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Homem vai para o cabaré, capota veículo do patrão e simula sequestro em MT

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Foto: PMMT

Um caso inusitado aconteceu na noite da última sexta-feira (19.08) no município de Jaciara. Um homem chegou primeiramente a denunciar um suposto crime de roubo, em que teria sido levado pelos bandidos e, no decorrer do trajeto, capotou o veículo na estrada do Rio Prata (zona rural) na região das Sete Placas, no município.

O comunicante, identificado com as iniciais J.P.V.S, de 35 anos disse que estava em sua residência onde também é o seu local de trabalho situado na Usina Hidrelétrica do Prata – na Fazenda Águas Claras e que por volta das 4h da madrugada dois homens bateram na janela de sua casa. Ele atendeu acreditando ser algum funcionário da hidrelétrica, mas, nesse momento disse que foi rendido por esses dois homens encapuzados que anunciaram o roubo e colocaram o comunicante amarrado em seu veículo GM/Cobalt, de cor branca, mediante grave ameaça com uso de arma de fogo.

Assim, sairam da propriedade sentido a cidade de Jaciara, mas durante o percurso o carro teria perdido o controle vindo a capotar e os supostos criminosos teriam se evadido do local. A vítima ficou no carro sendo socorrida por algumas pessoas que passaram pelo local.

Diante da denúncia da ocorrência de um roubo ocorrido na propriedade rural onde a vítima trabalha e reside, foi mobilizado um aparato policial de várias viaturas entre elas a equipe de rádio Patrulha Rural da cidade de Jaciara a equipe de Rádio Patrulhamento do município de Juscimeira e a equipe do CPU em Jaciara. Todos no intuito de colher informações e fazer diligências em busca dos criminosos que teriam supostamente cometido este roubo.

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Ocorre que durante o empenho das forças policiais militares nas diligências no local onde reside o comunicante, foi constatado algumas informações conflitâncias em seu relato. Pois, ali ninguém teria visto nada de anormal durante a madrugada e, verificando o veículo do comunicante encontrou-se outra situação conflitante. O comunicante informou que o carro estava no sentido fazenda para cidade e as marcas do local onde ocorreu o capotamento contradizem essa versão, já que apontam que o veículo estava no sentido cidade para fazenda.

Em compartilhamento dessas informações, os policiais foram comunicados pela equipe que teria trabalhado na cidade de Jaciara no período noturno que o comunicante e seu veículo teriam sido vistos durante a madrugada em um estabelecimento conhecido como ZBM, no bairro Planalto.

Foi então que a guarnição composta pelo CPU e RP-02 estiveram no Hospital Santa Lúcia, onde o comunicante ainda estava sendo atendido, e ao entrevistá-lo novamente foi mostrado para ele os pontos conflitantes. Foi então que ele confessou ter inventado a história desse roubo, pois não sabia como justificar para o seu empregador e nem para sua esposa o que realmente teria ocorrido. Na verdade, o homem estava na cidade de Jaciara em um bar (ZBM) onde havia ingerido bebida alcoólica e quando retornava para a fazenda perdeu o controle do seu veículo vindo a capotar diversas vezes.

Diante dos fatos narrados acima o comunicante que, a princípio se apresentava como vítima, recebeu voz de prisão por comunicação falsa de crime ao provocar a ação de autoridade. Neste momento, ele também recebeu alta médica do hospital onde encontrava-se internado e, em ato contínuo, ele foi encaminhado para delegacia de Polícia Civil em Jaciara, com alguns ferimentos pelo corpo causados durante o capotamento.

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O veículo GM/Cobalt cor branca ficou no local do capotamento por não haver condições de fazer sua remoção.

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Pedido de soltura de bombeiro acusado de atirar contra residência é negado em Rondonópolis

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A tentativa da defesa de transferir para o regime domiciliar o bombeiro militar, acusado de disparar contra uma residência em Rondonópolis (MT), foi rejeitada pelo Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT). O desembargador Paulo Sergio Carreira de Souza, da Terceira Câmara Criminal, manteve a prisão preventiva do militar, que buscava o atual companheiro de sua ex-namorada. Os advogados pleiteavam a substituição da pena por prisão domiciliar combinada com monitoramento eletrônico e tratamento psiquiátrico, alegando que o acusado sofre de transtornos mentais e necessita de acompanhamento especializado.

O episódio, ocorrido na noite de 2 de abril, gerou pânico entre os moradores da região. Conforme os autos, uma testemunha relatou à Polícia Civil que precisou correr para se proteger com o filho pequeno nos braços assim que os tiros começaram. No local do atentado, a perícia recolheu oito cartuchos deflagrados de calibre 12, e o cão da família acabou baleado na perna. O bombeiro foi identificado por meio de câmeras de segurança e, posteriormente, apresentou-se à delegacia com o auxílio de um sargento da corporação, resultando em uma denúncia formal pelos crimes de disparo de arma de fogo e maus-tratos a animais.

Ao avaliar o pedido de habeas corpus, o desembargador considerou a prisão preventiva legítima e necessária para a garantia da ordem pública, dada a gravidade da conduta do agente. O magistrado destacou que o tribunal de segunda instância não poderia atropelar a análise do juiz de origem em Rondonópolis, que ainda avalia a aplicação de medidas cautelares alternativas. Além disso, o argumento defensivo sobre a demora na realização da perícia psiquiátrica — agendada apenas para agosto — não foi conhecido nesta ação, sob a justificativa técnica de que não se deve misturar debates sobre a legalidade da prisão com a celeridade de exames de insanidade mental em um mesmo recurso.

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Apesar de manter a detenção, o Judiciário demonstrou atenção às condições de saúde do réu. No despacho, o desembargador determinou que a direção da unidade prisional onde o militar está encarcerado preste informações detalhadas, no prazo legal, sobre a estrutura de atendimento interno. O estabelecimento penal deverá esclarecer se dispõe de profissionais habilitados nas áreas de psicologia e psiquiatria, se o paciente já está recebendo o devido acompanhamento especializado e qual tem sido a sua resposta clínica ao tratamento oferecido.

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Corpo de Bombeiros combate incêndio em três carretas estacionadas em posto de combustível

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O Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso (CBMMT) combateu, na segunda-feira (25.5), um incêndio que atingiu três carretas que estavam estacionadas no pátio de um posto de combustíveis às margens da BR-163, em Rondonópolis (a 215 km de Cuiabá).

A equipe do 3º Batalhão de Bombeiros Militar (3º BBM) foi acionada após o fogo começar em uma das carretas e se alastrar para os outros dois veículos, que estavam vazios no momento da ocorrência. Conforme informações no local, as chamas tiveram início no veículo estacionado ao centro e se propagaram rapidamente para as carretas ao lado devido à proximidade entre elas.

Quando os bombeiros chegaram, o incêndio já estava em grandes proporções. Os militares iniciaram imediatamente o combate às chamas e conseguiram controlar e extinguir o fogo, evitando que o incêndio atingisse estruturas próximas ao posto de combustíveis.

Após a extinção das chamas, a equipe realizou o trabalho de rescaldo para eliminar possíveis focos remanescentes e garantir a segurança da área. Não há informações sobre as causas do incêndio.

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Suspeitos são detidos por tráfico de drogas após resistência à abordagem policial em Alto Garças

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Durante patrulhamento em Alto Garças, uma guarnição da Polícia Militar foi acionada por meio de denúncia anônima informando sobre um possível ponto de comércio de entorpecentes em uma residência localizada na Avenida Mato Grosso, abaixo de um supermercado nesta terça-feira (26).

Ao chegar ao local, os policiais perceberam forte odor de maconha vindo da residência. Durante a abordagem, um dos suspeitos desobedeceu às ordens da equipe policial e avançou em direção aos militares com a mão na cintura, sendo necessário efetuar dois disparos de arma de fogo para cessar a possível agressão.

Na sequência, o suspeito retirou um aparelho celular da cintura e o arremessou ao chão, danificando o objeto, vindo posteriormente a se deitar no solo. Outro suspeito também apresentou resistência, retirando um objeto da cintura e o lançando sobre o telhado de uma residência vizinha. Apesar das buscas realizadas, o material não foi localizado. A terceira suspeita colaborou com a ação policial.

Durante buscas no imóvel, os policiais localizaram três porções análogas à maconha, um rolo de papel filme utilizado para embalo da substância, três aparelhos celulares e a quantia de R$ 704,50 em espécie.

Todos os suspeitos, bem como os materiais apreendidos, foram encaminhados à Delegacia de Polícia Civil de Alto Garças para as providências cabíveis.

Nenhum dos suspeitos foi atingido pelos disparos, sendo todos apresentados sem lesões corporais.

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