Pesquisar
Feche esta caixa de pesquisa.

Política MT

Empresários apostam em geração de empregos e mudança real com Cláudio Ferreira

Publicado

Em conversa recente, Neles Farias, nome à frente do Operário Materiais de Construção, Odílio Balbinotti, da direção da Atto Sementes, e Francisco Carlos Souza, sócio proprietário do Baratão Ferromar/Água e SPA Pobóre, que estão entre os nomes mais influentes do empresariado de Rondonópolis, fecharam questão que, dentre os nomes apresentados como pré-candidatos a prefeito da cidade, o que tem mais potencial de alavancar a cidade e propiciar a criação em massa de empregos com um horizonte de transformação é Cláudio Ferreira, do PL.

Neles explica que a própria história de vida de Cláudio é um exemplo vivo de que preparação, visão e dedicação, combinados com um ambiente de oportunidades, são elementos capazes de mudar a realidade.

“O Cláudio é um vencedor, alguém com muita sensibilidade social e que, assim como nós, aposta em Rondonópolis. Precisamos criar esse sentimento para atrairmos mais investimentos pra cá. Estamos perdendo investidores para Primavera do Leste, por exemplo, que junto a si levam milhares de empregos, mas o grupo do atual prefeito parece não entender a gravidade disso”, alertou Farias.

Souza reforça a preocupação e ilustra que a cidade merecia estar em um posto muito mais alto de desenvolvimento, se fosse pensada de maneira organizada.

“Rondonópolis conta com mais de R$ 2 bilhões no caixa e o que a gente lê toda hora na imprensa é o prefeito contraindo dívida, ou seja, o crescimento dos gastos está incontrolado. Isso é muito ruim para todos, e vejo o Cláudio, em pouco tempo como deputado, mostrando muita capacidade. A CNH gratuita é um instrumento social muito importante para economia, trouxe ainda a primeira ressonância para a cidade e região, enfim, em pouco tempo surpreendeu e confirmou preparo de sobra”, ilustrou o empresário.

Veja Mais:  Claudinei averigua a habilitação dos leitos UTI Covid-19 no Hospital Regional de Rondonópolis

Tanto Neles quanto Souza entendem que Cláudio daria uma mensagem de renovação muito positiva ao setor econômico, ideia que é corroborada por Odílio, que explica o motivo deste sentimento.

“Ele [Cláudio] é um jovem político e empresário, que tem se mostrado um líder acessível e comprometido. Me surpreende a capacidade que ele tem de transitar em diferentes setores da sociedade, uma característica fundamental para um gestor. A cidade entrando nesse novo momento, com alguém com essa condição em seu comando, as perspectivas são de mais empresas, empregos e uma vida muito melhor para todos”, cravou Balbinotti.

Política MT

Deputado Júlio Campos pede suspensão de privatização 

Publicado

O deputado Júlio Campos chamou atenção para a privatização de estradas abandonadas na região do Arinos e no Médio Norte de Mato Grosso, nesta quarta-feira (10), na Assembleia Legislativa de Mato Grosso.

“Venho fazer um apelo e uma advertência ao senhor governador Otaviano Pivetta e ao senhor Secretário de Estado de Infraestrutura e Logística, Marcelo de Oliveira, sobre o estado lamentável de duas rodovias importantíssimas. A MT-338, a Estrada da Baiana, aberta no meu governo (1983 a 87) quando priorizei a ligação de Juara com Sinop e Cuiabá, economizando 200 km do trajeto. Essa estrada foi pavimentada pelo governo Blairo Maggi, mas hoje encontra-se acabada e com buracos por todos lados. E mesmo nessa situação, segue sendo privatizada”, indagou Júlio Campos.

Segundo o parlamentar, o valor do pedágio a ser cobrado para cada trecho de 30 quilômetros será de R$12,75. A MT-338, interliga os municípios de Lucas do Rio Verde e Tapurah, a partir do entroncamento com a BR-163.

A estrada é um importante caminho de escoamento logístico da produção agrícola e pecuária em direção ao Vale do Arinos e ben eficia também cidades como Itanhangá, Porto dos Gaúchos, Juara e Juína, afetando mais de nove comunidades e 150 mil habitantes.

Júlio Campos também chamou atenção para a situação de outra estrada: a MT-220, no trevo Tabaporã, no Médio Norte de Mato Grosso, entre Vera e Sorriso.

Concessão assinada

Veja Mais:  Assembleia Legislativa lamenta morte de superintendente da Rádio AL

O pedido de Júlio Campos é para que o governador adie a concessão em prol da redução dos custos do pedágio.

“Senhor secretário Marcelo Padeiro, que é um homem dinâmico, está na hora de sua equipe fazer uma fiscalizaçã o rigorosa para rever a privatização dessas duas rodovias. O estado atual é lamentável. Tem que restaurar as rodovias antes de ser privatizada, porque do contrário o pedágio ficará muito caro, pois a manutenção será repassado ao usuário. é por isso que tem estrada estadual na qual o custo do pedágio é o dobro do valor de uma estrada federal. Veja a BR-163, o pedágio custa quase a metade do valor de estradas estaduais e o motorista trafega de Rondonópolis e Sinop sem buracos e de forma segura”, afirmou Júlio Campos.

A concessão das duas estradas foi assinada em 01 de setembro de 2025 pelo secretário Marcelo Ol iveira, com o Consórcio Vale do Arinos, com o aval da Agência estadual de regulação Ager.

https://juliocamposmt.com.br/deputado-julio-campos-pede-suspensao-de-privatizacao-de-estradas-abandonadas-em-mt/

Continue lendo

Política MT

Zé Medeiros quer proibir multas ambientais automáticas baseadas apenas em imagens de satélite

Publicado

Foto-Assessoria

Multas ambientais, embargos e bloqueios de crédito rural baseados exclusivamente em imagens de satélite ou sistemas automatizados poderão ser proibidos no Brasil. A medida está prevista em um projeto de lei apresentado pelo deputado federal Zé Medeiros (PL) na Câmara dos Deputados.

A proposta cria a Lei Nacional de Garantia do Devido Processo Legal na Fiscalização Ambiental Rural e estabelece que nenhuma penalidade poderá ser aplicada sem vistoria presencial realizada por agente público competente, acompanhada de laudo técnico detalhado e identificação precisa da suposta infração.

“O avanço tecnológico deve servir ao interesse público, mas jamais pode substituir o devido processo legal, o contraditório, a ampla defesa e a verificação dos fatos. O satélite pode apontar indícios, mas não pode condenar ninguém. Hoje, muitos produtores enfrentam multas, embargos e até bloqueios de crédito sem que um fiscal tenha sequer visitado a propriedade. Isso gera insegurança jurídica e fere o direito de defesa”, argumentou o parlamentar.

O projeto prevê que imagens de satélite e sistemas de sensoriamento remoto tenham caráter apenas preliminar e informativo, impedindo que sejam utilizados como prova única para aplicação de sanções. Caso não haja vistoria presencial, multas, embargos e demais restrições poderão ser considerados nulos.

“O produtor rural não pode ser tratado como criminoso por um algoritmo. A fiscalização ambiental é necessária, mas precisa ocorrer dentro dos limites da lei e com respeito ao direito de defesa”, concluiu.

Veja Mais:  Wellington e Claudinei garantem 20 viaturas e equipamentos de ponta contra o crime organizado na fronteira de MT

A proposta também proíbe o bloqueio automático de financiamentos e a inclusão de produtores em cadastros restritivos com base apenas em alertas gerados por sistemas remotos. As restrições só poderão ocorrer após decisão administrativa definitiva, com garantia do contraditório e da ampla defesa.

O texto ainda prevê mecanismos de transparência para os sistemas automatizados utilizados pelos órgãos ambientais. Segundo Medeiros, a medida busca evitar punições indevidas causadas por falhas na interpretação de imagens de satélite e algoritmos, conciliando a proteção ambiental com a segurança jurídica e o direito de defesa dos produtores rurais.

Continue lendo

Política MT

Ex-governador Mauro Mendes rebate senador Wellington Fagundes sobre obras da MT-170

Publicado

Ex-governador Mauro Mendes

O ex-governador Mauro Mendes voltou a criticar o senador Wellington Fagundes em meio às discussões sobre as obras da MT-170, antiga BR-174, no estado de Mato Grosso.

Em declarações recentes, Mauro rebateu as críticas feitas pelo senador sobre a qualidade das obras executadas na rodovia e afirmou que a estrada permaneceu abandonada durante anos sob responsabilidade do Governo Federal. Segundo ele, a estadualização da via ocorreu justamente para garantir a retomada das obras e melhorar a trafegabilidade da região.

Mauro Mendes também acusou Wellington Fagundes de “faltar com a verdade” ao questionar o andamento dos serviços e destacou que, antes da intervenção do Estado, motoristas enfrentavam sérios problemas estruturais na rodovia, incluindo longos períodos de atoleiros e dificuldades de deslocamento.

O embate ganhou força após Wellington cobrar investigações sobre possíveis falhas na execução das obras e defender acompanhamento do Tribunal de Contas do Estado (TCE-MT) nos contratos relacionados à MT-170.

A discussão entre os dois líderes políticos amplia o clima de disputa política em Mato Grosso, principalmente diante das articulações visando as eleições de 2026.

Veja Vídeo:

Veja Mais:  ALMT homenageia profissionais de Educação Física
Continue lendo

ALMT Segurança nas Escolas

Rondonópolis

Polícia

Esportes

Famosos

Mais Lidas da Semana