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Brasil x Queimadas

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Miguel Vaz

O Brasil está em chamas. A Amazônia clama por socorro. Governos federal e estaduais fazem buscando uma solução para um mal que todos os anos nos rodeia nesta época e que em 2019 ganhou as mídias internacionais. Há localidades em que não cai uma gota de chuva desde abril e muitos crucificam os governos e culpam os produtores rurais pelas queimadas e desmatamento. Apunhaladas de todos os cantos do Brasil e do exterior surgem, em especial da França que considera as queimadas na Amazônia uma crise internacional, reforçando que por trás de tudo isso há interesse estrangeiro.

A triste situação traz para o agronegócio inúmeros prejuízos. Restrições comerciais já são sofridas pelo Brasil, a exemplo de 18 marcas de roupas e calçados internacionais que suspenderam a importação do nosso couro.

Os europeus usam a questão do meio ambiente no Brasil, e isso não é de hoje, por duas razões: confrontar os princípios capitalistas e estabelecer barreiras ao crescimento e ao comércio com o Brasil de bens e serviços.

O Brasil é o 2º maior produtor de grãos e carne vermelha do mundo. Exporta produtos primários para mais de 150 países. A FAO – Organização das Nações Unidas para a Agricultura e Alimentação – tem o país como um “Salvador da Pátria Mundial”, uma vez que para 2050 projeta-se que o Planeta Terra tenha 9 bilhões de habitantes e para atender essa demanda a produção de alimentos deverá subir 70% no Mundo, sendo que a produção de cereais terá de atingir 3 bilhões de toneladas por ano em comparação as cerca de 2 bilhões de toneladas produzidas mundialmente hoje.

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O produtor rural tem feito a sua parte para isso. O uso de tecnologias e práticas de produção sustentáveis são vistas cada vez com mais frequência no Brasil. O Sistema de Integração Lavoura-Pecuária-Floresta (ILPF) é cada vez mais utilizado, mostrando ser possível produzir mais em menos área, ou seja, não é necessário abrir novas áreas para ampliar a produção. Tais práticas vistas hoje, inclusive, promovem a preservação das nascentes e dos solos.

E, o que falar então do RenovaBio? A nossa Política Nacional de Biocombustíveis, instituído pela Lei nº 13.576/2017? Vale ressaltar que o RenovaBio possui como principal instrumento o estabelecimento de metas nacionais anuais de descarbonização para o setor de combustíveis, de modo a incentivar o aumento da produção e participação de biocombustíveis na matriz energética de transportes do país.

O presidente Jair Bolsonaro anunciou que no dia 24 de setembro irá participar da reunião da 74ª Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU) para falar sobre a Amazônia. Segundo o presidente, será uma chance de falar ao mundo sobre a região. Uma área, que de acordo com ele, foi “ignorada por tantos governos que me antecederam”.

O Governo Federal tem buscado com a Operação Verde Brasil fazer o seu papel, o de combater a incêndios e crimes ambientais na região por meio de uma Garantia da Lei e da Ordem Ambiental. A GLOA, como é chamada, entrou em vigor dia 24 de agosto e segue até o dia 24 de setembro. Os nove governadores da Amazônia Legal aderiram a GLOA e apoiam as ações. Juntos os nove estados compõem um território superior a 5 milhões de quilômetros quadrados.

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Muito se está sendo feito para este mal. Mas, pouco são os que enxergam. Na verdade, são poucos os que querem enxergar. O que vemos de fato são pessoas e países querendo ir contra o agronegócio, querendo atrapalhar um trabalho de sustentabilidade. O Brasil preserva mais de 63% do seu território. E a França, que tanto nos crucifica? E a Europa como um todo tem quanto de seu território de florestas?

O RenovaBio está em sintonia com o Acordo de Paris, assinado em 12 de dezembro de 2015, durante a Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças do Clima (COP21). O Brasil se comprometeu com a redução de suas emissões de gases de efeito estufa em até 37%, comparadas aos níveis de 2005. A previsão é de que esta meta seja atingida em 2025, elevando-se para 43% em 2030.

O combate às queimadas criminosas devem continuar acontecendo e o Estado ser vigilante integralmente, porque esse mal atinge a todos os cidadãos em todas as áreas da sociedade, seja saúde, educação, segurança ou economia. Estamos fazendo a nossa parte, basta que queiram enxergar.

* Miguel Vaz Ribeiro é produtor de algodão e biodiesel em Mato Grosso

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De todos os meses, falemos do laranja! Maio Laranja

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Susana Ribeiro

O dia 18 de maio faz referência ao dia Nacional de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual de crianças e adolescentes instituído pela Lei Federal 9.970/00. Essa data foi escolhida porque, em 18 de maio de 1973, em Vitória, no Espírito Santo, um crime, conhecido como Caso Araceli, chocou o país pela brutalidade. Araceli era uma criança de apenas oito anos de idade que foi raptada, estuprada e morta por jovens de classe média alta que não foram punidos, a não punição dos acusados justifica-se em muito pela ligação destes com a elite do local, o que gerou comoção popular nacional.

De acordo com o Ranking Mundial de Exploração Sexual de Crianças e Adolescente, o Brasil ocupa a 2ª posição entre os países. Os números seguem assustadores, os últimos levantamentos realizados, mostram que o Disque 100 teve 95,2 mil denúncias de violência contra crianças e adolescentes em 2020. Os registros corresponderam a 368.333 violações e incluem violência física, psicológica, abuso sexual físico, estupro e exploração sexual. Os dados são da Ouvidoria Nacional dos Direitos Humanos (ONDH).

Segundo um estudo realizado pelo Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF), o Instituto Sou da Paz e o Ministério Público do Estado de São Paulo (MPSP), referem -se ao fechamento das escolas como um dos principais vetores da diminuição de denúncias, nos últimos dois anos (anos de pandemia), já que os professores frequentemente conseguiam identificar a vítima, além de tomar providências, notam se tem marcas de agressão no corpo da criança, o comportamento entre os colegas e com os demais. É no chão da escola que surge a maioria das denúncias ao conselho tutelar. O relatório afirma também que 84% dos casos ocorrem dentro da residência das crianças, e 75% das denúncias de violência são de estupro.

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De acordo com o ECA (Estatuto da Criança e do Adolescente), a família sem dúvida desempenha uma das mais importantes funções na infância e na adolescência de um ser humano, porque é com esta instituição que o indivíduo tem seus primeiros contatos, interação e assim atua no seu desenvolvimento inicial. Mas na realidade de muitas crianças esses direitos não passam de contos de fadas. E a cada dia meninos e meninas pagam preços absurdos por negligência daqueles que deveriam ser seus provedores.

Contudo, falar de abuso e exploração sexual de crianças e adolescentes, ainda é tabu em nossa sociedade, apesar de ser uma questão muito real e recorrente. Mesmo diante dos dados acima pontuados, é comum que a violência sexual contra crianças e adolescentes caia no arcabouço de coisas que “não aconteceriam na minha família”.

Vale pôr em evidência que, esse movimento ainda é pouco divulgado e pouco discutido em âmbitos sociais como escolas, cursinhos, igrejas, entre outros locais, educação sexual não é um assunto muito comum em rodas de conversas e pouco polemizado entre as famílias, essa falta de diálogo reflete na triste realidade que vivenciamos com as crianças e adolescentes que foram e são alvos de violência sexual, e se escondem por traz de suas cicatrizes doloridas para não serem descobertos (as), vezes por vergonha (se acham culpados pelo abuso), vezes por serem ameaçados pelos seus abusadores.

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O estatuto visa garantir junto com a Constituição a proteção total da criança e do adolescente, preservando a integridade e garantindo a dignidade dos menores, assim como alguns artigos do Estatuto da Criança e do Adolescente dispõe:

Art. 3º A criança e o adolescente gozam de todos os direitos fundamentais inerentes à pessoa humana, sem prejuízo da proteção integral de que trata esta Lei, assegurando-se lhes, por lei ou por outros meios, todas as oportunidades e facilidades, a fim de lhes facultar o desenvolvimento físico, mental, moral, espiritual e social, em condições de liberdade e de dignidade.

Art. 4º É dever da família, da comunidade, da sociedade em geral e do poder público assegurar, com absoluta prioridade, a efetivação dos direitos referentes à vida, à saúde, à alimentação, à educação, ao esporte, ao lazer, à profissionalização, à cultura, à dignidade, ao respeito, à liberdade e à convivência familiar e comunitária.

Parágrafo único. A garantia de prioridade compreende:

  1. a) primazia de receber proteção e socorro em quaisquer circunstâncias;
  2. b) precedência de atendimento nos serviços públicos ou de relevância pública;
  3. c) preferência na formulação e na execução das políticas sociais públicas;
  4. d) destinação privilegiada de recursos públicos nas áreas relacionadas com a proteção à infância e à juventude.

Art. 5º Nenhuma criança ou adolescente será objeto de qualquer forma de negligência, discriminação, exploração, violência, crueldade e opressão, punido na forma da lei qualquer atentado, por ação ou omissão, aos seus direitos fundamentais. (BRASIL,1990)

A criança ou adolescente vítima de alguma forma de abuso sexual, transparece vestígios que alteram o comportamento no dia a dia, tornando-o mais vulnerável em relação ao desenvolvimento de problemas psicopatológicos, quais seriam em Síndromes Internalizantes e Externalizantes, ou seja, a Síndrome Internalizante do indivíduo possui um comportamento que expressa em relação a si próprio, como tristeza, medo, o que levará à depressão e a ansiedade, e a Síndrome Externalizante referem-se a comportamentos expressos a outras pessoas ou ao ambiente, como agressividade ou raiva (MARTINHO,2016).

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(…) altos níveis de ansiedade, distúrbios no sono, distúrbios na alimentação, distúrbios no aprendizado, comportamento agressivo, apatia ou isolamento, comportamento tenso (estado de alerta), regressão a comportamento infantil, tristeza, abatimento profundo, comportamento inadequado, faltas frequentes à escola, desconfiança de adultos, choro sem causa aparente, entre outros (apud MEICHENBAUM et al, 1994).

Este assunto pouquíssimo colocado em pauta nas nossas rodas de conversa, deve se tornar objeto de analise e observação diária, independente de nossas profissões, seja ela professor ou o motorista de ônibus que leva tantos jovens para lá e para cá.

Esse debate vem convidar você leitor (a) a se tornar sensível a esta causa, que tantas vezes acreditamos não acontecer na nossa realidade e despercebidamente não olhamos ao nosso redor. O mês laranja passa, só tem trinta e um dias, mas a luta por nossas crianças e adolescentes deve ser contínua.

Susana Ribeiro, 32 anos, Professora de história,Rondonópolis 2022

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Entendendo o Transtorno Obsessivo-Compulsivo

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*Dr. Clay Brites é pediatra, neurologista infantil e um dos fundadores do Instituto NeuroSaber

Dr. Clay Brites

No começo de 2022, pesquisadores da Brown University (EUA) rastrearam sinais cerebrais associados ao Transtorno Obsessivo-Compulsivo (TOC) pela primeira vez. Esse estudo ainda se encontra em estágios iniciais, mas os especialistas envolvidos relataram que esse é o primeiro passo rumo à compreensão e ao tratamento do transtorno.

O que acontece é que algumas regiões frontais no cérebro de alguém que tem TOC formulam pensamentos que não são a tempo controlados por outras regiões responsáveis por controle de impulsos. Com isso, estes pensamentos acabam sendo julgados como verdadeiros e, sem controle, incentivam a repetição de seus desejos. Evidências de pesquisas mostram pouca ativação destas regiões e estudos de avaliação de espessura cortical demonstram que estas regiões são mais afiladas e finas quando se comparam com cérebros de pessoas sem TOC.

Apesar do TOC ser mais frequente em adultos, a manifestação pode se iniciar na infância. Dados e relatos de pesquisas têm demonstrado que muitos adultos com TOC já apresentavam sinais do transtorno na infância. Por esse motivo, é de extrema importância que pais, avós, cuidadores e até mesmo educadores estejam atentos para saber identificar possíveis sinais do transtorno em idade precoce, ou seja, antes dos cinco anos de vida.

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Crianças com TOC apresentam comportamentos que são resultados de pensamentos obsessivos, ou seja, imaginam uma situação anormal onde um fato pode desencadear outro e passam a acreditar que devem acontecer senão algo de muito ruim pode surgir levando a uma enorme ansiedade e sensação constante de insegurança. Há também a presença de ações compulsivas onde elas têm que repetir movimentos ou procedimentos para sentirem bem e aliviados.

Costumam ser excessivamente preocupadas, imaginam as coisas de forma pessimista, irritam-se quando a perfeição não se cumpre ou se desfaz, têm mania de organização sem uma finalidade prática, possuem aversão anormal por tipos de vestimentas, comidas, limpeza, disposição de objetos.

O TOC impacta a vida da criança ou jovem por causa das alterações bruscas de humor, teimosia excessiva, crises de medo e insegurança, pensamentos frequentes de morte e de perdas, manias alimentares, de organização e de limpeza excessivas, além da baixa autoestima.  Podem assim restringir o contato dos pais com outras pessoas, desestimular visitas em casa, sofrer com o isolamento dos amigos na escola.

Em casos assim, deve ser iniciado o tratamento o quanto antes. Mesmo que a condição seja carregada para a vida toda, este jovem vai sofrer menos ao aprender como lidar mais cedo com o transtorno. O TOC deve ser enfrentado por meio de terapias comportamentais e de manejo parental onde os pais e a escola devem ser orientados como lidar e proceder no cotidiano. Podem ser utilizadas medicações em alguns casos e circunstâncias.

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(*) Dr Clay Brites é Pediatra e Neurologista Infantil (Pediatrician and Child Neurologist); Doutor em Ciências Médicas/UNICAMP (PhD on Medical Science); Membro da ABENEPI-PR e SBP (Titular Member of Pediatric Brazilian Society); Speaker of Neurosaber Institute.

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O receio da guerra cibernética

Publicado

*Louder Mendes

Quando em 2005 o vírus computacional Stuxnet foi capaz de, pela primeira vez na história mundial, causar danos grandes e críticos na infraestrutura de um país, abriu-se a brecha para que o mundo todo ficasse de olhos abertos sobre a proximidade e os perigos da concretização de uma guerra cibernética. Àquela altura, o mundo começava a pensar quando seria dado o start para esse modelo de confronto sem barreiras físicas.

Muitos chegaram a achar que esse momento havia chegado, quando foi anunciado o início dos confrontos entre a Rússia e a Ucrânia. De fato, muitos ataques hackers marcaram o início dos conflitos, entre eles, o que teve autoria confirmado pelo grupo Anonymous, e que derrubou os canais de comunicação oficiais do Kremlin. Mas desde então, pouco, de fato, se viu sobre isso. E ainda bem.

Na realidade, temos observado muitas notícias dando conta sobre trocas de ataques hackers. Porém, ainda, não há dados sobre ofensivas verdadeiramente high techs, daquelas que podem alterar a base das nações e provocar a quebra de confiança em suas instituições. Os danos de uma guerra cibernética são tão grandes, que mesmo a Rússia e a Ucrânia, ao que dizem, recusam-se em dar esse primeiro passo.

De fato, seria uma ação de proporções catastróficas e que desencadearia uma reação em cadeia global. Quando se trata de guerras que envolvem potenciais mundiais, outras nações acabam sendo inseridas nas tratativas. E todas que embarcarem nesse cenário, podem se envolver nos ataques virtuais. As estruturas econômicas e segredos das maiores nações estariam sendo colocadas à mercê de uma rede que é invisível.

Por enquanto, nesses pouco mais de dois meses de confrontos no Leste Europeu, estamos ainda vivenciando o que já está sendo chamado de “Guerra Fria Cibernética”. Contudo, não é porque esse embate ainda não foi iniciado, que ele não possa vir a ocorrer. E esse é um dos maiores receios principalmente do mundo ocidental, que está junto contra a Rússia.

Diversos países, entre eles os que compõem a União Europeia, Estados Unidos, entre outros, se manifestaram contra a política ostensiva de Vladimir Putin e impuseram uma série de políticas de restrições. Mas não sem o receio de que ele direcione a elas, suas máquinas de ciberataque. No mês passado mesmo, o Tribunal de Contas Europeu praticamente admitiu isso abertamente em um relatório divulgado.

No documento, chegou a ser citado que o nível de cibersegurança dos órgãos da União Europeia, em geral, não é compatível com as ameaças crescentes. Também já a Casa Branca, diretamente do governo de Joe Biden, alertou para o risco elevado de ataques cibernéticos russos, devido às sanções que o país aplicou a Moscou. Desde então, estão tomando medidas de reforço para tentar se resguardar.

Esse medo generalizado não é à toa. Uma guerra cibernética pode trazer implicações políticas significativas e minar a confiança nos países e a estabelecimentos que as regem. E como consequência, todo o mercado, financeiro, administrativo, geopolítico, fica estremecido. Sabemos bem as implicações que esse tipo de impacto pode ocasionar nas estruturas em escala continental.

Elas rugem sobre as bolsas de valores. E na sequência, impactam sobre o preço de commodities, alterando toda estrutura financeira dos países e sobre os cidadãos que vivem sob sua tutela. Por isso, faz tanto sentido que o mundo todo esteja andando na ponta dos pés para tentar se posicionar contra a guerra, mas sem causar uma fúria tão elevada que leve os atores principais dela a tomarem um passo desproporcional.

Antigamente, a espionagem era a principal arma que os países utilizavam para tentar se armar contra seus inimigos em um campo de visão obscuro. Agora, com a tecnologia de ponta que nós deste lado da tela só imaginamos pensar que exista, o cibernético é o rei do embate.

*Louder Mendes é analista de Sistemas, especialista em Segurança da Informação e diretor executivo da On Line Engenharia de Sistemas


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ALMT – Campanha Fake News II

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