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Projeto Imea em Campo entra na segunda fase agora no milho
O projeto Imea em Campo, desenvolvido em parceria com a Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja‑MT) e o Instituto Mato-Grossense do Agronegócio (Iagro), chega à sua segunda fase, agora dedicado ao levantamento técnico das lavouras de milho.
Na primeira etapa, voltada à soja, o projeto percorreu mais de 31 mil quilômetros, passando por 88 municípios e realizando mais de 800 avaliações técnicas ao longo de 57 dias de atividades em campo. Agora, com o avanço da segunda safra — o milho —, os números seguem crescendo, consolidando um dos maiores levantamentos técnicos presenciais do agronegócio em Mato Grosso.
A iniciativa leva informações precisas diretamente do campo para produtores, cooperativas e agentes do mercado, oferecendo dados fundamentais sobre o desenvolvimento das lavouras, produtividade estimada e desafios enfrentados nesta safra. Essas informações ajudam o produtor a tomar decisões mais assertivas na gestão da propriedade e nas estratégias comerciais.
A metodologia do projeto consiste em visitas presenciais, nas quais equipes técnicas percorrem propriedades rurais em todo o estado para avaliar, in loco, as condições das lavouras. São observados indicadores como sanidade das plantas, estágios de desenvolvimento, impacto climático e potencial produtivo por região. A coleta de dados permite gerar análises consistentes sobre o andamento da safra, antecipando riscos e oferecendo maior previsibilidade ao setor.
Agora, com o avanço da segunda safra — o milho —, os números seguem crescendo, consolidando um dos maiores levantamentos técnicos presenciais do agronegócio em Mato Grosso. O resultado é um retrato real das condições de produção, que fortalece o planejamento dos produtores e contribui para a sustentabilidade econômica do setor.
Fonte: Pensar Agro
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Crédito travado expõe falhas em regra ambiental e causa insegurança jurídica
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Mais etanol e vendas antecipadas mudam ritmo do mercado
O avanço das vendas antecipadas pelas usinas e a mudança no destino da cana-de-açúcar estão redesenhando o mercado na safra 2026/27, com impacto direto sobre exportações e preços. A expectativa é de queda de cerca de 14,2% nos embarques brasileiros de açúcar, à medida que cresce o direcionamento da matéria-prima para a produção de etanol.
Em março, o Brasil exportou 1,808 milhão de toneladas de açúcar, volume 1,42% inferior ao registrado no mesmo mês do ano passado, segundo a Secretaria de Comércio Exterior. A receita somou aproximadamente R$ 3,39 bilhões (US$ 657,57 milhões convertidos a R$ 5,15), recuo de 24,7% na comparação anual, refletindo preços internacionais mais baixos.
Apesar da retração no mês, o acumulado do primeiro trimestre ainda indica crescimento em volume. Entre janeiro e março, os embarques alcançaram 6,04 milhões de toneladas, alta de 5,78% sobre igual período de 2025. A receita, por outro lado, caiu 19,6%, evidenciando a pressão sobre os preços médios.
No campo, a principal mudança está no mix de produção. A moagem no Centro-Sul deve variar entre 625 milhões e 635 milhões de toneladas, com maior participação do etanol. A parcela da cana destinada ao açúcar tende a cair para 48,8%, abaixo dos 50,7% do ciclo anterior, em resposta direta aos preços mais elevados dos combustíveis.
Esse ajuste ocorre em um cenário de possível déficit global estimado em 2,7 milhões de toneladas na safra 2026/27, o que, em tese, sustentaria as cotações internacionais. No entanto, o comportamento das usinas tem atuado como fator de contenção no curto prazo.
Levantamento da StoneX indica que as fixações de açúcar no Centro-Sul avançaram de 41,8% para 59,5% ao longo de março. A diferença em relação ao mesmo período do ciclo anterior, que já foi de 20 pontos percentuais, recuou para cerca de 10 pontos.
Na prática, esse movimento reduz a pressão de venda que vinha travando altas mais consistentes. Com menos volume disponível para negociação imediata, o mercado passa a operar em um ambiente mais equilibrado, com menor resistência a eventuais valorizações.
No cenário internacional, os preços do açúcar registraram ganhos moderados em março, influenciados por fatores financeiros e geopolíticos, como a redução de posições vendidas por fundos em meio a tensões no Oriente Médio.
Para o produtor, o foco permanece na gestão do mix entre açúcar e etanol, que segue diretamente ligado ao comportamento do petróleo. A combinação entre custos, preços internacionais e demanda por combustíveis deve definir o rumo das margens ao longo da safra.
Fonte: Pensar Agro
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Exportações de carne suína crescem 32% em março
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Para o presidente do Instituto do Agronegócio (IA), 




