Policial
Mais de 1 tonelada de drogas e 886 criminosos presos na Regional de Pontes e Lacerda
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A segurança e as ações policiais na fronteira do Estado de Mato Grosso foram intensificadas, em 2018, pela Polícia Judiciária Civil por meio da Delegacia Regional de Pontes e Lacerda (448 km a Oeste, responsável por sete delegacias na região.
As unidades atuaram tanto no preventivo quanto repressivo à criminalidade. De janeiro a novembro foram apreendidos mais de 1 tonelada de entorpecentes e presas 886 pessoas que atuavam em diversas frentes de crimes, principalmente, na desarticulação de bandos ligados à organizações criminosas que vinham agindo em homicídios, tráfico de drogas, roubos, estelionatos, grilagem de terras, entre outros.
Nas unidades foram instaurados 1.196 inquéritos policiais, lavrados 521 termos circunstanciados de ocorrência (TCO), confeccionados 153 atos infracionais, expedidos 312 alvarás administrativos e confeccionados 9.378 boletins de ocorrência.
O levantamento é referente ao mês de janeiro a novembro de 2018, e engloba os trabalhos das oito delegacias municipais (Pontes e Lacerda, Comodoro, Jauru, Vila Bela da Santíssima Trindade, Rondolândia, Vale de São Domingos, Campos de Júlio) pertencente à Delegacia Regional de Pontes e Lacerda.
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Para o delegado regional de Pontes e Lacerda, Rafael Mendes Scatolon, os números expressivos são reflexos do empenho e dedicação dos policiais civis (delegados, escrivães, investigadores) e colaboradores. “Embora nossa região esteja situada na fronteira com a Bolívia, fato que propicia a prática de crimes, sobretudo, o tráfico de drogas e homicídio, a Polícia Civil vem atuando de forma qualificada em investigações dos delitos, dentro dos limites e materiais que dispomos”, destacou ele.
O delegado de Pontes e Lacerda, Carlos Augusto do Prado Bock, que está há três anos na localidade, disse que região é de muitos desafios, devido a vasta fronteira seca com a Bolívia, a exploração ilegal do garimpo, o tráfico de drogas e entrada de facções criminosas na localidade. Mas, segundo ele, a Polícia Civil, embora com todas as dificuldades, tem conseguido dar resposta satisfatória à sociedade.
“É uma região naturalmente complicada e vive momento de readaptação dos criminosos, principalmente, em razão do garimpo. Tivemos vários homicídios dolosos consumados e tentados e mais da metade foram elucidados. Mas isso demanda foco de atenção”, disse.
Operações
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Das diversas ações deflagradas pela Polícia Civil da região, oito operações policiais bem-sucedidas foram destaques. Na cidade de Pontes e Lacerda foram três, sendo a operação OLX, ocorrida em 19 de abril de 2018, para identificação, prisão de uma quadrilha de estelionatário que aplicava golpe pela internet e recuperação parcial de bens. Veja mais http://www.pjc.mt.gov.br/noticia.php?id=18042
A operação Trem Bala foi desencadeada em outubro para prender um grupo de pessoas envolvidas com o comércio de armas de fogo, munições e drogas. E também o esclarecido do homicídio de Renata Aparecida Jacob.A vítima foi brutalmente assassinada e teve a cabeça degolada. Os dois autores do crime foram identificados e presos durante uma tentativa frustrada de fuga para o país da Bolívia. Veja mais: http://www.policiacivil.mt.gov.br/noticia.php?id=18839
A operação Hollywood apreendeu 358 quilos de cloridrato de cocaína em uma aeronave Cesna. Na ação foram presos quatro suspeitos, dois envolvidos transporte (um boliviano e um dominicano) e outros dois suspeitos de furtarem parte da droga antes da chegada da polícia no local. A ação ocorreu em julho de 2018. Veja mais: http://www.pjc.mt.gov.br/noticia.php?id=18607
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A operação Luger decorrente de uma denúncia recebida via whatsapp, possibilitou a identificação e prisão de um grupo de “pistoleiros”, responsáveis por sete homicídios, sendo uma das vítimas, uma criança de apenas dois anos.Os criminosos foram identificados como membros de uma associação criminosa que usaram três armas de fogo para a execução das vítimas, armas modelo pistola da marca Luger, daí o nome da operação deflagrada que foi realizada em quatro cidades de Mato Grosso e uma de Goiás. Veja mais: http://www.pjc.mt.gov.br/noticia.php?id=19026
No município de Jauru (425 km a Oeste) a operação Gedor desarticulou uma quadrilha especializada em roubos a bancos com integrantes ramificados em outros estados (GO e TO), além de Mato Grosso. Uma das ações criminosas praticadas pelo grupo foi à tentativa de furto no Banco Sicred e cárcere privado em Jauru. Um criminoso foi preso em flagrante em Pontes e Lacerda e outros cinco identificados na conclusão do inquérito
“Aos poucos fomos investigando e identificando todos integrantes”, disse o delegado Rafael Scatolon.
A segunda operação em Jauru denominada Grillus desmantelou um grupo criminoso armado, voltado à grilagem de terras na região do Areão. Nove pessoas estão indiciadas por extorsão majorada e associação criminosa armada. Veja mais: http://www.pjc.mt.gov.br/noticia.php?id=19151
Em Vila Bela da Santíssima Trindade (521 km a Oeste) aconteceu à operação Cyclops, resultado de investigação para combater o tráfico de drogas. Na ação foram apreendidos 294 quilos de entorpecentes. Três homens foram presos em abril de 2018, uma estrada de acesso ao Rio Barbado, localidade conhecida por Ponte Queimada, zona rural de Vila Bela. Foram 230,200 quilos de pasta base e 64,700 quilos de cocaína pura, apreendidos dentro de sacos, em uma caminhonete L200. Veja mais http://www.pjc.mt.gov.br/noticia.php?id=17972
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Roubo de cargas
Em Comodoro, cinco pessoas foram presas no dia 4 dezembro por suspeitas de integrarem uma associação criminosa que praticava roubos de cargas na região de Comodoro. O grupo é residente na cidade de Cuiabá e se deslocava para o Interior do Estado com o objetivo de cometer os assaltos.
As investigações apontaram que duas mulheres eram as responsáveis por abordar os motoristas de caminhão, solicitando carona ou oferecendo programas sexuais. Elas agiam em conjunto com os comparsas identificados na investigação.
“São pessoas acostumadas a práticas de crimes, alguns com passagens por roubo”, disse o delegado Gilson Silveira. Veja Mais: http://www.pjc.mt.gov.br/noticia.php?id=19109
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Crime brutal
Um crime de homicídio ocorrido em Figueirópolis D’Oeste (406 km a Oeste) teve o desfecho da prisão do autor em Rolim de Moura (RO). O suspeito Vanderson Luiz Vieira foi preso, após atear fogo em Gilson de Oliveira, que teve 90% do corpo queimado e morreu três dias após do crime, em 16 de junho de 2018. Segundo as investigações, o homicídio teve motivação passional, uma vez que o suspeito e o companheiro haviam terminado o relacionamento a poucos dias e a vítima era amigo do namorado. Veja mais: http://www.pjc.mt.gov.br/noticia.php?id=18533.
Projetos Sociais
Simultaneamente aos trabalhos de enfrentamento à criminalidade violência, a Polícia Civil de Pontes e Lacerda desenvolveu atividades sociais de cunho preventivo, para crianças e adolescentes, inseridas no Programa de Cara Limpa Contra as Drogas, coordenado pelo investigador Sebastião Faria da Silva, visando por meio de palestras à orientação sobre os malefícios do uso de drogas.
Em 2018 quase 5,5 mil pessoas foram beneficiadas atividades pelo Programa de Cara Limpa Contra as Drogas, desenvolvido nas cidades de Pontes e Lacerda, vila Bela da Santíssima Trindade, Jauru, Comodoro e comunidades rurais.
O Projeto Judô e Vida, promovido pelo investigador Hélio Garcia com ênfase a prática de esporte e disciplina, vem auxiliando que crianças e adolescentes sejam aliciadas pela criminalidade. O projeto, atualmente, atende 60 crianças e adolescentes, que participaram de competições e já conquistaram premiações como no Campeonato Interestadual de Judô, onde dois alunos do Judô e Vida foram campeões estaduais na III etapa, realizada na cidade de Dom Aquino, e um aluno campeão nos Jogos do Instituto Federal, fase Centro-Oeste.
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Investimentos em Infraestrutura e Tecnologia
Por meio de parceria com o Conselho Municipal de Segurança (CONSEG) e demais setores da sociedade civil foi possível viabilizar mais de R$ 300 mil, para a manutenção e reforma na Delegacia Regional (custeada em pouco mais de R$ 107 mil), Delegacia Municipal de Pontes e Lacerda (no valor de quase R$ 93 mil) e a Delegacia de Jauru (subsidiada em aproximadamente R$ 102 mil). O montante do recurso também foi para aquisição de novas armas de fogo, equipamentos para a estruturação do Núcleo de Inteligência e mais duas viaturas, sendo um veículo Ford KA entregue para Delegacia de Jauru e uma caminhonete S10 para a Delegacia de Pontes e Lacerda.
“Conseguimos melhorar as condições de trabalho em algumas unidades. Tudo fruto de parcerias estabelecidas com os demais poderes e sociedade civil organizada, fazendo com que os resultados possam ser ainda maiores nos próximos anos”, finalizou o delegado regional, Rafael Scatolon.
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Policial
Polícia Civil deflagra Operação Replay contra núcleo financeiro de facção criminosa que atuava em diversos Estados
Investigação alcança estrutura de comando, operadores externos e patrimônio estimado em mais de R$ 17 milhões, além de bloqueio financeiro de até R$ 15,324 milhões

A Polícia Civil de Mato Grosso deflagrou, nesta quinta-feira (29.7), a Operação Replay para cumprimento de 10 mandados de prisão preventiva, mandados de busca e apreensão, além de medidas patrimoniais e de quebra de sigilo, contra 14 integrantes e colaboradores de uma estrutura criminosa investigada por organização criminosa e lavagem de capitais. Conduzida pela Delegacia Especializada de Repressão ao Crime Organizado (Draco), operação foi desencadeada nas cidades de Cuiabá (MT), Várzea Grande (MT), Balneário Camburiú (SC), Itapema (SC) e Rio de Janeiro (RJ).
A ação é um desdobramento de uma investigação continuada que já havia resultado nas operações Apito Final, Fair Play e Tempo Extra. A nova fase foi estruturada a partir da análise dados telemáticos. O material deu origem a relatórios técnicos que revelaram a continuidade da atuação da estrutura criminosa, com divisão de tarefas, núcleo financeiro próprio, operadores externos, utilização de contas de terceiros e aquisição de bens em nome de pessoas sem capacidade econômica compatível.
A decisão judicial autorizou prisões preventivas, buscas pessoais, domiciliares e veiculares, afastamento de sigilo de dispositivos eletrônicos, compartilhamento de provas, sequestro e indisponibilidade de imóveis e veículos e bloqueio de ativos financeiros vinculados aos investigados. As medidas têm como finalidade interromper a continuidade das atividades, preservar provas, impedir a dissipação patrimonial e atingir a base econômica que sustentava a atuação do grupo.
A dimensão da operação pode ser medida pelo patrimônio identificado. Os imóveis e veículos alcançados pelas medidas foram estimados em aproximadamente R$ 17.287.600,00. Entre os bens estão apartamentos e casas de alto padrão em Mato Grosso e Santa Catarina, três terrenos e quatro veículos. Separadamente, foi pleiteado bloqueio financeiro de até R$ 15.324.000,00, valor relacionado à contabilidade encontrada durante a investigação. Esses montantes não devem ser somados como se fossem recuperação efetiva, pois representam categorias distintas de constrição patrimonial.
Somente os imóveis foram estimados em cerca de R$ 16,68 milhões. A investigação relacionou um apartamento de luxo em Itapema, estimado em R$ 3 milhões; um apartamento de alto padrão em Balneário Camboriú, estimado em R$ 6 milhões; uma casa em condomínio fechado na região de Camboriú, estimada em R$ 6 milhões; uma residência de alto padrão em Cuiabá, estimada em R$ 1,5 milhão; e três terrenos avaliados, em conjunto, em aproximadamente R$ 180 mil.
Os veículos submetidos às medidas foram estimados em aproximadamente R$ 607,6 mil, incluindo automóveis e motocicleta registrados em nome de investigados ou terceiros ligados ao núcleo. A estratégia de descapitalização busca impedir que bens adquiridos com recursos de origem ilícita sejam vendidos, transferidos, ocultados ou reutilizados para financiar a reorganização da estrutura.
Além das grades
Outro eixo central da investigação constatou que uma liderança, mesmo custodiada em setor de segurança máxima do sistema estadual, continuava exercendo funções de comando financeiro e disciplinar. As comunicações analisadas registraram cobranças de fechamentos, determinações de recolhimento, direcionamento de valores, correção de planilhas e orientação de operadores que atuavam em liberdade.
Em uma das planilhas encontradas, havia referência a R$ 14.093.000,00 como valor total congelado e a R$ 1.231.000,00 como total relacionado ao período analisado. O montante de R$ 15.324.000,00 serviu de parâmetro para o pedido de bloqueio financeiro. Os registros também continham referências a prestações de contas, movimentação de grandes quantidades de entorpecentes e distribuição de recursos entre diferentes núcleos.
A investigação identificou ainda que o mesmo chip atribuído à liderança foi utilizado em sete aparelhos celulares diferentes entre setembro de 2025 e março de 2026. A alternância dos terminais indica método de adaptação destinado a contornar apreensões e controles penitenciários, permitindo a continuidade das comunicações clandestinas.
Nome da Operação
O nome Replay faz referência à repetição das condutas e à capacidade de reorganização identificada após as operações anteriores. A nova fase busca interromper esse ciclo, responsabilizar os envolvidos, neutralizar o comando exercido de dentro do cárcere e retirar da estrutura os recursos financeiros e patrimoniais utilizados para manter suas atividades
Policial
Equipe do 4º BBM utilizou cerca de 2,5 mil litros de água para extinguir as chamas
O Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso (CBMMT) combateu, na madrugada desta quarta-feira (22.7), um incêndio em uma madeireira, em Sinop (a 480 km de Cuiabá)

A equipe do 4º Batalhão de Bombeiro Militar (4º BBM) foi acionada por volta das 2h para atender à ocorrência. No local, os bombeiros constataram que o incêndio atingia o corredor subterrâneo por onde passa a esteira responsável pelo transporte de pó de serra do interior da madeireira para a área externa. As chamas também alcançavam o acúmulo de pó de serra e algumas máquinas da serraria.
Para combater o incêndio, as equipes realizaram a abertura de acessos ao corredor subterrâneo, permitindo o combate direto às chamas e o resfriamento da estrutura afetada. A atuação dos bombeiros eliminou os focos de calor e impediu que o fogo se propagasse para outros setores da empresa.
Durante a operação, foram utilizados aproximadamente 2,5 mil litros de água no combate às chamas. Após a extinção do incêndio, os bombeiros realizaram o trabalho de rescaldo para eliminar possíveis focos remanescentes e evitar a reignição do fogo.
Não houve registro de vítimas.
Policial
Operação Adsumus tem Rondonópolis como foco e mira facção ligada a bingos ilegais
A Polícia Civil de Mato Grosso deflagrou, nesta sexta-feira (10.7), a Operação Adsumus para cumprir 17 ordens judiciais no âmbito de uma investigação que apura a atuação de uma facção criminosa em Rondonópolis. O grupo utilizava jogos de azar e bingos para ocultar valores obtidos de forma ilícita.
Foram cumpridos 11 mandados de busca e apreensão e três mandados de prisão preventiva, além de medidas cautelares de suspensão de atividade comercial, bloqueio de contas bancárias e quebra de sigilo bancário contra alvos nos municípios de Rondonópolis, Cuiabá, Várzea Grande e Tangará da Serra.
As ordens judiciais foram decretadas pelo Núcleo de Justiça 4.0 do Juiz das Garantias – Polo Rondonópolis, com base nas investigações conduzidas pela Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (Derf) de Rondonópolis.
Os investigados respondem pelos crimes de integrar organização criminosa, lavagem de capitais, tráfico de drogas, associação para o tráfico, fraude processual, ingresso ou facilitação da entrada de aparelho telefônico em estabelecimento prisional, falsidade ideológica, extorsão e posse irregular de arma de fogo de uso permitido.
Mandados judiciais
Entre as medidas cautelares determinadas pela Justiça está a suspensão das atividades de um estabelecimento comercial em Rondonópolis, onde eram realizados diversos eventos e shows.
O local funcionava como sede permanente para a realização de sorteios ilegais de bingo controlados pela facção criminosa investigada. As investigações também identificaram movimentações financeiras expressivas e incompatíveis com a capacidade econômica declarada pelos responsáveis pelo estabelecimento.
Diante dos elementos colhidos, que reforçam os indícios da prática de lavagem de capitais, foi determinada a suspensão das atividades econômicas e financeiras da empresa, a lacração do estabelecimento e a apreensão das máquinas de bingo, da máquina de urso e de outros equipamentos utilizados na exploração de jogos de azar.
Investigação
O inquérito instaurado pela Derf de Rondonópolis teve início após a apreensão de um aparelho celular utilizado por um dos autores de um roubo e incêndio, ocorrido em 18 de fevereiro de 2025, em uma padaria localizada no bairro São Sebastião, em Rondonópolis.
O crime foi praticado por dois homens armados, que anunciaram o roubo e, em seguida, incendiaram as dependências da padaria. No decorrer das investigações, os dois suspeitos foram identificados e tiveram as respectivas prisões preventivas decretadas pela Justiça.
Em maio de 2025, os dois foragidos foram abordados pela Polícia Rodoviária Federal portando documentos de identificação falsos. Ambos viajavam como passageiros de um ônibus interestadual que fazia o trajeto de Cuiabá (MT) para o Rio de Janeiro (RJ).
Na ocasião, a equipe da Polícia Rodoviária Federal apreendeu os aparelhos celulares que estavam com os suspeitos, e o material foi encaminhado à Derf de Rondonópolis para as providências cabíveis.
A partir da análise do conteúdo extraído dos celulares, os policiais identificaram a existência de uma célula de facção com atuação em diversos municípios de Mato Grosso.
Conforme apurado, trata-se de um grupo criminoso que atuava nos crimes de tráfico de drogas, extorsão, exploração de jogos de azar, fraude processual e falsidade ideológica.
Continuidade
As diligências prosseguem para a conclusão das investigações e finalização do inquérito policial, com o consequente indiciamento dos envolvidos.
Integração
Participaram da Operação Adsumus equipes da Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (Derf) de Rondonópolis, com apoio da 1ª Delegacia de Polícia de Tangará da Serra, da Gerência de Combate ao Crime Organizado (GCCO) e da Delegacia Especializada de Repressão ao Crime Organizado (Draco).
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