Policial
Polícia Civil identifica oito e prende cinco por roubo de carnes de frigorífico
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Cinco criminosos envolvidos no roubo de três toneladas de cortes de carnes nobres foram presos pela Delegacia Especializada de Roubos e Furtos de Várzea Grande (Derf-VG), da Polícia Judiciária Civil, na noite de terça-feira (12). Parte da mercadoria subtraída foi recuperada.
A ação desencadeada logo após o roubo de um frigorífico prendeu, em menos de 24 horas, Renys Jesus Melo Fernandes, Felipe João Oliveira de Moares, Camila Helena da Silva Souza, Gustavo da Silva Xavier, Marcioney Rodrigues das Neves. Todos foram autuados em flagrante por associação criminosa armada, roubo majorado mediante emprego de arma de fogo e concurso de pessoas e receptação.
Outros três suspeitos (Wagner de Campos Xavier, 39, Bryan de Marchi e Igor Pompeo Mesquita) estão sendo procurados.
O roubo ocorreu na noite de segunda-feira (11). Quatro homens, portando arma de fogo, pularam o muro do frigorífico, no bairro Alameda, em Várzea Grande, renderam funcionários da empresa. Os assaltantes estavam em uma caminhonete D-40, que foi utilizada para carregar mercadoria da empresa. Aproximadamente três toneladas de carne de cortes nobre foram roubadas, além de aparelhos de televisão e um automóvel Gol, que acabou sendo abandonado.
Após tomar conhecimento do roubo, as equipes da Derf Várzea Grande iniciaram as investigações visando a identificação dos integrantes da associação criminosa e esclarecimento do crime. Com base nos primeiros levantamentos, os investigadores conseguiram identificar os suspeitos, que foram seguramente reconhecidos pelas vítimas como autores do roubo através do arquivo fotográfico da delegacia.
Nas diligências ininterruptas foram, inicialmente, presos Renys, Felipe, Marcioney, Gustavo e Camila. Eles integram uma quadrilha, cujo lideres são Renys, Felipe eum terceiro identificado como Wagner de Campos Xavier (foragido) proprietário de uma “padaria” usada como fachada. Nesse local funciona um depósito de produtos roubados.
Cinforme a delegada titular da Derf, Elaine Fernandes, os líderes são planejadores e coordenadores das execuções dos roubos, não atuando na linha de frente, ou seja, não aparecem nos locais de crime. Já o preso Felipe possui experiência no ramo de açougue e foi o responsável pela orientação quanto a logística de armazenamento e venda dos cortes de carnes nobres roubados.
A conduzida Camila, além de namorada do Wagner, também integra o grupo ficando com a função de guarda dos produtos levados. Em sua residência os policiais civis recuperaram cerca de 13 quilos de carne, que faz parte da mercadoria roubada do frigorífico.
Nas investigações foi descoberto que Gustavo (que possui passagens por furto e tráfico de drogas), além de ser filho de um dos líderes (Wagner) e quem fica na vigilância e liberação dos produtos,
Durante monitoramento nas proximidades do estabelecimento de Wagner, as equipes visualizaram Gustavo e Renys (que faz uso de tornozeleira eletrônica) em atitudes duvidosas. Ato contínuo os investigadores entraram na mercearia e localizaram o freezer repleto de cortes de carnes roubadas do frigorífico. No local também foram apreendidas várias caixas vazias, indicando que alguns produtos já tinham sido vendidos.
O preso Marcioney, que também faz parte da quadrilha, é responsável pela guarda das carnes. No seu comércio foram apreendidos 350 quilos dos cortes nobres.
Bryan e Igor foram dois dos quatro executores do roubo. Ambos foram reconhecidos pelos funcionários do frigorífico. Na casa de Bryan foi apreendida a caminhonete utilizada no crime, e na residência de Igor apreendido os televisores subtraídos do frigorífico. Os dois ainda não foram localizados e continuam procurados juntamente com Wagner.
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Policial
Gaeco cumpre mandado na PCE contra facção criminosa
O Grupo de Atuação Especial Contra o Crime Organizado (Gaeco) de Cáceres deflagrou, nesta quinta-feira (11), a Operação “Mãos da Lei” contra a facção criminosa Comando Vermelho, na Penitenciária Central do Estado (PCE), em Cuiabá.
A investigação teve início após um réu fazer um gesto com as mãos que remeteria à sigla associada à facção Comando Vermelho, na presença de autoridades, durante audiência realizada em Cáceres.
O gesto chamou a atenção das autoridades e foi interpretado como possível demonstração de vínculo com organização criminosa, além de desrespeito à autoridade. Diante disso, a magistrada responsável pela audiência encaminhou o caso ao Gaeco, juntamente com imagens que comprovam o gesto do réu.
A partir dessas informações, o Gaeco iniciou diligências para apurar a relação do investigado com atividades criminosas na região.
Durante o cumprimento de mandado de busca e apreensão expedido pela 4ª Vara Criminal da Comarca de Cáceres, na Penitenciária Central do Estado (PCE), foram recolhidos cadernos e anotações manuscritas que podem indicar formas de organização e comunicação interna de facções criminosas em Mato Grosso.
A operação contou com o apoio de equipes do Gaeco de Cuiabá, além do Grupo de Intervenção Rápida, do Canil e do Núcleo de Inteligência da unidade prisional.
O nome da operação, “Mãos da Lei”, faz alusão à resposta das autoridades diante da conduta investigada, reforçando a atuação do Estado no combate ao crime organizado.
O Gaeco é uma força-tarefa permanente composta pelo Ministério Público do Estado de Mato Grosso, Polícia Judiciária Civil, Polícia Militar, Polícia Penal e Sistema Socioeducativo.
Policial
Operação contra facção termina com dois mortos em confronto em Rondonópolis

GARRAS o braço operacional da Polícia Civil do MS
Dois suspeitos apontados como integrantes da facção criminosa Comando Vermelho morreram durante um confronto com equipes do Grupo Armado de Repressão a Roubos, Assaltos e Sequestros (GARRAS), na manhã desta quinta-feira (11), em Rondonópolis.
A ação faz parte da segunda fase da Operação Leviatã, deflagrada pela Polícia Civil de Mato Grosso do Sul para combater integrantes de organizações criminosas envolvidos em crimes graves.
Durante a operação, foram cumpridos quatro mandados de prisão e quatro mandados de busca e apreensão nos estados de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul.
De acordo com a polícia, ao cumprir um dos mandados em um imóvel utilizado como esconderijo da facção, os agentes teriam sido recebidos a tiros por dois investigados. Houve troca de tiros e ambos foram baleados.
Os suspeitos chegaram a ser socorridos e encaminhados para atendimento médico, porém não resistiram aos ferimentos.
No local, os policiais apreenderam armas de fogo e porções de entorpecentes com características semelhantes à maconha.
As investigações prosseguem com o objetivo de identificar outros integrantes da organização criminosa e desarticular sua estrutura de atuação na região.
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Polícia Civil cumpre mandados contra grupo criminoso que utilizava mulheres para o transporte interestadual de drogas
A Polícia Civil, deflagrou na manhã desta quinta-feira (11.6) a Operação Valquíria, com objetivo de desarticular um grupo criminoso envolvido com o tráfico interestadual de drogas e a utilização de mulheres na logística de transporte de entorpecentes entre estados e para o interior do sistema prisional.
Ao todo, estão sendo cumpridos 27 ordens judiciais, sendo nove mandados de prisão preventiva, nove mandados de busca e apreensão domiciliar e nove ordens de bloqueio de contas bancárias, limitadas ao valor de R$ 500 mil por investigado.
As medidas cautelares foram deferidas pela 5ª Vara Criminal de Sinop, com base em investigações conduzidas pela Delegacia Especializada de Repressão a Narcóticos (Denarc), com parecer favorável do Ministério Público, diante dos robustos elementos de prova reunidos ao longo da investigação.
As ordens judiciais são cumpridas simultaneamente nos municípios de Cuiabá, Várzea Grande e Campo Novo do Parecis, além de unidades do sistema prisional mato-grossense, onde parte dos investigados se encontra custodiada e, mesmo encarcerada, continuava exercendo funções de comando e coordenação das atividades criminosas.
As investigações conduzidas pela Delegacia Especializada de Repressão a Narcóticos (Denarc) apontaram a existência de uma estrutura criminosa organizada voltada ao tráfico de drogas, cuja logística era operacionalizada por mulheres recrutadas para realizar viagens interestaduais transportando substâncias entorpecentes.
Além disso, as investigações identificaram que o grupo era responsável por promover o ingresso de drogas em estabelecimentos prisionais e realizar a comunicação entre integrantes presos e membros que atuavam em liberdade.
Conforme apurado, lideranças da facção criminosa determinavam e coordenavam as ações ilícitas a partir do interior das unidades prisionais, utilizando aparelhos telefônicos e terceiros para manter a cadeia de comando ativa.
As mulheres investigadas desempenhavam papel fundamental na engrenagem criminosa, atuando no transporte de drogas, repasse de valores, recrutamento de novas integrantes e execução de tarefas logísticas indispensáveis à manutenção do tráfico.
Valquíria
O nome da operação faz referência às Valquírias da mitologia nórdica, figuras femininas encarregadas de cumprir missões e realizar a ligação entre diferentes mundos. De forma análoga, a investigação identificou que mulheres eram utilizadas pela organização criminosa para conectar integrantes presos e em liberdade, transportando drogas, valores e informações necessárias à continuidade das atividades ilícitas.
Operação Pharus
A operação integra os trabalhos do planejamento estratégico da Polícia Civil de Mato Grosso para o ano de 2026, por meio da Operação Pharus, dentro do Programa Tolerância Zero, voltado ao combate às facções criminosas em todo o Estado.
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