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Os 4 principais modelos de Ensino Híbrido – e como utilizá-los no WhatsApp

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Edtech ChatClass traz lista com a explicação de 4 diferentes modelos de ensino híbrido

Em 2020 a adaptação da educação presencial para outras formas de ensino se tornou essencial. Agora, em 2021, algumas instituições continuarão totalmente à distância enquanto outras escolheram aderir ao sistema híbrido. Esse modelo de ensino é uma das maiores tendências para a nova década.

Para ajudar a conhecer mais sobre esse sistema, a edtech ChatClass elaborou uma lista com 4 diferentes modelos de ensino híbrido e suas definições. Confira:

1- Flex

Este modelo se tornou bastante popular durante o distanciamento social, pois é caracterizado pela presença de um professor em tempo parcial, via plataforma digital. Os alunos recebem roteiros e atividades para serem realizadas de forma on-line, com o professor por perto em parte do tempo. E esses momentos são intercalados com projetos e atividades mais práticas que os alunos podem desenvolver de maneira colaborativa com outros alunos.

O WhatsApp é um grande aliado a este modelo. Com os grupos, é possível se comunicar com os alunos para tirar dúvidas dos alunos e fazer “chamada”. Já nas conversas individuais, é possível aprofundar nas dúvidas de cada aluno, fazendo um ensino personalizado.

2- Laboratório Online

Este modelo consiste na disponibilização de um curso inteiro em plataforma digital, mas que é realizado de maneira síncrona e coletiva, em um ambiente físico. É o laboratório de informática como sala de aula. Ele exige uma adaptação mais completa do material didático e do currículo do curso como um todo, já que acontece totalmente por meio de um computador, mas conta com a presença de um professor ou tutor para suporte. Aqui também é possível utilizar o WhatsApp, mas na sua versão Web que é no computador.

3- Laboratório rotacional ou Rotação

Uma variação do modelo de Laboratório on-line é o Laboratório rotacional (ou rotation lab). Ele propõe a alternância dos alunos entre o espaço físico da sala de aula e o laboratório de informática. Os alunos são divididos em dois grupos e, enquanto um trabalha no laboratório com uma lista de atividades para realizar com apoio da tecnologia digital, o outro trabalha na sala de aula com o professor. Os grupos de WhatsApp também são uma ferramenta interessante para controlar as turmas que estão fazendo a rotação.

Veja Mais:  Os Jogos Paralímpicos e as tecnologias de prata: o que elas poderiam fazer para aumentar ainda mais o brilho do evento?
4- Sala de aula invertida

Neste modelo, os alunos recebem previamente, por meios digitais, um material de insumo, com a apresentação do conteúdo a ser abordado. Depois deste primeiro momento, os alunos, na sala de aula, junto do professor, tiram as dúvidas, resolvem exercícios, discutem o tema e aplicam o conhecimento adquirido de maneira prática, sem passar pela tradicional aula expositiva.

Neste modelo, os grupos de WhatsApp também são uma grande ajuda. Professores podem enviar material sobre o conteúdo da aula antes que ela comece, como por exemplo atividades, resumo, vídeos no Youtube, podcasts, entre outros materiais. Depois dos alunos acessarem os materiais, o professor dá atividades e dinâmicas nas aulas (presenciais ou online), focando menos na teoria e mais na fixação de conceitos.

Com todas essas possibilidades, as instituições de ensino podem escolher e aprimorar qual modelo melhor se encaixa com suas necessidades.

“Sabemos que a educação é uma área que precisa engajar muitos grupos como os pais, alunos, professores, gestores, editoras, entre outros. E também sabemos que o desafio atual é bem grande e complexo. No entanto, também é preciso inovar e conversar sobre essas e outras metodologias que estejam alinhadas com o futuro da educação. A hora é agora”, finaliza o CEO e fundador da ChatClass, Jan Krutzinna.

Sobre a ChatClass:

Startup fundada em Nova York e idealizada pelo empreendedor alemão Jan Krutzinna, duas vezes graduado em Harvard, visa democratizar o ensino bilíngue por meio de tecnologias já inseridas no cotidiano dos alunos. Desenvolveu sua Inteligência Artificial para educação que funciona via WhatsApp e também traz o Intercâmbio em Sala de Aula, que conecta professores, alunos e tutores estrangeiros para que possam praticar o Inglês da melhor forma: falando. Já impactou mais de 500 mil alunos de escolas públicas e particulares de todo o Brasil e foi selecionada por programas como Estação Hack do Facebook e Google For Startups, além de ter recebido investimentos da Canary e Graph Ventures.
Edtech ChatClass traz lista com a explicação de 4 diferentes modelos de ensino híbrido

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Em 2020 a adaptação da educação presencial para outras formas de ensino se tornou essencial. Agora, em 2021, algumas instituições continuarão totalmente à distância enquanto outras escolheram aderir ao sistema híbrido. Esse modelo de ensino é uma das maiores tendências para a nova década.

Para ajudar a conhecer mais sobre esse sistema, a edtech ChatClass elaborou uma lista com 4 diferentes modelos de ensino híbrido e suas definições. Confira:

1- Flex

Este modelo se tornou bastante popular durante o distanciamento social, pois é caracterizado pela presença de um professor em tempo parcial, via plataforma digital. Os alunos recebem roteiros e atividades para serem realizadas de forma on-line, com o professor por perto em parte do tempo. E esses momentos são intercalados com projetos e atividades mais práticas que os alunos podem desenvolver de maneira colaborativa com outros alunos.

O WhatsApp é um grande aliado a este modelo. Com os grupos, é possível se comunicar com os alunos para tirar dúvidas dos alunos e fazer “chamada”. Já nas conversas individuais, é possível aprofundar nas dúvidas de cada aluno, fazendo um ensino personalizado.

2- Laboratório Online

Este modelo consiste na disponibilização de um curso inteiro em plataforma digital, mas que é realizado de maneira síncrona e coletiva, em um ambiente físico. É o laboratório de informática como sala de aula. Ele exige uma adaptação mais completa do material didático e do currículo do curso como um todo, já que acontece totalmente por meio de um computador, mas conta com a presença de um professor ou tutor para suporte. Aqui também é possível utilizar o WhatsApp, mas na sua versão Web que é no computador.

3- Laboratório rotacional ou Rotação

Uma variação do modelo de Laboratório on-line é o Laboratório rotacional (ou rotation lab). Ele propõe a alternância dos alunos entre o espaço físico da sala de aula e o laboratório de informática. Os alunos são divididos em dois grupos e, enquanto um trabalha no laboratório com uma lista de atividades para realizar com apoio da tecnologia digital, o outro trabalha na sala de aula com o professor. Os grupos de WhatsApp também são uma ferramenta interessante para controlar as turmas que estão fazendo a rotação.

Veja Mais:  Como se dá a atuação do operador do Direito perante os Tribunais Superiores?
4- Sala de aula invertida

Neste modelo, os alunos recebem previamente, por meios digitais, um material de insumo, com a apresentação do conteúdo a ser abordado. Depois deste primeiro momento, os alunos, na sala de aula, junto do professor, tiram as dúvidas, resolvem exercícios, discutem o tema e aplicam o conhecimento adquirido de maneira prática, sem passar pela tradicional aula expositiva.

Neste modelo, os grupos de WhatsApp também são uma grande ajuda. Professores podem enviar material sobre o conteúdo da aula antes que ela comece, como por exemplo atividades, resumo, vídeos no Youtube, podcasts, entre outros materiais. Depois dos alunos acessarem os materiais, o professor dá atividades e dinâmicas nas aulas (presenciais ou online), focando menos na teoria e mais na fixação de conceitos.

Com todas essas possibilidades, as instituições de ensino podem escolher e aprimorar qual modelo melhor se encaixa com suas necessidades.

“Sabemos que a educação é uma área que precisa engajar muitos grupos como os pais, alunos, professores, gestores, editoras, entre outros. E também sabemos que o desafio atual é bem grande e complexo. No entanto, também é preciso inovar e conversar sobre essas e outras metodologias que estejam alinhadas com o futuro da educação. A hora é agora”, finaliza o CEO e fundador da ChatClass, Jan Krutzinna.

Sobre a ChatClass:

Startup fundada em Nova York e idealizada pelo empreendedor alemão Jan Krutzinna, duas vezes graduado em Harvard, visa democratizar o ensino bilíngue por meio de tecnologias já inseridas no cotidiano dos alunos. Desenvolveu sua Inteligência Artificial para educação que funciona via WhatsApp e também traz o Intercâmbio em Sala de Aula, que conecta professores, alunos e tutores estrangeiros para que possam praticar o Inglês da melhor forma: falando. Já impactou mais de 500 mil alunos de escolas públicas e particulares de todo o Brasil e foi selecionada por programas como Estação Hack do Facebook e Google For Startups, além de ter recebido investimentos da Canary e Graph Ventures.
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Divórcio no Brasil: aumento de casos e maior agilidade nos processos

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Irajá Lacerda

O número de divórcios registrados no país nos cinco primeiros meses deste ano teve um aumento significativo comparado ao mesmo período do ano passado. Segundo dados do Colégio Notarial do Brasil ocorreram, ao todo, 29.985 separações em 2021 contra 23.621 de janeiro a maio de 2020, demonstrando um aumento de 26,9%.

Para confirmar que os divórcios vêm subindo no país, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) revela que o número de divórcios cresceu 75% em cinco anos e, no meio do ano passado, o total de divórcios saltou para 7,4 mil apenas em julho, representando um aumento de 260% em cima da média de meses anteriores.

Diante desse cenário, quais são as formas de lidar juridicamente com esses casos, que já são conflituosos por natureza? É bom destacar que hoje, os trâmites dos processos estão muito mais descomplicados e ágeis.

No Brasil, a Lei do Divórcio surgiu somente em 1977 (Lei nº 6.515) e, até então, não existia qualquer possibilidade de romper o vínculo matrimonial e se casar novamente. A partir dessa mudança, vieram outras legislações importantes que impactaram e tornaram o processo muito mais rápido e menos burocrático.

O divórcio pode ser judicial (quando há menores envolvidos) podendo ser consensual (de comum acordo entre as partes) ou litigioso (quando não há consenso relacionado a algum termo), ou extrajudicial, que pode ser realizado em um cartório de notas, quando as partes estão em consenso sobre todos os itens do divórcio.

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Importante observar que, na forma extrajudicial, pode ser feito apenas por casais que não possuam filhos menores ou incapazes. Além disso, a mulher também não deve estar grávida e, embora o procedimento seja todo realizado em cartório, sem a necessidade de processo na Justiça, é necessário contar com o serviço de um advogado – que pode representar ambos os cônjuges.

Já na ação de divórcio litigioso, cada cônjuge é representado por um advogado. Como não existe consenso, será necessária produção de provas durante o trâmite do processo, entretanto, a qualquer momento é possível que os cônjuges entrem em um acordo. Nesse caso, os respectivos advogados apresentam conjuntamente o acordo ao juiz para a sua devida homologação.

A divisão de bens dependerá do regime escolhido pelo casal. No regime da comunhão parcial, o que foi adquirido durante o casamento, será dividido em duas partes iguais. Na comunhão universal, tudo o que o casal possui passa a fazer parte do patrimônio comum dos dois, inclusive, os bens que cada um já possuía antes do casamento. Já no regime da separação convencional de bens, o que cada um possui em seu nome continua sendo somente de sua propriedade.

Constata-se que as alterações feitas ao longo das décadas nas legislações atenderam aos anseios da sociedade. Hoje, lidar com essa situação, muitas vezes traumatizante, passou a ter um “peso” menor, já que a evolução no campo jurídico garantiu direitos e maior liberdade de escolha ao cidadão brasileiro.

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*Irajá Lacerda é advogado, ex-presidente da Comissão de Direito Agrário da OAB-Mato Grosso e da Câmara Setorial Temática de Regularização Fundiária da AL/MT. Atualmente ocupa o cargo de Chefe de Gabinete do Senador Carlos Fávaro. E-mail: irajá[email protected]

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O Tribunal de Contas e o Parlamento

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Isaías Lopes da Cunha

Assembleia Legislativa do Estado de Mato Grosso (AL-MT) e o Tribunal de Contas do Estado de Mato Grosso (TCE-MT) estão ligados umbilicalmente pela função de controle externo da administração pública.

A fiscalização contábil, orçamentária, financeira, operacional e patrimonial da administração pública é exercida pelo Parlamento, mediante o controle externo, e pelo sistema de controle interno de cada Poder (art. 70, da CF/88). O controle externo, por sua vez, é exercido pelo Parlamento com auxílio do Tribunal de Contas (art. 71, caput, CF/88).

Nesse sentido, o TCE-MT auxilia os Parlamentos estadual e municipais, dentre outras formas, ao (a) apreciar as contas prestadas anualmente pelo Governador do Estado e pelos Prefeitos, mediante parecer prévio; (b)  realizar, por solicitação do parlamento,  de comissão técnica ou de inquérito, inspeções e auditorias de natureza contábil, financeira, orçamentária, operacional e patrimonial nos órgãos e entidades da administração pública; (c)  prestar as informações solicitadas pelo Parlamento ou por qualquer de suas comissões, sobre a fiscalização contábil, financeira, orçamentária, operacional e patrimonial e sobre resultados de auditorias e inspeções realizadas.

Embora a AL-MT tenha a titularidade do controle externo e a preponderância na escolha de conselheiros do Tribunal de Contas (art. 42, §2º, CE/89), o TCE-MT possui autonomia administrativa, orçamentária e financeira. Não obstante, o Tribunal também presta contas ao Parlamento estadual, mediante o envio de relatórios trimestrais e anual de suas atividade.

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Visando ampliar e melhorar o relacionamento institucional com o Parlamento estadual, bem como regulamentar o processo de Solicitação da Assembleia Legislativa (SAL) de informações e fiscalizações, o TCE-MT, por meio da Resolução Normativa nº 19/2020, o TCE-MT criou a Assessoria Parlamentar (ASPAR)

Para liderar essa importante unidade, o Conselheiro Presidente nomeou Carlos Brito como secretário, pois segundo o Guilherme Maluf ele “conhece o trabalho e atuação da Assembleia Legislativa”.

Por fim, a criação da ASPAR já é uma realidade e um marco na gestão do Presidente Guilherme Maluf e, certamente, será um grande legado para a sociedade e o Tribunal na governança do controle externo e no relacionamento institucional com a AL-MT.

saías Lopes da Cunha é auditor substituto de conselheiro do TCE-MT

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Ferrovias para o futuro

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Gustavo Pinto Coelho de Oliveira

O Brasil pode estar muito próximo de uma revolução logística, a partir de uma inovação de Mato Grosso. O maior produtor de grãos e carne do país instituiu legislação que permite ao Estado conceder e autorizar a construção e operação de ramais ferroviários dentro de seu território – o que, na prática, amplia possibilidades de expansão da malha em diversas direções, aumentando a cobertura e reduzindo o custo do frete. Isso é imprescindível para estimular o crescimento econômico dos estados mais distantes dos grandes centros de consumo.

O primeiro efeito prático da nova legislação foi uma Manifestação Pública de Interesse (MPI) por parte da Rumo Logística, que gerou um chamamento público para a nova ferrovia estadual estendendo os trilhos da Ferronorte (que liga o sul de Mato Grosso à malha paulista e ao porto de Santos) até a capital mato-grossense e ao norte do Estado. A Rumo, que detém a concessão da Ferronorte, vinha há alguns anos tentando obter de volta, junto ao Governo Federal, a concessão para os novos trechos, sem sucesso. Com a inovação na legislação mato-grossense, o projeto poderá enfim sair do papel.

A importância disso para a economia é imensurável. O modelo já é consagrado em países com muito mais tradição que o Brasil no transporte ferroviário, como Estados Unidos e Alemanha. Além de trazer mais agilidade nas concessões, permite muito flexibilidade no atendimento a interesses locais, pois a construção de ramais a partir de troncos existentes pode atender a demandas específicas de diferentes setores econômicos, resolvendo uma série de impasses.

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Trata-se de uma enorme oportunidade também para outros estados, que podem, respeitando a legislação federal e também a soberania dos entes subnacionais, implantar leis semelhantes e expandir suas malhas férreas, inclusive utilizando capital privado.

A partir da inovação de Mato Grosso, o Ministério da Infraestrutura editou em 30 de agosto a Medida Provisória 1.065/21, no intuito de organizar nacionalmente as iniciativas dos estados. A MP será devolvida pelo Senado, já que lá tramita, desde 2018, o PLS 261, tratando do mesmo tema. Qualquer que seja a medida de alcance federal que traga estabilidade e organização para o sistema ferroviário nacional é positiva, sem tirar dos estados a liberdade de legislar sobre os ramais ferroviários em seus territórios.

Tomemos como exemplo o caso de Mato Grosso: refém do alto custo e das limitações impostas pelo transporte rodoviário, o estado segue como carro-chefe do país na exportação de commodities. Todavia, poderia obter muito mais retorno beneficiando localmente parte da produção agropecuária e exportando produtos com maior valor agregado. E um dos grandes gargalos para a atração de investimentos voltados à agroindústria mato-grossense é o alto custo logístico.

O município de Rondonópolis, ao sul do estado, já abriga o maior terminal de grãos da América Latina, cuja operação responde por 26% do volume de grãos exportados pelo país. A nova ferrovia estadual terá mais de 700 quilômetros de extensão e ampliará de maneira expressiva e estruturante o modal ferroviário, abastecendo os municípios com insumos industriais e escoando a produção agropecuária e industrial.

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Essa ferrovia terá efeitos positivos em relação ao frete, hoje encarecido pelos trechos rodoviários percorridos para cobrir as longas distâncias internas. O custo rodoviário da tonelada por quilômetro útil dentro do estado chega a 16 centavos – exatamente o dobro do custo ferroviário.  Ainda assim, o frete médio no corredor entre Mato Grosso e o Porto de Santos é até 40% mais competitivo do que a média das cinco principais rotas ferroviárias que escoam commodities dos Estados Unidos para a China. Enquanto o produtor brasileiro paga US$ 28/tonelada, o norte-americano desembolsa, em média, US$ 47/tonelada.

Isso sem falar na questão da sustentabilidade, pois a ferrovia oferece vantagens conhecidas, ao reduzir as emissões de dióxido de carbono e o risco de acidentes.

O Brasil precisa de um novo olhar, baseado na compreensão de que o desenvolvimento sustentável passa necessariamente pelos estados produtores. Mato Grosso é o grande expoente no agronegócio e na bioeconomia – mas carece de logística cada vez mais integrada para crescer de forma consistente e sustentável.

Estamos no limiar de uma mudança histórica, com chances reais de interligar, por meio de trilhos, diversos pontos do território nacional. Basta, para isso, que os novos marcos legais sejam adequados, pois o interesse do setor privado em investir é certo. Basta ficar de olho no quanto a economia de Mato Grosso vai mudar nos próximos anos. E será exemplo para todo o país.

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ALMT – Campanha Fake News II

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