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Mato Grosso

Juízes substitutos têm aula com Coordenadoria Financeira e Associação dos Magistrados

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Nesta segunda-feira (7 de agosto) os juízes e juízas que integram o Curso Oficial de Formação Inicial (Cofi) tiveram a oportunidade de conhecer administrativamente a função da Coordenadoria Financeira do Tribunal de Justiça de Mato Grosso e também a Associação Mato-Grossense de Magistrados. O encontro foi realizado na Escola da Magistratura de Mato Grosso, das 8h às 12h.
 
A primeira apresentação foi realizada pela área Financeira, representada pela coordenadora Ilman Lopes e pelos servidores Carlos Alves da Silva, Érika Carriel Viana, Enéas Moraes e Neliezer Silva e Costa Filho.
 
A proposta foi expor aos magistrados e magistradas como funciona a arrecadação do Poder Judiciário, tendo em vista que, ao assumir as comarcas no interior, serão também diretores do foro e, portanto, irão gerir a parte administrativa do fórum local. “O nosso foco maior é o jurisdicionado, mas é a arrecadação que sustenta todo o Poder Judiciário. Por isso, faz-se necessário que todos os novos juízes e juízas entendam como funciona esse serviço”, explicou Carlos da Silva.
 
Dentre os alunos e alunas estava o juiz Laio Portes Sthel, que ressaltou a imprescindibilidade de conhecer assuntos administrativos. “Esse tema é de alta relevância para a gente, enquanto magistrado. Conforme foi reiterado, nós somos os guardiões da arrecadação do Estado, então, é importante que saibamos administrar, organizar, orientar a nossa equipe para que tenhamos a certeza de que a arrecadação do Estado, e do Poder Judiciário em específico, seja garantida. Nós atuamos no Poder Judiciário não só na parte jurisdicional, mas também na parte de gestão das unidades.”
 
Na sequência, a juíza Maria Rosi de Meira Borba, diretora da Associação Mato-Grossense dos Magistrados divulgou os serviços ofertados pela instituição a todos aqueles que se tornam associados. “Nós estamos muito felizes com a chegada de mais 25 colegas que vêm integrar a magistratura mato-grossense. A Amam veio a este encontro recebê-los de braços abertos e mostrar o que é o Mato Grosso, já que são todos de fora do Estado. O papel da Amam é sempre proteger, acolher o associado e sempre, em qualquer situação, estar ao lado do magistrado.”
 
A juíza destacou ainda a parceria com a Esmagis. “A Escolada Magistratura é a nossa melhor parceira. A Amam ela se preocupa muito com a formação do magistrado e Esmagis cumpre esse papel de uma forma muito importante. Então, nessa união, nós estamos escolhendo frutos sempre, a favor de uma magistratura mais séria, mais competente e que realmente atenda os anseios da sociedade mato-grossense.”
 
Cofi – O Curso Oficial de Formação Inicial (Cofi) é um preparatório para que os juízes recém-empossados no Poder Judiciário de Mato Grosso acerca das atividades que os aguardam no interior do Estado. O grupo irá reforçar o trabalho da Primeira Instância.
 
As aulas são ofertadas pelo Tribunal de Justiça de Mato Grosso, por meio da Escola Superior da Magistratura de Mato Grosso (Esmagis-MT) e Corregedoria-Geral de Justiça de Mato Grosso. Elas começaram dia 31 de julho e seguem até novembro de 2023, formando 540 horas/aulas.
 
Seguindo a programação, o curso terá 40 horas-aulas correspondentes ao desenvolvimento do Módulo Nacional, realizado pela Escola Nacional de Formação e Aperfeiçoamento de Magistrados, o qual será realizado em Brasília. Outras 204 horas/aula correspondente ao Módulo Local Teórico, 236 horas/aula relativa ao Módulo Local de Prática Supervisionada e ainda 24 horas/aula referente ao Módulo Eleitoral.
 
Esta matéria possui recursos de texto alternativo para promover a inclusão das pessoas com deficiência visual. Descrição das imagens: Foto 1 – mulher loira está em pé, olha para plateia a sua frente e fala ao microfone. Homens e mulheres, usam roupas coloridas, estão sentados, e olham para a mulher que fala ao microfone. Foto 2 – mulher de cabelos curtos e escuros, veste branco e está em pé no centro da sala. Ela segura um papel e olha para a plateia que está à sua frente. Ao fundo, quadro colorido de amarelo e vermelho tem a imagem de uma flor.
 
Keila Maressa/Alcione dos Anjos
Assessoria de Comunicação
Escola Superior da Magistratura de Mato Grosso (Esmagis-MT)
Corregedoria-Geral da Justiça
 

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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Mato Grosso

MPMT investiga contratações temporárias na Educação

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A 8ª Promotoria de Justiça Cível de Defesa da Educação de Cuiabá instaurou três inquéritos civis para apurar as condições de contratação de profissionais da educação nas redes estadual de Mato Grosso e municipais de Cuiabá e Acorizal. O objetivo é verificar a realização de concursos públicos ou processos seletivos, bem como a adesão à Prova Nacional Docente (PND), política criada pelo Ministério da Educação (MEC) em 2026 para aprimorar a seleção de professores da educação básica no país.

 

Conforme o promotor de Justiça Miguel Slhessarenko Junior, a iniciativa busca levantar informações para avaliar a possível dependência de contratações temporárias, a eventual ausência de concursos públicos regulares, a adesão à política nacional de seleção de docentes (PND) e a existência de planejamento estruturado para a valorização da carreira.

 

O Ministério Público de Mato Grosso (MPMT) determinou o envio de ofícios à Secretaria de Estado de Educação (Seduc-MT), e às secretarias municipais de Educação de Cuiabá e de Acorizal, requisitando informações como a adesão à Prova Nacional Docente (PND), ou, em caso negativo, as justificativas e a previsão de adesão; a data de realização do último concurso público ou processo seletivo; e a existência de previsão para novas seleções, com a apresentação de cronograma.

 

As instituições também deverão encaminhar relação atualizada dos profissionais da educação, com detalhamento por função, local de lotação e tipo de vínculo (efetivo ou temporário). O MPMT requisitou ainda informações sobre o planejamento de políticas de valorização da categoria, incluindo estruturação de carreiras, recomposição do quadro efetivo e adoção de processos seletivos mais técnicos, transparentes e impessoais.

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O promotor de Justiça Miguel Slhessarenko Junior considerou que que dados do Censo Escolar indicam que, nos últimos anos, tem havido aumento no número de professores temporários no país, em desacordo com a previsão constitucional e legal. Em algumas redes estaduais, mais de 70% do corpo docente possui vínculo precário.

 

Considerou também levantamento baseado em painel de Business Intelligence (BI) do MEC aponta que Cuiabá está classificada como Prioridade 3, com 5,5% de inadequação docente, 83% de profissionais concursados e último concurso realizado entre seis e oito anos. Já o município de Acorizal também figura na Prioridade 3, com 53,5% de inadequação docente, 64% de profissionais concursados e ausência de informações sobre o último concurso público na área da educação, bem como sobre a existência de Plano de Cargos, Carreira e Remuneração (PCCR) para a categoria.

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Mato Grosso

Sérgio Ricardo reforça papel constitucional do TCE-MT e defende atuação fiscalizatória

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Conselheiro Sérgio Ricardo, presidente do TCE-MT

O presidente do Tribunal de Contas de Mato Grosso (TCE-MT), conselheiro Sérgio Ricardo, destacou o papel do órgão na garantia da correta aplicação dos recursos públicos, em artigo publicado nesta segunda-feira (15). Para além do julgamento de contas, a publicação reforça a importância da fiscalização, prevista pela Constituição Federal como um dos pilares do controle externo.

No texto, intitulado “Fiscalizar é obrigação constitucional do Tribunal de Contas”, o conselheiro lembra que os Tribunais de Contas possuem natureza própria e que as garantias asseguradas a seus membros existem para preservar a independência da instituição. Segundo ele, dar publicidade ao trabalho de fiscalização faz parte da missão institucional do Tribunal.

“Uma Corte de Contas passiva diante de sinais de irregularidade não é prudente: é inconstitucional. A imparcialidade não obriga cegueira preventiva; muito menos pode ser invocada para relevar ilegalidades”, observa.

A íntegra do artigo está disponível no link abaixo. Fiscalizar é obrigação constitucional do Tribunal de Contas

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Mato Grosso

Gefron e Força Tática apreendem 248 quilos de cocaína e provocam prejuízo de R$ 4 milhões às facções criminosas

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Gefron e Força Tática apreendem 248 quilos de cocaína e provocam prejuízo de R$ 4 milhões às facções criminosas -

Gefron/MT

Uma operação integrada do Grupo Especial de Fronteira (Gefron) e da Força Tática do 12º Comando Regional da Polícia Militar resultou na apreensão de 248 quilos de cloridrato de cocaína, nesta segunda-feira (15.6), em Pontes e Lacerda (a 448 km de Cuiabá). A ação provocou um prejuízo estimado em R$ 4 milhões às facções criminosas.

Três suspeitos, sendo dois homens e uma mulher, foram presos em flagrante por tráfico de drogas. Foram apreendidos também dois veículos que estavam sendo utilizados para o transporte dos entorpecentes.

Após receber a informação de que dois veículos estariam transportando entorpecentes da Bolívia com destino a Pontes e Lacerda, equipes do Gefron e da Força Tática, da Polícia Militar, realizaram um bloqueio na MT-473.

Os veículos monitorados se aproximaram do bloqueio e foram abordados. Durante as buscas no Fiat Palio Adventure, os policiais encontraram um aparelho de comunicação via satélite. Já as drogas, armazenadas em diversos fardos, estavam em um VW Gol.

Os suspeitos receberam voz de prisão e foram encaminhados, junto com os veículos e os fardos de drogas, para a Polícia Federal.

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