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Polícia Civil prende 18 membros de associação criminosa que agia em Várzea Grande

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Vinte e três mandados de prisões preventivas e vinte e cinco de busca e apreensão são cumpridos nesta sexta-feira (21) pela Polícia Judiciária Civil. A operação intitulada “Elos” foi deflagrada pela Delegacia Especializada de Roubos e Furtos de Várzea Grande (Derf), com apoio da Gerência de Operações Especiais (GOE).

O trabalho focou em repressão a uma associação criminosa considerada de alta periculosidade e organizada para a prática de crimes diversos no município.

Das 23 ordens de prisão, expedidas pela 4ª Vara Criminal de Várzea Grande, 18 foram cumpridas até o momento. Tratam de captura de autores de crimes como roubos, furtos, receptação, homicídios, entre outros ilícitos. Também foram apreendidas porções de entorpecentes e uma arma de fogo.

De acordo com a delegada titular da Derf-VG, Elaine Fernandes da Silva, a ação reuniu um intenso trabalho investigativo que teve início no mês de março deste ano. “Ao longo de sete meses de atividades de elucidação dos crimes foi possível identificar o vínculo entre os suspeitos e a forma com que a associação criminosa se organizava com definições claras dos membros que integravam a liderança, a gerência e a execução dos crimes”.

Articulação

Os líderes do grupo foram identificados como Luenio Cesar Rondon Rocha (condenado por homicídio qualificado a 14 anos de reclusão, estava sob vigilância de tornozeleira, mas rompeu o equipamento e é considerado foragido), Wagner Lima Venâncio (responsável pelo recrutamento dos criminosos e também por fornecer o armamento), Joelton da Silva França (responsável por alugar residências e galpões para a guarda de produtos roubados / furtados), Erildo Neres Nascimento, Alexandre Castrilon e Leandro Souza Fernandes (que viabilizam rádios HTs, sintonizados na frequência da Polícia Militar para monitorar as rotas das diligências).

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O gerenciamento das ações externas era coordenado por Felipe Bruno da Silva, que finalizava a viabilização da parte logística, fornecendo armamento e transporte para os criminosos praticarem os delitos, especialmente roubos e tentativas de latrocínios.

Flagrantes

Além dos cumprimentos das ordens judiciais, dois criminosos também foram autuados em flagrante nesta sexta-feira (21), sendo Alexandre de Lima Castrillon que estava em posse de um tablete de maconha no momento da prisão, e foi autuado por tráfico de drogas, e Rodolfo Correa da Silva, que vai responder por porte ilegal de arma de fogo de uso restrito. Ele estava com uma pistola calibre .40 roubada de um policial militar em 2016, na Capital.

Lista dos presos:

1. ALEXANDRE DE LIMA CASTRILLON

2. ALEXANDRE OLIVEIRA LARA – (PRESO PCE)

3. ERILDO NERES DO NASCIMENTO

4. CARLOS EDUARDO MONTEIRO ARAUJO

5. FELIPE BRUNO DA SILVA

6. GLAUCIONEY SALES DOS REIS CARVALHO

7. GUILHERME CAMILO DA SILVA – (PRESO PCE)

8. HELIA BISPO GARCIA

9.JHEVANIL SOUZA DA COSTA JUNIOR

10. JOELTON DA SILVA FRANÇA – (PRESO PCE)

11. LEANDRO SOUZA FERNANDES – (PRESO PCE)

12.MAYCON AURELIO DA SILVA BORDIN – (PRESO PCE)

13. Evandro Fernando França Dias, vulgo Tatu

14. PAULO HENRIQUE MAZA DA SILVA

15. THIAGO OLIVEIRA DA SILVA

16. WAGNER LIMA VENANCIO

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17. WALISSON CHAGAS DA SILVA

18. RODOLFO CORREA DA SILVA

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Pedido de soltura de bombeiro acusado de atirar contra residência é negado em Rondonópolis

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A tentativa da defesa de transferir para o regime domiciliar o bombeiro militar, acusado de disparar contra uma residência em Rondonópolis (MT), foi rejeitada pelo Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT). O desembargador Paulo Sergio Carreira de Souza, da Terceira Câmara Criminal, manteve a prisão preventiva do militar, que buscava o atual companheiro de sua ex-namorada. Os advogados pleiteavam a substituição da pena por prisão domiciliar combinada com monitoramento eletrônico e tratamento psiquiátrico, alegando que o acusado sofre de transtornos mentais e necessita de acompanhamento especializado.

O episódio, ocorrido na noite de 2 de abril, gerou pânico entre os moradores da região. Conforme os autos, uma testemunha relatou à Polícia Civil que precisou correr para se proteger com o filho pequeno nos braços assim que os tiros começaram. No local do atentado, a perícia recolheu oito cartuchos deflagrados de calibre 12, e o cão da família acabou baleado na perna. O bombeiro foi identificado por meio de câmeras de segurança e, posteriormente, apresentou-se à delegacia com o auxílio de um sargento da corporação, resultando em uma denúncia formal pelos crimes de disparo de arma de fogo e maus-tratos a animais.

Ao avaliar o pedido de habeas corpus, o desembargador considerou a prisão preventiva legítima e necessária para a garantia da ordem pública, dada a gravidade da conduta do agente. O magistrado destacou que o tribunal de segunda instância não poderia atropelar a análise do juiz de origem em Rondonópolis, que ainda avalia a aplicação de medidas cautelares alternativas. Além disso, o argumento defensivo sobre a demora na realização da perícia psiquiátrica — agendada apenas para agosto — não foi conhecido nesta ação, sob a justificativa técnica de que não se deve misturar debates sobre a legalidade da prisão com a celeridade de exames de insanidade mental em um mesmo recurso.

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Apesar de manter a detenção, o Judiciário demonstrou atenção às condições de saúde do réu. No despacho, o desembargador determinou que a direção da unidade prisional onde o militar está encarcerado preste informações detalhadas, no prazo legal, sobre a estrutura de atendimento interno. O estabelecimento penal deverá esclarecer se dispõe de profissionais habilitados nas áreas de psicologia e psiquiatria, se o paciente já está recebendo o devido acompanhamento especializado e qual tem sido a sua resposta clínica ao tratamento oferecido.

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Corpo de Bombeiros combate incêndio em três carretas estacionadas em posto de combustível

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O Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso (CBMMT) combateu, na segunda-feira (25.5), um incêndio que atingiu três carretas que estavam estacionadas no pátio de um posto de combustíveis às margens da BR-163, em Rondonópolis (a 215 km de Cuiabá).

A equipe do 3º Batalhão de Bombeiros Militar (3º BBM) foi acionada após o fogo começar em uma das carretas e se alastrar para os outros dois veículos, que estavam vazios no momento da ocorrência. Conforme informações no local, as chamas tiveram início no veículo estacionado ao centro e se propagaram rapidamente para as carretas ao lado devido à proximidade entre elas.

Quando os bombeiros chegaram, o incêndio já estava em grandes proporções. Os militares iniciaram imediatamente o combate às chamas e conseguiram controlar e extinguir o fogo, evitando que o incêndio atingisse estruturas próximas ao posto de combustíveis.

Após a extinção das chamas, a equipe realizou o trabalho de rescaldo para eliminar possíveis focos remanescentes e garantir a segurança da área. Não há informações sobre as causas do incêndio.

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Suspeitos são detidos por tráfico de drogas após resistência à abordagem policial em Alto Garças

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Durante patrulhamento em Alto Garças, uma guarnição da Polícia Militar foi acionada por meio de denúncia anônima informando sobre um possível ponto de comércio de entorpecentes em uma residência localizada na Avenida Mato Grosso, abaixo de um supermercado nesta terça-feira (26).

Ao chegar ao local, os policiais perceberam forte odor de maconha vindo da residência. Durante a abordagem, um dos suspeitos desobedeceu às ordens da equipe policial e avançou em direção aos militares com a mão na cintura, sendo necessário efetuar dois disparos de arma de fogo para cessar a possível agressão.

Na sequência, o suspeito retirou um aparelho celular da cintura e o arremessou ao chão, danificando o objeto, vindo posteriormente a se deitar no solo. Outro suspeito também apresentou resistência, retirando um objeto da cintura e o lançando sobre o telhado de uma residência vizinha. Apesar das buscas realizadas, o material não foi localizado. A terceira suspeita colaborou com a ação policial.

Durante buscas no imóvel, os policiais localizaram três porções análogas à maconha, um rolo de papel filme utilizado para embalo da substância, três aparelhos celulares e a quantia de R$ 704,50 em espécie.

Todos os suspeitos, bem como os materiais apreendidos, foram encaminhados à Delegacia de Polícia Civil de Alto Garças para as providências cabíveis.

Nenhum dos suspeitos foi atingido pelos disparos, sendo todos apresentados sem lesões corporais.

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