prazo para sair de casa, organizar sua vida e procurar um canto pra viver. Nesse período, foram sumindo várias coisas sem que eu percebesse. Os presentes que havíamos ganhado no casamento desapareceram. E, como se não bastasse toda a humilhação de ser trocada por um homem, o safado ainda começou a me difamar no Facebook, no hospital onde eu trabalhava… Dizia a todos que estávamos nos separando porque eu o havia traído com meu ex noivo, pode?
Se passaram dois meses até eu sair do choque, mas esse dia chegou. Aí dei um basta! Expulsei Rafael de casa. Ele foi, mas me deixou com as dívidas que fez em meu nome enquanto éramos casados. Algumas pago até hoje, seis anos depois de separada, como a de um carro que ele comprou e não pagou. Acredito que ele só pague a pensão das meninas por medo de ir preso. Raramente dá algum presente para elas.
Elas sabem que o pai é gay, não gosto de esconder nada das minhas filhas. Já estão com sete e oito anos e passam os fins de semana com Rafael a cada 15 dias. Parece que agora ele se assumiu mesmo. Menos mal!
Há dois anos, descobri como é ser amada e respeitada por um homem. Reencontrei o Leonardo, meu primeiro namorado ainda da época escola. Ele é marceneiro e me adicionou nas redes sociais após minha separação. Na época, comprei um armário novo para o quarto das meninas e chamei ele para montar. Começamos a nos falar sempre, até que marcamos um jantar. Nunca mais nos largamos. Depois de dez meses, ele veio morar comigo.
Em dezembro de 2017, já estava divorciada e nos casamos no civil. De véu e grinalda, com festa, tudo como manda o figurino. Leonardo, meu atual marido, é um supercompanheiro, íntegro e sincero. E se dá muito bem com minhas filhas. O filho dele Patrick, de 14 anos, também mora com a gente. Ele tem síndrome de ‘Gorlin-Goltz’, uma doença rara que atrapalha o desenvolvimento, e perdeu a mãe ano retrasado.
Também voltei a estudar, estou no terceiro período de direito. Quero ser advogada para ajudar todas as mulheres que passam por situações humilhantes, como eu. Tive alta da terapia, e não tenho mais vergonha do que vivi. Tudo foi muito doído, mas me fez crescer imensamente e me tornar a mulher forte e determinada que sou hoje.”
Curiosidades
Como surgiu o Dia do Amigo ?
O Dia do Amigo foi criado em 1969 na Argentina pelo médico Enrique Ernesto Febbraro. Ele se inspirou na chegada do homem à lua, em 20 de julho de 1969, que muitos viam como uma oportunidade de fazer amigos em toda parte do Universo.
O argentino durante um ano, divulgou o lema “Meu amigo é meu mestre, meu discípulo e meu companheiro” e enviou cerca de quatro mil cartas para diversos países e idiomas com o intuito de oficializar o Dia do Amigo.
Aos poucos a data foi sendo adotada em outros países e hoje, em quase todo o mundo, o dia 20 de julho é o Dia do Amigo.
Curiosidades
Mulher tem casa apedrejada por vizinhos após trocar senha do Wi-fi
Um caso pra lá de inusitado foi registrado na Colômbia. Uma mulher teve a casa apedrejada após trocar a senha do Wi-Fi da residência
onde mora. Segundo a proprietária da casa, ela nunca recebeu o valor acordado com a vizinha para que ela pudesse usufruir do Wi-Fi.
Após a troca da senha, a vizinha foi tirar satisfação e deu início a uma grande confusão. A polícia foi chamada e a mulher que começou a confusão foi reconhecida por já cumprir prisão domiciliar.
Uma mulher grávida de seis meses, que estava na rua no momento da briga, foi atingida por uma pedra e levada para o hospital.
-
Saúde22/04/2026 - 15:03A atividade física como política pública e a economia invisível do SUS
-
Esportes23/04/2026 - 15:31Ministro do TST, desembargadora do TRT e senador Wellington Fagundes visitam União e conhecem projetos sociais do clube
-
Rondonópolis23/04/2026 - 15:51Novo sistema da Vigilância Sanitária agiliza emissão de alvarás em Rondonópolis
-
Artigos23/04/2026 - 17:47DEEPFAKES: A ARMA SILENCIOSA DAS ELEIÇÕES MODERNAS
-
Rondonópolis24/04/2026 - 15:02Prefeitura de Rondonópolis convida população para prestação de contas do 3º quadrimestre de 2025
-
Mato Grosso24/04/2026 - 20:28BR-163 terá interdição total para detonação de rochas em Guarantã do Norte no dia 29 de abril
-
Artigos24/04/2026 - 20:50Saúde mental no trabalho começa na gestão, não no trabalhador
-
Rondonópolis27/04/2026 - 16:33Supermercados e açougues em Rondonópolis poderão abrir no Dia do Trabalhador









