Mato Grosso
Construção e reforma de hospitais e repasses em dia estão melhorando substancialmente a saúde de MT, avalia secretário
O secretário de Estado de Saúde, Gilberto Figueiredo, destaca na entrevista que já foram investidos mais de R$ 1 bilhão para melhorar a infraestrutura dos hospitais e unidades de saúde em todo Estado. O objetivo é modernizar essas unidades para garantir um atendimento digno à população de Mato Grosso.
Além disso, o governo mantém em dia os repasses aos municípios, permitindo que as políticas em saúde sejam implementadas pelas gestões municipais. Nesse sentido, R$ 1 bilhão já foi repassado em 3 anos e outros R$ 348 milhões foram pagos para quitar dívidas de anos anteriores.
“O atual cenário já é bem diferente e demonstra que a gestão séria do dinheiro público faz muita diferença. Essa é uma determinação do governador Mauro Mendes, que seguimos à risca em todos os setores”, afirma Gilberto.
Confira a entrevista na íntegra:
– A secretaria vem atuando fortemente nos últimos anos para “fazer a saúde funcionar” em todo o Estado. Qual o trabalho que está sendo feito para isso, secretário?
Gilberto Figueiredo: O Governo de Mato Grosso investe mais de R$ 1,18 bilhão na Saúde Pública do Estado e prioriza a modernização de todos os Hospitais Regionais e as Unidades Especializadas. A gestão do governador Mauro Mendes também anunciou a construção de seis novos hospitais, sendo que quatro serão regionais e voltados para o atendimento de demandas específicas do interior de Mato Grosso. Na capital, o novo Hospital Central, que será o maior e melhor hospital de alta complexidade do nosso estado, já está com 25% da obra executada. Estamos fazendo a Saúde funcionar, destinando o dinheiro público às melhorias e incrementos que a população espera.
A atual gestão ainda vê como prioridade a imunização da população e a realização de cirurgias eletivas – que foram nacionalmente paralisadas por força da pandemia. O Governo e a SES-MT investem em programas robustos, como o Imuniza Mais MT, que tem o objetivo de aumentar a performance de cobertura de todas as vacinas disponíveis pelo Sistema Único de Saúde (SUS), e o Mais MT Cirurgias, que prevê a realização de mais de 138 mil procedimentos eletivos em nosso estado.
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– A atual gestão está há 38 meses adimplente com os municípios e também pagou boa parte da dívida de anos anteriores. Como o senhor avalia a importância dessa medida?
Gilberto Figueiredo: Durante os últimos três anos, o governo repassou mais de R$ 1 bilhão aos municípios de Mato Grosso, para a manutenção de programas da Saúde, e manteve rigorosa adimplência junto às gestões municipais. Essa característica do Governo Mauro Mendes auxilia os municípios a também desenvolverem boas práticas de gestão na área da Saúde Pública e, claro, a manter os programas que são previstos e fundamentais para o SUS.
Além disso, é importante frisar que a atual gestão pagou mais da metade, cerca de 57%, da dívida de restos a pagar que existia há três anos – o montante era de aproximadamente R$ 618 milhões, sendo que já foram quitados R$ 348 milhões. No início de 2019, existiam muitas dificuldades relacionadas às contratações pela SES. O atual cenário já é bem diferente e demonstra que a gestão séria do dinheiro público faz muita diferença. Essa é uma determinação do governador Mauro Mendes, que seguimos à risca em todos os setores.
– A pandemia mostrou algumas das principais dificuldades da saúde pública, como a grande necessidade por profissionais capacitados e, principalmente, manter esses profissionais atuando. O que foi feito para garantir um atendimento digno aos pacientes da Covid-19 e manter a saúde funcionando nesse período?
Gilberto Figueiredo: Durante os períodos mais críticos da pandemia pela Covid-19, houve a ampliação substancial de leitos para o tratamento da doença e, consequentemente, a dificuldade na contratação de profissionais justamente pela alta demanda. Atualmente, o Governo de Mato Grosso se esforça para reconhecer o trabalho que foi e ainda é desenvolvido por enfermeiros, técnicos de enfermagem, fisioterapeutas, nutricionistas, médicos e tantos outros profissionais. O Estado encaminhou para a Assembleia Legislativa um Projeto de Lei, que foi aprovado, para a manutenção da Verba Indenizatória para os profissionais que atuam na linha de frente do combate à Covid-19. Esse recurso é mantido desde julho de 2020 e já beneficiou mais de 4 mil servidores da Rede Estadual.
Também é imprescindível reconhecer o trabalho das áreas administrativas da Saúde, que permitiram a ampliação da rede assistencial, a aquisição de equipamentos e insumos. Esses profissionais não estão necessariamente nos hospitais, mas também salvaram muitas vidas.
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– Mato Grosso vai ganhar nos próximos anos 6 novos hospitais estaduais: dois na Baixada Cuiabana, o Central e o Julio Muller, cujas obras foram retomadas; e quatro em regiões que necessitavam urgentemente de unidades de média e alta complexidade, em Juína, Alta Floresta, Confresa e Tangará da Serra. Em que fase estão essas obras e o que esses hospitais vão representar para o Estado como um todo depois que forem entregues?
Gilberto Figueiredo: Os novos Hospitais Regionais são construídos para suprir necessidades e vazios assistenciais em todo o Mato Grosso. Já a estrutura do Hospital Central estava parada, inutilizada há mais de 30 anos; agora, essa mesma estrutura está se tornando a maior e melhor unidade hospitalar de referência em alta complexidade do estado. As obras do Hospital Central estão avançando, com cerca de 25% da construção já realizada.
Em breve, serão divulgadas as empresas habilitadas para a construção dos Hospitais Regionais de Alta Floresta e Confresa. A construção do Hospital Regional de Juína já foi licitada e está em fase de habilitação de empresas. Já a abertura da licitação do Hospital Regional de Tangará da Serra será no dia 03 de março.
O Hospital Universitário Júlio Muller será uma unidade federal e a Sinfra é responsável por essa obra, que está em andamento também.
Creio que há muito tempo não se via tanto investimento na área da Saúde em Mato Grosso e tenho certeza de que esses novos hospitais irão mudar a forma como a Saúde funciona em nosso estado. Como gestor, acredito que esses investimentos resultarão em uma verdadeira revolução na Saúde Pública.
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– Secretário, o governador tem pontuado que dobramos o número de leitos nos hospitais estaduais desde 2019 e a expectativa é dobrar novamente após as entregas dos novos hospitais. O que esse aumento em número de leitos representa para o cidadão?
Gilberto Figueiredo: A Secretaria Estadual de Saúde (SES-MT) investiu na ampliação de leitos referenciados para o tratamento da Covid-19 e este Governo optou por não construir hospitais de campanha. Abrimos leitos que podem ser definitivos, como forma de garantir que grande parte da estrutura ampliada se mantenha em funcionamento após a pandemia. Um exemplo disso é o Hospital Metropolitano, em Várzea Grande, que foi completamente reformado e ampliado e hoje atende exclusivamente as demandas da Covid-19. Atualmente a unidade tem capacidade para 278 leitos totais, sendo que todas as melhorias feitas na estrutura da unidade são definitivas.
O Estado chegou a pactuar, pelo Sistema Único de Saúde (SUS), mais de 600 leitos de UTI exclusivos Covid-19, sendo mais de 200 nos hospitais estaduais; os demais foram disponibilizados em parceria com os municípios, inclusive com suporte financeiro do Estado.
Toda a infraestrutura hospitalar passou por necessária e urgente ampliação e adaptação para atender aos pacientes da Covid-19. Foram modernizadas as estruturas e adquiridos equipamentos de referência para a alta complexidade. Essas melhorias e ampliação de leitos permanecerão de forma efetiva para atender a saúde como um todo.
– O governo está investindo R$ 65 milhões para incentivar a vacinação contra Covid-19 e Influenza. O primeiro prêmio já foi entregue aos municípios que mais vacinaram. O senhor teve retorno de como esses recursos foram utilizados e beneficiaram de fato o cidadão?
Gilberto Figueiredo: O Governo de Mato Grosso lançou o programa Imuniza Mais MT com o objetivo de aumentar a cobertura vacinal contra todas as doenças imunopreviníveis, de forma que o Estado alcance as metas das campanhas estipuladas pelo Ministério da Saúde. Esse programa não engloba apenas a vacinação contra a Covid-19 e Influenza, mas todas as vacinas disponibilizadas pelo Sistema Único de Saúde (SUS). E também é esperado que ele impacte positivamente os índices de cobertura vacinal da Covid-19.
Por meio do programa, serão investidos R$ 65 milhões até 2023, entre premiações, reformas, construções, aquisição de veículos, câmaras frias e outros insumos ou equipamentos.
Nós já realizamos a primeira etapa de premiação, em novembro de 2021, sendo entregue o total de R$ 1,8 milhão aos 15 municípios que tiveram as melhores performances. Devemos divulgar os municípios premiados na segunda etapa em março e, desta vez, serão repassados R$ 7,77 milhões às gestões municipais melhor classificadas.
Será feita uma avaliação anual dos investimentos realizados pelos municípios, pois o Imuniza Mais MT quer reconhecer as boas práticas desenvolvidas no âmbito da imunização em todo Estado.
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– Outro programa em andamento é o Mais MT Cirurgias, que visa a retomada dos procedimentos eletivos em todo o Estado. Quanto está sendo investido e como está o andamento do programa? O senhor acredita que o Estado vai conseguir diminuir a quantidade de pacientes que ainda esperam por cirurgias?
Gilberto Figueiredo: Acredito que o Estado, em parceria com os 141 municípios, irá reduzir drasticamente a fila de espera por procedimentos eletivos em Mato Grosso. O programa Mais MT Cirurgias prevê um investimento de aproximadamente R$ 105 milhões e busca realizar cerca de 138 mil procedimentos eletivos por meio de um trabalho conjunto com as gestões municipais.
Em quatro meses, somente os Hospitais Estaduais realizaram um total de 77.856 atendimentos eletivos, entre consultas, cirurgias, procedimentos ambulatoriais e serviços de diagnósticos. Juntos, os Hospitais Regionais de Sinop, Colíder, Alta Floresta, Cáceres, Rondonópolis, Sorriso e o Hospital Estadual Santa Casa, em Cuiabá, já realizaram 54.886 consultas, 3.660 procedimentos ambulatoriais, 4.999 procedimentos cirúrgicos e 14.311 atendimentos em Serviço de Apoio Diagnóstico Terapêutico.
Até o momento, também foram validadas e homologadas 51 propostas apresentadas pelas gestões municipais. Com os projetos homologados, os municípios já podem executar os planos apresentados.
Mato Grosso
BR-163 terá interdição total para detonação de rochas em Guarantã do Norte no dia 29 de abril

Foto- Assessoria
Na próxima quarta-feira, 29 de abril de 2026, a BR-163 terá interdição total no km 1109, em Guarantã do Norte (MT), das 10h45 às 12h45 (Horário do Mato Grosso), para a realização de detonação de rochas. O procedimento integra as obras de correção de traçado na Serra do Cachimbo, executadas pela Via Brasil BR-163.
Essa é a segunda detonação realizada durante o mês de abril, outras cinco estão previstas com intervalo médio de uma semana entre elas. Antes de cada operação, a concessionária realizará ampla divulgação das interrupções temporárias do tráfego.
A Via Brasil BR-163 reforça a importância de que os motoristas respeitem a sinalização provisória, sigam as orientações das equipes no local e evitem aglomerações nas proximidades durante a atividade. Para maior comodidade e segurança, recomenda-se o planejamento da viagem fora do período de interdição.
Sobre as obras
Com investimento de R$ 16 milhões, a obra de correção de traçado irá suavizar três curvas localizadas na Serra do Cachimbo, proporcionando maior visibilidade e segurança aos motoristas. A intervenção contribuirá para a redução de acidentes e tombamentos no trecho.
A previsão de conclusão é outubro de 2026. Fora os momentos pontuais de detonação, não haverá interdições prolongadas, e todo o trecho permanecerá devidamente sinalizado, com orientação permanente aos usuários da rodovia.
Mato Grosso
Feira Brasileira de Sementes contará com palestrantes renomados e temas atuais do agronegócio nacional e mundial
Com o tema “A Semente é o Elo”, o encontro conectará pesquisa, melhoramento genético, produção de sementes, tecnologia e mercado

A Feira Brasileira de Sementes (FEBRASEM), que ocorre em Rondonópolis (MT), nos dias 17 e 18 de junho, se consolidou como um dos principais eventos do setor de sementes do Brasil. O evento idealizado e promovido pela Associação dos Produtores de Sementes do Mato Grosso (APROSMAT), em sua quinta edição tem como tema “A Semente é o Elo”, já tem sua lista confirmada de palestrantes de renome no Agro e muito conhecimento a ser compartilhado com os participantes.
Segundo o presidente da APROSMAT, Nelson Croda, a proposta desta edição é integrar todos os pilares da cadeia produtiva. O foco está no entendimento de que a semente não é apenas o início do plantio, mas o elo que conecta o melhoramento genético, a tecnologia de ponta e a eficiência comercial. Em um cenário global cada vez mais exigente. “Ao longo dos dois dias, a programação reúne oito momentos estratégicos, entre palestras e painéis técnicos, abordando temas fundamentais para o fortalecimento do setor de sementes. Já estão confirmadas importantes lideranças da indústria de biotecnologia e germoplasma, além de doutores, especialistas em mercado e profissionais altamente qualificados”, destacou.
Um dos palestrantes convidados para a FEBRASEM será Marcos Jank, formado em Engenharia Agronômica pela ESALQ-USP, atualmente é professor sênior de agronegócio no Insper e coordenador do Centro Insper Agro Global. Na área de comunicação, atua como comentarista de agronegócio na CNN Brasil e colabora com diversos veículos nacionais e internacionais.
O evento foi desenhado para promover não apenas o conhecimento teórico, mas também a geração de negócios e o fortalecimento de parcerias. A estrutura contará com palestras estratégicas ofertando conteúdos voltados especificamente para os setores de sementes e grãos, exposição tecnológica e máquinas e networking qualificado, com ambientes planejados para conexões empresariais e um happy hour de integração ao final das atividades.
As inscrições para a FEBRASEM 2026, já estão no 2º lote, e para não ficar de fora de uma das maiores feiras do segmento sementeiro nacional, acesse o link abaixo:
https://www.sympla.com.br/evento/febrasem-2026/3320456?algoliaID=447c62ad747ae13407bb86812130ab58
Confira quem são os demais palestrantes da 5ª Edição da FEBRASEM:
Mauricio Schineider – CEO da StarSe Agro e cofundador da Solubio, uma das gigantes biotechs do agronegócio brasileiro.
Maria de Fátima Zorato – Bióloga, com mestrado em Fitopatologia e doutorado em Ciência e Tecnologia de Sementes.
Geri Meneghello – Engenheiro Agrônomo, Mestre e Doutor em Ciência e Tecnologia de Sementes (UFPeL).
França Neto – Ph.D. em Fisiologia e Patologia de Sementes junto à Universidade da Flórida.
Eduardo Lourenço – Doutor e Mestre Direito Constitucional com especialização em Direito Empresarial e Contratos e possui L.L.M. (Master of Laws) em Direito Tributário.
Anderson Galvão – Engenheiro Agrônomo e Fundador e Diretor Céleres.
Fernando Wagner – Gerente executivo de Negócios Institucionais na GDM Seeds.
Janaína Martuscello – Zootecnista e professora titular da Universidade Federal de São João Del Rei (MG).
Jonas Pinto – Doutor em Ciência e Tecnologia de Sementes pela UFPel e atua há mais de 20 anos no setor sementes.
Marcelo Batistela – Vice-presidente da Divisão de Soluções para Agricultura da Basf do Brasil.
Mato Grosso
Governador Otaviano Pivetta mantém cronograma e reforça avanço das escolas cívico-militares em Mato Grosso

O governador Otaviano Pivetta anunciou, nesta quinta-feira (9.4), a manutenção do cronograma de transformação de escolas regulares no modelo de gestão cívico-militar em Mato Grosso. Nesta última etapa prevista para 2026, 16 unidades da Rede Estadual passarão por consultas públicas, em um processo que busca ampliar ainda mais a presença de um formato de gestão que vem ganhando adesão e apoio das comunidades escolares em diferentes regiões do Estado.
Segundo o governador, o avanço do modelo reflete não apenas uma decisão administrativa do Estado, mas também uma demanda que tem partido das próprias famílias, estudantes e profissionais da educação, que reconhecem nas escolas cívico-militares um ambiente mais organizado, seguro e favorável à aprendizagem.
“Esse é um modelo que vem dando resultados, fortalecendo o ambiente escolar e atendendo a uma reivindicação legítima da comunidade. Em muitos municípios, são os próprios pais e profissionais da educação que pedem a transformação, porque reconhecem os ganhos na organização, na disciplina e no processo de ensino e aprendizagem”, explica Otaviano Pivetta.
As votações serão realizadas sempre das 7h às 19h. Nos dias 13 e 14 de abril, participarão da consulta as escolas estaduais Nilza de Oliveira Pipino, em Sinop; Nova União, em Nova Canaã do Norte; João Ribeiro Vilela, em Primavera do Leste; Osmair Pinheiro da Silva, em Nova Maringá; Rui Barbosa, em Nova Mutum; Prefeito Artur Ramos, em Jaciara; Doutor Estevão Alves Correa, em Cuiabá; 13 de Maio, em Tangará da Serra; e Professor Muralha de Miranda, em Nova Marilândia.
Já nos dias 15 e 16 de abril, novas consultas serão realizadas nas escolas estaduais Cândido Portinari, em Tapurah; Francisco Saldanha Neto, em Tabaporã; João Paulo II, em Itaúba; Mário Schabatt Souza, em Lucas do Rio Verde; Paulo Freire, em Marcelândia; André Antônio Maggi, em Colíder; e Jayme Veríssimo de Campos Júnior, em Alta Floresta.
Otaviano Pivetta destacou que o processo será conduzido com transparência e participação direta da comunidade escolar, que poderá votar entre as opções “Aprovo” e “Não aprovo”. A expectativa do governo é consolidar mais uma etapa importante da política educacional adotada no Estado.
“Nosso compromisso é cumprir o cronograma com transparência, responsabilidade e respeito à vontade da comunidade escolar. A consulta pública garante esse direito de participação e fortalece uma política que já mostrou resultados concretos em Mato Grosso”, completa o governador.
De acordo com ele, a meta inicial era alcançar 205 escolas no modelo cívico-militar, número que já foi superado, com 208 unidades. Com a realização das novas consultas públicas, a Rede poderá chegar a 224 escolas com esse formato de gestão, ampliando uma experiência que vem se consolidando em diversas regiões do Estado.
O modelo cívico-militar não altera o currículo escolar nem interfere na proposta pedagógica das unidades. A condução pedagógica permanece sob responsabilidade de diretores, coordenadores e professores da Rede Estadual, seguindo as diretrizes da Base Nacional Comum Curricular.
Segundo a Secretaria de Estado de Educação (Seduc-MT), as mudanças concentram-se nas áreas administrativa e disciplinar, com a atuação de militares da reserva no apoio à organização do ambiente escolar, no controle de acesso, na promoção de atividades cívicas e no fortalecimento de valores como disciplina, respeito e hierarquia.
Para o governador, a expansão do modelo representa a continuidade de uma política pública que combina participação da comunidade, reforço na gestão e foco em resultados. A avaliação do governo é que a experiência bem-sucedida das unidades já convertidas tem impulsionado novas adesões e consolidado o formato como referência na educação pública estadual.
“Quando a comunidade percebe que a escola melhora o ambiente, fortalece a convivência e cria melhores condições para ensinar e aprender, ela passa a defender esse modelo. É isso que estamos vendo em Mato Grosso, com uma política que nasceu para fortalecer a educação e que hoje encontra respaldo crescente da população”, concluiu Otaviano Pivetta.
Fonte: Governo MT – MT
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