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Polícia Penal de Barra do Garças cogita a construção de Centro de Detenção Provisória

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A construção do prédio contará com doação de terreno da prefeitura de Barra do Garças para o governo estadual e recurso financeiro do governo federal

Foto: Assessoria

O deputado estadual e presidente da Comissão de Segurança Pública e Comunitária da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), Delegado Claudinei (PSL), se reuniu com o diretor da Cadeia Pública de Barra do Garças (MT), Maicon da Costa, e o policial penal Altair Vicente Junior. No encontro, eles discutiram a construção do Centro de Detenção Provisória (CDP) no município, com capacidade para alojar cerca de 500 detentos.

O terreno será doado pela prefeitura de Barra do Garças ao governo de Mato Grosso, sendo que a verba utilizada será repassada pelo governo federal. Inicialmente, o recurso financeiro era para a cidade de Alta Floresta (MT), mas não foi possível o aproveitamento devido a gestão municipal não ter disponibilizado uma área para a edificação. “Essa área que a prefeitura de Alta Floresta não conseguiu ceder e, este dinheiro, praticamente temos ele. O prefeito vai ceder a área. O prédio tem que ser afastado na área urbana”, explica o diretor da Cadeia Pública.

Maicon conta que chegou a ver uma área que fica cerca de 10 km do centro da cidade, com aproximadamente 10 hectares. Ele considera que este terreno vai atender e comportar tudo que a polícia penal precisa, até mesmo para a implantação de novos projetos. “Creio que pelo prefeito está tudo certo. Tanto que já demarcou a área e está mexendo com o cartório”, adianta o policial penal.

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Delegado Claudinei se dispôs a fazer as devidas articulações com a Secretaria de Estado de Segurança Pública de Mato Grosso (Sesp-MT) para colaborar com os trâmites para a construção do prédio. “Eles me solicitaram para entrar em contato com o pessoal da Secretaria de Segurança Pública, pois é necessário profissionais das áreas de topografia e engenharia para avaliar o terreno e, consequentemente, obter a devida aprovação”, diz o parlamentar.

Planos da PJC

Em relação ao terreno para atender o Sistema Prisional, Claudinei também discutiu essa pauta com os delegados Willyney Santana Borges da Delegacia Regional da Polícia Judiciária Civil de Mato Grosso (PJC-MT), Heródoto de Souza Fontenelle da Delegacia Especializada de Defesa da Mulher (DEDM), Adriano Marcos Alencar da 1° Delegacia de Polícia e o delegado licenciado Adilson Gonçalves Macedo.

A área que atualmente é ocupada pela Cadeia Pública fica no centro da cidade, pertence à PJC desde 1980. De acordo com Willyney, a DEDM e a 1° Delegacia de Polícia ficam, atualmente, anexa ao presídio. “O grande problema naquela época, é porque não tinham preocupação de documentar e como a polícia civil era responsável pela cadeia, foi fazendo puxadinhos e foi criado o Sistema Prisional e eles automaticamente tinham passado o prédio”, esclarece.

Willyney enfatiza que a transferência do recurso federal de Alta Floresta para Barra do Garças foi autorizada pelo Departamento Penitenciário Nacional que pertence ao Ministério da Justiça e Segurança Pública. “Se a Cadeia Pública for construída no terreno doado pela prefeitura, eles vão sair daqui e a PJC toma conta do terreno. A intenção é fazer um projeto para juntar todas as delegacias do município em um mesmo local. São planos de futuro”, explica.

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Em área desocupada, o delegado regional conta que estudam algumas opções para a instalação das delegacias. “Construiríamos através de ação de governo, um centro de delegacias. Atualmente, temos três delegacias que pagam aluguel, poderíamos economizar para o Estado. Ou a gente poderia fazer, tipo uma permuta. Como essa área é bem valorizada, poderíamos chegar em alguém que tivesse interesse na aquisição desta área e com o dinheiro aferido, construir em outra área as delegacias. O Projeto da PJC é ainda secundário. Na verdade, estamos tentando casar, mas a princípio a intenção é a construção da nova cadeia”, pontua.

Sistema Socioeducativo

Delegado Claudinei, na última sessão plenária (3), solicitou esclarecimentos ao secretário Alexandre Bustamante da Secretaria de Estado de Segurança Pública de Mato Grosso (Sesp-MT) em relação ao descumprimento de acordos judiciais por parte do governo estadual, como a construção de prédios que não foram consolidados para atender o sistema socioeducativo, em nove municípios.

Um destes municípios é Barra do Garças, sendo que há um bloqueio pelo Tribunal de Justiça de mais de R$ 30 milhões para a construção destes prédios. Claudinei se reuniu com os aprovados do concurso do Sistema Socioeducativo de 2018, Wesley Barros Santos Varjão e Daniel Fernandes, e aproveitou a oportunidade para visitar o terreno que já deveria ter a construção pronta.

“Eu sei a angústia destes aprovados, nestes últimos concursos. Já passei por isso. Aguardei dois anos para ser convocado para assumir o cargo de delegado de polícia. E é por isso que estou na luta até o governador nomear todos que aguardam a convocação. Hoje, também, conto com projeto de lei em tramitação, em que é preciso apoio de todos os deputados. Com a aprovação desta matéria, será uma oportunidade para fazer as nomeações destes concursados”, explica Claudinei.

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Conforme o aprovado no concurso para policial penal do Sistema Prisional, Ailton José Reis, infelizmente o governo estadual fecha as cadeias públicas e esquecem de convocar os aprovados em concurso público. “Não é assim que vão ampliar a segurança pública. O deputado Claudinei é ícone da segurança e acreditamos nele. Parabenizar pelo apoio que está dando, isso é muito importante”, exalta o aprovado.

As reuniões realizadas pelo parlamentar fazem parte de ações da Comissão de Segurança Pública e Comunitária para identificar os trabalhos desenvolvidos e as principais necessidades das instituições de segurança pública, principalmente dos polos regionais que pertencem a Região Integrada de Segurança Pública (Risp).

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Lei autoriza instalação de câmeras em pet shops para reforçar proteção animal em Rondonópolis

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Nova legislação permite monitoramento interno de forma facultativa e incentiva transparência nos serviços voltados aos animais

Foto Reprodução

A Prefeitura de Rondonópolis sancionou a Lei nº 14.739, de 24 de março de 2026, que autoriza a instalação de sistemas de monitoramento por câmeras em estabelecimentos comerciais do tipo pet shops, clínicas veterinárias, hotéis para animais e congêneres no município.

A medida permite que os estabelecimentos instalem câmeras em áreas onde são realizados serviços como banho, tosa, atendimento, hospedagem e manejo dos animais. O objetivo é fortalecer a proteção e o bem-estar animal, além de garantir mais transparência na prestação dos serviços.

De acordo com a legislação, o sistema de monitoramento, quando implantado, poderá contribuir para a prevenção de maus-tratos, aumentar a segurança de tutores, profissionais e estabelecimentos, e reforçar a relação de confiança entre consumidores e prestadores de serviço.

A lei também prevê que os estabelecimentos que optarem pela instalação poderão disponibilizar o acesso às imagens aos tutores dos animais, mediante solicitação, além de armazenar os registros conforme a legislação vigente, especialmente respeitando a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD).

Outro ponto destacado é que a instalação das câmeras não é obrigatória. A norma tem caráter facultativo, não prevendo penalidades ou sanções para os estabelecimentos que optarem por não aderir ao sistema.

Além disso, o Poder Executivo poderá promover campanhas educativas voltadas à proteção e bem-estar animal, incentivar boas práticas no atendimento e desenvolver ações de conscientização junto à população e aos estabelecimentos.

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A Lei nº 14.739 já está em vigor desde a data de sua publicação no Diário Oficial Eletrônico do Município.

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Articulação do vereador Ibrahim Zaher garante etapa do estadual de natação em Rondonópolis

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Competição da Federação de Desportos Aquáticos de Mato Grosso em junho deve contar com a participação de 400 atletas inscritos

Foto- Assessoria

A cidade de Rondonópolis sediará por mais um ano, uma etapa do campeonato mato-grossense de natação, nos dias 06,07 e 08 de junho, com a expectativa de participação de cerca de 400 atletas. O evento foi confirmado para o município, após articulação do vereador Ibrahim Zaher, que viabilizou o local onde as provas serão sediadas com toda a estrutura exigida pela Federação de Desportos Aquáticos de Mato Grosso (FDA-MT).

Para o vereador Ibrahim Zaher, uma competição deste porte não poderia deixar de ocorrer em Rondonópolis, pois segundo ele, que já foi atleta de natação os campeonatos são agentes motivadores para que os atletas sigam a dura rotina de treinamentos e para além disso, incentiva uma prática esportiva saudável e divulga o esporte. “Hoje Rondonópolis tem sido novamente um destaque no cenário estadual e nacional com atletas da natação. Então é uma oportunidade de outros jovens verem esses atletas nas piscinas, verem o potencial dessa modalidade que é tão boa para a saúde e que a gente possa cada vez mais ter adeptos participando”, destacou.

Segundo o organizador da etapa do Estadual em Rondonópolis, Roberval Volpe, além das equipes de Rondonópolis, são aguardadas delegações das cidades de Cuiabá, Campo Verde, Nova Mutum, Sorriso, Sinop, Lucas do Rio Verde e Sapezal. Com a competição recebendo atletas de nove anos até a categoria master que é 50 acima 60 acima não tem idade. “A competição é de extrema importância, porque o Caiçara é uma das melhores piscinas do Mato Grosso, e é onde os nadadores têm a oportunidade de nadar e conquistarem os índices para poderem nadar os campeonatos brasileiros”, explicou.

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Roberval destaca ainda a participação do vereador Ibrahim Zaher, na articulação junto a diretoria do Caiçara Tênis Clube para a parceria na etapa do campeonato mato-grossense de natação. “O apoio do vereador Ibrahim Zaher para nós é extremamente importante, porque o esporte amador precisa da força da classe política. É muito difícil o esporte andar sem o apoio deles. Então, para nós aqui da região sul, foi essencial o apoio do Ibrahim para que o Caiçara cedesse a piscina para a gente, para poder fazer o campeonato estadual, já visando os campeonatos brasileiros que vêm pela frente”, finalizou.

Lei Craques da Terra

O vereador Ibrahim Zaher é o autor da Lei Craques da Terra, que são auxílios pontuais para os jovens atletas do município que não tem condições de arcar com determinados custos que o esporte apresenta, como inscrição em campeonatos, alimentação, estadia, entre outros.

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Fiscalização ou “fogo amigo”? Cobranças de Luciana Horta expõem tensão na base aliada em Rondonópolis

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Foto- Assessoria

A atuação da vereadora Luciana Horta tem provocado desconforto nos bastidores da política de Rondonópolis. Mais votada nas últimas eleições municipais com 3.605 votos, a parlamentar virou alvo de críticas e especulações após intensificar cobranças para melhorias na saúde à gestão do prefeito Cláudio Ferreira, de quem é aliada política do mesmo partido o Partido Liberal (PL).

Nos corredores do poder, circula a narrativa de que a vereadora estaria ensaiando uma oposição estratégica de olho nas eleições para deputada estadual. A leitura, no entanto, é contestada por apoiadores da parlamentar, que classificam as críticas como uma tentativa de desviar o foco dos problemas apontados pela vereadora.

Entre as cobranças recentes estão a falta de infraestrutura nos bairros Altamirando 2 e Maria Amélia 2, além das longas filas registradas durante a madrugada no CEADAS. Segundo a vereadora, as demandas não têm caráter político, mas refletem reclamações recorrentes da população.

A  postura adotada por Luciana ampliou o debate sobre o papel do Legislativo. Especialistas e observadores políticos avaliam que a situação evidencia um embate clássico entre fiscalização e alinhamento político dentro da base governista. Cobrar providências do Executivo não representa rompimento, mas o exercício da função constitucional de fiscalizar e legislar. Já outros defendem que a exposição pública de problemas pode gerar desgaste desnecessário à administração.

O episódio reacende a discussão sobre os limites da independência parlamentar dentro de uma base aliada e coloca em evidência o desafio de equilibrar lealdade política e compromisso com as demandas da população.

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