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Projetos Sociais PJC intensificam ações preventivas em escolas da região metropolitana e interior do Estado

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Assessoria | PJC-MT

Mais de três mil estudantes da educação básica participaram de ações desenvolvidas pelos Projetos Sociais da Polícia Judiciária Civil, por meio da Coordenadoria de Polícia Comunitária, que promoveu, na segunda quinzena de maio, diversas atividades de prevenção na região metropolitana e interior do estado

A agenda integrada dos projetos permitiu uma maior proximidade e um melhor diálogo com a comunidade. Os temas abordados foram os mais variados, entre eles, a exploração sexual infantil, o uso e abuso de álcool e drogas, Bullying e Cyberbullying e campanha com o debate sobre a educação para o trânsito.

Região Metropolitana

Em alusão ao Dia Nacional de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes, comemorado no dia 18 de maio, a Polícia Civil por meio da Coordenadoria de Polícia Comunitária, realizou uma ação de reflexão e sensibilização, na escola Paciana Torres de Santana, no Residencial Coxipó, em Cuiabá.

O encontro aconteceu na quinta-feira (16.05) com os alunos do quinto e sexto ano, em ambos os períodos, bem como as alunas do projeto social “Siminina”. A programação teve seu início com uma palestra ministrada sobre a temática. Em seguida, foram distribuídas aos estudantes e professores, cerca de 300 cartilhas de orientação sobre abuso sexual infantil.

A cartilha é destinada a ajudar a vítima a identificar as situações em que se encontra, bem como reconhecer o agressor e buscar auxílio com o atendimento adequado com maior rapidez. O conteúdo incentiva a denúncia, fazendo a vítima romper a dinâmica do silêncio e assim responsabilizar o agressor. 

No dia 24 de maio, os investigadores de polícia realizaram diálogos e dinâmicas em dois períodos, com 380 estudantes na Escola Estadual Missionário Gunnar Vingren, em Várzea Grande.

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No evento, foi abordada a temática “Bullying não é brincadeira”, com exposição dos oito conceitos que caracterizam este tipo de comportamento na escola, sendo: bullying físico, psicológico, moral, verbal, sexual, social, material e virtual ou cyberbullying.

Ainda no município, as equipes dos projetos sociais da PJC ministraram uma instrução para 35 alunos do projeto social Bombeiro do Futuro de Várzea Grande.

Sinop

Em Sinop, a Coordenadoria de Polícia Comunitária esteve presente no evento, bairro Integrado 07, promovido pela Secretaria Estadual de Segurança Pública (Sesp). Na ocasião, o delegado Gênison Brito ministrou as palestras com o tema “Construindo o futuro, crianças de 06 a 10 anos de idade”, para 20 alunos do perídio matutino e 23 do vespertino da EMB Armando Dias.

Também esteve presente ao evento o “Bom Dog” que fez a alegria para cerca de 800 crianças presentes.

Conforme o delegado, a questão das drogas se desdobra em crimes como a violência doméstica, violência de trânsito, violência urbana, assassinatos, sequestros, trabalho infantil, abuso e exploração sexual comercial de crianças e adolescentes.

“Nossa missão é promover as ações para integração da comunidade com a Polícia Civil, visando consolidar a filosofia da Polícia Comunitária e, frequentemente somos convidados participar de mutirões, desfiles cívicos, jogos estudantis e parcerias com outros parceiros institucionais”, ressaltou o Coordenador de Polícia Comunitária.

Sorriso

No município de Sorriso, os diálogos ocorreram no dia 24 de maio e com uma abordagem preventiva, os investigadores de polícia relacionaram as implicações criminais do cometimento de crimes por meio do uso das mídias sociais.

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A gerente do programa De Cara Limpa Contra as Drogas, Laura Léa, demonstrou por meio de recurso expositivo os danos para quem faz uso da droga narguilé, aos 260 estudantes do ensino médio, dos períodos matutino e vespertino, da Escola Estadual 13 de Maio.

Barra do Garças

A programação de Barra do Garças foi intensa e contou com Palestra na Aldeia Sangradouro, em que os temas abordados foram Embriaguez ao Volante, Lei de Drogas, Estatuto do Desarmamento, Violência Doméstica e alguns crimes patrimoniais.

No dia 17 de maio, nas Escolas Heronides de Araújo e José Ângelo dos Santos, o tema debatido foi drogas. Já na Escola Irmã Diva Pimentel, cerca de 228 crianças e adolescentes prestigiaram a palestra de Educação para o trânsito, ação integrada entre as forças de Segurança de Barra do Garças.

Para fechar o mês, no dia 30 de maio, foi realizada a palestra com tema “Os tipos de violência intrafamiliar”, mais especificamente em desfavor de crianças, para as genitoras ou responsáveis pelas crianças de 0 a 6 anos, que somaram em torno de 40 participantes.

O evento foi realizado pelo delegado de polícia, Adriano Marcos Alencar e pela Investigadora de Polícia Ana Lúcia Firmino de Souza, no Centro de Referência de Assistência Social (CRAS) de Barra do Garças.

Pontes e Lacerda

No dia 23 de maio, 120 alunos do 3° ano do ensino médio, período matutino e vespertino da Escola 14 de fevereiro, tiveram um encontro informativo sobre a Campanha “Maio Amarelo”, acerca da prevenção de acidentes envolvendo veículos automotores.

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Nova Ubiratã

Entre os dias 20 e 23, os projetos foram apresentados no município de Nova Ubiratã para 1.298 estudantes da Escola Estadual 19 de maio e Municipal Tancredo Neves, além das Comunidades “Entre Rios”, cerca de 160 km da sede do município e “Água Limpa” 90 km.

Neste município, as ações ocorreram nas escolas onde o uso de drogas lícitas e ilícitas está cada vez mais próximo das crianças e adolescentes. As palestras foram acompanhadas pelos membros do Conselho Tutelar do município, Centro de Referência de Assistência Social – CRAS e Conselho Municipal da Criança e do Adolescente – CMDCA.

Segundo a presidente do CMDCA de Nova Ubiratã, Herica Giane Bernini, a atuação da Polícia Civil com os projetos fortalece a rede intersetorial do município com as estratégias de prevenção. “Temos uma grande preocupação na redução dos fatores de risco como forma de diminuir a vulnerabilidade de nossas crianças e adolescentes”, destacou.

Cocalinho

As ações da Polícia Civil ocorreram neste município em parceria com estudantes do curso técnico de Enfermagem e alunos da Escola Estadual Getúlio Vargas que auxiliaram no trabalho preventivo dentro da campanha Maio Laranja.

Os alunos assistiram a dois teatros falando sobre a prevenção ao abuso e exploração sexual de crianças e adolescentes. Mais de 660 alunos participaram da iniciativa da Investigadora Ana Paula Rocha, que na ocasião protagonizou a encenação teatral para abordar o tema.

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Polícia Civil deflagra Operação Replay contra núcleo financeiro de facção criminosa que atuava em diversos Estados

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Investigação alcança estrutura de comando, operadores externos e patrimônio estimado em mais de R$ 17 milhões, além de bloqueio financeiro de até R$ 15,324 milhões

A Polícia Civil de Mato Grosso deflagrou, nesta quinta-feira (29.7), a Operação Replay para cumprimento de 10 mandados de prisão preventiva, mandados de busca e apreensão, além de medidas patrimoniais e de quebra de sigilo, contra 14 integrantes e colaboradores de uma estrutura criminosa investigada por organização criminosa e lavagem de capitais. Conduzida pela Delegacia Especializada de Repressão ao Crime Organizado (Draco), operação foi desencadeada nas cidades de Cuiabá (MT), Várzea Grande (MT), Balneário Camburiú (SC), Itapema (SC) e Rio de Janeiro (RJ).

A ação é um desdobramento de uma investigação continuada que já havia resultado nas operações Apito Final, Fair Play e Tempo Extra. A nova fase foi estruturada a partir da análise dados telemáticos. O material deu origem a relatórios técnicos que revelaram a continuidade da atuação da estrutura criminosa, com divisão de tarefas, núcleo financeiro próprio, operadores externos, utilização de contas de terceiros e aquisição de bens em nome de pessoas sem capacidade econômica compatível.

A decisão judicial autorizou prisões preventivas, buscas pessoais, domiciliares e veiculares, afastamento de sigilo de dispositivos eletrônicos, compartilhamento de provas, sequestro e indisponibilidade de imóveis e veículos e bloqueio de ativos financeiros vinculados aos investigados. As medidas têm como finalidade interromper a continuidade das atividades, preservar provas, impedir a dissipação patrimonial e atingir a base econômica que sustentava a atuação do grupo.

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A dimensão da operação pode ser medida pelo patrimônio identificado. Os imóveis e veículos alcançados pelas medidas foram estimados em aproximadamente R$ 17.287.600,00. Entre os bens estão apartamentos e casas de alto padrão em Mato Grosso e Santa Catarina, três terrenos e quatro veículos. Separadamente, foi pleiteado bloqueio financeiro de até R$ 15.324.000,00, valor relacionado à contabilidade encontrada durante a investigação. Esses montantes não devem ser somados como se fossem recuperação efetiva, pois representam categorias distintas de constrição patrimonial.

Somente os imóveis foram estimados em cerca de R$ 16,68 milhões. A investigação relacionou um apartamento de luxo em Itapema, estimado em R$ 3 milhões; um apartamento de alto padrão em Balneário Camboriú, estimado em R$ 6 milhões; uma casa em condomínio fechado na região de Camboriú, estimada em R$ 6 milhões; uma residência de alto padrão em Cuiabá, estimada em R$ 1,5 milhão; e três terrenos avaliados, em conjunto, em aproximadamente R$ 180 mil.

Os veículos submetidos às medidas foram estimados em aproximadamente R$ 607,6 mil, incluindo automóveis e motocicleta registrados em nome de investigados ou terceiros ligados ao núcleo. A estratégia de descapitalização busca impedir que bens adquiridos com recursos de origem ilícita sejam vendidos, transferidos, ocultados ou reutilizados para financiar a reorganização da estrutura.

Além das grades

Outro eixo central da investigação constatou que uma liderança, mesmo custodiada em setor de segurança máxima do sistema estadual, continuava exercendo funções de comando financeiro e disciplinar. As comunicações analisadas registraram cobranças de fechamentos, determinações de recolhimento, direcionamento de valores, correção de planilhas e orientação de operadores que atuavam em liberdade.

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Em uma das planilhas encontradas, havia referência a R$ 14.093.000,00 como valor total congelado e a R$ 1.231.000,00 como total relacionado ao período analisado. O montante de R$ 15.324.000,00 serviu de parâmetro para o pedido de bloqueio financeiro. Os registros também continham referências a prestações de contas, movimentação de grandes quantidades de entorpecentes e distribuição de recursos entre diferentes núcleos.

A investigação identificou ainda que o mesmo chip atribuído à liderança foi utilizado em sete aparelhos celulares diferentes entre setembro de 2025 e março de 2026. A alternância dos terminais indica método de adaptação destinado a contornar apreensões e controles penitenciários, permitindo a continuidade das comunicações clandestinas.

Nome da Operação

O nome Replay faz referência à repetição das condutas e à capacidade de reorganização identificada após as operações anteriores. A nova fase busca interromper esse ciclo, responsabilizar os envolvidos, neutralizar o comando exercido de dentro do cárcere e retirar da estrutura os recursos financeiros e patrimoniais utilizados para manter suas atividades

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Equipe do 4º BBM utilizou cerca de 2,5 mil litros de água para extinguir as chamas

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O Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso (CBMMT) combateu, na madrugada desta quarta-feira (22.7), um incêndio em uma madeireira, em Sinop (a 480 km de Cuiabá)

A equipe do 4º Batalhão de Bombeiro Militar (4º BBM) foi acionada por volta das 2h para atender à ocorrência. No local, os bombeiros constataram que o incêndio atingia o corredor subterrâneo por onde passa a esteira responsável pelo transporte de pó de serra do interior da madeireira para a área externa. As chamas também alcançavam o acúmulo de pó de serra e algumas máquinas da serraria.

Para combater o incêndio, as equipes realizaram a abertura de acessos ao corredor subterrâneo, permitindo o combate direto às chamas e o resfriamento da estrutura afetada. A atuação dos bombeiros eliminou os focos de calor e impediu que o fogo se propagasse para outros setores da empresa.

Durante a operação, foram utilizados aproximadamente 2,5 mil litros de água no combate às chamas. Após a extinção do incêndio, os bombeiros realizaram o trabalho de rescaldo para eliminar possíveis focos remanescentes e evitar a reignição do fogo.

Não houve registro de vítimas.

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Operação Adsumus tem Rondonópolis como foco e mira facção ligada a bingos ilegais

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A Polícia Civil de Mato Grosso deflagrou, nesta sexta-feira (10.7), a Operação Adsumus para cumprir 17 ordens judiciais no âmbito de uma investigação que apura a atuação de uma facção criminosa em Rondonópolis. O grupo utilizava jogos de azar e bingos para ocultar valores obtidos de forma ilícita.

Foram cumpridos 11 mandados de busca e apreensão e três mandados de prisão preventiva, além de medidas cautelares de suspensão de atividade comercial, bloqueio de contas bancárias e quebra de sigilo bancário contra alvos nos municípios de Rondonópolis, Cuiabá, Várzea Grande e Tangará da Serra.

As ordens judiciais foram decretadas pelo Núcleo de Justiça 4.0 do Juiz das Garantias – Polo Rondonópolis, com base nas investigações conduzidas pela Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (Derf) de Rondonópolis.

Os investigados respondem pelos crimes de integrar organização criminosa, lavagem de capitais, tráfico de drogas, associação para o tráfico, fraude processual, ingresso ou facilitação da entrada de aparelho telefônico em estabelecimento prisional, falsidade ideológica, extorsão e posse irregular de arma de fogo de uso permitido.

Mandados judiciais

Entre as medidas cautelares determinadas pela Justiça está a suspensão das atividades de um estabelecimento comercial em Rondonópolis, onde eram realizados diversos eventos e shows.

O local funcionava como sede permanente para a realização de sorteios ilegais de bingo controlados pela facção criminosa investigada. As investigações também identificaram movimentações financeiras expressivas e incompatíveis com a capacidade econômica declarada pelos responsáveis pelo estabelecimento.

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Diante dos elementos colhidos, que reforçam os indícios da prática de lavagem de capitais, foi determinada a suspensão das atividades econômicas e financeiras da empresa, a lacração do estabelecimento e a apreensão das máquinas de bingo, da máquina de urso e de outros equipamentos utilizados na exploração de jogos de azar.

Investigação

O inquérito instaurado pela Derf de Rondonópolis teve início após a apreensão de um aparelho celular utilizado por um dos autores de um roubo e incêndio, ocorrido em 18 de fevereiro de 2025, em uma padaria localizada no bairro São Sebastião, em Rondonópolis.

O crime foi praticado por dois homens armados, que anunciaram o roubo e, em seguida, incendiaram as dependências da padaria. No decorrer das investigações, os dois suspeitos foram identificados e tiveram as respectivas prisões preventivas decretadas pela Justiça.

Em maio de 2025, os dois foragidos foram abordados pela Polícia Rodoviária Federal portando documentos de identificação falsos. Ambos viajavam como passageiros de um ônibus interestadual que fazia o trajeto de Cuiabá (MT) para o Rio de Janeiro (RJ).

Na ocasião, a equipe da Polícia Rodoviária Federal apreendeu os aparelhos celulares que estavam com os suspeitos, e o material foi encaminhado à Derf de Rondonópolis para as providências cabíveis.

A partir da análise do conteúdo extraído dos celulares, os policiais identificaram a existência de uma célula de facção com atuação em diversos municípios de Mato Grosso.

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Conforme apurado, trata-se de um grupo criminoso que atuava nos crimes de tráfico de drogas, extorsão, exploração de jogos de azar, fraude processual e falsidade ideológica.

Continuidade

As diligências prosseguem para a conclusão das investigações e finalização do inquérito policial, com o consequente indiciamento dos envolvidos.

Integração

Participaram da Operação Adsumus equipes da Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (Derf) de Rondonópolis, com apoio da 1ª Delegacia de Polícia de Tangará da Serra, da Gerência de Combate ao Crime Organizado (GCCO) e da Delegacia Especializada de Repressão ao Crime Organizado (Draco).

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