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MAURO MENDES E OS SERVIDORES PÚBLICOS ESTADUAIS 

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Max Campos

  Após o resultado das eleições em 2018 a ansiedade toma conta dos 100.000 servidores públicos estaduais não propriamente do resultado a nível Federal com Bolsonaro e tampouco com Mauro Mendes em nosso Estado que inclusive teve apoio de milhares de servidores.

      O que realmente aflige é que nós servidores sabemos dos números do Estado e muitas das vezes erroneamente somos acusados pela falta de informação até mesmo de nossos representantes legais em rebater as falácias que costumam apregoar pois contribuirmos e muito pro desenvolvimento do Estado, temos sim que combater a evasão fiscal, a sonegação, a corrupção desenfreada, entre outras ações inclusive em Brasília com políticas públicas que possam aliviar nosso caixa.

      Mauro estará herdando um “furo” grande nesse começo de governo nos 03 piores meses do ano onde é de baixa arrecadação, somente em relação ao funcionalismo público a maior apreensão recai sobre a verdadeira realidade financeira do Estado deixado pelo governo que findou.

        São devidos e deixados de serem pagos o 13• dos aniversariantes de novembro e dezembro e o residual de todos servidores, restando ainda a incógnita da reposição inflacionária anual (RGA) e o atraso dos fornecedores que provocou o recolhimento de viaturas policiais e até mesmo de entrega de água para beber nas repartições públicas além do EFEITO CASCATA no comércio local.

     Mauro Mendes e Otaviano Pivetta terão desafios diários pois são 03 milhões de mato-grossenses para serem atendidos obviamente os servidores devem serem colaboradores ativos, pois são seu maior patrimônio no governo, contudo quando falamos de bastidores da política  devemos sermos claros em dizer que erros servem para aprendermos, elegendo sua melhor extração para crescermos e não tornar a repetí-los.

        A falta de diálogo ou mesmo de trato entre governo e servidores em 2016 causou um desgaste que politicamente e conversando seria facilmente evitado, não se trata de querer entendimento mas acabou tragicamente se tornando uma queda de braço que envolveu inclusive o legislativo em debates acalorados que serviu mas pra definição política de alguns pra eleição ou não do que de ganhos ao Estado.

     Em 2019 vamos debater números, dados, o poder executivo se submete a caneta governamental e este toma as ações que priorizem o cidadão contribuinte em prol de uma maioria, hoje fala-se em enxugamento da máquina e então o governo diz: Teremos uma economia de aproximadamente  150 milhões com enxugamento de 3.000 cargos comissionados dentre outras ações como extinção de pastas e fusões entre autarquias e empresas públicas.

     Porém como fechar a conta se outros dois poderes Legislativo e Judiciário não forem sensíveis ao exemplo dado? Somos sabedores da demanda descomunal de processos no Estado e falta de comarcas bem como são também conhecedores da falta de estrutura que o executivo possui pra atender os cidadãos, não entrando no mérito dos repasses dos duodécimos aos poderes que são constitucionais entretanto somente cortado no osso do executivo não solucionaria o problema pois o déficit deixado de herança está estimado até o momento em quase 2 bilhões. Estamos falando de ISONOMIA.

     Este início de 2019 será de profunda reflexão, simbiose entre os poderes, paciência e olhando para frente pois já aprendemos e vimos os erros do passado.

      Nosso Estado e sim um excepcional lugar provido de várias riquezas a serem exploradas, propiciar e atrair indústrias, valorizar e estruturar o turismo, agregar valores anosas produção, fomentar parcerias públicos-privadas em estradas e outros meios de transporte enfim temos uma infinidade recursos a serem colocadas em ação e isso certamente passará na contribuição de todos os poderes constituídos, de todos políticos, de todos servidores enfim daqueles que torcem e colaboram para um Estado mais próspero para todos.

      QUE DEUS ABENÇOE NOSSO ESTADO E NOSSA GENTE.

Max Campos é Servidor Público Estadual

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O ano de 2021 começa agora janeiro

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Foto: Assessoria

O ano de 2020, ou melhor, passado, um período que deve ser esquecido. Não devemos perder a esperança daqui pra frente. Mesmo diante de todas as dificuldades, o destino do futebol de Mato Grosso deve entrar no eixo. O destaque maior vai para o Cuiabá, que semana passada atingiu o acesso a série A do brasileiro. Não podemos deixar de lado o bom desempenho do Nova Mutum, caçulinha do futebol mato-grossense, que conseguiu o titulo inédito, com profissionalismo e pé no chão.

De fato, o ano de 2021 inicia com muitas novidades, a nossa ansiedade é tremenda, principalmente aqueles que plantaram boas sementes ao longo desses 10 anos na imprensa esportiva. Falando em imprensa esportiva que é o meu forte, acredito que o rádio da nossa capital, como do médio norte do estado podem se fortalecer desse feito. Agora vale salientar o bom desempenho e postura do presidente da Associação Mato-grossense dos Cronistas Esportivos (Amace), Orlando Antunes, que de forma severa está combatendo os “profissionais” que tentam furar o bloqueio para entrar na cabine de imprensa sem a credencial da Amace.

Não sabemos ainda se teremos a abertura dos estádios e arenas com a presença de público. De fato, a Arena Pantanal vai receber clubes de massa, jogadores de qualidade, principalmente a nossa imprensa estará presente para evidenciar os detalhes. É um momento de pura euforia, na expectativa de que tudo poderá voltar ao normal. A imunização está aí, os grupos prioritários estão sendo imunizados.

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Planos para o fomento da Arena Pantanal é uma das prioridades do Governo do Estado de Mato Grosso, por meio de uma politica direta ao esporte. Acredito que além de fazer política, é o momento de apoiar o que é nosso e acreditar no sucesso e no crescimento do nosso futebol.

Quando me refiro ao crescimento do nosso futebol, não pela figura do Cuiabá Esporte Clube, de fato pelo exemplo do Dourado, que para realidade atual é um exemplo de gestão e organização. Aos clubes mais antigos da Baixada Cuiabana, fica a dica, está passando da hora de entrar no eixo. Se agora é chegado a hora de investir para competir internamente e buscar um calendário para os próximos anos.

Há 35 anos, não tínhamos um clube mato-grossense na elite do futebol brasileiro, por mais que muitos não torçam pelo Durado, mas é nítido que o bom mato-grossense quer ver um bom jogo, e isso será proporcionado ainda esse ano.

Acreditem, existe o burburinho em off, que as emissoras de rádio estão esquematizando para formar equipes esportivas para cobertura dos jogos e programas diários. As televisões também já se organizam para exibir nos principais programas e reproduzir reportagens sobre o futebol no estado.

As emoções estão garantidas. Ao menos para quem vai acompanhar o nosso Mato-grossense, Copa do Brasil, Brasileiro, pelas mídias, até que a pandemia tenha cessado nos quatro cantos do mundo.

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Por Igor Gabriel, Jornalista e locutor esportivo

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Salvar vidas e mitigar danos da pandemia em Rondonópolis: Dever de todos!

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*Thiago Muniz

O início da vacinação contra a Covid-19 é sem dúvida a melhor notícia que tivemos desde que a pandemia chegou ao Brasil. Como empresário e pessoa pública, mas também como alguém que teve a doença e que perdeu pessoas queridas nesta pandemia, fico parcialmente aliviado ao saber que finalmente dispomos de uma arma realmente eficiente para barrar o avanço do coronavírus. Mas quero aqui chamar a atenção de todos à nossa dura realidade e sugerir algumas ações para amenizar o sofrimento que ainda parece longe de ser superado.

Primeiro a realidade. O Brasil é um dos campeões em mortes e contaminações por Covid-19, e a média de óbitos aqui em Rondonópolis é bem superior à nacional. A vacina demorou a chegar e o total disponível não dá para imunizar nem cinco por cento dos cerca de 210 milhões de brasileiros. Segundo a ciência, a imunidade coletiva é alcançada a partir da vacinação de pelo menos 70% da população, patamar que só deve ser atingido lá por 2022. No curto prazo o cenário não é positivo.

Para evitar discussões estéreis nem vou entrar no mérito do quê nos trouxe à presente situação. No tempo certo poderemos avaliar e responsabilizar os ‘culpados’; aqueles que, por ação ou omissão, empurraram o Brasil, Mato Grosso e Rondonópolis para esta situação dramática. Mas, agora, precisamos cuidar dos que sofrem com a doença e com os efeitos desta pandemia na Economia.

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Está claro que devemos reforçar as pressões para ter mais vacinas por todos os canais possíveis – entidades de classe, representação política, diplomacia etc. Precisamos também garantir transparência máxima no processo de imunização, para evitar privilégios na distribuição das poucas vacinas disponíveis.

Mas é fundamental também reforçar a estrutura de atendimento na rede pública para atender os doentes e as pessoas que tiveram sequelas, sem negligenciar os cuidados daqueles que têm outros problemas de saúde. Neste sentido é urgente a abertura de novos leitos de UTI, contratação de mais profissionais e uma sinergia melhor entre União, estado e município.

Precisamos também popularizar a testagem visando o diagnóstico precoce. Quanto antes for identificada a contaminação, mais eficientes serão o tratamento e as necessárias medidas de isolamento para impedir a propagação do vírus. Isso pode ser feito através dos ‘testes-rápidos’ e também de exames de imagem – que costumam ser tão (ou mais) eficientes que os exames laboratoriais. No ano passado defendi que o município adquirisse aparelhos de tomografia, que podem propiciar a realização de milhares de testes por mês visando a identificação de manchas no pulmão (um dos efeitos da Covid). A proposta é viável do ponto de vista econômico e continua válida. Rogo para que os vereadores e a Prefeitura avaliem isso sem qualquer preconceito político ou científico.

Por outro lado, temos a também urgente questão dos danos econômicos que pairam sobre famílias e empresas. Nesta área pouco pode ser feito no âmbito municipal, mas é possível fazer algo. No caso das empresas o melhor é não complicar. Compartilhar informações, antecipar decisões e, se possível, adiar medidas envolvendo majoração de tributos.

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Já em relação às famílias reitero a sugestão de criação do Auxílio Emergencial Municipal para amparar aquelas em situação de extrema pobreza. Estamos falando de pessoas que já não têm recursos nem para comprar comida e que vão enfrentar um drama ainda maior agora com o fim do auxílio que era oferecido pela União.

É desumano abandonar essas pessoas à própria sorte sabendo que temos recursos para auxiliá-las temporariamente. Pode não parecer, mas nestes casos uma ajuda de R$ 100,00 fará muita diferença. Reafirmo que o município tem recursos que podem ser usados. Além disso, a Prefeitura pode liderar uma campanha buscando o apoio dos outros Poderes (Judiciário e Legislativo), do Ministério Público e da própria sociedade para obter mais recursos e ampliar o atendimento às famílias em situação de pobreza extrema.

Vejo muitos cidadãos e empresários fazendo o máximo que podem. Mas estou convencido de que atuando isoladamente como o beija-flor da fábula não conseguiremos apagar esse incêndio que nos consome. A ciência e os profissionais da saúde estão fazendo sua parte. E nós, sociedade e Poder Público, precisamos nos unir e agir para evitar que esta pandemia continue ceifando vidas e multiplicando tragédias. É hora de esquecer as diferenças e focar nas soluções.

*Thiago Muniz, sobrevivente da Covid-19, é empresário da construção civil; foi vereador e também candidato a prefeito de Rondonópolis em 2020.

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Síndrome de Tourette: O popular tique nervoso

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Dr. Clay Brites

A Síndrome de Tourette é pouco conhecida e atinge apenas 0,6% da população em geral. É popularmente conhecida como “tique nervoso”. Esse transtorno é um distúrbio neurológico que faz o indivíduo ter tiques variados em diversos lugares do corpo e acontece também tiques vocais.

  Esse quadro tem alto grau genético e a fase de aparecimento é extremamente variável e mais comum no sexo masculino. O indivíduo com Tourette também pode ter outros transtornos de neurodesenvolvimentos ou neuropsiquiátricos associados. Alguns exemplos são Transtorno do Espectro Autista (TEA), Transtorno obsessivo-compulsivos (TOC), esquizofrenia, deficiência intelectual entre outros.

  Os critérios para se diagnosticar a síndrome preconizam que o aparecimento e permanência dos tiques deve ocorrer por mais de três meses, além de ter um perfil crônico e não ter cura. O tratamento é multidisciplinar e envolve o uso de medicações, psicoterapia comportamental, treino de autocontrole e redução de fatores que possam piorar o tique como, por exemplo, quadros de ansiedade ou estresse agudo ou até mesmo situações do cotidiano que possam deixar a pessoa nervosa.

  A síndrome em si não causa mal físico, apenas um incômodo no local em que o tique ocorre e dor. Entretanto, o maior impacto é o constrangimento social, a exposição desse indivíduo em ambientes que não vão entendê-lo e podem discriminá-lo. Na escola, existe o risco da criança ou adolescente sofrer bullying. Sendo assim, podem desenvolver, com o tempo, depressão, transtorno de ansiedade, crises de autoconceito e baixa autoestima.

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  A falta de compreensão da doença muitas vezes resulta em preconceito. O mais importante é controlar e orientar o paciente que o que ele tem não é grave, mas que precisa tratar para que melhore a autoestima e possa encarar os mais diversos ambientes sociais com tranquilidade.

(*) Dr. Clay Brites é pediatra, neurologista infantil e um dos fundadores do Instituto NeuroSaber

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