Mato Grosso
Estão abertas inscrições para o mestrado em Biodiversidade e Agroecossistemas Amazônicos da Unemat
Inicia nesta segunda-feira (10) o período de inscrições para o processo seletivo de ingresso no mestrado em Biodiversidade e Agroecossistemas Amazônicos, da Universidade do Estado de Mato Grosso (Unemat). O programa de pós-graduação em Biodiversidade e Agroecossistemas Amazônicos (PPGBioAgro) oferta por meio do Edital 002/2018 até 19 vagas sendo até 16 para ampla concorrência e até três para profissionais da rede pública com estabilidade e com liberação para qualificação profissional.
Os candidatos optarão por uma das duas linhas de pesquisa, Diversidade Biológica e Agroecossistemas Amazônicos e pelo orientador de seu interesse no ato da inscrição que pode ser presencial ou pelo Correio, via Sedex. As inscrições presenciais serão realizadas na secretaria do PPGBioAgro, no câmpus de Alta Floresta, das 8h às 11h e das 14h às 17h, em dias letivos até o dia 11 de outubro.
As inscrições são gratuitas e entre os documentos exigidos está a cópia autenticada do diploma de graduação, comprovante de conclusão de curso ou declaração de possível formando em áreas de conhecimento relacionadas às linhas de pesquisa e de atuação dos professores credenciados no Programa ou em afinidade com as Ciências Ambientais. É recomendado aos candidatos que façam contato prévio com o possível orientador para verificação de linhas e projetos desenvolvidos por ele.
O curso, que tem duração de 24 meses, a princípio iniciará as atividades em fevereiro de 2019. O mestrado em Biodiversidade e Agrossistemas Amazônicos está sediado no câmpus de Alta Floresta, mas o candidato deve se atentar que realizará o trabalho de dissertação no câmpus em que seu orientador estiver lotado.
O processo de seleção envolverá quatro etapas, as duas primeiras, Prova de conhecimento específico e Prova de proficiências em português, para candidatos estrangeiros, serão de caráter eliminatório. As etapas Análise de Currículo e Entrevista serão classificatórias. A prova escrita e a de proficiência serão realizadas no dia cinco de novembro. Os candidatos estrangeiros poderão optar por fazer as provas nos câmpus de Alta Floresta, Tangará da Serra, Nova Xavantina, Cáceres, Colíder, Nova Mutum, Pontes e Lacerda e Sinop e as demais etapas no câmpus de Alta Floresta.
A partir do dia três de dezembro terá início a etapa das entrevistas. A entrevista poderá ser realizada de forma presencial ou online, via Skype, por meio de chamada com vídeo e a presencial será no câmpus de Alta Floresta. A divulgação do cronograma de entrevistas será a partir do dia 26 de novembro. O resultado final será divulgado a partir do dia 10 de dezembro no mural da secretaria do PPGBioAgro e no endereço eletrônico: http://www.unemat.br/prppg/ppgbioagro. As matrículas serão realizadas de quatro a oito de fevereiro de 2019 e a defesa da dissertação deverá ocorrer até dezembro de 2020.
Mato Grosso
Lei Maria da Penha completa 20 anos ainda com entraves para ser colocada em prática
A coordenadora do Nudem, Rosana Leite, participou de uma entrevista especial para analisar as duas décadas da lei além dos altos índices de feminicídio em Mato Grosso
Mato Grosso
Municípios de MT debatem continuidade da regularização fundiária e seus impactos no desenvolvimento urbano
Encontro da Geogis reuniu equipes técnicas de consórcios intermunicipais para discutir a continuidade da Reurb

Representantes de 19 municípios mato-grossenses participaram, nesta quarta-feira (29.07), de uma capacitação voltada às Diretrizes para Continuidade da Política Municipal de Regularização Fundiária Urbana (Reurb). O encontro reuniu equipes técnicas dos consórcios Vale do Guaporé e CIDESARP (Consórcio Intermunicipal de Desenvolvimento Econômico, Social, Ambiental e Turístico do Alto do Rio Paraguai) para discutir os desafios da etapa posterior à entrega dos títulos de propriedade e o fortalecimento das políticas públicas de regularização fundiária.
A capacitação foi conduzida pelo diretor jurídico da Geogis Geotecnologia, Robison Pazzeto, que destacou que a regularização fundiária não termina com a emissão do título do imóvel. Segundo ele, a continuidade das ações é fundamental para consolidar os resultados da política pública, garantindo que os núcleos urbanos regularizados sejam plenamente incorporados ao planejamento das cidades e que as famílias tenham assegurados todos os direitos decorrentes da titulação.
“O pós-Reurb é uma etapa decisiva. A regularização precisa continuar sendo acompanhada para que os municípios consigam integrar essas áreas ao ordenamento urbano, consolidar a segurança jurídica das famílias e ampliar os benefícios sociais, urbanísticos e econômicos gerados por esse processo”, afirmou Pazzeto.
Além de garantir segurança jurídica aos moradores, a Regularização Fundiária Urbana tem sido apontada como um instrumento capaz de reduzir desigualdades e impulsionar o desenvolvimento local.
Estudo do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) estima que entre 30% e 50% dos imóveis brasileiros ainda apresentem algum tipo de irregularidade documental. O levantamento aponta que um amplo processo de regularização pode gerar impacto superior a R$ 202 bilhões em valorização imobiliária no país.
Com a documentação em dia, os proprietários passam a ter acesso a linhas de crédito, podem utilizar o imóvel como garantia, realizar financiamentos, comercializar o bem legalmente e investir na melhoria das residências.
Os benefícios também alcançam as administrações municipais. A atualização cadastral decorrente da Reurb melhora a gestão territorial, amplia a base tributária, fortalece a arrecadação de impostos como IPTU e ITBI sem aumento de alíquotas e oferece informações mais precisas para o planejamento urbano e a expansão de serviços públicos, como infraestrutura, pavimentação, saneamento e iluminação.
Para os participantes, a capacitação teve aplicação prática na realidade dos municípios. Representando o município de Comodoro, Diego Garcia afirmou que o treinamento trouxe mais segurança técnica para dar continuidade aos projetos em andamento.
“Foi uma oportunidade importante para aprofundarmos o conhecimento sobre a Reurb e esclarecer dúvidas que surgem no dia a dia. Voltamos mais preparados para dar continuidade aos processos já iniciados e conduzir futuras regularizações com mais segurança jurídica, beneficiando diretamente as famílias que aguardam pela documentação definitiva de seus imóveis”, afirmou Garcia.
Outro participante destacou que o conhecimento adquirido contribuirá para enfrentar um problema comum em diversos municípios: a existência de imóveis sem documentação regular.
“Compreender melhor a legislação e os procedimentos da Reurb nos dá condições de organizar o cadastro imobiliário do município, facilitar o acesso da população às informações sobre seus imóveis e tornar o trabalho dos servidores mais eficiente e seguro. Quem ganha com isso é toda a cidade”, relatou Jorge Luís Ferreira dos Santos, representante de Nortelândia.
A Lei Federal nº 13.465/2017, que instituiu novos instrumentos para a Regularização Fundiária Urbana, ampliou as possibilidades de incorporação de núcleos urbanos informais ao ordenamento territorial e permitiu acelerar a titulação definitiva de milhares de famílias em todo o país.
Mato Grosso
Empresa do agronegócio genuinamente do agronegócio brasileira nacional lança de três novos produtos
-
Rondonópolis03/08/2026 - 08:12Exposul começa hoje com expectativa de recorde de público
-
Rondonópolis03/08/2026 - 12:43Liquidaqui consolida Rondonópolis em uma grande campanha de consumo local
-
Rondonópolis03/08/2026 - 15:45Rondonópolis|Após apenas uma empresa se cadastrar e estar inapta, licitação terá que ser remarcada
-
Agro News03/08/2026 - 13:43Falta de aviso sobre seguro agrícola pode gerar indenização ao produtor
-
Artigos03/08/2026 - 14:08A cidade começa na calçada
-
Rondonópolis04/08/2026 - 18:09Sindicato Rural de Rondonópolis e Senar MT disponibilizam espaço para pequenos produtores na 52ª Exposul
-
Mato Grosso04/08/2026 - 18:004º ENCONTRO DE COOPERATIVAS NORTOX
-
Mato Grosso04/08/2026 - 19:53Municípios de MT debatem continuidade da regularização fundiária e seus impactos no desenvolvimento urbano








